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Sem razão para parar.

Como via a vida
Hoje não sei ver
Se um dia eu a vi
Minha mão não sabe mais ler
Virei um cego de vista
Como a vista era avista
Onde o horizonte se vestia
Para se emaranhar distante
Em meio ao louvado exuberante
Antes eu tinha eu sei que tinha
Um princípio
Desde o inicio
Que agora sei lá onde foi
Que eu acertei por onde
Hoje em rima é que o dia faz de bom
O que sigo desta vida deste som
Assim que é tudo isso
Puxa santa maria me tire o pranto juizo.
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 17/05/2010
Código do texto: T2261580

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4954 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/09/20 14:53)
Á alma é barata