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Como ser amor

Quando te olhei te vi,
Mais que o amor que sofri,
Entendo que a verdade,
Ser a sua voz cara-metade.

Voo voltando que o ouvir,
Mais ainda que o porvir,
Somos aqui o semblante,
Necessária voz que toante.

Refrão
Onde o amor que forjas,
O amor que não contas,
Assim descobre luares,
Fazer de ti meus ares.

O perdão que tudo e formas,
O perdão que tudo e informas,
Que indique o que talento,
Como os simples corações.

Como o simples de agir,
Com o compasso fugir,
Assim ocaso que mostra,
Mesmo que o se consta.

Refrão
Onde o amor que forjas,
O amor que não contas,
Assim descobre luares,
Fazer de ti meus ares.

Façamos do amor ventre,
Mesmo o sentido que nutre,
O amor que tudo compassa,
O amor que não vê repassa.

O quadro que te pintei,
O amor que te rejuvenesce,
E mesmo ao amor plantei,
Hoje ela ama sempre prece.

Refrão
Onde o amor que forjas,
O amor que não contas,
Assim descobre luares,
Fazer de ti meus ares.

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 21/11/2019
Código do texto: T6800432
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
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Gumer Navarro