A LUZ DO AMOR
O amor nunca, jamais e em tempo algum, poderá ser explicado, se não apenas sentido, por quem ama e por quem deveras se sente amado. É como querer inventar um Deus ausente, o que para muitos, ele mesmo jamais existiu, já para outros, é como o ar que sem compromisso algum, está em tudo e qualquer lugar, e sem cobrar nada por isso, entre os incomodados que não o creem. É como a vela, que indiferentemente a força estupida e cega do vento que a devora, silenciosa e humildemente antes de apagar-se por ele, chora por tentar mostrar-lhe o caminho da luz que ele ignora...