Anormalidade

Eu abro mão... da lógica, da racionalidade, abro mão do “normal”, para não me enquadrar no meio dos sensatos, dos sábios e dos previsíveis...

Viver num mundo em que todos “vivem”, experimentar o que todos já experimentaram e a crueldade de sentir o que todos sentiram, talvez me tornasse o que eu mais temia...

Por isso eu ousei, eu sonhei e eu vivi... torto? Errado? Quem é o árbitro? Quem direciona a vida, e quem a conceitua para aprisionar o pensamento frágil com a “impossibilidade” de ser louco o bastante para se sentir vivo... De ser louco o bastante para ir onde ninguém nunca foi e sentir o que ninguém nunca se sentiu e quem sabe, fazer pelo mundo o que nunca foi feito.