Duas rosas
Dois tinteiros
desafigurados,
Dois dedos
transfigurados;
Duas
estrelas
chovendo
raios
da
geométria
estática,
das
fadas
simétricas.
Cândidos
acenos
do floral engenho
matutino,
graves
líbras
errôneas,
em
cinza
de
um vulcão
avulso.
Que importa ser
além
de um único par
Perdido
em meio
aos insultos
da vida
Ou
da morte?...