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O DESAFIO DA ESCOLA DEMOCRÁTICA NA ERA DAS NOVAS TECNOLOGIAS - O ser humano: ser de linguagens, de signos e culturas...

A proposta de leitura implica reinventar e (re)apropriar seus recursos e estratégias. Aqui o leitor diante dos recursos das novas tecnologias têm grandes possibilidades e desafios. Possível articular o gosto pelo ler ao escrever nas mídias e celular... Desafio de ser mais profundo para dar sentido ao seu ser leitor e a sua escrita como lentos de aumento das condições sutis da vida e dos sofrimentos e desejos da travessia... O tempo passa e encontramos alguém ainda a dizer que não gosta de ler. E ler é uma chave de ouro à medida que abrimos os tesouros e sinapses da memória e inteligência. Ler para escrever: as duas competências com habilidades diferentes. Complementares. Alguns param no caminho não serão os que acreditarão em si para si de que podem ler e ler melhor e em profundidade, além das aparências, com doses de crítica e estética, na ética para construção de seu ser quando a sociedade do prazer, do consumo e do descartável o convida a hipocrisia e a ter e ter... Aparência e essência... Equilíbrio e gosto para respirar diante do assédio do real e do cotidiano... Um poema aqui, uma canção ali, um conto e crônica acolá... Talvez mais um momento de transcender-se na filosofia, na meditação, na espiritualidade... Por que não? E a leitura como portal invisível e glamoroso do saber e do sabor das vivências e ventos que nos levam e trazem... Já não somos mais nós porque vozes outras ecoam dentro de nós a nos inquietar ou indicar outras travessias, vias, lapidando a joia barroca da vida, enquanto o coração e a razão se entretêm nas contradições e avançamos... Repensamos a vida e as gentes, crenças, culturas e responsabilidades... Ler é bom demais, é dez... “É chique nos últimos”, sem ser o fim de tudo, mas a porta de esperança, o mote de conversas e apoteoses de artigos, amenizações de perdas, corolário de signos a fluir como rio a emanar a terceira e sua margem. Veja a “Terceira margem do Rio”, de Guimarães Rosa.
Leia meu livro Momentos Poéticos, J B Pereira (2006) em Recanto das Letras. Leia também:

O DESAFIO DA ESCOLA DEMOCRÁTICA NA ERA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

SUBTÍTULO: Como educar no contexto da globalização?

RESUMO - Hoje, mais do que nunca, a necessidade de apropriar-se de várias ciências
como a psicopedagogia, a Antropologia da Educação, a Psicologia
comportamental, a Neurociência, dentre outras, podem possibilitar pontos
de vistas instigantes como fatores de negociação, tensão, contradição e
sucesso na Gestão Escolar. Desse universo, é que a imagem da escola
tem um de seus construtos mais sólidos e consolidados. Embora passe a
escola por muitas crises, pelo fato mesmo de estar inserida em uma
sociedade dividida em classes e sistemas desiguais econômica e
socialmente, a escola não é uma casa à deriva nos sistemas. Sua
administração e gestão dependem de algumas condições especificas
internas à infraestruturação da escola, das demandas da sociedade
globalizada, das pressões do mercado, do uso inteligente das novas
tecnologias e de bibliotecas virtuais, das políticas públicas de educação,
da formação e valorização do corpo docente, do perfil heterogêneo do
alunato, da inclusão de outros atores, dos recursos humanos, da
reformulação da segurança escolar e da arquitetura escolar nos centros
urbanos, bairros e zona rural, dos projetos sociopedagógicos, dentre
outros parceiros da sociedade civil.
JOSÉ JOÃO BOSCO PEREIRA
JOSE JOÃO BOSCO PEREIRA – PROFESSOR DE LÍNGUA
Recanto das letras.


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Hoje, já é sabido que só se aprende aquilo que faz sentido.

A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas.

Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 69-70.

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Após a leitura, reflita sobre a seguinte questão.

A apropriação de estratégias de leitura diversificadas é um passo para que o aluno alcance a autonomia e se torne um leitor proficiente. Assim, para desenvolver a leitura e compreensão de conteúdos explícitos e implícitos, que procedimentos são necessários?

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Metodologia de ensino x Currículo da Língua Portuguesa

Lido o texto indicado do Currículo da Língua Portuguesa, você pôde perceber que o objetivo maior da educação é a inclusão e, para tanto, ela deve educar para a autonomia, garantindo, assim, as condições para o "indivíduo acessar o conhecimento necessário ao exercício da cidadania em dimensão mundial" (Currículo do Estado de São Paulo, p. 12).

O texto também fala que a competência de leitura e de escrita é o eixo mais importante nesse processo de construção da autonomia. Daí o fato de o nosso papel, como professores de Língua Portuguesa, ser de muita responsabilidade. Por isso devemos estar sempre em processo de formação continuada para podermos aprimorar antigas técnicas, adotar novos métodos e estratégias, e atualizar conceitos.

Crédito: SEESP/EFAP


Competências e habilidades em Língua Portuguesa

Como vimos anteriormente, desenvolver competências e habilidades nos alunos é a palavra de ordem da educação moderna. As aulas desenvolvidas com ações mecânicas e as atividades sem fim prático não motivam os alunos nem despertam sua curiosidade. O professor, hoje, deve propor atividades que integrem diversas disciplinas, na tentativa de desenvolver habilidades diferenciadas, valores e atitudes, para que o aluno possa resolver eficazmente as situações reais da vida. A abordagem do ensino por competências em Língua Portuguesa visa ensinar aos alunos o que eles precisam aprender para analisar, decidir, planejar, expor suas ideias e ouvir as dos outros.

Os itens “Prioridade para a competência da leitura e da escrita” e “Articulação das competências para aprender” do Currículo do Estado de São Paulo (p. 16-22) tratam desse tema. Recomendamos que você os consulte para obter mais informações a respeito desse assunto.

Perrenoud também abordou o tema das competências. Conheça o que ele diz acerca das competências para a educação.

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Integração na cultura

O homem é um ser de linguagens, as quais são tanto meios de produção da cultura, quanto parte primordial do desenvolvimento da cultura humana.

Por cultura entende-se o conjunto das diferentes formas com que nos relacionamos com as informações e mensagens do mundo, com outras pessoas e com os objetos, além de abranger os padrões seguidos nas práticas da vida cotidiana.


Cultura é, assim, uma trama tecida por um longo processo acumulativo que reflete conhecimentos originados da relação dos indivíduos com as diferentes coisas do mundo.


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Contextualização do conhecimento

No ensino das disciplinas da área, deve-se levar em conta, em primeiro lugar, que os alunos se apropriam mais facilmente do conhecimento quando esse é contextualizado, ou seja, quando faz sentido dentro de um encadeamento de informações, conceitos e atividades. Dados, informações, ideias e teorias não podem ser apresentados de maneira estanque, separados de suas condições de produção, do tipo de sociedade em que são gerados e recebidos, de sua relação com outros conhecimentos.

A contextualização pode ocorrer em três níveis que se entrelaçam:

Contextualização

A contextualização sincrônica, que ocorre num mesmo tempo, analisa o objeto em relação à época e à sociedade que o gerou. Quais foram as condições e as razões da sua produção? De que maneira ele foi recebido em sua época? Como se deu o acesso a esse objeto? Quais as condições sociais, econômicas e culturais da sua produção e recepção? Como um mesmo objeto foi apropriado por grupos sociais diferentes?


A contextualização diacrônica, que ocorre através do tempo, considera o objeto cultural no eixo do tempo. De que maneira aquela obra, aquela ideia, aquela teoria, se inscreve na História da Cultura, da Arte e das Ideias? Como ela foi apropriada por outros autores em períodos posteriores? De que maneira ela se apropriou de objetos culturais de épocas anteriores a ela própria.

A contextualização interativa permite relacionar o texto com o universo específico do leitor: Como esse texto é visto hoje? Que tipo de interesse ele ainda desperta? Quais as características desse objeto que fazem com que ele ainda seja estudado, apreciado ou valorizado?

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Intertextualidade

Crédito: SEESP/EFAP
 


No desenvolvimento dos conteúdos das quatro disciplinas da área, busca-se sempre estabelecer um diálogo entre objetos culturais construídos em tempo e espaços diversos. Assim, há sempre a preocupação de mostrar as relações que um texto contemporâneo ou não mantém com outros produzidos em outras épocas, ocorrendo o mesmo com uma obra de arte, uma dança, um jogo ou um esporte.

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veja vasto conteúdo para estudo em língua portuguesa do professor ingressantes no ESTADO DE SÃO PAULO.

PROF. João Bosco

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Como organizar os conteúdos de Língua Portuguesa
a partir de atividades permanentes,
sequências didáticas e projetos de leitura e escrita,
para contribuir com o desenvolvimento de habilidades leitoras, escritoras e de uso da língua?


1.3 Mapa de navegação

Módulo 1 - METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Estudo da metodologia adotada pelo Currículo de Língua Portuguesa de São Paulo.

Módulo 2 – VARIAÇÃO LINGUÍSTICA
Estudo sobre variação linguística sob o ponto de vista de Marcos Bagno (preconceito
linguístico), discurso formal e informal.

Módulo 3 - LEITURA
Estudos sobre a formação do hábito de ler e amadurecimento da competência leitora,
o processo leitor: aspectos cognitivos e estratégias docentes.

Módulo 4 – TIPOLOGIA TEXTUAL
Estudo sobre as tipologias textuais: narração, argumentação e descrição e
suas principais características e a forma como é abordada no CURSO DE LÍNGUA PORTUGUESA.

Módulo 5 - GÊNEROS TEXTUAIS
Estudo sobre gênero: conteúdo temático, estrutura e estilo, função social e
comunicativa dos gêneros; gêneros e planejamento escolar

Módulo 6 - PRODUÇÃO TEXTUAL - fatores de textualidade: coesão e coerência
textuais.
Estudo sobre coesão e coerência textuais: escrita como processo: da proposta de
produção à correção, reescrita e revisão: como orientar.

Módulo 7 - ANÁLISE LINGUÍSTICA
Estudos sobre Gramática normativa, gramática descritiva e variedades linguísticas,
aspectos morfológicos e sintáticos nos CAD. DOS PROFESSORES e nos CADERNOS DOS ALUNOS, estilística da morfossintaxe.

Módulo 8 - ENUNCIAÇÃO, DISCURSO, PRAGMÁTICA E SEMIÓTICA
Estudo sobre as teorias de texto, enunciação, pragmática e semiótica.

Módulo 9 - METODOLOGIA DO ENSINO DE LITERATURA
Estudos sobre “O que é um texto literário?” – níveis linguístico e histórico-social, a
formação escolar do leitor de literatura, a fruição leitora: o desenvolvimento do gosto
pela Literatura, a relação do leitor com a linguagem literária, com a história da
literatura e com a atualidade em perspectiva escolar.

Módulo 10 – NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
Estudos sobre Linguagem, tecnologia e educação.

Referencial Bibliográfico
PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed,
2000
KOCH, Ingedore V. Desvendando os segredos do texto. 2 ed. São Paulo, Cortez,
2003.
______. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo, Contexto, 1997.
Geraldi, W. O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997.



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Módulo 2 – VARIAÇÃO LINGUÍSTICA
Conteúdo
 Estrutura comunicacional;
 Língua falada e língua escrita;
 Tipos de variação – formalidade e informalidade;
 Preconceito linguístico;
 Proposta curricular X variação linguística.
Objetivos
 Conhecer as variantes linguísticas;
 Refletir sobre a relação entre o conteúdo teórico e o prático de sala de aula;
 Rever os próprios conceitos em relação ao preconceito linguístico.
Referencial bibliográfico
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.
CAMACHO, R. A variação linguística. In: Subsídios à proposta curricular de Língua
Portuguesa para o 1º e 2º graus. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo,
1988, p. 29-41.
DINO PRETTI. (Org.) Interação na fala e na escrita. São Paulo: Humanitas
Publicações, 2002.
KOCH, Ingedore V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2002.
MARCUSCHI, Luiz A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo:
Cortez, 2001.


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Módulo 3 - LEITURA
Conteúdos
 O processo leitor e formação do hábito leitor e amadurecimento da
competência leitora por meio de estratégias de leitura;
 Compreensão leitora;
 Leitura significativa.
Objetivos
 Reconhecer os processos e estratégias de leitura;
 Identificar a diferença entre informação e conhecimento;
 Identificar os processos de compreensão leitora;
 Reconhecer a importância da leitura significativa.
Referencial bibliográfico
BORTONI-RICARDO. S. M. “Compreensão de leitura: da palavra ao texto”. In:
Palavra: forma e sentido. GUIMARÃES, E; MOLLICA, C. (org). Campinas/SP: Mercado
de Letras, 2007. [no prelo].
KLEIMAN. A.(1989) Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas, SP,
Pontes.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Artmed,
Porto Alegre, 2002.
Ferreira Gullar et alii. Bichos de versos, Coleção Literatura em Minha Casa, Volume 1,
Poesia. Ministério da Educação/FNDE/PNBE, 2003.
Site - http://www.youtube.com/watch?v=ASdHSmNGUoU - Incentivo à Leitura.
Módulo 4 – TIPOLOGIA TEXTUAL
Conteúdos
 Conceito: sequências linguísticas
 Principais tipos: narrar, agrupamento tipológico “relatar”, descrever ações,
expor e argumentar
 Tipologias e processos de leitura e escrita

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Objetivos
 Conceituar tipos de texto, observando suas especificidades linguísticas;
 Analisar tipologias textuais em funcionamento nos textos;
 Relacionar tipologias textuais e processos leitores.
Referencial Bibliográfico
ANTUNES, I. Aula de português: encontros e interação. São Paulo: Parábola, 2004.
BRANDÃO, H. N. “Texto, gênero do discurso e ensino”. In: CHIAPPINI, L. Gêneros do
discurso na escola: mito, cordel, discurso político, divulgação científica. 2ª ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discurso. São Paulo: Educ,
2003.
FÁVERO, L. L.; KOCH, I. G. V. “Contribuição a uma tipologia textual”. In: Letras &
Letras, V. 3, N.1. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, 1987.
FIORIN, J. L. “Tipologia dos Textos”. In LOPES, H. V. et alii (org.) Língua Portuguesa -
O currículo e a compreensão da realidade. São Paulo. Secretaria de Estado de
Educação/Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas, 1991, p. 33-42.
KOCH, I. G. V. e TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989
MARCUSCHI, L. A. “Gêneros textuais: definição e funcionalidade”. In: DIONÍSIO, Â. P
(Org). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
ROJO, R. “Gêneros do discurso e gêneros textuais: questões teóricas e aplicadas”. In.:
MEURER, J. L.; BONINI, A.; MOTTA-ROTH, D. (orgs.). Gêneros: teorias, métodos,
debates. São Paulo, Parábola Editorial, 2005
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Um estudo textual discursivo do verbo no Português do
Brasil. Campinas, Tese de doutorado, UNICAMP/IEL, 1991.
Módulo 5: GÊNEROS TEXTUAIS
Conteúdo
 Gênero: conteúdo temático, estrutura e estilo
 Função social e comunicativa dos gêneros
 Gêneros e planejamento escolar


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Objetivos
 Conceituar gêneros discursivos, observando suas funções sociais, estrutura e
linguagem;
 Elaborar planejamento escolar, visando o ensino e aprendizagem de gêneros
discursivos.
Referencial Bibliográfico
BAKHTIN, M. “Os gêneros do discurso”. In: Estética da criação verbal. 4ª ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2003. p. 262. (Trad. Paulo Bezerra).
LEAL, T. F. Condições de produção de textos no ensino de jovens e adultos.
www.anped.org.br/reunioes/26/trabalhos/telmaferrazleal.rtf Acesso em 20/07/2009
MARCUSCHI, L. A. “Gêneros textuais: definição e funcionalidade”. In: DIONISIO, A.
P.(Org.) Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Ed. Lucerna, 2005.
ROJO, R. & G. S. C. “Apresentação: gêneros orais e escritos como objetos de ensino:
modo de pensar, modo de fazer”. In: SCHNEUWLY, B. & J. DOLZ . Gêneros orais e
escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004, p. 07-20.
SCHNEUWLY, B. & J. DOLZ . Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado
de Letras, 2004.
Módulo 6: PRODUÇÃO TEXTUAL - fatores de textualidade: coesão e coerência
textuais.
Conteúdo
 A escrita como processo: da proposta de produção à correção
 Reescrita e revisão: como orientar
 Critérios de textualidade: coerência e coesão
Objetivos
 Planejar atividades de produção textual, de acordo com etapas de elaboração;
 Identificar problemas específicos na produção escrita dos alunos;
 Elaborar intervenções para a revisão e reescrita das produções dos alunos

_________________________

Referencial Bibliográfico
ANTUNES, I. “Avaliação da produção textual no ensino médio”. In: BUZEN, C. &
MENDONÇA, M. (orgs.) Português no ensino médio e formação do professor. São
Paulo: Parábola, 2006. p. 163-180.
KOCH, I. G. V. O texto e a construção de sentidos. São Paulo. Contexto, 2005.
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Â. et
al. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
MOTTA-ROTH, D. O. Ensino de produção textual com base em atividades sociais e
gêneros textuais. Revista Linguagem em (Dis)curso, Florianópolis, volume 6, número
3, set./dez. 2006.
PEREIRA, R. A. Ensino de produção textual: questões teóricas e didáticas. Disponível
em www.letramagna.com/textual.pdf, acessado em 10/06/10
Módulo 7: ANÁLISE LINGUÍSTICA
Conteúdo
 Concepções de linguagem
 Currículo da língua portuguesa
 Competência textual
 Análise linguística
 Prática de análise linguística.
Objetivos
 Levar o cursista a refletir sobre o ensino da gramática normativa.


Referencial Bibliográfico
ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no
caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. (Estratégias de Ensino; 5).
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental/Língua Portuguesa.
Brasília, DF, 1998.


______________________________

COSTA-HÜBES, T. da C. Uma tentativa de análise linguística de um texto do gênero
“relato histórico”. Linguagem em (Dis)curso, Palhoça, SC, v. 10, n. 1, p. 181-205,
jan./abr. 2010.
GERALDI, J. W. “Unidades básicas do ensino de português”. In. GERALDI, J. W.
(org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1997. pp. 59-79.
_____. O texto na sala de aula. Cascavel: Assoeste, 1984.
KOCH, I. A interação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1995.
KOCH, I. G. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
MENDONÇA, M. “Análise linguística no ensino médio: um novo olhar, um outro
objeto”. In. BUZEN, Clecio; MENDONÇA, M. (org.). Português no ensino médio e
formação de professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. (pp. 199-226)
(Estratégias de Ensino; 2).
TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática
no 1º e 2º graus. São Paulo: Cortez, 1996.
______. Gramática: ensino plural. São Paulo: Cortez, 2003.
Módulo 8: ENUNCIAÇÃO, DISCURSO, PRAGMÁTICA E SEMIÓTICA
Conteúdos
 Teoria da enunciação
 Teoria do discurso
 Teoria da pragmática
 Teoria da semiótica
Objetivos
 A fundamentação teórica do ensino de língua, leitura e escrita, a partir das
perspectivas da enunciação, do discurso, da pragmática e da semiótica.


Referencial Bibliográfico
AUSTIN, J. L. How to do things with words. Nova York: Oxford University Press, 1965.
BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BARROS, D. L. P. Contribuições de Bakhtin às teorias do texto e do discurso. In:
FARACO, et al. (Org.) Diálogos com Bakhtin. Curitiba: Ed. da UFPR, 2001.

___________________


COURTÉS, J. Introdução à semiótica narrativa e discursiva.Coimbra: Almedina, 1979.
DIJK, T. Van. Cognição, discurso e interação. São Paulo: Contexto, 1992.
DUCROT, O. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1988
FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 8. ed. São Paulo: Contexto, 2000.
GREIMAS, A. J. Da imperfeição. São Paulo: Hacker Editores, 2002.
SEARLE, J. R. Expression and meaning. Cambridge: Cambridge University Press,
1979.
______________. Os actos de fala. Coimbra: Almedina, 1984.
Módulo 9: METODOLOGIA DO ENSINO DE LITERATURA
Conteúdos
 Metodologia do ensino de literatura;
 O que é leitura
 Autores ilustres
Objetivos
 Levar o cursista a refletir sobre a metodologia do ensino de Literatura
vislumbrando propostas associadas à teoria sociointerativa.
Referencial Bibliográfico
BAMBERGER, R. Como incentivar o hábito de leitura. 6ª Ed. São Paulo: Ática, 1995
BRANDÃO, H. N. e MICHELETTI, G. “Teoria e prática de leitura”. In: Aprender e
ensinar com textos didáticos e paradidáticos. São Paulo: Cortez, 1997.
CANDIDO, A. Vários escritos. 3ª Ed. São Paulo: Duas Cidades, 1995.
FREIRE, P. A importância do ato de ler. 25ª Ed. São Paulo,1991.
LAJOLO, M. O que é literatura. São Paulo: Nova Cultural/Brasiliense, 1986.
LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
MARTINS, M. H. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1995.
MICHELETTI, G. “A leitura como construção do texto e construção do real”. In: Leitura
e construção do real. São Paulo: Cortez, 1999.
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo.2ª ed. Rio de Janeiro: Difel, 2009.
WELLEK, R. e WARREN, A. Teoria da Literatura. 5ª ed. Lisboa: Europa, 1949.


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Módulo 10 – NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
Conteúdos
 O impacto das novas tecnologias de comunicação e informação e sua relação
com o ensino em geral e, especificamente, com o ensino da língua
 O histórico do surgimento das tecnologias de comunicação
 Reflexões sobre algumas práticas com o uso das TICs no ensino de língua
Objetivos
 Levar o cursista a refletir sobre o impacto das TICs na Educação e a enxergar
práticas com o uso das mídias.
Referencial Bibliográfico
ALMEIDA, F. J. de. Programa aprender em parceria: guia de implementação local. São
Paulo: Microsoft Educação, 2005.
______. Educação a distância: formação de professores em ambientes virtuais e
colaborativos de aprendizagem. Projeto Nave. São Paulo: [s.n.], 2001.
______. ALMEIDA, M. E. B. Tecnologia e educação a distância: abordagens e
contribuições dos ambientes digitais e interativos de aprendizagem. In: 26ª Reunião da
ANPED – Associação Nacional de Pesquisa em Educação, Poços de Caldas, 2003.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 35. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
______. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 30ª ed.
São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FRANCO, M. G. et al. A formação de professores em parceria apoiada por objetos
digitais de aprendizagem. São Paulo: [Mimeo], 2007.
HARGREAVES, A. O ensino como profissão paradoxal. Revista Pátio, Porto Alegre:
ano IV, n. 16, fev./abr. 2001.
MASETTO, M. T. “Mediação pedagógica e o uso da tecnologia”. In: BEHRENS, M. A.;
MASETTO, M. T.; MORAN, J. M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 12. ed.
Campinas: Papirus, 2000.
PERRENOUD, P. Dez novas competências para uma nova profissão. Revista Pátio,
Porto Alegre: ano V, n. 17, maio/jul. 2001.
MORAN, J. M. Novos espaços de atuação do professor com as tecnologias. São
Paulo: Papirus, 2004.
PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LÉVY, P. A tecnologias da inteligência. São Paulo: Ed. 34, 1995.

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Veja a concepção de linguagem do professor, o que é o ponto de partida, a nosso ver, de uma prática que visa auxiliar os alunos na construção do conhecimento e desenvolver neles habilidades de escuta, oralidade, leitura e escrita, para que sejam usuários competentes da língua materna.
Práticas de leitura
Para que as habilidades de leitura possam ser desenvolvidas nos alunos, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas em relação às práticas de leitura. Clique nos círculos para ler os textos.   Crédito: SEESP/EFAP

Práticas de escrita
Para que as expectativas dos alunos em relação às práticas de produção escrita possam ser concretizadas, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas, tais como:
• Propor que os alunos escrevam ou reescrevam textos individualmente, em duplas ou em grupos.
• Assumir a posição de escriba nas situações em que os alunos produzem um texto oralmente com destino escrito.
• Propor a produção de textos definindo o leitor, o propósito e o gênero de acordo com a situação comunicativa.
• Criar situações para ensinar procedimentos de escrita (planejar, redigir rascunhos, revisar e cuidar da apresentação).
• Planejar projetos didáticos ou sequências didáticas em que os alunos produzam textos com propósitos sociais e tenham de revisar distintas versões até considerar o texto bem escrito, cuidando da apresentação final.
Crédito: SEESP/EFAP

 

Projetos – Concepção
Vamos relembrar agora as concepções de projetos presentes nos PCNs: (p. 87).

A característica básica de um projeto é ter um objetivo compartilhado por todos os envolvidos, que se expressa num produto final em função do qual todos trabalham.

Os projetos são excelentes situações para que os alunos produzam textos de forma contextualizada - além do que, dependendo de como se organizam, exigem a leitura (ou que se escute a leitura) de textos, a produção de textos orais, estudo, pesquisa e outras atividades. Podem ser de curta ou média duração, envolver ou não outras áreas do conhecimento e resultar em diferentes produtos: uma coletânea de textos de um mesmo gênero (poemas, contos de assombração ou de fadas, lendas etc.), um livro sobre um tema pesquisado, uma revista sobre vários temas estudados, um mural, uma cartilha, um jornal mensal, um folheto informativo, um panfleto, cartazes de divulgação de uma festa na escola ou um único cartaz.
Crédito: SEESP/EFAP
Consulte agora então os Cadernos do Professor e verifique o projeto a ser desenvolvido em cada série

Projetos – O que eles podem oferecer
Conforme os PCNs, "os projetos, além de oferecerem reais condições de produção de textos escritos, carregam exigências de grande valor pedagógico". Veja no quadro a seguir algumas exigências dos projetos definidas pelos PCNs (p. 87-88):

Projetos
• "Criam a necessidade de ler e analisar grande variedade de textos e suportes do tipo que se vai produzir: como se organizam, que características possuem ou quais têm mais qualidade. Trata-se de uma atividade de reflexão sobre aspectos próprios do gênero que será produzido e de suas relações com o suporte;"
• "Permitem que o aluno aprenda a produzir textos escritos mais adequados às condições de produção, pelo exercício que o aluno-escritor realiza para ajustar o texto à imagem que faz do leitor fisicamente ausente;"
• "Colocam de maneira mais acentuada a necessidade de refacção e de cuidado com o trabalho, pois, quando há leitores de fato para a escrita dos alunos, a legibilidade passa a ser objetivo deles também, e não só do professor;"
• "Permitem interseção entre conteúdos de diferentes áreas e/ou entre estes e o tratamento dos temas transversais nessas áreas."


Fonte: Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental, 1998. P. 87-88. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf. Acesso em: 16 de março de 2015.


Por que trabalhar com projetos?

Os projetos favorecem o necessário compromisso dos alunos com a aprendizagem. O fato de o objetivo ser compartilhado desde o início e de haver um produto final em torno do qual o trabalho de todos se organiza contribui para o engajamento dos alunos nas tarefas como um todo. Conforme o Currículo de Língua Portuguesa do Estado de São Paulo (p. 21-22) “é no contexto da realização de projetos escolares que os alunos aprendem a criticar, respeitar e propor projetos valiosos para toda a sociedade; por intermédio deles, aprendem a ler e a escrever as coisas do mundo atual, relacionando ações locais com a visão global, por meio de atuação solidária”.
Crédito: SEESP/EFAP

Projeto investigativo é aquilo que alguém se propõe a realizar, na escola, pela pesquisa, de forma bem explicitada e bem estruturada, em etapas, prazos, com metodologia própria, estratégias, hipóteses, coleta de dados, análise, comprovação e deduções, para alcançar determinados resultados.   (Martins, 2001, p. 18.).
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Projetos – Questões que norteiam sua prática
A elaboração de projetos pressupõe responder a algumas questões que partem dos princípios da REFLEXÃO – AÇÃO – REFLEXÃO.
Para quem/com quem?  Público-alvo: quem vai realizar o projeto ou para quem ele será elaborado; REFLEXÃO.
Por que se quer fazer esse trabalho ou estudo?  Os propósitos ou as finalidades (a serem determinados) que levam os alunos a expressarem o que sabem sobre o tema, a formularem suas hipóteses e a dizerem o que desejam aprender (justificativas); REFLEXÃO.

Para que se fará esse trabalho? O objetivo pode ser a capacitação dos alunos para a prática do que aprenderam, o domínio e o aprofundamento dos conhecimentos e conceitos básicos relacionados ao tema do trabalho (objetivos); REFLEXÃO.
Como deve ser feito o trabalho? Os procedimentos que possibilitam aos alunos a observação da realidade e a busca nas fontes de dados ou informações variadas sobre o tema, para que possam comprovar suas hipóteses, organizá-las, analisá-las e tirar conclusões de seus resultados (meios e estratégias); AÇÃO.
Como será avaliado? Os procedimentos empregados para avaliação dos resultados; REFLEXÃO.
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Atitudes importantes para a elaboração de um projeto
Todo projeto parte de um planejamento.
 
Para que planejar?
• Estruturar ideias.
• Racionalizar ações que atendam à população com o que ela realmente necessita.
• Buscar solução para determinados problemas.
O que considerar ao planejar?
• Identificar se há problema(s) a resolver.
• Analisar o(s) problema(s).
• Reconhecer, definir e desenvolver uma proposta de ação para resolver o(s) problema(s).
• Levantar as alternativas de soluções.
• Tomar decisões necessárias de acordo com essas alternativas.


Clique no ícone ao lado e veja um roteiro para elaboração de projetos.

Roteiro para elaboração de projetos 1. Identificação do projeto A construção do projeto escolar implica a seleção de estratégias de construção do ideal. O projeto é, portanto, um instrumento empregado para aproximar a escola atual da escola ideal. 2. Justificativa - Caracterização do contexto Caracterizar o contexto, de forma sintética, ao apresentar os aspectos geográficos, demográficos, econômicos e sociais, e identificar suas potencialidades e problemas e enfocar de forma mais detalhada a área à qual o projeto se refere. - Exposição da necessidade do projeto em questão Todo projeto deve se destinar à resolução de, pelo menos, um problema. A seleção ou a priorização de um problema deve levar em consideração aqueles que são geradores de outros problemas. 3. Objetivos É o resultado que se pretende alcançar em um determinado período de tempo. Representa um marco de referência para orientar todas as ações a serem desenvolvidas em um determinado setor. 3.1. Objetivos gerais 3.2. Objetivos específicos 3.3. Recursos materiais 4. Metodologia Métodos utilizados para a realização do projeto. Língua Portuguesa - Módulo 1 Metodologia do ensino de Língua Portuguesa 5. Implementação 5.1. Estrutura organizacional 5.2. Recursos humanos 6. Cronograma de execução Total da carga horária utilizada para a ação e as etapas previstas para a execução do projeto. 7. Custos e financiamento 8. Monitoramento e avaliação Essa avaliação norteará a seleção de estratégias para sistematizar o conhecimento dos alunos, bem como a seleção de estratégias para construir os conhecimentos que levem em conta as necessidades e a realidade vivida pelos mesmos alunos. Uma vez aplicada essa avaliação, inicia-se o processo de planejamento periódico da escola, para adequar sua proposta curricular às necessidades concretas dos alunos. É a transição do projeto escolar para a construção de programas de aprendizagem.


Formação do projeto e principais itens considerados na sua análise
Formação do projeto
• Síntese do conteúdo programático – áreas de conhecimento a serem trabalhadas.
• Descrição do material didático a ser utilizado durante a execução da ação (apostilas, textos etc.).
• Mecanismos de acompanhamento, monitoramento e avaliação.
Principais itens considerados
na análise do projeto
• Clareza e coerência da argumentação apresentada na justificativa.
• Coerência da realidade apresentada no projeto com os dados disponíveis nas escolas.
• Viabilidade da proposta.
• Detalhamento necessário para assegurar resultados positivos.

Referências bibliográficas

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares nacionais de Língua Portuguesa. Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf. Acesso em: 17 de março de 2015.

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http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/Frame/Component/CoursePlayer?enrollmentid=1174953
Enviado por J B Pereira em 22/03/2016
Reeditado em 22/03/2016
Código do texto: T5581948
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Sobre o autor
J B Pereira
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