Vida e Morte do meu Itaim

Vida e Morte do meu Itaim

A beira do rio se firmou

O povoado estreito

Santa cruz assim começou

Era o lugar perfeito.

De nome rio Itaim

Servindo aos moradores de lá se tirava o sustento

Para um futuro vindouro,

Mas, como tudo se acaba.

Logo vieram as dores.

Por incompreensão

Ou mesmo por ignorância

Começaram a ferir o coração

E o leito daquela “criança”.

Ontem, uma criança, um menino,

Um jovem, uma historia.

Direcionando muitos destinos

Que ficara na memoria.

Hoje, apenas um velho

Precocemente, morto

Que vive a se lamentar

Porque seus filhos queridos.

Não querem dele cuidar

Sendo humilhado, maltratado.

Lixo por todo lugar.

A cada dia que passa

Está aos poucos a morrer

Sendo escavado, por todo lado.

Sem ninguém para defender

A morte do rio Itaim

É um fato triste,

Para mim...

E para você.

Dionésia Barros
Enviado por Dionésia Barros em 01/12/2012
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