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O DIREITO DE NASCER. O FEMININO ÉTICO E AS ALTERNATIVAS PARA A VIDA HUMANA

Com todo respeito e carinho pelo sua competência e dedicação!
Sei que a Igreja Católica caminhou nas questões de moral e medicina e da sociologia de religião.
Não sei se você pensou na dialética do círculo da vida como intelectual e pesquisadora, a vida e morte estão juntas. O aborto espontâneo é da natureza, enquanto o provocado é crime e tem a ver com a formatação cultural e jurisdicional adicionada à conduta da mulher ou do casal. Por imposição ideológica ou pressão social ou carências econômicas, o aborto pesa tanto para a criança ou nascituro quanto para a gestante.
Ou seja, a tensão ou harmonia mãe-filho como melhor construto bio-humano e social-genético. Trata-se do direito à vida da mãe em ser mãe e gerar vida e do nascituro em direito de nascer. Ambos se coincidem na saúde. Se conflituam às vezes, diante do quadro de risco de vida da mãe ou da criança como má formação etc.
Então, a medicina e a jurisprudência estão diante de situação limítrofe e delicadíssima: salvar quem e quando e como?
E o ideal e ético é a vida, salvar vidas. Mãe e Filho são relevantes!
Pode haver mulher sem homem e sem filho. Contudo, não há mãe sem filho. Nem filho sem mãe.

E o não matar no código de Hamurábi e Talião, inclusive coincidem com o Decálogo Bíblico ou os 10 mandamentos (Êxodo 20 e Deuteronômio 5). Essas legislações mais antigas do mundo há 4 mil anos representam o quanto a humanidade discutiu e caminhou em termos do sentido da vida e do aborto.
Ora, então, hoje a legislação brasileira retomou com algumas alternativas para o aborto legalizado: risco de vida da mulher, má formação do feto e estupro.



Contudo, ainda assim, mesmo entre terríveis angústias e traumas, algumas mulheres conseguiram com a ajuda de equipes multidisciplinar e pastorais ou tratamento efetivar ou concluir a sua gravidez como peso ou heroísmo. Alguém perguntaria, mas isso cabe a todo mulher ou mãe e quem aguentaria tal condição?
Cada caso é um caso. Depende de cada mulher e como se sente e consegue se superar frente aos obstáculos de uma gravidez (indesejada e incômoda para ser desejável e aceita, sem culpabilizar-se e culpabilizar e criminalizar a vida do embrião ou feto, que será a futura criança ou cidadão de direitos).
Mas, como será o futuro? Ao saber, a criança e o jovem se revoltarão ao descobrir rejeitados pela mãe e pela sociedade?
São questões tanto polêmicas para a mãe que aborta (que deseja ou não abortar? ou a mãe que a tal momento ou qualquer motivo ou momento deseja eliminar o embrião ou feto...).
Penso que não podemos admitir como ser moderno, liberal, socialista, secular, democrático, humanista, adotando a mentalidade abortiva. Porque nela estão outros tantos interesses egoístas e narcisistas, de empresas de cosméticos, ideais de pseudo-emancipação da mulher e muitas vezes na verdade, as mulheres estão abandonas pelo sistema social e de saúde.
Hoje, há outros remédios/instrumentos jurídicos e sociais que podem vencer a mentalidade abortiva.
O bom senso e as discussões éticas e medicinais clássicas e modernas nos permite afirmar que a humanidade já deve e pode avançar nas questões em defender a vida e não o aborto. O aborto é pauta sim de discussões para se evitar excessos e crimes. E defender a mulher como mãe e a criança como direitos e direito de viver e nascer... ter família e segurança ...
Mão é apenas uma questão religiosa, embora seja fortemente assunto basilar e essencial das várias religiões e do Cristianismo e nas suas origens de tematizações e culturas em geral.
Digo isso e assim reflito, do ponto de vista ético contextualizando as ponderações de direito da mulher e da vida da criança.
J B Pereira
Enviado por J B Pereira em 08/08/2019
Reeditado em 08/08/2019
Código do texto: T6715647
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira