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PARA OS POETAS E POETIZAS QUE ME PARABENIZARAM POR EU ESTAR COMPLETANDO NÚMEROS DE PUBLICAÇÕES 200. 300. (PEÇO
DESCULPAS E AO MESMO TEMPO AGRADEÇO, NÃO VEJO MAL NISSO)
SOU ASSIM, NÃO GOSTO DE NÚMEROS, E AQUI SÓ DEIXO UM POUQUINHO DA LUA...(RS) JAMAIS LANÇARIA UM LIVRO SEM POSSUIR NO MÍNIMO 1000, POESIAS... E DEPENDENDO DA MINHA FASE APAGO DO RL, NÃO É POR NADA, É QUE COMO NÃO GOSTO DE NÚMEROS PREFIRO ASSIM... TENHO TUDO GUARDADO LOGICAMENTE....(rs)MEUS PRIMEIROS ENSAIOS COMEÇARAM DESDE A MINHA ADOLECÊNCIA, QUIS ME EXPLICAR, RECEBI PARABÉNS NO 300, E DEPOIS NOS 200... PUBLICAÇÕES. NÃO ACHEI CERTO NÃO JUSTIFICAR E DESCULPAR-ME. (PEDIR DESCULPAS: ATO ESSE , QUE TORNARIA O MUNDO TÃO MELHOR, SE TODOS ENTENDESSEM A NECESSIDADE E A IMPORTÂNCIA DELE)
>DESCUMPEM -ME POETAS E POETISAS DA LUA. (*<


AS MINHAS LETRAS


Não gosto de datar as minhas poesias

Não quero prendê-las num dia

Num momento, numa única inspiração

A certa ocasião

A um lugar específico

Como eu poderia

Se ora estou na terra

Ora na lua

Isso não é utopia

As mentes dos poetas rodam o mundo...

Quero guardar minhas letras

Sem números Sem motivos... Nem porquês

Porém, se desejar, datarei... Sou livre

Todos são livres

Também posso mudar de ideia

E sinto-me ser a própria Lua

Por isso possuo fases dentro de mim

Cada um que seja o que quiser

Um prefere ser borboleta

Outro casulo

E daí?

A mente é livre Principalmente a do poeta

Por isso desejo

Que minhas poesias voem...

Pelo infinito inteiro

Até que elas encontrem

No final do arco-íris um pote de inspiração

E o traga para sua autora, livremente...

Quero que minha poesia seja de todos

A poesia é e deve ser universal

Que elas encontrem outras dimensões

Onde o impossível é possível... Onde há magia

Versarei sobre amor, “meu estilo”

Como também posso falar de outros assuntos

Quem segura à mente dos poetas?

Poetizarei... Presente, passado, futuro

No ontem, hoje e amanhã

Livremente... Poemas sem tempo

Obviamente que para lançar um livro

Sabia que teria que usar meu lado prático

Registrando tudo, por isso sempre fiz, sempre

Mas mantendo meu lado livre

Sempre vivo dentro de mim

A última poesia que escrever será como a primeira

Sem datas, sem numeração, sem arrumação

Meus poemas são livres...

Como a minha mente

Poesia é estado de espírito

Poesia abre a cabeça

Poesia cicatriza a alma depois de fazê-la sangrar

No meu caso Poesia é o sangue da alma

Sem lógica

Ao vento...

Palavras voam...

Mas o que está escrito, para sempre se perpetuará...


Luamor


"Poema Mas por que datar um poema? Os poetas que põem datas nos seus poemas me lembram essas galinhas que carimbam os ovos..."

Mario Quintana

Luamor e Mario Quintana
Enviado por Luamor em 19/10/2013
Reeditado em 20/10/2013
Código do texto: T4532582
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Luamor
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Luamor