NÃO CABE A MIM, CONDENAR

Ãh, Ãh, Ô, Ô, Ô,

Trago no peito

Um coração que sempre perdoa

Alguém que tanto me magoa

E sempre me faz chorar.

Alguém que amo além da conta

E por mais que me apronta

Não cabe a mim, condenar.

Pois, tenho ainda a esperança

E não me sai da lembrança

Aquelas tuas juras de amor.

Não podia ser falsidade

Só mentiras e inverdades

Que foram ditas sem calor.

Francamente não acredito

Que tudo que me foi dito

Fazia parte de um jogo

Que era apenas fingimento

Palavras sem sentimento

Sem labareda nem fogo.

Trago no peito

Um coração que sempre perdoa

Alguém que tanto me magoa

E sempre me faz chorar.

Alguém que amo além da conta

E por mais que me apronta

Não cabe a mim, condenar.

Ah, Ah, Ah, Ah, Ô, Ô, Ô,

Pois tenho ainda a esperança

E não me sai da lembrança

Aquelas tuas juras de amor.

Não podia ser falsidade

Só mentiras e inverdades

Que foram ditas sem calor.

Francamente não acredito

Que tudo que me foi dito

Fazia parte de um jogo

Que era apenas fingimento

Palavras sem sentimento

Sem labareda nem fogo.

Trago no peito

Um coração que sempre perdoa

Alguém que tanto me mágoa

E sempre me faz chorar.

Alguém que amo além da conta

E por mais que me apronta

Não cabe a mim, condenar.

Ah, Ah, Ah,