A questão do construtor.
O prédio tão exaustivamente levantado, pedrinha por pedrinha, a mão — quase uma escultura. O suor aguando o solo daquele engenho. Quando terminado, vista acima, vendo a altura que chegara aquela lança ao céu, deparou-se com um inconveniente: diante de toda sua obra, tomou conta a falta da porta. Minha nossa! O horror! O problema! Nenhum lenitivo para aquilo, nada capaz de consertar; tudo em vão. Ao prédio as costas, e a fumaça da derrubada anoitecendo o dia.