_____POR FAVOR, APAGUE A LUZ!
Quando se trata de me dar um conforto necessário, por favor, apague a luz! Inunde e extravase pra lá! Não quero saber do seu equipamento moral, da sua algazarra, do seu apetite pela superficialidade, da sua dinâmica engajada nas distorções do seu juízo. Eu não tenho saco!
Por favor, apague a luz! A sua caridade enfraquecida de razões me cansa. A sua opinião que em nada casa com a sua prática, dispenso! Apague a luz porque a sua hipocrisia não me interessa. Apague a luz porque o que eu quero não é o conforto da cegueira mas a paz da calmaria. Em tempos difíceis de palavra, apague a luz -anestésico -.
Apague a luz, por favor! Porque eu não preciso da sua arrogância, dos seus exageros e da sua contemplação pela crueldade. Não quero saber dos seus excessos. Não se inclinados - Narciso -.
De início, apague a luz! O extremo afeta a percepção.
Por favor, apague a luz! A sua caridade enfraquecida de razões me cansa. A sua opinião que em nada casa com a sua prática, dispenso! Apague a luz porque a sua hipocrisia não me interessa. Apague a luz porque o que eu quero não é o conforto da cegueira mas a paz da calmaria. Em tempos difíceis de palavra, apague a luz -anestésico -.
Apague a luz, por favor! Porque eu não preciso da sua arrogância, dos seus exageros e da sua contemplação pela crueldade. Não quero saber dos seus excessos. Não se inclinados - Narciso -.
De início, apague a luz! O extremo afeta a percepção.