Por vezes o deserto de nossa alma nos desanima

Em outras o oceano de emoções nos faz naufragar

Tentar o equilibro entre deserto e mar é tarefa da mais árduas e produtivas, embora prescindam de um querer que envolve três vias para sua efetivação, a saber: pensamento, sensação e emoção, se há uma alinhamento, eis a “fórmula” da equação de bem viver, algo que nem sempre conseguimos modular, portanto vem as carências e dúvidas recorrentes que fazem parte do processo de elaboração do equlibrio.
germinar.

Se no mar,tudo que jogamos, salva-se de ondas turbulentas 
e no deserto a vida tende a arrefecer, pode-se encontrar um consenso neste âmago do viver? 

Quando sua alma inquieta ou clamorosa encontrar  o meio termo desta vivencia, a finitude não mais assustará, nem o tempo intimidará, e a vida assim fluirá.
 
Nem deserto, nem mar!

Apenas voltando para si um olhar atento e desvendador, encontrando o sentido da vida que ainda grita no silêncio do seu futuro.

Revelador!
Desbravador!
Libertador!

No seu mundo, Inspirador!
 

 
 
 
Lia Fátima
Enviado por Lia Fátima em 23/08/2018
Reeditado em 11/11/2018
Código do texto: T6427495
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