EMBOLALUA

Pau que nasce torto tem a cinza tora

escutei vovó, vovô falou,

quem me diz que não embola,

sei que é do contra, na embolada entrou.

ôôô...ôôôô...bis

Galo canta não se espante

quem lhe ensinou, sabia o que fazer,

vô, vovó sempre disseram, que um cantador

brincava de aprender,

se o mundo vai girando, vou rodopiando

já posso embolar (áááááá)

Eu não quero intriga, nem precisa provocar,

salto ribanceira, do mundo a porteira

passo para versejar (áááááá).

Se desço a penumbra, mudo a rima,

o mundo muda, não posso emudar.

Arrumo um rumo, de arrimo o muro já caiu,

não posso lamentar.

Vô, vovó levou, noivou, casou

luar de mel luou no embolar (áááááá).

Movimento Trial

Itabira MG

Marçal Filho, Luiz Bira e Eduardo Prado
Enviado por Marçal Filho em 23/07/2011
Reeditado em 12/02/2023
Código do texto: T3114297
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