Ser do amor

Como vamos nos amar,

Sendo o beijo a doar,

O coração de cada,

A palavra a ser doada.

A mágica da entoação,

De amar com emoção,

Ser simples o modesto,

Cada ser o manifesto.

Refrão

Cingido do seu coração,

De amar com o entoar,

Lermos o seu convencionar,

De quem se uma ação.

Quem mede sufoca,

E de passar a fofoca,

E de manter a mente,

Toda opaca e saliente.

Não temer o espesso,

De como o ser aço,

De um corpo gesto,

De restar o seu resto.

Refrão

Cingido do seu coração,

De amar com o entoar,

Lermos o seu convencionar,

De quem se uma ação.

Como o sol aditivo,

Ser como o vivo,

De não querer romper,

Cada verso conceder.

Quero apenas o sucesso,

Da vida vem o regresso,

E não quero mais errar,

E ainda o elo conciliar.

E cada sítio de versos,

De avaliza de adversos,

Como ser a natureza,

E de ser como reza.

Refrão

Cingido do seu coração,

De amar com o entoar,

Lermos o seu convencionar,

De quem se uma ação.

Como o amor propaga,

A voz cega se afaga,

E temos o seu corpo,

Como se fosse poupo.

O ainda de que erradio,

De um corpo plantio,

De um ser o corpóreo,

De um humo humano.

Refrão

Cingido do seu coração,

De amar com o entoar,

Lermos o seu convencionar,

De quem se uma ação.

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 24/07/2023
Código do texto: T7845144
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