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Vigésimo sétimo contopoesia ou a chuva levando lugares e lavando lembranças







                    Não era só a brisa, a música, a praia...
                    Não eram somente as ruas ilhando a igreja, os amassos escondidos, a pizza vegetariana...
                    E até o sol clandestino, o sonho frágil, o sexo simulado se diluíam nas árvores, no tempo e na dúvida...
                    E foi justamente a chuva, a chuva que ela tanto amava, a chuva tão estranha na alma dele, que levou todos os lugares e lavou todas as lembranças.












 
Francisco Zebral
Enviado por Francisco Zebral em 17/10/2019
Código do texto: T6771662
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Francisco Zebral
São Paulo - São Paulo - Brasil, 59 anos
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Francisco Zebral