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CV.19. UMA BRASILEIRA EM OXFORD. ESPERANÇA Á VISTA!

Matéria veiculada na edição de hoje, 02.06.2020, do Jornal O Estado de São Paulo, Estadão e que, devido à importância do tema, que traz em seu bojo, ESPERANÇA DE CURA, da cv.19, tomei a liberdade de copiar e transcrever aqui na minha Escrivaninha, para a apreciação dos leitores e leitoras deste conceituado Portal RL.
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                  "NO CENTRO DE UMA ESPERANÇA"

"Imunizante que está sendo desenvolvido em Oxford é considerado o mais avançado contra a covid-19 e terá agora testagem maciça
O Estado de S. Paulo2 Jun 2020Roberta Jansen / RIO

Entre as mais de 70 vacinas em desenvolvimento no mundo, a de Oxford é considerada a mais avançada e também uma das mais promissoras. Envolvida nos testes, a imunologista brasileira Daniela Ferreira diz que em dois a seis meses será possível saber se o produto é eficaz.

A vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, entra esta semana em sua fase três de testes clínicos, em que pelo menos 10 mil pessoas serão vacinadas em todo o país para averiguar a eficácia do produto.

Dentre os mais de 70 imunizantes em desenvolvimento atualmente em todo o mundo, é considerado o mais avançado e também dos mais promissoras. E à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool está uma brasileira, a imunologista Daniela Ferreira, de 37 anos, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas.

A aposta neste imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala. “Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, diz a brasileira.

O objetivo é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado, evitando um possível novo atraso na proteção da população mundial. “A ideia não é ter uma competição entre os países”, explicou Daniela, em entrevista ao Estadão.

 “O que está acontecendo agora, é um trabalho de envolvimento global, com todos os cientistas compartilhando conhecimento em tempo real. A vacina é para o mundo inteiro; tem de haver uma colaboração internacional e tem de ser solidária, não pode ser ditada por interesses comerciais e preços.”

A vacina de Oxford parte de estudos que já tinham sido feitos para a Síndrome Respiratória Aguda Grade (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), também causadas por coronavírus. Por isso, a segurança da substância já havia sido parcialmente testada, o que permitiu que o processo fosse um pouco mais acelerado.

Em um vírus (adenovírus) atenuado da gripe comum de macacos é acrescentado um material genético semelhante ao de uma proteína específica do novo coronavírus, que é a maior responsável pela infecção. Assim, os especialistas esperam que a vacina induza à produção de anticorpos, tornando o organismo capaz de reconhecer o vírus no futuro, impedindo sua entrada.

Para que essa terceira fase, da testagem maciça, não leve muito tempo, Oxford conclamou 18 centros de pesquisa em todo o Reino Unido a testar o imunizante. Os cientistas estão recrutando prioritariamente profissionais de saúde, que são as pessoas mais facilmente expostas ao novo coronavírus.

Vale lembrar que, num teste como esse, ninguém será infectado propositalmente. As pessoas deverão ser expostas naturalmente. Metade dos voluntários receberá o produto que é candidato à nova vacina. A outra metade receberá uma vacina feita a partir da mesma plataforma (adenovírus) da vacina contra a covid-19.

Prazo. Daniela não quis fazer uma estimativa sobre quando a vacina ficará pronta. “Esses números voltam para te morder. Mas o que posso dizer é que entre dois a seis meses já saberemos se a vacina é eficaz.”

O grande problema, como explica a imunologista, é que não basta apenas a vacina ser eficiente. “É preciso saber se ela pode ser produzida rapidamente e em larga escala, se será acessível globalmente, se terá um preço razoável ou poderá ser distribuída de graça.

Enfim, tudo isso entra nessa conta”, contou. “Não adianta, por exemplo, uma vacina que proteja muito bem, mas esteja disponível apenas para um milhão de pessoas.”

Estimativa •

“O que posso dizer é que entre dois a seis meses já saberemos se a vacina é eficaz.”

DANIELA FERREIRA

IMUNOLOGISTA DA ESCOLA DE

MEDICINA TROPICAL DE LIVERPOOL
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COMENTÁRIO A. BIGCUORE. Parabéns Dra. Daniela Ferreira, a senhora é parte do Brasil que deu certo. Não sei, mas provavelmente a Senhora está trabalhando na Inglaterra, porque, infelizmente, em nosso País, NÃO DÁ VALOR PARA A CIÊNCIA E SIM PARA A IGNORÂNCIA!!
Haja vista, atualmente a INDIFERENÇA de nosso Presidente, com relação à pandemia.

                            ESPERANÇA SEMPRE!

Espero, como cidadão brasileiro, que um dia o nosso País INVISTA MAIS NA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E REPATRIE TODOS OS NOSSOS MAIORES CÉREBROS QUE ESTÃO ATUANDO NO EXTERIOR!!!
QUEIRA DEUS QUE ESTE MEU SONHO SE CONCRETIZE ALGUM DIA!
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ANTONI BIGCUORE.SP.SP.
DATA: 02.06.2020, 3a feira, às 16:22 hrs.
LOCAL: São Paulo,SP.,Brasil.


DRA.DANIELA FERREIRA
Enviado por ANTONI BIGCUORE em 02/06/2020
Reeditado em 05/06/2020
Código do texto: T6965706
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
ANTONI BIGCUORE
São Paulo - São Paulo - Brasil
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