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SÃO MIGUEL ARCANJO - ORAÇÃO

Durante os meses de agosto e setembro estamos fazendo na TV Século 21, 40 dias de oração ao Arcanjo São Miguel. A oração tem sido realizada ao vivo no programa "Você pode ser feliz" e o material gerado é disponibilizado aqui no EAD Século 21.
http://www.eadseculo21.org.br/ead/?opcao=visualizarCategoria&ID=35&tipo=3

Ladainha de São Miguel:
http://www.youtube.com/watch?v=LQGXFXX1rks

oração de São Miguele:

http://www.youtube.com/watch?v=MovI648KIA0&feature=related

QUARESMA DE SÃO MIGUEL

Inicio da Quaresma: 15 de agosto a 29 de setembro - Festa de São Miguel - Providenciar um altar para São Miguel com uma imagem ou uma estampa.

Todos os dias:

* Acender uma vela

* Oferecer uma penitência

* Fazer o sinal da cruz

* Rezar a oração inicial

* Rezar a ladainha de São Miguel

* Ladainha do Preciossimo Sangue

ORAÇÃO INICIAL

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.

Filho, Redentor do Mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.

Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.

Trindade Santa, que sois um único Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.

São Miguel, rogai por nós.

São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós.

São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós.

São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós.

São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós.

São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós.

São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós.

São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós.

São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós.

São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós.

São Miguel, Luz dos Anjos, rogai por nós.

São Miguel, baluarte dos Cristãos, rogai por nós.

São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, rogai por nós.

São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós.

São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós.

São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós.

São Miguel, arauto da sentença eterna, rogai por nós.

São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, rogai por nós.

São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas que estão no Purgatório, rogai por nós.

São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós.

São Miguel, nosso Advogado, rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, atendei-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de Cristo,

para que sejamos dignos de Suas promessas. Amém.

Oração

Senhor Jesus, santificai-nos, por uma bênção sempre nova, e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, esta sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do Céu e a trocar os bens do tempo pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém.

LADAINHA DO PRECIOSÍSSIMO SANGUE

Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.

Deus Filho, redentor do mundo tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Sangue de Cristo, Sangue do Filho Unigênito do Eterno Pai, salvai-nos.

Sangue de Cristo, Sangue do Verbo de Deus encarnado, salvai-nos.

Sangue de Cristo, Sangue do Novo e Eterno Testamento, salvai-nos.

Sangue de Cristo, correndo pela terra na agonia, salvai-nos.

Sangue de Cristo, manando abundante na flagelação, salvai-nos.

Sangue de Cristo, gotejando na coroação de espinhos, salvai-nos.

Sangue de Cristo, derramado na cruz, salvai-nos.

Sangue de Cristo, preço da nossa salvação, salvai-nos.

Sangue de Cristo, sem o qual não pode haver redenção, salvai-nos.

Sangue de Cristo, que apagais a sede das almas e as purificais na Eucaristia, salvai-nos.

Sangue de Cristo, torrente de misericórdia, salvai-nos.

Sangue de Cristo, vencedor dos demônios, salvai-nos.

Sangue de Cristo, fortaleza dos mártires, salvai-nos.

Sangue de Cristo, virtude dos confessores, salvai-nos.

Sangue de Cristo, que suscitais almas virgens, salvai-nos.

Sangue de Cristo, força dos tentados, salvai-nos.

Sangue de Cristo, alívio dos que trabalham, salvai-nos.

Sangue de Cristo, consolação dos que choram, salvai-nos.

Sangue de Cristo, esperança dos penitentes, salvai-nos.

Sangue de Cristo, conforto dos moribundos, salvai-nos.

Sangue de Cristo, paz e doçura dos corações, salvai-nos.

Sangue de Cristo, penhor de eterna vida, salvai-nos.

Sangue de Cristo, que libertais as almas do Purgatório, salvai-nos.

Sangue de Cristo, digno de toda a honra e glória, salvai-nos.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor.

V. Remistes-nos, Senhor com o Vosso Sangue.

R. E fizestes de nós um reino para o nosso Deus.

Oremos:Deus eterno e todo poderoso, que constituístes o Vosso Unigênito Filho, Redentor do mundo, e quisestes ser aplacado com o seu Sangue, concedei-nos a graça de venerar o preço da nossa salvação e de encontrar, na força que Ele contém, defesa contra os males da vida presente, de tal modo que eternamente gozemos dos seus frutos no Céu. Por Cristo nosso Senhor. Assim seja.

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.: Baixe imagem São Miguel

Devocionário

16/08/2007 - 15h40
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=6692&id=

Miguel (em hebraico: מִיכָאֵל (Micha'el ou Mîkhā'ēl; em grego: Μιχαήλ, Mikhaḗl; em latim: Michael ou Míchaël; em árabe: ميخائيل, Mīkhā'īl) é um arcanjo nas doutrinas religiosas judaicas, cristãs e islâmicas. Os católicos, anglicanos e luteranos se referem a ele como São Miguel Arcanjo ou simplesmente como São Miguel. Os ortodoxos se referem a ele como Texiarca Arcanjo Miguel ou simplesmente como Arcanjo Miguel.
Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (mi-"quem", ke-"como", El-"deus"), o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica: "Quem é como Deus?" (em latim: Quis ut Deus?), para a qual se espera uma resposta negativa, e que implica que "ninguém" é como Deus. Assim, Miguel é reinterpretado como um símbolo de humildade perante Deus[1].
Na Bíblia Hebraica, Miguel é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". A ideia de Miguel como um advogado de defesa dos judeus se tornou tão prevalente que, a despeito da proibição rabínica contra se apelar aos anjos como intermediários entre Deus e seu povo, Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica.
No Novo Testamento, Miguel lidera os exércitos de Deus contra as forças de Satã no Apocalipse, onde, durante a guerra no céu, ele o derrota. Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo". Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Já no século VI, a devoção a São Miguel já havia se espalhado tanto no oriente quanto no ocidente. Com o passar dos anos, as doutrinas sobre ele começaram a se diferenciar.
Índice  [esconder]
1 Etimologia
1.1 Do termo “Arcanjo”
1.2 Do termo “Miguel”
2 Referências nas Escrituras
2.1 Bíblia Hebraica
2.2 Novo Testamento
2.3 Nos apócrifos
3 Cristianismo
3.1 Cristianismo primitivo
3.2 Catolicismo
3.3 Protestantismo primitivo
3.4 Testemunhas de Jeová
3.5 Adventistas do Sétimo Dia
3.6 Mórmons
4 O anjo Miguel nos manuscritos do Mar Morto
5 Festas, patronato e ordens
5.1 Festas
5.2 Patronatos e ordens
6 Imagens
7 Referências
8 Ver também
9 Ligações externas
[editar]Etimologia

[editar]Do termo “Arcanjo”


Arcanjo, num fragmento da Epístola de Judas (Tadeu) no Codex Sinaiticus (330-350 A.D.)
Arcanjo tem duas raízes, “arch” e “angelos”.
O prefixo grego “arch” (ἀρχ) deriva de “arché” (ἀρχή) que se refere tanto a “começo, ponto de partida, princípio”, como “suprema substância subjacente” ou “princípio supremo indemonstrável” [2].
A partir dessa raiz “arché” temos o antepositivo “arch”, em português, com o sentido de “aquilo que está na frente, o que está no começo, na origem, ponto de partida de um entroncamento” [2], sendo traduzido “acima”, “superior” ou “mais importante” e “o que governa, que dirige, que comanda, que lidera” e ainda carregando consigo idéias de poder, autoridade, império e superioridade [3].
Quanto ao grego “angelos” (άγγελος), vertido para “anjo”, significa simplesmente “mensageiro”.
A partir dessas raízes, portanto, a palavra “Arcanjo” (αρχάγγελος) se traduz “Líder dos Mensageiros”, “Chefe dos Mensageiros” [4] "Capitão dos Anjos" [5],"Primeiro Anjo" [5], “Acima dos Anjos”, “Superior aos Anjos” [2] [6] [7] “Anjo Superior” [8] ou “Anjo Chefe” [9] [10] [11] [12], num aspecto qualitativo de liderança e substancialmente de superioridade [7], da mesma maneira que se traduz palavras com o mesmo radical, tal como “arquiteto” (chefe dos construtores), “arcebispo” (classe hierárquica superior a Bispo), “hierarquia” (poder sagrado) ou “anarquia” (falta ou ausência de poder).


Miguel em Hebraico
[editar]Do termo “Miguel”
A tradução literal para o nome Miguel é “Aquele/Quem como Deus”.
Mi = Aquele/Quem(?)
Ka = Como
El = Deus
Como no hebraico não existia sinais de pontuação, algumas palavras trariam consigo um significado inquisitivo. Por isso a partícula “Mi” que significa “quem” muitas vezes é traduzida sintaticamente como interrogação, ocorrendo em 350 textos do Antigo Testamento onde é mencionada[13].
Exemplo:
“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” (Is. 6:8)
ואשׁמע את־קול אדני אמר את־מי אשׁלח ומי ילך־לנו ואמר הנני שׁלחני (Texto Original Hebraico)[14]
va'eshma et qol adonai omer et·mi esh'laj umi ielej·lanu vaomar hineni shelajeni ומי (Texto Original Transliterado)[15]
Dessa forma, o Talmude sugere uma interpretação inquisitiva para o nome Miguel, tendo a tradução contextual “Quem é como Deus?”[16] [16] [17] [18] [19] [20] [21] [22] [23] [24] [25] [26] [27] ou “Quem é semelhante a Deus?”[28] [29] [30]. Este entendimento hoje não é compartilhado somente pela comunidade judaica, pois mais tarde foi incorporado pela cristandade em geral “para não colocar em causa a própria Escritura”, tanto por católicos e evangélicos, como adventistas [31], e também por outras comunidades religiosas, como as testemunhas de Jeová e os islâmicos. Mas para as cosmovisões judaica, jeovista e muçulmana, o pressuposto de não haver nenhuma outra pessoa igual a Deus (Sl. 35:10; 89:8) é literal, implicando sugestivamente a resposta “Ninguém é Igual a Deus” num entendimento retórico.
Quanto ao sufixo “El”, é também relacionado de forma regular com nomes significando afirmativamente “Deus” em todos os casos, tal como em Daniel (Deus é Juiz), Emanuel (Deus é Conosco), Ezequiel (A Força é de Deus), Samuel (Chamado pelo Nome de Deus), Gamaliel (Deus me Faz o Bem), Ananias (Deus é Clemente), João (A Graça é de Deus),Ismael (Deus Ouve), etc. Esse entendimento é compartilhado por algumas denominações cristãs trinitarianas e alguns famosos comentaristas bíblicos como Matthew Henry e até o próprio João Calvino, pai da Igreja Congregacional, da Presbiteriana e de muitas outras reformadas, trinitarianos convictos, entendendo o termo segundo a tradução literal. Para esses, diferentemente dos judeus, muçulmanos e testemunhas de Jeová, o Arcanjo Miguel não tem natureza angélica, e sim divina, sendo o próprio Cristo que veio com esse “nome de guerra” fazendo um desafio a Satanás que, desde o princípio, sempre desejou estar acima dos anjos e ser igual ao Criador (Is. 14:12–14).
[editar]Referências nas Escrituras

[editar]Bíblia Hebraica
Na Bíblia Hebraica e, portanto, no Antigo Testamento, o profeta Daniel teve uma visão após um jejum (em Daniel 10:13-21), um anjo identifica Miguel como o protetor de Israel. O profeta se refere a Miguel como "um dos primeiros príncipes"[32]. Posteriormente, em Daniel 12:1, Daniel é informado sobre o papel de Miguel durante o "tempo de tribulação" que "nunca houve desde que existiu nação até aquele tempo" e que[33]:
“ Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe que se levanta a favor dos filhos do teu povo; ”
Assim, embora as três referências a Miguel no Livro de Daniel sejam referentes ao mesmo indivíduo que age de forma similar nos três casos, o último se coloca no "fim dos tempos", enquanto que os outros dois são na época contemporânea na Pérsia[34]. Estas são as únicas referências ao arcanjo Miguel na Bíblia Hebraica[35].
As referências ao "capitão das hordas do Senhor" que estão no Livro de Josué nos primeiros dias da campanha pela Terra Prometida (veja Josué 5:13-15) foram por vezes interpretadas como sendo referentes ao arcanjo Miguel, mas não há nenhuma base teológica para esta proposição, dado que Josué claramente adorava essa figura e os anjos não eram adorados, o que indica que a figura possa se referir ao próprio Yahweh[36][37].
[editar]Novo Testamento
O Apocalipse (Apocalipse 12:7-9) descreve uma guerra no céu na qual Miguel, sendo o mais forte, derrota Satã[38]:
“ Houve no céu uma guerra, pelejando Miguel e seus anjos contra o dragão. O dragão e seus anjos pelejaram, e não prevaleceram; nem o seu lugar se achou mais no céu. Foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás, aquele que engana todo o mundo; sim, foi precipitado na terra, e precipitados com ele os seus anjos. ”
Após o conflito, Satã foi atirado à terra juntamente com os anjos caídos de onde eles ainda tentam "desviar o caminho da humanidade"[38].
Em outro trecho, na Epístola de Judas (Judas 1:9), Miguel é referido especificamente como sendo um "arcanjo" quando ele novamente confronta Satã:[39]:
“ Mas quando Miguel, o arcanjo, discutindo com o Diabo, altercava sobre o corpo de Moisés, não ousou fulminar-lhe sentença de blasfemo, mas disse: O Senhor te repreenda. ”
Uma referência a um "arcanjo" também aparece em I Tessalonicenses (I Tessalonicenses 4:16):
“ porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, com voz de arcanjo e com trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. ”
Porém, o arcanjo que marca a Segunda Vinda de Cristo não é mencionado[39].
[editar]Nos apócrifos
No livro de Enoque Miguel é designado como o príncipe de Israel. No livro dos Jubileus, ele é retratado como o anjo que instruiu Moisés na Torá. Nos Manuscritos do Mar Morto é retratado lutando contra Beliel.
[editar]Cristianismo

[editar]Cristianismo primitivo
Os primeiros cristãos consideravam alguns mártires - como São Jorge e São Teodoro - como patronos militares. Porém, a São Miguel, eles entregavam bem-estar dos doentes e foi como um curador que ele era venerado na Frígia (na moderna Turquia)[40].
O mais antigo e mais famoso santuário de São Miguel no antigo Oriente Próximo era associado com suas águas medicinais. Ele era chamado de Michaelion e foi construído no início do século IV pelo imperador romano Constantino I em Calcedônia, no local de um templo anterior chamado Sosthenion[35] .
Uma pintura do Arcanjo Miguel matando uma serpente se tornou a principal no Michaelion após Constantino ter derrotado Licínio nas redondezas em 324, eventualmente tornando-a o padrão da iconografia de Miguel como um santo guerreiro, assassinando um dragão[35]. O Michaelion tinha uma magnífica igreja e ela se tornou o modelo para centenas de outras igrejas no cristianismo oriental, que espalhou a devoção ao arcanjo[41].
No século IV, a homilia de Basílio de Cesareia, De Angelis, colocou Miguel acima de todos os outros anjos. Ele foi chamado de "Arcanjo" por ser o príncipe dos outros anjos[42]. No século VI, a imagem de Miguel como curador continuava em Roma, algo visível pelo costume de os doentes, após uma epidemia, dormirem uma noite no Castel Sant'Angelo (dedicado a Miguel por ter salvo Roma), esperando a sua manifestação[42][43].
No século VI, o crescimento da devoção ao santo na Igreja Ocidental se manifestou pelas festas dedicadas a ele, como se pode ver no Sacramentário Leonino. No século VII, o Sacramentário Gelasiano incluia uma festa para "S. Michaelis Archangeli", assim como o Sacramentário Gregoriano[42]. Alguns destes documentos mencionam uma hoje inexistente Basilica Archangeli na Via Salaria, em Roma. Some of these documents refer to a no longer extant Basilica Archangeli on via Salaria in Rome.[42].
A angeologia de Pseudo-Dionísio, que era amplamente lida já no século VI, dava a Miguel uma alta posição na hierarquia celestial[42]. Posteriormente, no século XIII, outros, como Boaventura, acreditavam que ele seria o príncipe dos Serafins, a primeira das nove ordens angélicas. De acordo com Tomás de Aquino[44], ele seria o príncipe da última e mais baixa ordem, a dos anjos[42].
[editar]Catolicismo
Os católicos romanos e os ortodoxos geralmente se referem a Miguel como "São Miguel", um título honorífico cuja origem não foi uma canonização. Ele é geralmente nas litanias cristãs como "São Miguel Arcanjo". Os ortodoxos adicionalmente o chamam de "Archistrategos" (veja strategos) ou "Comandante Supremo das Hostes Celestiais"
Nos ensinamentos católicos, São Miguel tem quatro papéis principais[45]. O primeiro é como comandante do Exército de Deus e o líder das forças celestes em seu triunfo sobre os hostes infernais[46]. Ele é visto como um modelo angélico para as virtudes do "guerreiro espiritual", em guerra contra o mal, por vezes também visto como sendo a "batalha interna"[47].
O segundo e o terceiro papel de Miguel lidam com a morte. No segundo, Miguel é o anjo da morte, levando a alma de todos os falecidos para o céu. Neste papel, na hora da morte, Miguel desce e dá à alma uma chance de se redimir antes da morte, atrapalhando assim o diabo e seus asseclas. As orações católicas em geral se referem a este papel de Miguel. No terceiro papel, ele mede as almas numa balança perfeitamente equilibrada (daí o motivo de ele ser também muitas vezes representado segurando uma balança)[48]
Em seu quarto papel, São Miguel, o patrono especial do povo escolhido no Velho Testamento, é também o guardião da Igreja. Era comum o anjo ser reverenciado por ordens militares de cavaleiros durante a Idade Média. Este papel também se estende a ser o santo padroeiro de numerosas cidades e países.[49][50].
O catolicismo romano inclui ainda tradições como a Oração de São Miguel", que pede especificamente que os fiéis sejam defendidos pelo santo[51][52][53]. O Terço de São Miguel Arcanjo é composto por nove saudações, uma para cada ordem angélica[54][55].
[editar]Protestantismo primitivo
Alguns dos primeiros acadêmicos protestantes identificaram Miguel com a pré-encarnação de Cristo, baseando sua visão parcialmente na justaposição de "criança" e arcanjo no capítulo 12 do Apocalipse e também nos atributos dados a ele por Daniel[56].
[editar]Testemunhas de Jeová
As Testemunhas de Jeová acreditam que há apenas um "arcanjo" no céu e na Bíblia. Eles ensinam que o Jesus de antes da encarnação e após a ressurreição, e o Arcanjo Miguel são a mesma pessoa: "a evidência indica que o Filho de Deus era conhecido como Miguel antes de vir à Terra e é conhecido também por este nome após o seu retorno ao céu, onde ele agora está na forma do glorificado espírito Filho de Deus." Eles notam que o termo "arcanjo" na Bíblia só é usado no singular, jamais de forma clara no plural. Eles também afirmam que Miguel é o mesmo "Anjo do Senhor" que conduziu os israelitas no deserto[57][58]. Sob este ponto de vista, o espírito que leva o nome de Miguel é chamado de "um dos principais príncipes", "o grande príncipe que tem o comando de seu [de Daniel] povo" e "o arcanjo" (Daniel 10:13, Daniel 12:1; 1 9:[59].
[editar]Adventistas do Sétimo Dia
Adventistas do Sétimo Dia acreditam que Miguel era um outro nome para o Verbo Divino (como em João 1:1) antes d'Ele ter se encarnado como "Jesus". Ele seria o Verbo, não criado, por conta de quem todas as coisas são criadas. O Verbo então se fez nascer encarnado como Jesus[60].
Eles acreditam que o nome "Miguel" é importante para mostrar a sua verdadeira identidade, assim como Emanuel (que significa "Deus conosco"). Eles acreditam que o nome significa "aquele que é Deus" e que, como "Arcanjo" ou "comandante ou líder dos anjos", ele liderava os anjos e, por isso, a afirmação em Apocalipse 12:7-9 que identifica Jesus como sendo Miguel[61]. Além disso, "Miguel" seria um dos muitos títulos associados ao Filho de Deus, a segunda pessoa da Divindade. E este ponto de vista não estaria de modo algum em conflito com a crença em sua Divindade Plena, pré-existência eterna e, também de maneira nenhuma, seria uma diminuição de Sua pessoa ou obra[62].
Ainda na visão adventista, a afirmação em I Tessalonicenses 4:16 identifica claramente Jesus com Miguel[63], assim como João 5:25[63].
Nas Escrituras ele é mostrado fazendo coisas que também se aplicam a Cristo desde o início, ele é também Cristo pré-encarnado[64][65].
[editar]Mórmons
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acredita que Miguel é Adão, o Antigo de Dias (de Daniel 7), um príncipe e um patriarca da família humana e que Miguel ajudou Jehovah (a forma celeste de Jesus) na criação do mundo sob a direção de Deus Pai[66][67][68][69].
[editar]O anjo Miguel nos manuscritos do Mar Morto



São Miguel luta contra o dragão, por Jean Fouquet.
Desde a publicação, em 1991, da quase totalidade dos textos descobertos no deserto da Judeia, comumente conhecidos como os manuscritos do Mar Morto, que o estudo acerca da angeologia judaica sectária e extra-bíblica teve um grande desenvolvimento.
Nestes textos, numa perspectiva que viria a ser recuperada pelos movimentos gnósticos do Século I, Miguel é apresentado como a figura celestial de Melquisedeque exaltado, elevado aos céus. É similarmente referido como o "príncipe da luz", conforme 11Q13, que dará combate ao "príncipe das trevas", Satã, Belial ou Melkireshah (o príncipe das profundezas da Terra). Este confronto dar-se-á aquando da grande batalha celeste que antecederá o fim dos tempos e a nova vinda do fundador da comunidade essênia, o "Mestre da Justiça", como Messias escatológico.
Neste contexto, e numa descrição profundamente ambivalente, em 4Q529 e 6Q23 o triunfo definitivo da paz não lhe é atribuído, conforme alguns depreendem de Judas 1:9, acima transcrito, onde Miguel recusa a função de juiz escatológico, mas apenas é o seu arqui-estratega. Miguel recusa inclusive o título de "Senhor" e de "Salvador", ao mesmo tempo que, segundo 4Q246, aguarda e guarda "um deus renascido", o "Consolador", "Filho de Jesus Cristo na Terra como esse foi de Nosso DEUS, SENHOR Jeová, aqui na Terra filho" Daniel 11,36-37.
Para outros[quem?], segundo a interpretação que fazem de alguns dos manuscritos do Mar Morto, Miguel é mesmo apresentado como o grande usurpador do senhorio de Deus - o que é impossível pois Este é o o "Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Último." Apocalipse 22.13. Ou seja, nem que Miguel quisesse reescrever o que Deus escreveu ele não teria poder para isso, pois não passa de um servo do Senhor Deus, o servo mais fiel e verdadeiro depois do Cristo seu filho primeiro. Miguel é, em verdade, o braço esquerdo de DEUS, pensando que o direito é o Cristo. Essa interpretação de Miguel como anticristo é digna dos anticristos, pois lembrem-se das palavras de João: ! João 4 " 1.Amados, não creias em todo espírito, mas provai se os espíritos procedem de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. 2.Nisso, conheceis o Espírito Santo de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus; e todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não procede de Deus; e este é o espírito do anticristo, o qual tendes ouvido que vem e que agora já está no mundo. Filhinhos, vós procedeis de Deus e tendes vencido o mundo, como Cristo venceu, porque maior é Cristo do que aquele que está, mas não é e nem estará, no mundo. Os anticristos são do mundo; por isso nascidos do pecado da luxúria e não do amor, como os filhos de Deus. Por isso falam das coisas do mundo e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é de Deus não nos ouve e apagaria nossas palavras se pudesse. Mas ninguém é maior que Deus e Cristo e o Consolador que já esta a caminho. Se você quiser apagar o que o Espírito Santo acabou de escrever, você é um espírito do erro e não da verdade. Miguel é o fiel e o verdadeiro de Deus, como Cristo é o Verdadeiro e o Fiel. Saibam todos disso a partir de agora: Deus é amor, o único bom, já escreveu tudo desde o começo e não há nenhum adversário pois
Satã já foi vencido justamente por Miguel, o cavaleiro valente de Deus, na primeira e única batalha celeste. Todo vida na Terra é encenação e reverberação dessa batalha já ganha nos céus antes do mundo ser mundo, antes da existência de qualquer mundo. O diabo é um pobre diabo que vive pela misericórdia divina até com ele, o príncipe das trevas, pois cada um deve ser senhor do seu caminho. Cada um é livre para se arcar diante do Senhor ou não. Lucífer escolheu não e foi derrotado por Miguel por isso. Repito e quem tiver ouvidos para ouvir que ousa: Deus não tem adversários. A Guerra já foi ganha antes do mundo começar. O Consolador esta a caminho e não tarda para restaurar o Reino de Deus na Terra. Quem acreditar viverá, quem não acreditar morrerá: toda glória a Deus, o único BOM. Como a seu se filho, feito Cristo para pagar e retirar os seus, os meus, os nossos, pecados.O pecado de Lucífer foi a Soberba, derrotada pela humildade e obediência cega do cavalo branco de Deus, Miguel, o singelo. Glória a Deus, Jeová, o único BOM é, foi e eternamente será o único grito de guerra do servo, cavalo, Miguel."  Século XIX.

[editar]Festas, patronato e ordens

[editar]Festas
Nas Igrejas Católica, Anglicana e Luterana, a festa do Arcanjo Miguel ocorre em 29 de setembro (no calendário ocidental), quando também se comemoram os anjos Gabriel e Rafael, chamada de "Festa de São Miguel e todos os anjos"[70]
Na Igreja Ortodoxa, a principal festa de São Miguel é em 8 de novembro (21 de novembro na maior parte das denominações ortodoxas, que ainda usam o calendário juliano), quando ele é homenageado com o resto dos "Poderes não encarnados do Céu" (os anjos) como sendo seu "comandante supremo". O "Milagre de São Miguel em Chonae" é comemorado em 6 de setembro[71][72].
[editar]Patronatos e ordens
No cristianismo medieval, Miguel, juntamente com São Jorge, se tornaram santos patronos da cavalaria medieval e é hoje considerado como o santo patrono dos oficiais de polícia e militares[50][73].
No século XV, Jean Molinet glorificou o ato de guerra do arcanjo como o "primeiro feito de cavalaria e habilidade de cavaleiro que jamais fora realizado"[74]. Assim, Miguel se tornou o patrono natural da primeira ordem de cavalaria da França, a Ordem de São Miguel, de 1469. No sistema de honras britânico, uma ordem de cavalaria fundada em 1818 também foi batizada em homenagem aos dois santos guerreiros, a Ordem de São Miguel e São Jorge[75]. A Ordem de Miguel, o Valente é a mais alta condecoração militar na Romênia.
Além de ser o patrono de guerreiros, os doentes e os aflitos também consideram o Arcanjo Miguel como seu santo padroeiro[76]. Baseando-se na lenda de sua aparição do século VIII em Mont-Saint-Michel, na França, o Arcanjo também é o santo patrono dos marinheiros em seu mais famosos santuário[42]. Após a cristianização da Alemanha, onde as montanhas eram geralmente consagradas aos deuses pagãos, os cristãos colocaram-nas sob o patronato do Arcanjo Miguel e diversas capelas ao santo foram erigidas por todo o país[42]. Ele também é o santo padroeiro de Bruxelas desde a Idade Média[77]. A cidade de Arkhangelsk, na Rússia, foi batizada em sua honra e a Ucrânia - e sua capital, Kiev - considera o Arcanjo como seu padroeiro[78].
[editar]Imagens


São Miguel Arcanjo por Rafael Sanzio

 

São Miguel lutando por Jean Fouquet.

 

São Miguel Arcanjo por Simon Ushakov

 

São Miguel Arcanjo por Guido Reni

 

São Miguel Arcanjo por Johann Michael Rottmayr

 

São Miguel Arcanjo , Marquand Collection, Museo Metropolitano

 

São Miguel Arcanjo por Juan de Espinal.

 

São Miguel Arcanjo por Hans Memling

 

São Miguel Arcanjo por Colijn de Coter.

 

São Miguel Arcanjo por Jacopo Vignali


Referências

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FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_(arcanjo)
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Arcanjo Miguel nas Escrituras


Muita especulação surgiu através dos tempos, nas tradições judaica e cristã, sobre a natureza e obra dos anjos, bem como sobre a identificação do arcanjo Miguel. Na literatura pseudo-epígrafa, por exemplo, Miguel é apresentado como um dos sete arcanjos celestiais (I Enoque 20:1-7; 81:5; 90:21-22; Tobias 12:15), e um dos quatro que se encontram mais próximos do trono de Deus (I Enoque 9:1; 40:1-10; 54:6; 71:8, 9 e 13).


Essas tradições extrabíblicas têm sido usadas por muitos comentaristas contemporâneos para alegar que
Miguel é apenas um anjo, criado por Deus, que exerce a função de principal líder das hostes angélicas.
Nas Escrituras, Miguel, cujo nome significa “Quem é como Deus?”, é descrito como “arcanjo” (Jd 9), o líder das hostes angélicas no conflito com Satanás e os anjos maus (Ap 12:7), “um dos primeiros príncipes” (Dn 10:13), “vosso príncipe” (Dn 10:21) e “o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo” (Dn 12:1). Uma análise detida dessas expressões dentro do contexto bíblico deixa claro que Miguel é apresentado no texto sagrado como um Ser divino, cujas características refletem a glória messiânica do Antigo Testamento. Miguel é apresentado em Judas 9 como o “arcanjo” que, na disputa “a respeito do corpo de Moisés” (Dt 34:5 e 6), enfrentou o diabo com as palavras: “O Senhor te repreenda!” Essa alusão identifica Miguel como o “Anjo do Senhor” que, na contenda sobre o “sumo sacerdote Josué”, disse igualmente ao diabo: “O Senhor te repreenda, ó Satanás” (Zc 3:1 e 2). É interessante notarmos que, tanto em Zacarias 3 como em Gênesis 22:11-18; Juízes 6:11-24; 13:2-22 e Atos 7:30-33 e 38, o Anjo do Senhor é identificado como sendo o próprio Senhor!


Em Apocalipse 12:7, Miguel e Satanás são apresentados em direto antagonismo, num conflito cósmico que se originou no Céu, e que se estende ao longo da história humana (Ap 12:1-17; 20:1-10). O Novo Testamento esclarece que esse conflito se polariza entre Cristo e Seus seguidores e Satanás e seus adeptos (ver Mt 4:1- 11; Jo 12:31 e 32; 14:30; Ef 6:10-20; Cl 1:13 e 14; etc.).


Já em Daniel 10:13 e 21; 12:1, Miguel é chamado de “príncipe” e “o grande príncipe”. Em todo o restante das Escrituras, quando não aplicado a seres humanos, o título “príncipe” é usado exclusivamente para Cristo (Js 5:14 e 15; Is 9:6; Dn 8:11 e 25; 9:25; At 5:31) ou para Satanás (Jo 12:31; 14:30; 16:11; Ef 2:12), mas nunca para qualquer outro ser angelical. Em Josué 5:14 e 15, o Senhor Se apresentou a Josué como o “príncipe do exército do Senhor”, aceitando adoração, o que seria uma blasfêmia se esse príncipe fosse apenas um anjo(ver Mt 4:10; Ap 22:8 e 9), e ordenando que Josué tirasse as suas sandálias porque o lugar se tornara santo (ver Êx 3:4-6; At 7:30-33). No próprio livro de Daniel, Cristo é chamado também de “príncipe do exército” (Dn 8:11) e “Princípe dos Princípes” (Dn 8:25).
Uma das características básicas do conteúdo profético do livro de Daniel é a “repetição para ampliação”. Cada uma das quatro grandes seções proféticas do livro emprega símbolos diferentes para descrever a mesma seqüência profética, culminando sempre com a manifestação gloriosa de Cristo para a implantação do Seu reino eterno. Essa manifestação de Cristo é simbolizada em Daniel 2, pela pedra cortada sem auxílio de mãos versos 34 e 35; 44 e 45; comparar com At 4:11; Ef 2:20; I Pe 2:4-8); em Daniel 7, pelo aparecimento do Filho do Homem (verso 13; comparar com Mt 16:27; 24-27 e 30; 25:31 e 32; etc.); em Daniel 8, pelo surgimento do Príncipe dos Príncipes (verso 25; comparar com Ap 19:11-21); e, finalmente, em Daniel 10-12, pela vinda de
“Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo”

http://www.anjodeluz.com.br/miguelescrituras.htm
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=6692&id=
Enviado por J B Pereira em 07/09/2012
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