SEREIA DO MEU MAR

 

 

E no verão bateu saudade da velha idade só quem fica é a coragem

Te dei o céu, você roubou meus planos
Te dei minha vida e tudo foi engano
Tudo foi engano minha vida tudo foi engano

 

E no coração bateu saudade daquela nossa cidade, daquela malandragem

E já vivia o paraíso, mesmo às vezes indeciso, às vezes meio urbano

O destino lhe trouxe pra perto de mim, nosso destino cigano

Se se engano não dorme cedo, foi se deitar, sentiu o medo, medo profano

 

                                                                   (Refrão)                                                                                                                   

E aquela nossa fama de quebrar todas as camas, essa fama a gente carrega e sempre nem tem jeito, só lembro de você deitada em meu peito

E é dessa fama que eu gosto, fama que leva nossa chama a qualquer lado em qualquer lugar

Fama que não se pode comprar, fama de embrulhar pra não resfriar

É bebe te peguei foi desse jeito, de peguei de jeito soluçando no meu peito em cima do nosso leito

Sempre que me acordo ou quando me deito só quero ser seu sujeito

 

 

 

Sei que preferiria mil vezes perder a memória do que deixar de pensar em você

De que me adiantaria me encontrar e no mesmo dia te perder

O meu remédio é tentar não te esquecer, digo isso a mi digo a você

Ligo o celular pra dar uma paginada no movimento e assim lhe quero ter

 

 

Pego o carro, to na estrada e o meu pensamento está em meu bem-querer

Vejo aquelas lindas paisagens, estou de passagem, paguei o pedágio ou vou subir, ou vou descer,

Pois no velocímetro já passei dos 100, coração quer disparar só não pode vacilar e eu gritei quem será vai convencer

Foi de tantas revoadas, que peguei hoje a estrada, dosa acontecimentos só quero te ver

 

 

(Refrão)

E aquela nossa fama de quebrar todas as camas, essa fama a gente carrega e sempre nem tem jeito, só lembro de você deitada em meu peito

E é dessa fama que eu gosto, fama que leva nossa chama a qualquer lado em qualquer lugar

Fama que não se pode comprar, fama de embrulhar pra não resfriar

É bebe te peguei foi desse jeito, de peguei de jeito soluçando no meu peito em cima do nosso leito

Sempre que me acordo ou quando me deito só quero ser seu sujeito

 

Peço desculpa ao tempo, que o sentimento, que venho martirizando, era apenas um baiano, apenas mais um ser

Que quis aparecer, será que do prazer no que vai acontecer, ontem a noite com você, de licor até saquê

Nunca foi de entorpecer se sonhei foi com você, tu nem queiras pagar pra ver, ela a lua ele o sol, ela nua ele anzol, alguém nem vai perguntar o porquê

Dúvidas do saber, quem será que queira crer, sempre esperar sem padecer, ela com brilho no olhar, me fez então perguntar, mas o que vai enaltecer

 

 

Fideo Dhonadeo
Enviado por Fideo Dhonadeo em 22/03/2025
Reeditado em 28/03/2025
Código do texto: T8291644
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