A menina de verde

Não tinha pra onde ir

Refutava o caminho

E pisava nas uvas

Para degustar do meu vinho

 

Desejando o perigo, eu tive a cura pro meu vício

Mas segui vivendo sem direção...

Eis que Agora nós somos escravos do limbo

E fingimos viver sem uma dose de compaixão

 

A menina de verde

Nunca foi meretriz

Entoava estórias

Sobre a nobreza e a escória

Só que ela não resistiu

A tentação mais viril  

 

Dos guerreiros da luz e dos anjos febris

Que fincaram estacas na sua ilusão

Eis que Agora nós somos escravos do limbo

E fingimos viver sem uma dose de compaixão

 

Eis que a real essência do ser a fez despertar

Da obra das ilusões...

JFonsi
Enviado por JFonsi em 21/02/2022
Reeditado em 17/07/2022
Código do texto: T7457616
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