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O mundo idiota de todos

Não posso me esconder
Atrás do manto rumo
Ao anti-social
Nem suspenso
Nos jardins
Crucificados
Sangrando aos brados
Sem minha autonomia
Idiota e ecepisional

Nos meus olhos
Como um átomo
Sou um grão
Na minha vida
Cada gesto
Em sua tendência
Da à palavra o seu sermão

Sou o mesclado
De tudo de nada
De água derramada
De uma ressaca
De copo cheio
De uma variável
De uma vida vazia

Tudo posso desejar
Aqui não é o paraíso
É o mundo dos idiotas
De mais ninguém
O mundo idiota de todos

Se eu morrer sem acordar
Preciso nascer assim
Coberto pelo calor
Debaixo dágua
Idiota como um feto feliz
Feito de idéias
Que eu nunca quiz
Do mundo perfeito
Aprendendo tudo direitinho

Da boca pra dentro
Sobraria um bucado pra mim
Da boca pra fora a certeza
Seria um ato inquestionável
De como depósitei
Minha velha infância

De novos estilos
Velhos amigos
Com as mesmas teorias idiotas
Que o mundo é uma revolta
Uma caganeira de verdade
Onde me levanto todos os dias
Para me limpar do meu próprio
Mundo idiota.

Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 16/03/2010
Código do texto: T2140898

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4953 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/08/20 02:44)
Á alma é barata