Declínio do poder
O judiciário brasileiro - capitaneado pela Suprema Corte - segue em seu processo de auto apequenamento, fazendo com que fulgure sua mais horrenda e aviltante faceta.
Desprovido de escrúpulos, de seriedade e de moral, a instituição que outrora fora merecidamente reconhecida como: estimada e honrada, nos últimos tempos abdicou da retidão para se coadunar à tortuosidade, revelando de forma incontestável o avançado estágio da doença que a acomete.
Não se trata de direita ou de esquerda; trata-se de justiça, de respeito para com o país, de não menosprezar o intelecto do povo, de zelar única e verdadeiramente pela carta magna, que deveria ser o sextante da pátria.
Como todo grandioso verdugo, o judiciário anseia ser temido pelos outros poderes e por todos que ousarem ir de encontro às suas posturas e decisões.
Quem poderá nos defender do sequioso nosferatu que se apoderou do gigante Sul-americano?