Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Vigésimo quarto contopoesia ou a falta que ninguém fecha







                  O espinho da espera...
                  Tantos lugares à deriva nos desvãos da vontade esfacelada, lugares de sombra e lugares de claridade...
                  ... no fundo é tudo penumbra, esperança inválida, alma toda grisalha.
                  A torneira oscila tardiamente, e dela escorrem tardes mortas e dias doentes...
                 ... ninguém virá fechar a falta!












Francisco Zebral
Enviado por Francisco Zebral em 12/10/2019
Código do texto: T6767343
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Francisco Zebral
São Paulo - São Paulo - Brasil, 59 anos
7404 textos (443480 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/11/19 11:33)
Francisco Zebral