"PRECE APÓS UMA REFLEXÃO" (I)
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Senhor,
Quão mesquinho o somos nós humanos.
Nos agarramos às coisa inanimadas do mundo
Sem o futuro eterno em sua presença, no céu.
Senhor,
Eu jamais agradeci a Você
Pelas flores coloridas
Que enfeitam todos os momentos,
No nascimento, no casamento,
E até mesmo na morte.
Senhor,
Quantos não veem
A claridade do sol,
E exuberância da lua,
O esplendor do céu-anil!
Senhor,
Quantos jamais sentiram
Nem ouviram o cântico
No chilrear dos pássaros,
O cantar alegre da cachoeira,
O uivar forte dos ventos na serra!
Senhor,
Quantos jamais pisaram
Ou notaram a firmeza do solo,
A fragilidade da água,
O doce aroma das flores,
A beleza colorida no arco-íris!
Senhor,
Quantos ausentes,
Antes mesmo de nascerem, ou,
Pouco depois de viverem!
Senhor,
Quantos homens sem teto,
Sem camas para dormirem,
Sem o pão para comerem,
Sem um ombro para chorarem,
Sem uma fé para apoiarem,
Sem um sentimento para confortarem!
Senhor,
Perdoe-me a impaciência,
Tenha por mim complacência,
Visto que reconheço,
E não permaneço
Na incoerência do erro.
- O que eu queria era tão pouco
Que posso passar sem tê-lo.
Afinal, que falta pode fazer
“Se eu não vejo Você?”
Senti-Lo já é o bastante
A todo o momento;
A cada instante;
Em tudo que existe;
Em tudo que encanta;
Em cada sentimento;
Em cada movimento;
Em cada ambiente;
Em cada ilusão;
Em todos os corações...
Em todo meu ser!...
......................................................................................
(ARO. 1974)
-para o “Grupo Jovem da Comunicação da Prata”.
Senhor,
Quão mesquinho o somos nós humanos.
Nos agarramos às coisa inanimadas do mundo
Sem o futuro eterno em sua presença, no céu.
Senhor,
Eu jamais agradeci a Você
Pelas flores coloridas
Que enfeitam todos os momentos,
No nascimento, no casamento,
E até mesmo na morte.
Senhor,
Quantos não veem
A claridade do sol,
E exuberância da lua,
O esplendor do céu-anil!
Senhor,
Quantos jamais sentiram
Nem ouviram o cântico
No chilrear dos pássaros,
O cantar alegre da cachoeira,
O uivar forte dos ventos na serra!
Senhor,
Quantos jamais pisaram
Ou notaram a firmeza do solo,
A fragilidade da água,
O doce aroma das flores,
A beleza colorida no arco-íris!
Senhor,
Quantos ausentes,
Antes mesmo de nascerem, ou,
Pouco depois de viverem!
Senhor,
Quantos homens sem teto,
Sem camas para dormirem,
Sem o pão para comerem,
Sem um ombro para chorarem,
Sem uma fé para apoiarem,
Sem um sentimento para confortarem!
Senhor,
Perdoe-me a impaciência,
Tenha por mim complacência,
Visto que reconheço,
E não permaneço
Na incoerência do erro.
- O que eu queria era tão pouco
Que posso passar sem tê-lo.
Afinal, que falta pode fazer
“Se eu não vejo Você?”
Senti-Lo já é o bastante
A todo o momento;
A cada instante;
Em tudo que existe;
Em tudo que encanta;
Em cada sentimento;
Em cada movimento;
Em cada ambiente;
Em cada ilusão;
Em todos os corações...
Em todo meu ser!...
......................................................................................
(ARO. 1974)
-para o “Grupo Jovem da Comunicação da Prata”.