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Ciume.

Ah ciume! Quem lhe deu esse nome?
Shakespeare  ou Murilo Mendes?
Constante ânsia absoluta aliada a um inimigo que me beija a face após devorar me a carne!
Por que bates a minha portas nas manhas frias?
Maldito sigiloso amigo, que me confessa mentiras depois jura verdades!!!
Por que ciume você provoca essa dor imensa essa loucura intensa?
Se depois não me convida pra tomar um chá da tarde...
De onde você vem, por que sempre chega causando  caos destruição em massa e sai como andarilhos na anciã de derrubar outras cidades...
Porque me crava esse punhal ?
Porque me faz chorar chorar e chorar...
Bandido vil trapaceiro que domina meus dias , tira a calmaria , vilão que me tira a calma .
Das mãos de Deus você não foi feito,  ele fez o amor não loucura e medo então, não crie contendas em minha alma.

Alessandra Oliveira Borges
Enviado por Alessandra Oliveira Borges em 14/08/2019
Reeditado em 16/08/2019
Código do texto: T6720085
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Alessandra Oliveira Borges
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 44 anos
10 textos (287 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/08/19 23:47)
Alessandra Oliveira Borges