Frio,casacos,botões...retalhos.
Os invernos fizeram as pazes
Prometeram nunca mais voltar aquele lugar.
E assim foi cumprido.
Não existia o frio a congelar sonhos, nem pés a descansar.
O vento que vinha e encostava, atrevido, em seus lábios...
Vinha de malas prontas, olhava teus planos de perto...
Hoje não o vejo a tempos,nem precisou de cobertor.
Precisava de pensamentos novos,olhos rejuvenescidos...
Da último tempestade de areia,das últimas lágrimas que lhe escorreram,
E se aos olhos a morte não pode fechar-los
Pega seus últimos verões, revira seu guarda roupas...
Viaja fora de si.