"ESCRITORES, PENSADORES & DISCOS VOADORES"

3 de março de 2025

Naquilo que te dá PRAZER você é uma criatura viciada e estática; um “cracudo” de tudo que trás paixão;

É diante do medo que você se move... É diante daquilo que te freia e te faz se sentir pequeno (principalmente o medo ficar sozinho, junto com aquilo que te dá medo)

… Somos como ratinhos assustados em laboratórios. Correndo, correndo. Fazendo o planeta girar com toda energia que gastamos sentindo pavor.

E vivemos da ilusão de estamos sempre COMPARTILHANDO NOSSAS DORES, que nunca são iguais porém brotam das mesmas ânsias. Percebemos então que nossos sonhos são: basicamente os mesmos.

Não importa em que estágio você está... em que andar você está, quais órdens dá ou recebe. Quando o medo chega, ele lhe invade... e é a coisa mais democrática da vida. Então quando surge uma “novidade”, um "impedimento"… um "DESASTRE"; como a doença que vivemos ontem e que no fundo, no fundo AGUARDAMOS hoje… é natural que muita gente se sinta desprovido de SENTIDO e prefira até mesmo morrer (ou correr um risco de vida maior que o "normal", tipo, pulando carnaval, bebendo, fazendo sexo); do que simplesmente perder sua “função” social. Seu "direito de fazer parte do 'tudo'". E isso não depende apenas de ter ou nã dinheiro... É um sentimento bem maior e mais forte.

Nesse momento o humano começa a buscar aquela “outra coisa” que ele nem sabe explicar o que é. Algo que consiga trazer um sentido invisível e de duração maior que sua carcaça de carne. É um aquecimento interno, uma pulsação... e cada qual poderá chama-lá do nome que quiser. A verdade é que cedo ou tarde, você chamará por ela.

O fato é que O AMOR será tão importante quanto estar respirando, EM BREVE. E a gente procurará até o fim se não encontrar, e quando encontramos, soará como se não fosse suficiente... NINGUÉM VAI DESISTIR. E todo mundo quererá tudo ao mesmo tempo, todos vão se tocar de uma vez e todos quererão de uma vez... Nunca deu certo, quando nós humanos queremos algo ao mesmo tempo. Conseguiremos a façanha de transformar o amor numa droga ou doença?


 

Henrique Britto
Enviado por Henrique Britto em 03/03/2025
Código do texto: T8277014
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