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Saldades

Em meio ao caos e as turbulências que há dentro do meu peito, vejo tudo oque construi desmoronando e sendo destruido, com lagrimas nos olhos vejo quem eu mais amei esperando na em minha frente com a mão estendida para mim, olhando para ela com os olhos cheios igual as aguas do mar tentando dizer algo, mas nada sai, com toda aquela dor e sofrimento engasgada na garganta e como se eu quisesse vomitar, minhas pernas tremulas se jogão ao chão em meio aquela grama molhada com o sereno da manhã  ajoelhando-me em frente a ela, ao sentir seu toque em meu cabelo acaraciando-me é como se minha garganta destravasse e minhas lagrimas caindo como se fosse a pior chuva de inverno começo a soltar toda aquela dor em forma de grunhidos e gritos engasgados com o choro, ouço então sua voz suave me dizendo para não parar pois tudo aquilo iria melhorar, não sabia oque fazer então ela me abraçou e com sua leveza me envolveu em teus braços suaves, aquilo era como o paraiso por um breve momento eu me senti seguro, mas então acordei e coloquei flores em seu túmulo dizendo que a amava
OfilosofoCai
Enviado por OfilosofoCai em 19/04/2019
Código do texto: T6627579
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Sobre o autor
OfilosofoCai
Anchieta - Espírito Santo - Brasil, 19 anos
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