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APONTAMENTOS DE ESTUDOS PARA CONCURSO 2014


A língua evoluiu graças as literaturas nacionais. A lingüística é a ante-sala dos discursos .
F. Vanoye (2002) em http://sociofespsp.files.wordpress.com/2012/03/vanoye-francis-usos-da-linguagem-2002.pdf
A linguagem engendra o pensar? A linguagem está na mente, em que se organizam os modos de expressão verbal. A linguagem não consegue exprimir-se totalmente, por isso recorre aos recursos não verbais como a mímica. Os surdos e mudos recorrem ao pensamento concretos e sinais gestuais.  Os desvios da linguagem são formais comunicantes. Há condicionamentos da linguagem e limitações psicológicas e emocionais e culturais.
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São duas as ordens da conexão sintática: semântica pra as pragmáticas do observador da língua: o lingüista/ o gramático, o sociólogo e o antropólogo; do escritor, o esteta, o discursador e o cronista. Se a língua é velha senhora para o gramático; nova para o literato talvez e sedutora para o escritor e o discursador, se não tão velhos. E o escritor fiz: - Puxa! Eu disse tudo isso? Foi sem o saber enquanto a mão à pena deslizante percorria as páginas alvas ou pardas. ___________
Maingueneau (2001), em Analise de texto de comunicação, considera a pragmática (regras)
Comunicação: enunciado (fonte) e o suporte (contexto e cotexto)
Enunciação: ato de produzir discurso (produto ou unidade elementar da comunicação verbal dentro de um contexto).
Pragmática insiste no destinatário
Discurso é a org. situada além da frase (transfrásica),é ato de afirmar, interrogar para modificar, é mono ou dialogal, interatividade (virtuais ou reais), interdiscursiva (normas dentro do discurso).
Coerência na categoria do discurso – texto oral ou escrito em unidades no gênero de discurso.
História e narrativa em Bemnveniste.
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A MEMORIA É SELETIVA?
E o prazer no visual é da ordem de aceitabilidade e estética.
Os códigos sociais e ideológicas são como idiossincrasias e culturas como moda, costumes e tecnologias.
A semiologia Meira os eventos e fatos como signos da vida social, culturas do cotidiano. Tem ecos na mídia e partidos para Roland Barthes.
Mitologias e vedetes como campos lexicais a representar opiniões e paixões, doxas e ilusões.  Para Abraham Moles, a mídia domina nossa vida pela cultura em mosaicos, relutâncias ou adesões pela ilusão da igualdade ou o receio do diferente.
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CAMPOS DO SIGNO: COMUNICAÇÃO, SEMIOLOGIA, GRAMATICA, RETÓRICA, REBUS (SEQUENCIA DE DESENHOS PELA HOMOFONIA E IDEOGRAMA )
Um lance de dados jamais abolirá o acaso: Mallarme apud CAMPOS, Haroldos, 1976.
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AUERBACH, Erich. Mimesis – a representação literária da realidade.
Gêneros mito e narrativa bíblica – questão épica – texto cicatriz de Ulisses
http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Resenha-a-Cicatriz-De-Ulisses/44211253.html
O sacrifício de Isaac no texto eloísta mais rico que o homérico ( o homem não é abandonado por Deus). Deus se abre a historicidade do homem. O mito (pensamento lendário, indeterminado e imanente) remete à fragilidade dos mortais e a indiferença dos deuses. “noção de Deus ou deuses, que é diferente entre os gregos e os judeus, que reflete diretamente em suas obras.”
J B Pereira
Enviado por J B Pereira em 24/12/2014
Código do texto: T5079496
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira