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CHUVA DE AGOSTO

Quando um sentimento se esgota,
Não tem mais jeito,
É como um rio caudaloso,
Que veio à tornar-se seco.

E sua sequidão matou raízes,
Deixou a terra seca,
Alguém ficou sozinho,
Da rosa ficaram só os espinhos.

A chuva cai e molha o meu rosto,
É chuva de agosto,
Não há outra explicação,
Passando o inverno chegará o verão.

Tudo não passará de lembranças ruins,
Pois é algo que não está sob o nosso controle,
Que deixa marca, que não se espera,
São coisas que o tempo cura e o amor supera.
Adonias Barreiros
Enviado por Adonias Barreiros em 12/11/2019
Código do texto: T6792836
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Adonias Barreiros
Olinda - Pernambuco - Brasil
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Adonias Barreiros