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Estourando a cabeça.

Não lhe peço sentido ao perdão
Não suplico que venha pegalo
Dentro de mim estas cordas
Cordas de uma canção
Estouradas da minha guitarra
Tocadas pela minha mão

Em minha cabeça
Onde a curva
Vira o sentido
De longe me sinto
Uma manhã de domingo
Embreagada de sol

Despejo a massa
Do meu abraço
Que me abraça
Ileso
Preso
Indefeso

De um despertar sem asas
Estourando-se em brasas
Em manhã grita-se o dia
Que se eradia a minha guitarra
Estourada pelo meu perdão

O dinheiro é papel
O céu é uma visão
E o amor uma ilusão
Que incha minha mente
Que estoura minha canção
Que acaba sem perdão.




Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 16/03/2010
Código do texto: T2141888

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4901 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/02/20 19:10)
Á alma é barata