Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

O Livro da Vida pela Poesia. Livro I. Cap. 1 - 7.

O Livro da Ressurreição: O capítulo 1
Capítulo 1.
Um riacho corria sobre uma colina esverdeada e regava um lago

que corria para um pântano sob a colina, ali existia um anjo da

solidão, que habitava um casebre velho e acabado, as suas asas

erm sempre limpadas por ele da poeira e dos insetos e lá ele

cozinhava porcos do inferno, sapos diabólicos e sereias do pecado,

entre outras guloseimas angelicais.
Certo dia, o anjo da solidão foi pescar uma sereia do pecado no

pântano sob a colina, então levou uma rede de pescar e jogou;

quaando puxou, ele viu que era um filhote fêmea, então pensou alto:

"como pouco e de boa qualidade", a sereia cantava cada vez mais

alto, mas nada surtia efeito no anjo, entõ um viajante, um duende

das magias viciosas, ouviu o filhote de sereia do pecado e foi ver o

que acontecia, então o anjo falou na língua dos anjos: "Quem é?"

Sempre com um leve som de "k" no início e no final de cada

palavra. E o duende disse na língua dos duendes: "Sou o diende das

magias que trabalha na colméia da sabedoria", então o anjo disse:

"Cuidado com a solidão", mas o duende retrucou: "Cobro pedágio

para a plena sabedoria", então o anjo iluminou e quase cegava o

duende com a tristeza de andar só, então o duende entrou no

espaço paralelo que levava ao mundo dos homens, e assumiu uma

vaga chamada lacuna essoal de D. Pedro I, que, na época, era D.

Pedro I o imperador do Brasi, era o ano de 1825; então o duende

usou uma moeda da volúpia intelectual e esta encheu D. Pedro I

com uma inveja dos sábios e caiu na depressão do duende,

entrando em contato com este: "Ouve-me?" "Sim." "Dá-me alcool!"

E o imperador bebeu e fartou-se de todas as drogas que conhecia,

fazendo sexo com várias mulheres -O duende o possuíra, mas

deixou-o na manhã seguinte, então o duende saiu do espaço

paralelo, quando o anjo solidão despertava com os primeiros raios

de sol.
O anjo despertou e foi ao chiqueiro, onde o porco do inferno

guinchava dizendo: "Carne humana!" E o anjo usou a sua

onisciência e visualizou um homem descendo o rio numa canoa,

então voou atélá e viu que era um descendente dos exilados do

espaço paralelo do mundo dos homens quando ocorreu o Dilúvio e

os anjos tiveram que fugir, levando os seus protegidos com eles. O

anjo gritou: Ataque no rio! A solidão se aflige! Ou retorne, ou viva

solitariamente!" E o homem parou o barco e desceu, contornando o

pãntano por uma estrada que era cercada de gnomos que colhiam

o metal da estrela fria, que era o metal que dava para produzir as

armas universais dos elfos de todas as raças, para que estes

protegessem o caminho que o livre arbítrio dos homens optava para

um bem maior; a estrada levava para a casa do duende anterior.
Quando na casa do duende, o homem bateu na porta, "toc toc toc",

e o duende, que fumava um cachimbo mágico, disse: "Quem é?" E

o homem disse: Sou um viajante do dilúvio!" Então o duende gritou

ao cachimbo mágico: "Dá-me o conhecimento do meu visitante!" E

começou uma história.
O homem chamava-se Hildebrando, e era irmão de um velho

eremita, este vivia estudando os escritos dos primeiros sábios.
Aos dez anos de idade, Hildebrando era aprendiz de lenhador, aos

dezenove tornou-se caçador; quando o Dilúvio ocorreu, ele tinha

quarenta anos e os anjos o levaram pelo espaço paralelo para o

mundo do duende e do anjo da solidão, chamado Mundo Poético,

e lá foi ser guerreiro de um paí angelicalmente militar e lutou nas

guerras transcendentais dos arcanjos superiores, e assim foi

ganhando patentes militares e os anos foram-se amenizando e a sua

juventude, pertpetuada -Então, com vinte mil anos, tinha aparência

de quarenta e cinco.
O duende, após quinze minutos, deixou o cachimbo de lado e foi

atender a porta.
O duende olhou o homem de cima a baixo e disse: "Era como eu

imaginava."
E o homem disse: "Fui guiado até aqui pelos obstáculos."
O duende sorriu, convidando o homem para entrar, dizendo: "A

hospedagem é cara!" "Quanto?" Perguntou Hildebrando. "Cem

gramas da droga do dragão suado", que era a droga que levava o

homem à biblioteca dos duendes sábios, onde um homem lia e o

duende aprendia, enquanto o corpo do homem sofria de um gozo

transcendente. Então o duende aprendeu o conhecimento de

Alquimia Normal, Filosofia Ignorante e Aparência Igual, mas

nenhum conhecimento pedante que se passasse de pessoa para

pessoa, bastando, para ver, observar a realidade.
O duende disse: "O que te trouxe aqui foi  acaso, mas o que te

tirará daqui será o destino. Vieste porque um anjo te rejeitou, mas

sairás daqui sabendo que é para cá que vinha. Há um portal

debaixo do tapete desta sala; entrando, não poderás mais voltar.

Ele te levará ao Mundo dos Duendes e lá aprenderás sobre o

mundo dos homens da Terra; porém, após seis anos, viajarás para

tal mundo com uma missão que só tu saberás."
Então Hildebrando disse: "Mostar-me!"
E o duende puxou o tapete que escondia uma porta de madeira no

chão também de madeira. Basta advinhar o meu nome e a porta se

abrirá!
E Hildebrando disse: "Mago da Sabedoria!"
E o duende sorriu ao ver a porta se abrir, arregalando os olhos;

olhou para Hildebrando fazendo um gesto para seguir em frente, e

o homem adentrou o portal.
No Mundo dos Duendes, Hildebrando aprendeu sobre tudo até

2016. Foi então que entendeu que era 2016 lá na Terra, então

passou os seis anos entendendo a cultura intergalática da Terra até

2022, quando foi enviado à Terra, mais especificamente ao Brasil,

Ceará, Cuesta da Ibiapaba. Ali ele surgiu e percebeu à sua volta

que havia uma mata fechada de onde o olhava uma onça -Ela o

encarou e ele a ela; ficaram cinco minutos assim; então a onça o

atacou, mas Hildebrando fora munido de xicote mágico com  o qual

domou a onça, que passou  obedecê-lo.
Hildebrando subiu a cuesta com a onça e encontrou, no seu ponto

mais alto, uma tribo de dez nativos, cinco crianças e três adultos e

dois idosos; então ele falou cada uma das línguas que sabia não

conhecerem os cearenses; nada; então falou na linguagem dos

cearenses, o português brasileiro e nordestino, e eles ouviram:

"Quem é o líder?" E um aidosa disse: Somos gente da Terra,

vivemos aqui em liberdade." E o forasteiro: "Vim do céu. Quero

fazer uma missão para o bem deste mundo. Vou separar o bem do

mal. O bem virá comigo. O mal, assim como todo o resto, será

destruído."
Os dez nativos, com a esperança de se salvarem, passaram a

considerar Hildebrando o chefe deles. Ele os organizou e treinou

durante cinco meses, fazendo-os acreditarem que os extra-

terrestres destruiriam este mundo, mas que o estranjeiro viera salvar

as pessoas que se entregassem ao bem e abnegassem o mal.
Passados os cincos meses, Hildebrando foi descendo a cuesta até

chegar no nível onde surgira e andou durante dias até chegar à

cidade de Fortaleza. Ali viu que pouca coisa mudara na estrutura

social, porém a água era escassa, pessoas passavam fome e

comiam lixo como se fosse comida de lanchonete; havia demônios

por todos os lados -o primeiro que enfrentou foi um vampiro

perverso, conhecido como sendo da casta dos demônios élficos.

Tinha aparência humana, não tinha presas, tinha o poder de fazer

crescer o seu sexo indefinidamente, cicatrizava o ânus, pois era

comum o sexo entre demônios machos, e os demônios fêmeas

falsos santos cicatrizavam a vagina e o ânus, eram praticamente

mortos-vivos. Eles se espalharam e estava em quase todas as

organizações religiosas, destruindo a cultura humana e fazendo

lavagem cerebral nas massas.
Ao se entreolharem, o vampiro riu dizendo: "Lindo!" Mas o viajante

das realidades puxou uma flecha e atirou, atingindo o vampiro no

coração, mas este caiu e olhou, e, antes de morrer, disse: "Sou

você!" E Hildebrando sentiu transformar-se, mas já conhecia aquela

casta sangussuga e tinha o antídoto: Uma técnica do Quinto

Elemento -1, 2, 3 palmas paralelas empurrando do tronco para a

frente, repetindo isso em três séries. Então repeliu a maldição e

continuou o seu caminho.
Foi aoantigo Centro de Fortaleza e encontrou mortos-vivos

diabólicos, humanos cuja natureza teológica é o Diabo maligno que

agia além de todos os obstáculos religiosos e não viravam

exorcistas. Eles o viram, entreolharam-se e riram. O líder disse:

"Quam mal desejas ser? É a nossa piedade!" Mas Hildebrando

puxou o facão e partiu numa investida contra o bando, degolando

um, enfiando a lâmina em outro, até que só restassem o líder e suas

duas fêmeas com o seu parceiro e fugiram.
Então Hildebrando avistou um anjo assassino pecador na forma

humana, era um querubim desertor; o nosso herói correu na direção

do anjo e o viu degolar uma mulher totalmente humana e lamber o

sangue da faca; Hildebrando atirou nele com a sua pistola, bem na

cabeça, e o anjo morreu. O atirador viu duas crianças com a

mulher morta e perguntou: "Era a mãe de vocês?" E responderam:

"Sim."
Eram duas crianças, um menino de doze e uma menina de nove. Ele

colocou a caçula nas costas e foi segurando a mão do primogênito.
No caminho, o Diabo,com todos os títulos dos monstros que

habitaram a Terra, apareceu na forma humana, com a faca diabólica

que mata ou transforma em demônio. Houve uma luta, as crianças

ficaram se protegendo por detrás do nosso herói, que se defendia

com o facão. Houve luta, mas o Diabo era mais forte e feriu

Hildebrando no braço, e, apesar do nosso ídolo continuar lutando,

o veneno o enfraqueceu, porém ele morria e não queria tornar-se o

mal, mas um arcanjo surgiu, repelindo o Diabo e levando

Hildebrando para o Céu.
As crianças ficaram sozinhas e fugiram, mas um lobisomem

inquisitório e divino se apiedou delas e cuidou delas como filhotes.
***
Enquanto isso, o duende das magias da colméia da sabedoria

buscava convencer os outros duendes que se comunicavam com

ele pela "realidade feia", como eles chamavam a realidade coletiva à

qual iam para se reunirem entre si, e o portal para tal realidade

eram as magias proibidas e pecaminosas de todo o universo; de

que era necessário unir forças para que os seres de luz enviassem

alguém da realeza divina para equilibrar as forças obscuras que

infestavam a Terra em 2022.
Então um velho druida, nascido entre os gauleses, descia a colina

esverdeada e viu o casebre do anjo da solidão e foi até lá. Batendo

na porta, o anjo da solidão despertou da sua concentração na

atividade de comer um refogado de sapo infernal.
-Quem desce da colina esverdeada até o meu casebre? -Perguntou

o anjo.
E o druida respondeu:
-Sou o druida de poções gaulesas, aliás -sou imune a elas. -Disse.
Então o anjo disse:
-Se já és solidão, o teu castigo é ser anjo.
E o druida, rindo, respondeu:
-É a minha especialidade druida.
E o anjo da solidão concluiu:
-Um irmão dos banhados na poção.
E o druida disse:
-Como já disse, sou imune a elas. -E caiu na gargalhada.
Então o anjo da solidão o expulsou dizendo:
-Seu viciado! Fora daqui!
E o druida foi embora dizendo "Eu tenho nome! Eu me chamo

Gabriel!" E foi embora pela trilha até a casa do duende.
Chegando lá, bateu na porta e o duende gritou:
-Quem chega?
-É o druida imune às próprias poções gaulesas!
O duende abriu a porta e o convidou para entrar:
-Seja muito bem-vindo!
O druida disse:
-Vim lutar pela posição divina naquela realidade... Como é mesmo?
-A Terra!
-Isso mesmo!
-Então veio na hora certa! -O duende escancarou a porta, e,

fazendo um gesto, disse: -Entre, nobre druida.
E, num andar irônico e despertando uma gargalhada no duende, o

druida foi entrando como se fosse uma mulher na casa da melhor

amiga indo falar sobre os muitos namorados.
-Que poções você tem aí? -Perguntou o duende.
-A que eu faço e bebo como água: A poção gaulesa, a força

druida!
-Eu prefiro uma poção mais intelectual, para formar a santidade da

magia dos poderes dos duendes -um segredo mortal que

disfarçamos entre a promiscuidade humana!
-Eu tenho o pó dos loucos. Faz comer uma carne de porco e sentir

andar entre os anjos.
-Vou experimentar.
-Custa um fio do seu cabelo, pois pelo de duende é muito útil para

fazer poção para fadas.
O duende tirou um fo dos seus parcos cabelos e trocou pleo pó

mágico. Em seguida, despejou ompó sobre o seu almoço, creme de

carne de bicho-papão, e comeu. Começou a delirar e a falar co os

anjos. E, como o druida sabia que o efeito do pó mágico não

interferiria na conversa, continuou:
-Vim lutar ao lado do bem na Terra.
E o duende delirava "Começou o Apocalepse!" E, fazendo que

atirava a flecha de um arco, colocou a mão na vist, olhou como que

longe e disse: "Acertou!" Mas conteve-se,e, olhando calmamente

para o druida, disse:
-Vou guiá-lo para lá depois de treiná-lo!
E o druida conversou com o duende na crise do pó mágico e

delirava com ele e dialogava sobre a missão até o duende voltar,

quando o druida já tinha sido instruído -Ao final, o duende voltou a

si, olhou para o druida e compreendeu, dizendo:
-Tudo entendido?
E o druida fez que sim.
O duende automaticamente foi à fenda celeste que estava aberta

pelos outros duendes e disse ao druida:
-Lá você vai viver numa terra desolada pelo mal.
-Entendi! -Disse o druida.
E o druida atravessou a fenda.
***
No Céu, Hildebrando foi transformado em anjo, evoluído até a

forma genética de anjo e transformado num  guerreiro humano,

sendo enviado à Terra no mesmo momento da chegada do druida.

Ele voltou num ponto d Terra conhecido como uma ilha de um

estado noderstino, no Maranhão, a ilha era São Luís.
Ali ele andou pela antiga Litorânea, onde, naqueles tempos, os

seres humanos lutavam exercendo cargos celestiais, mas eram

demônios mais conhecidos como homo-sapiens, e a sua existência

animal revelada na bruxaria apocalíptica dava força aos seres das

trevas.
Um guerreiro ninja, com uma espada embainhada nas costas e

caracterizado com vestes e armas ninjas, corria sobre a areia de um

grupo de demônios comedores de bebês, os demônios mais

assassinos que submetiam numa ordem maligna os vampiros

conhecidos como demônios élficos.
O nosso herói irrompeu uma corrida  e puxou a sua espada

angelical e partiu para cima deles, as suas lâminas poderiam matar

um demônio élfico, mas não aqueles demônios da ordem maligna,

então, usando os seus instintos angelicais, fez uma bomba com

querosene e incendiou um deles, que ficou com sérios danos -

descobrindo o ponto fraco deles, e, sabendo não poder encará-los

por falta de fogo, orou para Deus e suas preces foram atendidas:

Todos entraram em chamas.
Então o ninja encarou o novo anjo e vice-versa, os dois pensaram

vinte segundos estáticos, e então se apresentaram e

cumprimentaram-se:
-Eu sou Hildebrando!
-Eu sou Alexandre!
Eles conversaram para pôr os acontecimentos em dia e depois

concordaram em irem juntos ao destino mais óbvio: O lugar onde o

bem se reunia para resistir às ordas de mortos-vivos -A Praia do

Meio.
Chegando lá, viram quilômetros de uma muralha de rocha que ia da

prai até o mar, entrando até a risca, e recuando mais de cem

quilômetros depois daquela praia, e começando 50 km antes,

adentrando a ilha da praia até uma milha. Eles rodearam a fortaleza

até uma guarita com portão e lá se apresentaram; foram levados a

uma junta julgadora, pela qual foram declarados aliados. Eles foram

conduzidos, cada um, a um cômodo da fortaleza e bem tratados.

Exigiram trabalho nos flancos contra os mortos-vivos.
Eles foram enviados num grupo composto de cem homens, dez

elfos, Hildebrando e Alexandre, cujo destino era seguir para uma

casa de resistência, onde esperavam vinte homens e dois elfos,

resistindo à invasão naquele ponto estratégico.
Lá eles lutaram bravamente: Os mortos-vivos derrubaram a

barricada e os resistente lutaram até morrer, ficando os nossos dois

heróis e um elfo, que os guiou por um túnel até o antigo Shopping

São Luís. Ali eles encontraram outra fortaleza, onde a força central

se localizava com quase um bilhão de habitantes. E ali

permaneceram.
***
O druida surgiu na praia de São Luís, mais precisamente em frente

à muralha da fortaleza da Praia do Meio. E ali ele olhou à sua volta

e foi margeando a fortaleza até chegar à guarita, e ali foi recebido, e

perguntaram o seu nome, e ele responde um nome falso:
-Eu sou Hércules. (Mas era Gabriel).
Eles o julgaram e concluíram que ele era inocente, receberam-no

num quarto até o destinarem fazer parte de uma missão: Dar força

pelas suas poções aos resistentes na casa para onde foram

mandados os outros dois forasteiros.
Chegando lá, ele, vinte homens e três elfos foram recebidos por um

lugar sombrio, onde só restavam os mortos-vivos transformados

que antes eram a resistênci. Eles os recepcionaram com os seus

dentes, houve uma salva de flechas de quinze arqueiros, doze

homens e três elfos. Os outros oito homens descarregaram as suas

armas de tiro, rifles e fuzis. Já Gabriel tomou um frasco da poção

que trouxera -Embora não precisasse, fingia não ser tão forte;

então, dando um murro em cada um, fê-los dormirem para sempre.
O grupo voltou à fortaleza dando a informação da tomada daquele

porto, então enviaram trinta homens para se instalarem lá, e o grupo

de Gabriel foi incubido com a missão de encontrar o elfo e os

nossos dois outros heróis.
Eles subiram pela praia até a resistência anteriormente derrubada,

foram pelo túnel, agora do conhecimento deles, pois um mapa

fora-lhes entregue, e chegaram à outra fortaleza.
Ali 'Hércules' conheceu Hildebrando e Alexandre. O primeiro disse:
-Fui enviado pelos duendes!
-Eu também! -Disse Hildebrando. Mas fui ao Céu para me curar

de uma facada do Dibo. Encontrei Alexandre na volta. Virei anjo,

mas me devolveram, aqui nesta missão, na minha forma anterior.
***
Próximo ao casebre do Anjo da Solidão, o Anjo da Perfeição

caçava os traidores e as forças rebeldes, estava sozinho porque as

suas asas foram enegrecidas -ou seja: Era um exterminador com o

valor de um exército infinito de anjos.
O Anjo da Solidão sentiu o cheiro e começou a horar e o Duende

das Magias tomou uma magia que o levava a uma realidade

auternativa.
O Anjo Exterminador viu o casebre e passou direto, e o fez igual ao

ver a habitação duêndica, e prosseguiu até um vilarejo de

querubins, onde eles criavam bruxos como animais de estimação. O

anjo verificou a forma de cada bruxo: Os cachorros e cavalos não

davam problemas, mas era necessário obter e comer certos bruxos

e os davam a forma de animais comestíveis, como boi e porco. O

Anjo Exterminador verificou tudo e continuou o seu caminho.
Quando o anjo estava na Estrada Real dos Anjos do Reino dos

Títulos Humanos e da Arte, viu ao longe um cavaleiro de última

ordem -Entreolharam-se, e o cavaleiro indagou:
-Quem vem tão feroz pela estrada real?
-Sou o Anjo Feroz!
-E eu sou O Cavaleiro de Última Ordem.
Eles conversaram e o cavaleiro explicou ao anjo que os seres das

trevas foram para a Terra e tornaram-se realidade.
O Anjo Feroz abriu um portal e foi lá, destruindo a realidade ruim e

trzendo-a para a luz -Então o anjo sossegou e voltou ao Céu.
***
-Sentiu isso? -Perguntou Alexandre.
E os enviados do Céu assentiram com a cbeça.
-Este mundo vai receber tropas dos anjos! -Disse.
***
Um exército de anjos desceu do Céu e atacou São Luís por todas

as partes, os fortes foram tomados, tanto o da praia como o do

interior, os dois enviados foram expulsos junto com o ninja e

viajaram até Fortaleza. Ali eles se alojaram entre os seres da

fantasia e os personagens, nas regiões afastadas, pois Fortaleza era

foco de um surto zumbi.
***
Em Fortaleza, a cidade recebeu um alienígena divino, que obtinha

os títulos de Quinto Elemento, Deus e outros guerreiros cuja força e

conhecimento davam habilidades divinas ao extra-terrestre. Ele fora

enviado e acabara de chegar, numa nave que caiu no mar.
Ele saiu pela praia e subiu a praia de Iracema, a sua forma era

humana, mas ele era diferente; quando entrou na rua, viu um

homem fugindo de cerca de cem mortos-vivos. O alien, que estava

nu, socorreu o homem, lutando com aquela centena de zumbis.
A luta foi assim: O herói extraterrestre socou, chutou e bateu em

cada morto-vivo, e, cada um que caía, era substituído por outro.

Ele lutou, mas o número de zumbis crescia, até mil, então ele fez

crescer garras de dez sentímetros, e, furioso, matou todos.
Quando terminou, olhou em volta e o homem que protegeu o vestiu

e cuidou dele.
***
Uma estrela ganhou vida e desceu do céu, era bela e brilhava, e

caiu nos braços de Alexandre, semelhou uma linda mulher luminosa,

segurando-a, ele a ouviu dizer: "Siga a minha luz e eu te guiarei."

Então ele voltou ao céu e brilhou, guiando o caminho dos três

guerreiros.
Eless seguiram a estrela até onde o Quinto Elemento fora abrigado

pelo homem que protegera, e lá entraram com a permissão daquele

homem.
-Abra a porta! -Gritou Alexandre.
-Já é noite! O que fazem aí fora?
-Abra a porta! -Gritou Hildebrando. -Seguimos uma estrela até

aqui!
Ouvindo isso, o Quinto Elemento pediu para o seu protegido abrir

a porta, e ele o fez. Eles entraram e o homem fechou a porta.
Eles conversaram e puseram os assuntos em dia. Depois disso,

concordaram em ajudar o Quinto Elemento a impedir o despertar

do Ser das Trevas, aquele que é todas as maldições num só.
Para isso, eles teriam que sacrificar os cinco demônios: Drácula,

Nosferato, Diabo, Nada e Ser das Falsas Realidades. Cada um

deles tem a sua histórias, ei-las.
Drácula era um homem que amava o bem, mas o seu amor era uma

linda camponesa. Certa vez, ele se declarou e amaram-se até que

ela foi tomada por um nobre cavaleiro e ele a amaldiçoou,

vendendo a sua alma para o Diabo. Ela tornou-se animal na forma

humana -uma bruxa -e perverteu as mulheres dos nobres cavaleiros

até que a beleza perdesse a pureza e a santidade, fazendo dos

nobres meros humanos, igualmente sujeitos ao pecdo; mas Drácula

foi amaldiçoado a amá-las para sempre, nas sombras, na forma de

um vampiro.
Drácula nasceu no século XI d.C. e tomou a forma coletiva do

pecado, vivendo na escuridão da parte podre da himanidade, os

seus vampiros, filósofos do mal.
Nosferato foi um demônio que deu origem aos vampiros antes de

Drácula, e diferentes, eram seres religiosos e seguidores da falsa

luz, que confunde os olhos dos ignorantes que só entendem a

linguagem escrita, sem fé. Muitos deles misturaram-se a instituições

religiosas, instituindo o falso bem.
Nosferato nasceu de um faraó egípcio humilhado e denegrido na

frente de sua família. Depois disso, organizou um exército de negros

num país africano, onde recebeu a vinda da Besta Apocalíptica, o

Diabo, que foi cultuando desde então, e Nosferato tornou-se o seu

general. Uma revelação de Nosferato foi Hitler.
O Nada no ser humano veio dos Antigos, que foram bruxos que

permitiam a existência da fantasia; quando a natureza humana

habitou este mundo, existiu enquanto deus e transformou os bruxos

em animais, fazendo nascer o homo-sapien, chamado homem por

aqueles que vieram destruir o macaco interior. Porém ainda é

preciso vencer o macaco-máquina em cada pessoa, que representa

o nada na forma maligna.
O Ser das Flasas Realidades é a verdadeira forma do mal, aquele

que espreita e transforma-se nos maiores inimigos dos iniciados e

crucificam-nos ou lhes dão cicuta. Poderíamos chamá-los de

Forças das Trevas Humanas.


O Livro da Ressurreição: O capítulo 2
Capítulo 2.
O homem que cuidara do Quinto Elemento chamava-se Cloves.

Este, Alexandre, Gabriel ou Hércules, Hildebrando e o Quinto

Elemento foram caçar o Conde Drácula.
Para isso precisavam voltar no tempo e seguir os seus passos até o

momento onde e quando estavam.
Pediram a ajuda do duende para voltarem no tempo.
Eles voltaram no tempo e seguiram os passos de Drácula, e ele

queria se revelar, até o momento onde estavam, e descobriram que

Drácula reinava numa realidade paralela: O País da Esperança

HUmana, onde os vampiros imperavam. Então viajaram para lá.
Quando lá chegaram, viram que existiam seres vazios cobertos de

panos acinzentados e rasgados logo na altura dos pés e que

levitavam, estes movimentavam a mão no ar e surgiam animais

capazes de falar e andar em forma bípede, mas assemelhavam-se

muiot aos animais da Terra; porém, depois de muito caminharem,

viram homens com armas sagradas transformando aqueles seres

levitantes em animais iguais aos da Terra, segundo a aparência do

maior número de animais semelhantes.
Eles continuaram caminhando e chegaram à Cidade Inferior, onde

os Guardiões da Fantasia moravam. Eles eram de um formato

complexo: Pequenos homens do tamanho de uma pulga juntavam-

se num homem do tamanho de um camundongo. Vários deste

juntavam-se num homem de 1,75 m de altura. Eram estranhos e

existiam vários deles, que habitavam a cidade Inferior, conhecida

como A Cidade Da Fanatasia.
Um mal espreitava aquela região: Eram os falsos e mentirosos -Os

monstros da corrupção e da enganação, chamados Existência Fria.

Eles corrompiam as pessoas com ouro e jóias para que as pessoas

matassem os seres do bem.
Esses seres da Existência Fria obedeciam à religião do Ser das

TRevas, que era pregada pelos Cinco Demônios, e oSenhor das

Sombras do País da Esperança Humana era o Conde Drácula.
Os líderes dos seres da Existência Fria no País da Esperança

Humana eram a Morte, os Demônios Cósmicos, em número de

oito entre os que ali habitavam, e as Almas malignas, bruxos das

trevas que matavam anjos, em número de três, a alma do Diabo, o

Sexo Infernal e o Espírito da Perdição.
A Morte reinava num lugar chamado Cemitério Real, onde os seus

escravos eram imortais: Múmias, vampiros e mortos-vivos. Já os

Demônios Cósmicos tinham, cada um, o seu reino: O Último

Diabo, O Diabo Filho, O Diabo Pai, O Ser Perverso, O Primeiro

Inimigo, O Diabo Santo, O Cavaleiro das Trevas e O Ninja de Fé.
Uma guerra começava: A Morte ordenou que um exército de vinte

mil mortos-vivos atacasse o mundo dos homens, que defendiam o

flanco à frente da Cidade da Fantasia. Os vampiros eram em

número de cem, treinada para abater e derrubar a frente iniciada

dos homens, e as múmias eram treze, treinadas para fazer os

homens traírem seus reis.
Os mortos-vivos atravessaram a ponte que ligava os portões do

Cemitério Real ao Continente onde ficava a Cidade da Fantasia,

começando a Marcha da Morte.
Os guardas da muralha da Cidade Humanista Iluminada, onde

ficavam os defensores humanos dos flancos da Cidade da Fantasia,

ascenderam a fogueira de aviso para que soubessem os aliados que

começava uma guerra. A chama era de uma torre branca, que

indicava a Marcha da Morte.
Um grupo de cem seres levitantes, ciquenta homens com armas

sagradas e vinte guardiões da fanatasia, com Clóves, Alexandre,

Gabriel, Hildebrando e o Quin to Elemento foi enviado para

reforçar os mil homens da muralha da Cidade Humanista INiciada.
O exército da Morte distava cem metros quando o sol se punha. A

muralha da Cidade Humanista Iniciada estava guardada por cem

arqueiros, trezentos homens fora dos portões, seiscentos homens

atrás dos portões e os nossos heróis lideravam o grupo enviado

pela Cidade da Fantasia, na ponte que levava à Torre Branca.
Os vampiros, esperando o sol se pôr, guardados por túnicas contra

a luz do sol, formavam uma fileira de cem; os mortos-vivos logo

atrás e as treze múmias montadas em animais raros chamados

peixes voadores, com cabeça de águia, corpo de peixe, asas de

morcego e pata de pato.
Caíra a noite. Os mortos-vivos correram entre os vampiros assim

que estes lançaram as túnicas contra o sol ao chão, mas uma chuva

de flechas saraivou sobre os inimigos e os guerreiros fora dos

portões empunharam as lanças, matando as primeiras fileiras de

mortos-vivos -estes só morriam por ferimento na cabeça. Os

inimigos eram muitos; por isso os duzentos homens sobreviventes

recuaram para dentro dos portões. Os mortos-vivos fizeram força e

o portão cedeu, houve uma longa batalha; porém nenhum dos

guerreiros sobreviveu -Apenas os nossos heróis e o seu grupo, que

nada fizeram. Os mortos dentre os guerreiros humanos viraram

mortos-vivos.
-Atacar! -Gritou Hildebrando.
Os cem seres levitantes pularam da ponte entre os mortos-vivos,

criando milhares de guerreiros da fantasia, os homens com armas

sagradas desceram a ponte, transformando os mortos-vivos num

exército de orangotango humanos, os guardiões da fantassia

desceram as escadas da Torre Branca, à procura de sobreviventes,

e os nossos heróis ficaram olhando.
Os mortos-vivos deram lugar a um exército de heróis da fantasia e

de orangotangos humanos, porém havia cem vampiros treze

múmias à frente. Os mortos-vivos sorriram e sacaram as espadas,

enquanto as múmias olhavam; enquanto os vampiros voavam sobre

os inimigos, o exército de heróis da fantasia, que se multiplicavam

indefinidamente, e de orangotangos humanos, correu contra os

inimigos. Houve uma batalha longa, mas os vampiros venceram,

morrendo apenas vinte vampiros e todos os heróis da fantasia e

orangotangos humanos e os seres levitantes e os homens com

armas sagradas, que transformaram cinco vampiros em morcegos.
Os vinte guardiões da fantasia aramaram quinhentas mulheres,

duzentas crianças e cem velhos e velhas, enviando-os contra os

vampiros -Não sobrou ninguém alé de oitenta bebês, aleijados e

gestantes -houve um extermínio da força de resitência.
Os vinte guardiões da fantasia mataram todos os vampiros, mas

bastou uma múmia para matá-los.
Os nossos heróis desceram a ponte e lutaram. Clóves morreu, e

Alexandre também, mas Hércules, Hildebrando e o Quinto

Elemento mataram as múmias e seus peixes voadores.
Houve uma explosão e os mortos foram sugados num redemoinho

que virou um esqueleto que levava a Sombra da Morte nas costas

como se a Morte o controlasse espiritualmente. Ele montou um

pégasus de osso e voou de volta para a sua Mestra. Antes de

amanhecer, houviu-se um ganhido estridente da Morte em fúria.
Os nossos heróis voltaram à Cidade da Fantasia para formar um

exército e adentrar os portões do Cemitério Real.
Primeiro chamaram os seres levitantes, em número de mil, com os

heróis da fantasia, com o número máximo de cinquenta mil; depois

os homens com armas sagradas, em número de quinhentos, com os

animais macacos humanos, com o número máximo de dez mil;

depois os guardiões da fantasia, em número de duzentos; e os

nossos três heróis.
O exército aliado adentrou os portões do Cemitério Real,

destruindo tudo, mas a Morte fugiu para o seu amigo mais próximo:

O Último Diabo, o assassino de reis, o falso druida, o feiticeiro do

mal.
Depois de estabelecida a paz na Cidade Humanista INiciada, a

Cidade da Fantasia ou Cidade Inferior, foi novamente digna ao

estado das coisas que eram antes.
Os nossos três heróis restantes viajaram por montanhas, colinas e

atravessaram a Floresta Vermelha, assim conhecida pelo

derramamento de sangue que as bruxas que lá viviam faziam com

os visitantes desavizados. Pelo caminho dentro da mata, eles viram

o poeta-humano, um ser nem humano nem animal, o deus folclórico

dos bruxos, conhecido pela santidade, cafagestagem, e tinha a

peculiaridade da solidão poética, bebia café como água e protegia

as boas pessoas e atacava as pessoas más -foi assim que

atravessaram a floresta vivos.
Ao fim da Floresta Vermelha, chegaram à Floresta Engraçada,

onde as pessoas tinham todos os pêlos longos e lisos: Seus cilhos,

cabelos, pêlos eram compridos, o mais peludo tinha os pêlos

arrastando por dois metros, do calcanhar à ponta do cabelo. Lá

foram bem recebidos e entendidos enquanto anjos (para eles, só os

reis tinham pêlos curtos). Ali eles ficaram por dois dias, depois dos

quais contuaram o caminho em cavalos e com comida e bebida.
Depois de um dia, chegaram ao final da tarde a um feudo cujo

senhor era rei dos outros feudos da cidade, ali os homens eram

santos enquanto o Cristo e eram chamados cavaleiros; o rei era

chamado Homem.
O rei os recebeu como servos e eles trabalharam cuidando dos

cavalos até descobrirem que eram diferentes, então foram

compreendidos enquanto partes de um Cristo. O rei os recebeu e

concordaram que era preciso destruir o reino do Último Diabo.
Perante os portões do Reino nojento, em pleno meio-dia, o

exército do Homem, por ele liderado, e acompanhado pelos nossos

três heróis, deu uma saraivada de flechas. Os portões se abriram e

a guerra começou, até que o Último Diabo e a Morte fossem

presos numa tumba mágica onde eles ficariam por muito tempo até

que alguém os encontrasse, cada um, numa lâmpada mágica:

Viraram gênios da lâmpada.
O reino do Diabo Filho ficou sabendo dos últimos acontecimentos

e o rei desse reino, o Reino do Mal, era o detentor da genética

ruim, o mal da falsa luz. Quando ficou sabendo, teve um ataque de

nervos e reuniu todo o reino e foi atacar o reino do Homem.
Os inimigos formavam um exército de vinte mil orcs, mil trolls,

quinhentos homens corrompidos e o Diabo Filho. Eles marcharam

até o feudo real, que, com os outros feudos, formava o Estado

Divino, e derrubaram o portão. Houve uma longa batalha, mas

ninguém venceu, pois os dois perderam. O Homem e os nossos

três heróis e o Diabo Filho sobreviveram, mais ninguém.
Os quatro mocinhos lutaram contra o Diabo Filho e logo o

venceram e ele implorou piedade, mas não tiveram e mataram-no.
O Homem juntou-se ao grupo e seguiram em frente.
Mais à frente encontraram a Cidade do Amor, onde havia sereias e

demônios femininos prostituindo-se em troca da fidelidade dos seus

clientes aos seus donos.
Ali abrigaram-se num chalé chamado O Encontro e passaram a

noite. De madrugada, três demônios do Diabo Pai invadiram o

chalé e tentaram matá-los, mas houve uma longa luta e o demônio

sobrevivente fugiu.
Depois disso, eles passaram a noite em claro; porém foram embora

pela manhã.
Andaram até a Toca do Gnomo e lá conheceram os gnomos:

Tinham o tamanho de um suricate e eram marecidos com gnomos

de jardim, havia cem mil gnomos ali, e o mesmo número em mais

cem tocas vizinhas. Eles protegiam a passagem e raramente menos

de mil inimigos passava com cinco sobreviventes.
Os gnomos prometeram ajudá-los em sua tarefa.
Continuaram o caminho recrutando duzentos mil duendes, cem mil

elfos, cinquenta mil homens, mil anjos e dois arcanjos. Eles

marcharam até os portões do Senhor das Sombras dos País da

Esperança Humana, o Conde Drácula.
Ali começou a Batalha: Drácula liderava o exército dos demônios,

cada um com seu exército, Diabo pai, O Ser Perverso, O primeiro

Inimigo, O Diabo Santo, O Cavaleiro das Trevas e o Ninja De Fé.
O Diabo Pai tinha um exército de titãs e de anjos caídos de Lúcifer.

O Ser Perverso tinha os seres de luz destruídos enquanto cavaleiros

das trevas. O primeiro Inimigo liderava os exércitos de Judas. O

Diabo Santo liderava os Demônios do Inferno. O Cavaleiro das

Trevas era uma incógnita, pois costumava trair o mal pelo bem, pois

protegia os Santos, mas virava o Diabo em Apocalipses -porém ele

seguia o exército do mal para velar pelo bem. O Ninja de Fé era

um espião dos homens fingindo-se de demônio para ver se o bem

vence ou não.
Havia um espaço de cem metros entre os inimigos. Drácula correu

e os seus seguidores atrás. Hildebrando correu acompanhado de

Gabriel, do Homem e do Quinto Elemento, acompanhados pelos

exércitos recrutados. Quando a Guerra acabou, Drácula foi posto

num caixão selado pelo Quinto Elemento.



Capítulo 3.
Parte 1.
Nosferato era o rei do País Desesperado, onde apenas os

demônios eram agraciados pela lei do mal, o bem sofria o

desespero absoluto.
Os nossos quatro heróis chegaram às fronteiras entre o país da

Esperança Humana e o País do Desespero. Ali viram os nazistas de

Hitler e vários demônios, outros semelhantes a Hitler e guerreiros

das trevas infindos. Ali só o desespero era a luz.
Nenhum dos companheiros deles quis atravessar a fronteira e os

quatro seguiram sozinhos.
Atravessando a fronteira, eles não foram só presos, foram

torturados e mutilados, mas cada um seguiu um caminho: Gabriel foi

crucificado, Hildebrando foi humilhado pelo Desespero, enquanto

escravo do mal, o Quinto Elemento sofreu a transformação em

trevas e o homem foi feito de mulher.
Porém Hércules ressucitou ao terceiro dia enquanto um Cristo

militar e veio com o seu exército militar, Hildebrando tornou-se um

Anjo -Deus -e desceu com os seus anjos do Céu, O Quinto

Elemento virou o Cavaleiro Cósmico Rei -Deus (O Deus do Céu

do Cristo previsto por jesus) e desceu com a sua Cavalaria, e o

Homem virou o Complexo Deus Coletivo (O Cristo Louco) e

desceu com os Cristos assassinos.
Houve uma Grande Guerra e os nossos heróis venceram.
Nosferato foi preso num caixão.
Parte 2.
O Diabo é o deus dos que não crêem Nele como um igual, pois

não aceitam Ser. Assim são chamados civis os seguidores do Diabo

e militares os que tem a linguagem de luz. Porém o único militar é

Ele: Deus.
Os nossos quatro guerreiros e seus exércitos entraram nos confins

do mundo: O País da mentira. Ali houve a maior das batalhas: Os

quatro exércitos celestiais contra o Diabo e seus demônios. Todos

morreram, porém os nossos quatro heróis foram mandados de

volta para terminar o Seu trabalho.
Parte 3.
O Nada, sabendo da derrota dos sseus três irmãos, resolveu

juntar-se ao Ser das Falsas Realidades e destruir o Mundo, mas o

tempo interveio: "Se o Mundo acabará, que seja frente-a-frente!" E

os seres de luz de todos os tempos juntaram-se numa batalha épica

contra os das trevas atemporais.
Dos grandes guerreiros espartanos até os espiões da 2ª G. Guerra

juntaram-se a elfos e homens contra o Ser das Trevas e seus

exércitos. A batalha durou um mês, depois dos quais a realidade foi

destruída, o bem nasceu enquanto Guardião do Tempo e a natureza

tornou-se a fantasia...
Parte 4.
Verdes pastagens, um rio e florestas; o céu chorava as lágrimas da

sorte de um sol de domingo que banhava a entrada de uma casa

com colunas e mostrava a pele branca de uma mulher de cabelos

longos, lizos e cinzas. Era linda. Ali moravam doze cangaceiros que

a protegiam dos coronéis cuja arbitrariedade dominava a liberdade

dos homens dali.
Os coronéis sofreram um levante dos seus subalternos e fugiram,

sendo acolhidos pelos cangaceiros.
Parte 5.
Uma luz nascia entre as montanhas pedregosas, cheias de musgos e

árvores, era um novo dia para um cowboy que descia a montanha

para o seu cavalo. A sua montaria estava sedenta de sede e havia

um rio depois dos rochedos. Preferiu contornar, mas, no caminho,

havia uma casa -a dos cangaceiros.
Ele desceu e bateu palmas, e os cangaceiros desceram e apontaram

seus rifles para ele. Ele cuspiu o palito e pigarreou cuspindo e sacou

a pistola, matando os doze e os coronéis.



O Livro da Ressureição: O capítulo 4.
4º Capítulo.
O cavaleiro e sua espada fugiam pelos confins do mundo daquela

realidade e seu nome era "Medo de Escrever", ele foi vencendo

cada "Demônio da Inveja" até tudo virar fantasia escrita e começou

a filosofar.
"Um mago criou uma bola de energia e lançou contra os servos

daquele feudo, provocando a sua morte. O boato correu e

enviaram os nobres, mas houve uma guerra entre os magos e os

religiosos. Era o confronto entre os pagãos e os inquisidores. O

resultado foi que os bruxos foram relegados à fantasia, onde heróis

treinados entre os homens chamados poetas sobreviviam, criando

entre os homens a faculdade da intuição.
Eu quero saber se o leitor entendeu a finalidade destas lendas. Foi

para que soubessem a jornada para entrar na história a seguir.
O mundo está cercado de assassinos e o guerreiro sobrevivente

luta pela liberdade faz onze anos. Ele morreu e retonou, mas nunca

deixou de lutar. A sua vivência de morte foi relatada anteriormente,

a narrativa cuja finalidade foi a ressurreição deste herói.
Seu nome era Argos. Ele é um espião. Quando vai a campo, mata

agentes disfarçados por todos os lados, combate mortos-vivos,

caça vampiros e lobisomens e extermina falsos e duplos espiões

cuja finalidade é derrotá-lo.
Argos venceu todos, criou a realidade, destruiu a mentira, viajou

pela esperança até a humildade da matéria e ali começou a nossa

história.
Argos destruiu o reino do Diabo e criou o reino dos Anjos.
A realidade caiu e começou o mundo.
Parte 1.
O ar estava rarefeito e os anjos respiravam gás carbônico, do céu

chovia fogo, os homens lutavam contra vampiros e mortos-vivos

para sobreviver.
Um demônio saiu do Inferno seguido por um exército de outros

demônios, houve a Grande Batalha.
Dos livros a fantasia saiu e todas as possibilidades ocorreram, e o

universo virouum livro: Este Livro.
Este Livro era um lugar onde um rio corria e a mata

acompanhava-o, desembocando num lago, em torno do qual

erguiam-se casas de um material que vinha do Centro do Livro,

onde era conseguido por viajantes que iam na missão de escrever

Partes do Livro.
Cada Autor escrevia uma Parte do Livro. Por exemplo, o Eescritor

Cristo ecrevia o reino do Homem. Nessa parte do Livro, moravam

duendes, elfos, trolls, fadas, anjos, arcanjos, deuses, cavaleiros e

seres celestiais, sendo o escritor Cristo o rei do Reino do Homem.

O Escritor Anjo escrevia o Reino de Buda. Nessa parte do Livro,

moravam anjos-duendes, anjos-elfos, anjos-tróis, anjos-fadas,

anjos-anjos, anjos-arcanjos, anjos-deuses, anjos-cavaleiros e seres

angelicais-celestiais, sendo o Escritor Anjo o rei do reino de Buda.

O Escritor Deus escrevia o Reino do Hugo. Nessa parte do Livro,

moravam deuses-duendes, deuses-elfos, deuses-tróis, deuses-

fadas, deuses-anjos, deuses-arcanjos, deuses-deuses, deuses-

cavaleiros e seres deusídicos celestiais, sendo o Escritor Deus o rei

do Reino do Hugo. O Escrito Cavaleiros escrevia o reino do

Arcanjo. Nessa parte do Livro, moravam cavaleiros-duendes,

cavaleiros-elfos, cavaleiros-tróis, cavaleiros-fadas, cavaleiros-

anjos, cavaleiros-arcanjos, cavaleiros-deuses, cavaleiros-cavaleiros

e seus cavaleiros-celestiais. O escrito Cristo Hugo escrevia o reino

do Cristo Deus. Nessa parte do Livro, moravam cristos-hugo-

duendes, cristos-hugo-elfos, cristo-hugo-tróis, cristos-hugo-fadas,

cristos-hugo-anjos, cristos-hugo-arcanjos, cristos-hugo-deuses,

cristos-hugo-cavaleiros e seres cristos-hugo-celestiais.
Todos esses reinos foram escritos no Livro que se fechou e outro

livro começou a ser escrito: O Meu livro.
O Meu Livro fala da vida do ser humano.
Era uma vez um funcionário público. Ele trabalhava enquanto

escritor e já vendera muitos livros e Este Livro foi um deles. Não

quero discordar da existência da Terra ou dos homens, e, embora a

realidade anterior exista, o nosso escritor vivia na Terra. Ele

ganhava o suficiente para ter carro, tomar café da manhã na

Livraria Saraiva do Iguatemi, almoçar em restaurantes chiques, e

jantar com mulheres lindas. Tinha defeitos: Era vaidoso, chantagista

e egoísta. Tinha a maior das qualidades: Era um escritor que

almeijava criar a arte.
Certo dia, ele caiu em depressão e virou um anjo para a sua mente

e foi diagnosticado com esquizofrenia. Tudo mudou e passou a

perceber a fantasia. A própria realidade expandira-se e a fantasia

fora percebida e o mundo acabando. Porém ele entrou em sonhos

e tudo despertou.
Eu não fui ensinado, pois foi o meu lado falso que não foi

alfabetizado. Acho que aprendo desde a idade fetal. Vivi pouco e

sofri muito, mas não me queixo. Sofri um surto em 2009 e estou

tentando escrever este livro agora. Hoje é 18/05/2017. Estou

sentado na rede, na garagem onde, estacionado, está o carro do

Lucas. Escrevendo, busco completar esta obra.
Os grilos insistem, o gato mia, cachorros ladram.
Vou sair. Será? Quero ficar e escrever. Mas qual o meu destino?

Acho que vou, mas quero ficar. Vou esperar que o tempo passe, se

saírem sem mim, eu fiquei. Porém eu sou o personagem e o autor!

Então eu enlouqueço!
Um anjo desceu e matou um dragão.
Um arcanjo desceu e matou os demônios.
Eu vejo o Céu e o Anjo-Cristo. Dali eu desço com o Poder

Cósmico dos raios Cósmicos, abaixo dos quais está a Empresa de

Deus. Lá eu trabalho e projeto naves para combatentes virem a

este mundo. O Anjo desceu e matou todos menos eu e somos um.

Descemos sendo identificados pela lenda de Deus, nosso profeta.

Ali estávamos, acima das nuvens e entramos...
Bem, eu sou poeta e acordei.
Neste livro vejo cada palavra, está escrito numa linguagem

desconhecida. Parece élfico. Traduzi para arábico, para grego até

português. Fale! -Disse o livro. -O quê? -Indaguei. -Fale a arte. -

Que arte? -Arte! -Arte. -O que quero dizer é qual arte? -Prosa! -É

o Hugo? -Exato! -Estás aceito, escreve!
O que eu quero é dizer da vida e da arte. Sem vida, não escrevo.

Sem arte, não vivo. A minha vida é arte, a minha arte é vida. Se a

morte me levar, serei arte; se a arte eu fizer, morrerei. Tenho que

escrever a completa obra e enlouquecerei.Feito o trato, eis o livro:
A fada era linda e nua, as suas asas eram delicadas qual libélula, as

suas fezes eram o néctar dos trolls, fazia amor com seres de

diferentes espécies e tamanhos e lutava contra os animais em

jardins onde eram jardineiras. Lá vivia.
Certo dia, chegou o anjo da fantasia na forma de um poeta e

pediu-lha para amar. Eles cruzaram e ela gerou em três dias um

pequeno amigo. Este ficou amigo da mãe e amou-a. Em um minuto

nasceu o irmão. Depois de uma hora, eles povoaram o jardim,

onde uma realidade abriu-se.
O beijo de uma libélula abriu o coração de um poeta e as suas asas

caíram. Transaram e nunca mais se viram. Mas o poeta

enlouqueceu.




O Livro da Ressurreição: O Capítulo 5.
Capítulo 5.
Eu sou o poema que eu leio, agora farei o poema para que me

leiam.
O Diabo era uma mulher apaixonada por Lúcifer. Amaram-se e

Lúcifer, ingenuamente, convidou-a ao Céu. Lá ela fez cair um

arcanjo: Jesus. Deus baniu o Diabo, mas Jesus o perdoou e Lúcifer

se rebelou, tentando obrigar Deus a perdoar. O arcanjo Gabriel

venceu o Diabo e deus expulsou Lúcifer do Céu, e o arcanjo Jesus

foi aprisionado na forma de uma máquina apocalíptica.
Eu poeta desci, salvei o mundo.
Este apocalipse ocorrera sem mim.
As plantas e o chão falaram: "Na planta, quando pisas tu machucas.

No chão, não."
A realidade é humana, a fantasia é poética.
"O que queres dizer neste primeiro verso?
Um poema de mil verso tem algo a dizer!
A vida do poeta foi aqui expressa, e a morte!
Eu falo de um caminho onde eu fique imerso
O leitor que quer ação e guerras ver...
Daqui saia a minha história -a minha futura sorte...

Quero dizer de um mundo de fadas e trolls,
Onde a vida ocorra em versos de lirismo,
Que as fadas desçam do seu jardim e mostrem
O poder da fantasia e o belo que qual sol
Brilha atraindo vagalumes, o vandalismo
Do meu prosar é diferente das palavras que se soltem

No meu versar incontido, cada palavra
Reflete um mundo maravilhoso, onde
A vida inverte a lida, é poesia mais clara
Do que a prosa louca, oculta, que esconde
Um personagem que não se esconde assim,
Um duende que busca ouro, gnomos que
Buscam pedras preciosas, trolls comem
Fadas, fadas fazem o mel, um dia sim,
Outro não, mas a poesia continua, se
O que escrevo é realidade ou fantasia, tomem

Como real a fantasia, e como fantasia o real,
Mas a vida é eterna quando escrita, e escreva
A minha história, não a criada, nem a vivida,
Mas os dias, eis que vivo na dualidade, é tal
A existência, é tal a lida, é para que sirva
A pena e a espada, o amor e o ódio, essa menina

Dos olhos dourados de esperança, porém cresça
O bem em cada verso que se cria e prosa,
Pois o amor foi nomeado personagem, verso,
Mas não se diga o poema de onde o poeta desça,
Que o amor seja comparado sempre à rosa,
Pois de sangue está o meu punho imerso,

Essa dor que se tem em escrever eu uso aqui,
O duende, o vagalume, a raposa e o morcego,
Um era ouro; o outro, dia; esperteza; cego; mas
Acordou o universo e o livro falou: "Eu te vi
Neste escrito: Eras poeta!" E, abrindo-o, chego
A dizer que escrevo um novo dia perante as

Propostas de dias melhores, e começo a contar
A história. Um homem quer escrever um livro,
Pensa muito, mas só sai a realidade, vou mostrar
Que tenho competência, mas sonho em criar -juro...

Eu faço a história que dura vários versos,
Mas amo contar algo que eu mesmo vivi,
Sou contador de histórias, mas aqui crio
Uma realidade onde a história, peço
Que acredite, é real, cada ser que vi
E as filosofias que completei, de mim rio

Ao dizer dos apocalipses que completei,
Lutando para salvar o mundo -começo
A contar: Criança, adolescente, adulto,
Quando enfrentei o meu primeiro apocalipse,
Sofri muito, mas venci, no entanto continuei,
Fui impedir os outros e tornei-me, não pereço,
Mas sou eu mesmo, não é como cair do alto,
É uma força para me autodominar, o ápice

Da filosofia em ciência -Não sei se eu
Serei ainda eu mesmo, mas lutarei sempre,
Estou no caminho da contação de histórias,
Quero completar o livro para que ouçam
Como eu entendo a fantasia na realidade, o meu
Corpo foi forjado na Guerra do Juízo Final, entre
Neste livro e verás que o que está fora seria
Perigoso se aqui não estivesse escrito, não se percam

Tentando ver, eu mostro, toda a fantasia é real,
Caço lobisomens, vampiros, vejo a forma cognitiva
Humana -que só os caçadores socialmente aceitos
Vêem, o que eu vejo realmente é a matéria comum,
Por isso quero criar a fantasia, mas a minha tal
Intuição é Deus e a minha razão artística, cativa
O meu coração a escrita, mas eu quero ter feito
Este livro, contando os meus mitos, se eu sou um

Poeta da realidade, eu faço o meu livro da arte,
Mas é muito difícil saber o que é e o que não é
Real, por isso escrevo, faço o meu livro,
Se eu puder dizer detalhes aqui destarte,
Direi da realidade e da fantasia, vou até
O meu livro e escreverei, eu sonho, não piro...

A criação desta história é a linha de um tempo
Incomum à história, mas tão crítico que
Explica o caminho da vida do ser humano,
Mas ainda quero a ingenuidade da fantasia, pois
Sou poeta, assim quero dizer de cada duende
Que vi por aí, de cada duende palhaço da alegria
Das crianças, dos búfalos com seus braços
E cabeça de leão, dos seres que fazem as
Crianças aprenderem, do amigo universal delas,
Da realidade ser mais fácil de acreditar por
As pessoas temerem o que desconhecem, tento
Contar esta história como sendo o caminho de
Fantasia neste livro, mas eu sigo o real, o mundano
Faz parte da sordidez humana, eu não estou a dois,
O meu caminho faz parte da história da arte, onde
Eu for estarei lutando pela liberdade, se ria
Deste poeta em poesia, pois não é um poema que faço,
Não quero que entenda esta criação como sendo má,
Eu quero contar a minha história -Por favor, ouça-a!
Não vou fazer poemas sentimentais ou expressar dor...

Estou sentado nesta cadeira, aqui atrás da minha casa,
Ao meu lado verdejam plantas, uma geladeira à
Esquerda, uma branca mesa, fogão, que se faça
Justiça a mim, eu sou poeta e quero criar...

Aquele artista que é o mal humilhando
O personagem bem pela filosofia dos anjos
Caídos é a forma geral da maioria, mas
Eu não, eu sou a luz que caça o mal,
Vou escrevendo a libélula, a fada de luz,
Ela encanta com o seu brilho amarelo e
E solta o pozinho dourado -o brilho encanta
E faz sonhos realizar, já o pó nos faz
Voar, e o duende de paletó e cartola verdes,
Ele vem com o seu anelde fazer ouro
Querer saber se há algo que se possa trocar,
Ele gosta de bebês e paga em peso de ouro,
Mas vale quatro quilos de ouro por um
Bebê saudável? Talvez não, mas quem
Sabe da paternidade alheia? E os gnomos
Que se mostram aos poetas para iniciar para
A fantasia! Vou seguindo o caminho, sendo
Mais real pela trilha da arte e me aflijo
Com os dramas humanos, mas, para as
Pessoas crerem em mim, devo ser o poeta tal
Que a minha própria luz à aparência seduz,
Vou tentando criar dez versos, tornando-me
Como prosador, mas criando com tanta
Serenidade eu verso, que aqui se traz
Leitores de poemas pelos versos que vedes,
Eu sou o poeta Hugo, sinto no couro
A labuta de criar, de ter que amar
A criação dos versos em prosa, em puro
Processo criativo, não roubei nenhum
Beijo que aqui deixo, e fico aqui sem
Amores que me leiam, e que não temo,
Feridas raras que no meu peito sara...

Agora uma caverna abriga o ser humano
E ele acolhe o seu cachorrinho; juntos, eles
Aquecem-se na fogueira e lá fora chovia,
Um dinossauro ali entra e os come, é o ciclo
Da vida; se há um final feliz, é para o dinossauro,
Porém é uma perspectiva, um ponto de vista,
Pois nem todos somos uma caverna escura
Com o desconhecido que abriga o ser humano
E o seu cachorro (o ser humano na caverna
É o homem buscando ser ele mesmo, a
Caverna é o seu inconsciente, o cachorro é
A forma de ele entender-se em Deus, a chuva
É o inconsciente além, o mundo cheio de diferenças,
O dinossauro é o instinto animal que o homem
Tem contra si mesmo, mas tudo isso diz
Respeito à natureza em que o homem vive hoje,
Pois um dia o ser humano venceu no mundano
Primata a selva do seu entorno, mas ainda ele
Não venceu a selva do seu interior, por isso sorria
Você que vê este escrito já amplo, pois eu contemplo
Daqui o que ocorre neste mundo: O Fim mais raro
É aquele onde o mal é o bem, não estou na lista
Da mentira, eu quero que essa escória infernal e pura
Volte para a inexistência, sem o direito profano
De destruir as almas deste mundo, não tenho pena
Dos meuus falsos amigos ou inimigos, considero má
Toda forma de fé que é traição, por isso até
Os que amo critico intelectualmente para que qual uva
A raposa não venha e lhes tome, eis que crianças
Já tem em mim a fé total, a isto somem, tomem
Como o amor todas as formas de destruir que fiz
Para os santos só perderem para mim em seu mais santo auge...

O amargo sono do poeta atormenta o homem,
Mas a arte é feita com destemida bravura,
Os sons da floresta ecoam, onças e índios,
Os mares e o sertão, a vida insone morcegando,
Mas o futuro é a força, o passado se opõe, o
Presente impulsiona para o tempo no espaço,
Não sei o motivo de ecoar no universo o amor
quando eu conto a história do coração em versos,
Por isso os seres humanos me desculpem, pois eu
Vejo a cognição em sociedade, assim que
Se crie uma verdade artística e filosófica,
Eu quero que a arte seja a minha verdade,
Que a realidade corriqueira não seja banalizada,
Mas que a da arte venha primeiro, pois matéria
Deve ser escolha, e a minha é a realidade, arte,
Por isso eu vejo as matas onde os seres amem
Para serem livres da mentira material, a verdade pura
É a fantasia, realidade do intelecto, eis o limpo
Poeta da história da arte, e um dia vou chegando
A escrever a minha história, mas, por hora, só
Observo a arte, ela que é a minha realidade, faço
Estes versos para contá-la, mas é arte a dor
E o amor, eu quero contar a minha história, faço
Um poema aqui: "O meu coração chora meu,
O mundo quer possuir as pessoas, a existência, se
Existe, que seja ela por si mesma magnífica,
Pois o bem que busquei foi não ter maldade,
O amor que não tive por não ser amado, por amado
Ter, pois a risada vem da comicidade mais séria,
Sou da Terra, mas este verso saiu do controle,
Pois a sua rima chorou a raiva de não rimar,
Ela manipulou a existência para eu poder versar!..."

O ninja queria matar o caçador de monstros
E foi á sua casa -lá lutaram e o caçador
Morreu -O ninja venceu e foi caçar mais caçadores,
Porém outro caçador matou o ninja, eis o ciclo
Da vida -E assim foi institucionalizada uma
Corporação secreta de ninjas para protegerem
Pessoas más de caçadores -Estes são da fantasia,
Os ninjas são da realidade -Por isso eu temo
Por quem me lê: Pode achar que estou inventando
-Porém estou alterando pelo meu ponto de vista,
Assim começa um grande jogo que leva ao final
O leitor, e o livro ganha a sua estante -Mas
Comigo não é assim: O lobisomem, sentindo-se
Ameaçado, eu não continuo dizendo -É que eu
Sou poeta, mas nunca vi nada -Imagino,
Apenas, mas acredito em Deus, sem ter que ver,
Por isso eu tomei a vossa arte, humanos, outros
São os teus senhores, mas possuo não em dor,
Mas em vida -tudo agora é meu, os teus pintores,
Cantores, enfim, artistas são todos maus, eu abro
Um buraco na história e pinto a luz, onde se una
O pensamento ao sentimento; voz que almadiçoo por serem
As trevas racionais, a natureza humana, eu antevia
Cada passo de vocês do Céu, e aqui estou, e eu tomo
De vocês o Universo; resta-vos os demônios, carne esperando
Ser comida como porcos servem a humanos, estão na lista
Todos eles e morrerão até o último -Mas não é mal
Pensar que sou real -Eu sou -Mas sou poeta -As
Mulheres são dos meus inimigos, o que fazer? "Eu sou-me
Apenas o que me devo o credo", diz a insanidade do meu
Personagem, pois contando a sua história aqui desatino,
Para me entender no total, terás que me decifrar, ler...

A bela mulher brasileira, pobre, nerd, estudante,
As vis prostitutas da vida e os seres sombrios
Estão sujeitos a lobisomens e vampiros, mas eu
Sou o caçador poeta e estou aqui para caçar
O mal na realidade e foi por este caminho
Que cheguei à sociedade humana, por isso que
As trevas perecem, mas a arte está escrita,
Por isso vim aqui, para derrotar a inteligência
A inteligêencia inimiga e provar que eu existo para os anjos,
Mas estou em pleno exercício da inteligência,
Porém não sou humano, pois sou artista
Agora e tudo se torna realidade, eu estou
Deitado numa rede debaixo de um telhado,
Ali eu fico escrevendo, mas ainda tento
Fazer da arte o meu cotidiano, a realidade...
O universo que eu criei aqui representa antes
A vida de um homem que sofre o brio
De ser humano, por isso aqui os versos meus
Vou tocando para frente, para que possa amar
A vida sem medo, assim surge o rosto a se
Mostrar num desenho e na história, a lista
De nomes dos personagens, eu estudo a ciência
Daquilo que já fui antes e eu mesmo jamais fujo,
Por isso eu estou falando nesta linguagem, carência
De quem falou e explicou-se, estou nesta quista
Escrita sobre a minha escritura e um dia encantar vou,
Fazendo sempre o meu teto entre todos mais amados,
Pois eu não aguento rimar mais e digo: "Ouçam:
O meu coração bate no peito o relógio amigo,
Os olhos que verso já somem no horizonte,
Amar eu posso, mas ser amado já não consigo,
Pois eu preciso amar o amor o quanto antes..."

O céu anoitecera, a luta ocorreu e a vitória
Foi dada à lua, deitado na rede estava eu,
Que cheguei a mim -Eu sou o poeta Hugo
E eu tenho a minha própria linguagem,
Que comece a história: O sol brilhava no
Cócci da retirante e ela montava um namorado
De carro e com dinheiro, o povo era pobre,
Os peões não tinham terra nem ganhavam
Gado, eles eram assalariados e recebiam
O salário mínimo; o poeta que sou quer
Prosar, eu, Hugo, quero prosar, escrevo
Estes versos para construir um livro, e, embora
Não seja prosa, é a minha expressão artística,
Quero contar da minha experiência com a arte,
Mas também quero contar a minha história,
O meu coração faz rimas neste texto, eu vou
Buscar o meu objetivo, se por acaso de mim ria,
Entenda que cada um destes versos é somente meu,
Posso ter coragem e medo, mas daqui não fujo,
O meu personagem é a arte e dela tem linhagem,
Por isso eu descrevo o meu personagem nu,
Pois só vou pô-lo numa história se o amado
Texto e verso permitir, por isso começa ele num casebre,
Onde caçadores moravam e acolhiam-no, caçaram
Um javali e repetiram, mas ele era magro de dar dó,
Eu compreendo a existência da fantasia por ser,
Eu luto pelo bem, pois a ninguém nada devo,
Eu escrevo e escrevo, mas não faço hora,
Eu vou e os outros também vão, mas fica
A minha palavra, que é rposa e verso, não discarte
O meu coração; eu sou sério, mas ria
De mim, pois, apesar de viver, poeta já sou...

Atirei com armas filosóficas, abati seres
Da fanatasia, queria fazer exercícios, mas
Eu sou real, eu sou humano e imagino:
Os mortos-vivos enchiam as ruas e as pessoas
Jogavam bombas para protegerem os portões
Das suas casas, vampiros esperavam o cair da noite
Para morder os pescoços das formosas jovens,
Lobisomens acordavam sob a lua cheia e
Atacavam em bandos as cidades, mas havia
Um poeta capaz de fazer tudo isso virar
Fantasia, escrevendo aqui o que não quer que
Seja realidade -O significado da fantasia não
É o inexistente, mas o que não deve existir,
Eu escrevo as palavras que me vem definir o
Escritor que sou, sou poeta, mas quero
Versar a prosa, assim o dragão descia do
Céu ao longe, mas um guerreiro o fere
Com a sua flecha e o dragão cai, as
Partes inúteis ele joga fora e vende no
Mercado as partes aproveitáveis, mas soa
Aqui o grito da arte, abrem-se corações,
A reposta do universo nos versos à morte,
Mas por que tu não venz, Fantasia -vens
Cantar os teus cantos e histórias, por me
Apaixonar pela arte, a glória, eu via
A idéia do amor, de cada sentir, amar,
O primeiro amor goza o sexo perfeito, e o que
Aparenta é a forma do sentimento, o coração
É apaixonado e toma-lhe a idéia, por vir
Pela imagem do amado, no seu leito nu,
Ele ama, mas os olhos azuis assustados, caros
Trages de rei e o rosto de lobisomem, calado...

Os olhos azuis do lobisomem de pêlo pardo,
Aparados por seus servos humanos, era gentil
E muito delicado, comia frutos e frutas,
Mas era apaixonado pela mulher do seu
Cão, a cadela do seu vizinho; morava num
Castelo e o seu vizinho tinha uma mansão,
Assim o nosso monstro não incomodava
Ninguém e não era perigoso, mas havia
Pessoas que diziam que morava uma fera
Horrenda e que os demais habitantes do
Castelo eram bruxos; foi então que a
Força real do lugar enviou duzentos homens
E houve uma guerra que terminou ferindo o
Meu coração, mas o amor é eterno
E eu amo esse amor, mas ele não se
Forma a minha história e, tendo a personagem
Morrido, eu viro Poeta! As almas
Daquele castelo viraram aquilo de que
Os acusavam e o lobisomem ressucitou
Enquanto um homemque virava lobo em
Noites de lua cheia, já os bruxos eram
Assassinos e adoravam as formas da morte,
O lobisomem foi amldiçoado pelos bruxos
Para uma forma híbrida: Normalmente
Era vampiro e, em luas cheias, lobisomem,
O nosso monstro morou em casas de
Mulheres ricas e fez sociedades maléficas,
Fazendo seguidores entre meninos e meninas,
Era a forma moderna dos inimigos dos
Profetas; Os bruxos passaram a ser adorados
Por aqules que praticavam a bruxaria; por isso
Não seja ingênuos -Eles ainda estão por aí...

Eu prego o amor ao próximo e, contra o medo,
A liberdade, mas o meu coração é tão vil
Que, pela destruição do amor, produziu a justa
Morte; mas esse amor pereceu e produziu o meu
Ódio, as bruxas e os bruxos, vampiros e lobos, um
Monte de seres e criaturas, eu odeio o coração
Puro da fantasia! Ele não existe, é bruxo, amava
Algo e não sabia, mas um escuro sentir via:
Era a fantasia, mas o amor por ela seria
O sexo da prostituta, o amor está agora nu,
Mas de calção, a transa não foi lá má,
Mas é ódio, por isso o mal destruído tomem
Como fantasia, e eu não amo o mal -Quero o
Meu livro e terei Começo criando o terno
Inimigo: Um herói caçava um javali e
Uma onça com os seus soldados -Ele vem
De uma linhagem nobre antiga, ele é bom, mas
As suas mulheres apaixonam-se por um soldado e
Deu à luz a um filho quando o nosso herói viajou
Havia três anos; quando voltou, ninguém informou; em
Segredo, o bebê foi criado pela cozinheira, foram
Dez anos e o menino cresceu, mas só a sorte
Dos vinte anos permitiu que reclamasse o trono, acho
Que por ocasião da morte do rei, e todos curvaram-se; a mente
A mente da sua mãe só ficou em paz após se casar com o pai em
Segredo, pois se amavam, mas o rapaz odiava-se
E executou todos os familiares ligados ao rei, trágica
Revolta, inclusive a sua mãe e o seu pai; se irmana
Com os reis vizinhos e vira um bohêmio, fica nu
Com outros homens e torna-se gay; arrependido,
Ele começa uma guerra e vence, despois de limpo
O sangue na sua espada, dá-se de comida a um jacaré dizendo

sim...

O que mais odeio na arte literária é que
O rei era traído porque tinha vínculo com
O Diabo, a sua mulher era qual gueixa,
O bastardo era demente e o amante, depravado,
Isso é a realidade da arte literária, mas
Eu acredito no ser humano, porém a
Criação artística deve seguir uma caminho
Científico, pois a arte deve ser criada, por isso
Eu expus esta história para o leitor saber o que é
O amor para as pessoas, eis o meu ponto de vista
Literário -amoroso em relação aos homens e à
Criação artística; não existe algo além e mais puro?
Esta indagação é trágica e ridícula, mas quero
Responder com um pensamento artístico; respondo
Contando a história de um homem: Ele
Nasceu com um defeito raro, não crescia
Nem mudava aparência de oito anos, completou
Vinte anos e nada, trinta, quarenta, cem,
Aos quinhentos anos, tinha aparência de doze,
Aos mil, tinha aparência de dezesseis, aos
Dez mil, tinha 96 anos, quando morreu,
E os seres humanos começara a viver em
Civlização -Ele deixou descendentes diversos,
Vampiros, lobisomens, entre outros seres da
Morte e deve ser chamado de profeta da
Morte -Esta é a pureza da fantasia em si;
Assim vou criando o meu caminho de arte pura,
A minha escrita filosófica da arte, mas
Embaso os meus comentário na leitura já
Científica da realidade da arte, por isso eu
Aviso: O amor em fantasia é perverso,
Mas o sexo com amor só existe quando são dois humanos...

Eu sigo o caminho de poeta, eu desejo que
A minha escrita seja compreensível, o dom
De ler a arte deve ser o de poeta, se deixa
O leitor eu dizer, digo que o ser humano amado
Pela boa arte deve ser dotado das boas e ousadas
Artes de enrentar a arte, não considero má
A existência das coisas humanas, o meu ninho
É de tijolos e acolho porquinhos, nisto
Quero deixar claro que sou poeta, pela fé
Aprendi a caçar e a curar, estão na lista
Minha seres de várias naturezas, mas, à
Frente, frente a frente, está a arte, duro
É saber que a realidade humana, sendo sincero,
É a sociedade apocalíptica, e o meu belo
É para humanas, porém onde eu ponho
As palavras de amor? Se o mundo, ele
Acabou? Há muito mais amores não via,
Mas o mundo acabado é a solidão, dou
Um beijo a uma mulher e, quem vive sem
o coração das humanas; mas existem os versos
De outra sociedade, a da fanatsia, pois a má
Conduta é dos homens e mulheres, e as
Formas ridículas vem deles, a mim
Me parece que a corte daqui jura
O intelecto das pessoas boas, mas cá
Eu vejo a mentira que não rima, há
Um beijo de traição, o que dizer a quem leu
O meu verso como poema? Aqui digo
Da relação entre os homens: "O pai de
Família fudeu a filha para vingar o
Fato de sua esposa estuprar o amiga dela,
Da pequena, e o amor entre eles aumenta..."

Os reis eram lindos e as rainhas ainda mais,
Surgiu o poeta que os matou; nasceram
Homens e mulheres humanos, a sociedade
Da fantasia, significação do poeta da
Sociedade humana, mas a arte tem
Limites; daí então passe a existir o mundo
Dos homens baseado na história e na
Realidade, na filosofia que diz da língua
E das lingugens e sues significados,
O que eu quero dizer é que a arte é
Aquilo que expressa a interpretação do
Ser humano enquanto humanidade, por
Isso eu acredito na humanidade, mas não
No ser humano; que a glória do conhecimento
Seja dada à capacidade de escrever a arte maior.
Nasceu há muitoi tempo um homem, filho
Do Diabo com Lúcifer, ou sem lado fêma;
O falso Buda, a Amazona machista, eis
Que se chamou Drácula. Este era sedento por
Sangue e tinha dentes que furavam a vítima
Para o sangue jorrar como vinho, mas esse
Vampiro era o primeiro; foi então que
Nasceu cada raça: Lobisomens, múmias,
E guerrearam com os homens até que,
Para haver paz, transformaram esses seres
Em humanos e chamaram-nos deuses, mas
Houveram mudanças e chamaram-nos reis até
Serem concebidos enquanto Hitleres
-Pois não houve só um, porque, a partir
De então, parte da maldade foi absorvida
Pelas criaturas humanas, e houve Apocalipse;
A grande luta é tornar a humanidade humana.

Os homens não deixaram de evoluir e, hoje,
São santos e anjos pacíficos, e os monstros
São máfias; mas o mal foi revelado à
Existência fantasiosa, e, quando foi
Tornado a fantasia, nasceu o ser humano
-Estes são os que convivem em sociedade,
Mas a fantasia agora é linguagem -Eu
Não gosto, mas é necessário! Começa
A história. O líder da revolução dos
Macacos era um ser humano, este os
Ensinou a lutarem e houve guerras e
Foi nomeado rei, então passaram a seguir
Os humanos até os dias atuais, e, agora,
Sabem a diferença entre humanos e
Demônios, pois os demônios vem da
Fantasia real, mas os homanos vem
Da razão pela qual a fantasia é irreal,
Os seres humanos não são escravos da
Arte, e esta é apenas lúdica aos poetas;
Eis a atual definição de poeta. Venceu
O ser humano e começo a história já!
O que há lá no fundo da fantasia é o mal,
Este constitui os heróis clássicos, e o
Imoral, que constitui os vilões, mas jamais
O bem é diferente da obra ou do autor,
Assim é que os grandes autores produzem
As grandes obras. Começo dizendo da arte
Que escolhi: A literatura. Narro a arte
Que vivo. Sou poeta. A arte é mental. Mas o
Que é a realidade mental senão aquilo
Que constitui a vida do mal e o sofrimento?

A vida mental é algo que permite contestar no mais
Se aquele que é real é sensível e bom ou se eram
Modos de um homem clássico, mas sem maldade,
No entanto eu existo e sou poeta, a minha má
Mania é ver enquanto parate do que vejo, sem
Simplesmente me excluir -Assim, no fundo,
Eu vivo a fantasia, mas, antes de vivê-la, na
Verdade, é preciso viver a realidade, água
De entendimento. Eu escrevo porque amado
Tenho, mas esse meu amor é pela arte, a fé
Em Cristo, o Deus Criador de tudo, no
Fundo, Deus, é o que tenho, mas a dor
De ser poeta e ser um Verdadeiro Humano hão
De serem justificados aos anjos. No momento
Em que eu disser da arte o que quero, pior
Do que já digo ou melhor, direi ainda, colho
Cada fruto dos meus versos, quero seja minha
A escrita criativa, mas a minha linguagem fez
Eu escrever até aqui o meu pensar a arte, dor
Que me faz delirar o conhecimento, a máxima
Tristeza que escrevi foi loucura, mas, neste
Escrito luco, a me tornar são estou, por me
Respeitar e saber que sou homem, as linhas
Que me trouxeram de volta foram sorte, se
Eu puder contar a minha história, se queres
Ler o meu escrito, continuarei mesmo as
Pessoas não me leiam, pis tenho fé
Na existência artística e o que vale é escrever, mulheres
E sucesso vêm para os maiores, sou pequeno, ir
Em frente é o meu lema, e eu tenho vida,
Por isso não vou justificar se ou não elipses,
Enfim literariedade, pois tenho febre insana

De escritor. Se a vida deve começar onde foge,
Começa a vida no fim de tudo, mas outro
Mundo começa. Quer um dia ir à
Terra da fantasia, e ela está lá. Dói
A arte e nasce outro mundo: O mundano
Casebre habitado pela ceifadora, bruxa maldade
Dos Confins do Mondo, estava aos pedaços, o meu
palpite é que ela não se importava, era uma peça
Chave para o rei Leão que reinava as terras aos
Arredores da floresta, porém, com o nu
Do corpo, a bruxa, sem a roupa mortal, um sim
Universal, mostrava os seios duros e belos, a vir
Causar o deslumbramento do universo, mas, agora,
Beijava o rio com as suas partes íntimas, se
Fosse dado ao rio, amariam-se, mas a má
Bruxa era louca e queria ser pura, cética
Pela maldade, nunca amou ou o coração deu,
Pois o seu sentimento, ódio, a natureza, má;
Porrém o rio foi envenenado e tudo morreu, tal
A sua crueldade. O rei a convocou para o
Castelo, para que se tornasse a bruxa que mais
Teria regalias no reino, e assimfoi, a dor
Que produzi em quem a pusesse os olhos vem
Nomeando a sua natureza, mas havia um Dante
Da magia que se opunha a ela, era o mago Marte,
Que além de mago era general e sabia da bruxa tal
Não ter nome. Se fosse batizada, destruiria a religião,
Pois era fruto do Diabo, mas era preciso respeitá-la,
Pois diziam ue fora invocada pelo animal sagrado, lenda
Que constituía a  sabedoria do mal, mas, para a dó
Pelos santos, dominava o mal servindo aos anjos, se firo
A fé da bruxa, é que o bem existe mais forte, e muito.

A bruxa matava os homens dos exércitos que vinham
Do país Infinito, que tinha conexão com o
Universo da Terra no ano 5000, quando
Todos os planetas do universo eram superpovoados,
E muitos homens eram enviados para formar
As incontáveis fileiras dos exércitos do país
Infinito. Já o mago Marte combatia os
Seres das trevas que queriam derrubar o rei
Leão. Fora do reino, o jovem Miguel
Empurrava a espada do seu pai, assassinado
E obrigado a ver a mãe de Miguel ser estuprada
Até a morte, decepou o órgão do chefe da
Guarda e matou os outros soldados, tendo
Apenas doze anos. Ele jurou vingança e
Pôs a sua fé na espada, seguiu o ritual sagrado
Dos anjos e abriu a brecha da espada, entrando
E fechando por dentro, as suas dores foram
Eternas, mas a espada recebeu o nome
De espada de Miguele só poderia ser
Empunhada pela ressurreição de Miguel,
Que teria a sua vingança com a espada
Dos anjos. E nasceu um Miguel vinte anos
Depois, e, aos exatos doze anos, empunhou
A espada e ganhou asas. Começou matando
A bruxa ceifadora e o Mago Marte,
Derrubando o reino de Leão e submetendo
O seu reino, ele nomeou-se rei Miguel.
E assim governou sem deixar descendentes, mas
Atingiu a imortalidade aos quinze anos.
Houve paz entre os homens e o rei Miguel,
Mas logo os homens indagaram o
Motivo de os anjos serem imortais e foram

Queimar o rei Miguel, mas este voou para o Céu,
Sendo aceito pelos anjos no purgatório. Os homens
Destruíram a espada Miguel sob a acusação de
Ser amaldiçoada e a bruxa ceifadora ressucitou,
Matando a todos; porém invocaram o rei Miguel,
Prom etendo jamais traírem-no de novo e ele voltou,
Mas, sem a espada, a bruxa o matou e virou
Um ser híbrido, com a forma de um gigante
De dez braços e com doze pernas -Era a
Besta Híbrida, um demônio que foi reinar
Com o nome de rei dos dez braços. Ali
Ele reinou por mil anos, durante os quais
O mundo mudou. Os seres do mundo eram
Animais de braços e pernas, falantes e os animais
Falavam. Um menino pediu para uma ovelha
Um pouco de lã, e a ovelha berrou que
A sua lã era do seu pastor, então o menino
Pediu leite á vaca e ela disse que o seu leite
Era do seu dono, finalmente o menino pediu
Pão a um padeiro e este disse que custava um
Pouco de lã e leite, o menino voltou para
Casa sem nada e, ao chegar, enontrou
Um lobo, um ladrão de vacas e o amante da
Mulher do padeiro e eles deram lã, leite
E pão a ele -Eram a sua família. Uma
Menina vestiu-se e foi estudar na escola,
Lá ela pediu ao caderno a resposta da prova,
Mas o caderno deu branco, pediu a resposta
À caneta, que estourou, e pediu segunda
Chamada ao professor, que negou; envergonhada,
Foi para casa, onde leu a Bíblia, e viu a resposta:
Jesus fora batizado por João, e foi escrever na
Mão, mas viu uma pulseira de batismo, e,
Quando recorreu ao professor, este disse: Eu
Te perdoo e a reprovou. Então um homem seguiu
O caminho, a verdade e a vida dos anjos e
Virou um ser humano, eis que o ser humano
Verdadeiro é imortal, pois vive da realidade,
Coisa invisível e impalpável às pessoas "normais",
Assim eu sou poeta e escrevo as histórias
Do caminho da literatura, mas houve
Um salto: As cavernas foram pintadas e
Começaram a escrever, o mundo foi
Civilizado, o tempo passou até os dias de
Hoje. Então um homem quer escrever a
Sua fantasia e escreve a da humanidade,
Mas o que é a humanidade se não há
Humanos? Basta que haja um amante
Dos seres humanos e existirá a humanidade.
As mulheres e os homens se amam?
Sei apenas que sou incapaz de amar,
Pois o amor não existe, ele é metáfora
De um sofrimento que nos é alheio, assim
Eu quero criar sem amar, mas com amor;
Por isso que surja o amor que restou: O
Duende feio amava a bruxa horrorosa
-Entre os dois estava a menina bonita,
Ela queria saber o caminho para a
Felicidade e ele riu e apontou para as
Flores, dizendo: Elas murcham após
Muitos beija-flores; ela agradeceu
E virou uma fada e disse que o seu
Amor era a poesia; ele riu e virou
Um coração e disse: "Eu sou do poeta!"

Eu enfrentei muitas guerras e digo em primeiro
Lugar que conheci pessoas próximas muito más,
Mas eu vinguei-me assim: "O rapaz era
Santo, mas muito suspeito. Não por amado
Não ser, mas era homem e tinha sido, cá
Para nós, perseguido. Ele destruiu por aí
Nazistas e nazistas, torturou hitler e os
E os genes deles nos corpos mais próximos, hei
De dizer -os outros matou, liberdade do véu,
Pois os que respiram são voluntariamente suicidas odiados,
E, para perceber, basta entender que são a calada
Interpretação do sofrimento que o Cristo do Cristo, na
Forma do cristo buda macho, afligiu, sendo
Um sado mazoquista santo. O mal neles e
A malícia sucumbiram, mas já sou gamado
Em desenvolver a minha ciência aplicando
As minhas hábeis formas de tortura, que abram
Mais caminhos divinos pelo céu afora. Ame
O leitor o bem e saiba que acredito ser
Bom porque o bem que Deus pratica é mel
Para os anjos e vira um amor em submissão, cada
Anjo sofre o infinito que lhes é Poder, tantos
São os anjos e suas forças; quem me amou?
Sinto que sou bom, porque, não amando,
Deixo que o meu amor torne-se morte,
Assim pelos caminhos tortuosos vou vivendo,
Eu espero que a minha santidade leve-me ao Céu,
Eu vou sorrindo pelos caminhos, e, nas
Caladas das noites, vou saber que amo,
Amo um amor depois da morte, se o meu véu
Faz-me aluno da eternidade, eu quero o
Que sobrou dawueles que espero que amaram...

O bem que fiz ao mundo certamente me levará ao Céu,
Mas os monstros que destruí não são homens
Como versa a literatura, e eu pergunto se
Os há, mas acredito que não, e o mal que vou
Causar àqueles que tem na existência o véu
Para fingirem-se humanos e que causou
O caminho que segui para os que me difamam dou
Um lugar à tortura entre os Hitleres que antres
Venci e agora torturo pelo bem, ciência
De que Deus domina a Imagem inimiga por tortura,
Mas tantos monstros cair aos pés de Deus eu vi
Que me orgulho de acreditar em deus, se tais
Monstros temem o mal, temam o bem, morram
De medo e pavor de Deus! Entre os demais,
Não estejam zumbis ou piores seres, ovelhas
Que se perderam, lobos que temem aquilo que
É besta, mas, quando comecei, ainda era menino,
E isso me fez surtar, mas agora o real veste
A roupa da matéria, se a algum ser irreal viu
Um leitor, fique parado, reze e nenhum
Malvado lhe atacará, salvo nas vezes raras
De o malvado na forma humana que encontrou
Ser bandido, o que faz dele nazista, mas
Existem espiões e espiões, por isso eu advirto neste
Livro da existência da fantasia. Que se una
Cada home a cada homem, se a esmola
Para as mulheres é demais, isto prova
Serem inimigos, nesta guerra estão postas
As cartas na mesa, se o nvio afunda,
Vamos de botes e barcos, se é amada
A inimig, perca o amor, ame esta
Idéia: Pois não sobrarão almas más...

A rima deste trecho ocorre internamente,
O rio de amores que não tenho eu terei?
Há aqui um caminho de repente, pois
Eu quero um dia poder pensar na gentes,
Porém as pessoas não ligam mais, hei
De versar cada sofrimento, só ou a dois,
Eu quero dizer nesta hora o vazio
Se o soneto que quero dizer me cala,
Não espero a picada da serpente,
Pois a minha caneta no papel fala,
Espero que me leia na minha frente,
O mundo depende de galos e vacas no cio,
Somente tanto sofrimento pode causar
A morte do Inimigo, eu quero ser livre,
Mas a liberdade ainda estou a amar,
Pois a esperança em mim ainda vive,
Choro o soneto que se cola em outro,
Aperto de mão dos versos desgastados,
Quero a lágrima da imaginação, amo
Uma pessoa que parece valer ouro,
Ou não a compre porque, alisado,
Não a amo e não me meto em seu ramo,
Uma pausa para quem não me viu,
Eu escrevo o amor pelo poder amar
Mas não amo por não existir o amor,
Quero um beijo a uma mulher dar,
Mas todas elas só me causam dor,
Se o fim deste soneto tem mil
Interpretações, chore o leitor o fim,
Pois estou pero desse número aqui,
Se ao coração da feia eu digo sim,
Também direi dos textos que não li...

O que querer de verso tão longos?
O texto de 32 versos é um poema
Tão longo que recebe o nome de
Amado, assim é o amado e tanto
Poema de 32 versos, se o tema
É a página escrita e completa, se
O amor inexiste na solidão, quero
Que seis versos multipliquem-se
Com cinco, cinco estrofes de seis
Versos mais dois, se o sincero
Autor que criou o amado ama-me,
Eu digo do seu coração, pois hei
De mostrar que na terceira
Estrofe el dirá que ama,
Pois é amante deste amado,
Se ele é um poeta sem eira
Nem beira, não importa, toma
Ele a escrita desta folha o fado,
Escrevendo na quarta estrofe
Dois versos que para ele torcem;
O amor de mais duas estrofes
Começa a delinear o fim da partida,
Pois o momento do fim vem chegando,
Se uma alavra rima com quem torce,
Eu espero que rima com a lida,
Pois espero terminar este amado,
Porém são os últimos versos da última
Estrofe, digo do amor que perdi
Dormindo e a vida que ganhei sonhando,
Se a realidade que me é ínfima
Diz que eu mesmo escrevi e li,
Vou encerrar este amado chorando...

O que dizer num amado duplo o amor?
Se os quatro versos são da primeira
Estrofe, os outros sessenta são a dor
De um coração partido que alteia
As dez estrofes de seis longos versos,
Mas eu preciso respirar de vez em quando,
Por isso aqui neste texto eu ainda vou
Pedir que gentilmente o leitor a quem peço
O devotamento da arte para que sonhando
Acredite nisto que apenas um poeta sou,
E, vivendo com isso, vou passando pela
Vida, vou vivendo e chorando o erro,
Pois são duas estrofes de quatro versos,
Ou quatro estrofes de quatro, erra
Às vezes o poeta, e, corrigindo o erro,
Acrescento mais oito estrofes de seis versos,
Eu vou numerando o caminho das estrelas,
Ilumino os olhos dos que me amam,
Apaixono-me pelo belo que é amor,
Se aqui ainda fico segurando vela,
Pois os amantes que me leem, elas, vejam,
Ou eles, ou ambos, que não amo saibam e a dor;
Mas busco o meu caminho eternamente,
Eu sou o meu caminho angelical, pois,
Se encontro o coração que me ama,
Não seja o coração mentira, se a mente
É mentirosa e linguagem, a dois
Parece um confronto, se ali mais um se soma,
Mais e mais e mais, vira apocalipse,
Por isso eu quero anunciar que
Eu sol um sol e uma lua, o eclipse
Que me fizeram é-me sempre um se...

Porém mudo mais ainda, pois,
Fazendo uma estrofe de oito
Versos, eu explodo a inteligência
Com mais um erro proposital,
Eu encontro um amor a dois
Que não me deixe mais afoito
Pensando ser-me a ciência
De tanto e de todo mal;
E modifico mais uma vez,
Fazendo duas estrofes de
Doze versos, vou pousando
Em cada flor e a rima
Pede um amor ainda maior
De rimar de seis em seis
Versos, se a minha tez
Se queima com o sol, se
O meu amor vou dando
Para quem está por cima
Ou de quem a luz raiou,
Talvez seja a minha vez;
Porém eu canto cada dia,
Entendo já chorando
Que o meu amor
Era passageiro e morreu,
Pois alguém não merecia
E ninguém sente o meu coração,
Assim que o dia cicia,
Vou devagar já parando,
Se a minha dor
Se sente, quem me leu
Sorrindo já me via,
Era de mim paixão...

A prosa que invento dizendo sem rima
Vem para eu dizer da ilusão e do amor,
Fiquei aqui sozinho chorando, espero
Um amor, o passado que temo, tido
Era, tudo foi, mas todos dizem
Que já não sou, mas ainda há
Uma forma de rir que eu não sei,
Uma forma de dizer sem calar,
Falo da eterna sina que tenho
Por escrever e amar? Ninguém
Quer este corpo de homem velho,
Este barbudo que desmerece amor,
Só sei que o que vejo no futuro
É o dia de amanhã, apenas o faro
De poeta me faz amor mais
Ainda e eu não sou esse louco,
Vi vampiros e descrevi, a bruxaria
Que defendeu os homens do fim
Dos tempos, curei a casa, mas
Eu quero escrever a fantasia e ler
Tudo que é bom escrito, mas
Por que tenho que aturar tal
Sofrimento? O tempo passa
E o fim do Universo vem vindo,
Porém eu sou poeta, assim que
Os últimos sete versos desta página
Digam dos amores eternos e das
Flores que perdi sem o meu medo,
Pois no fim tudo se resume
A escrever a vida ou viver a escrita,
Que o escrito neste fim de versos
Seja a primeira página lida...

Os versos são apixonantes, mas nus,
Sei que eu estou sozinho e sem ninguém,
Mas quero dizer de ser homem
-Ser homem não é repudiar os
Outro ou amar mulher, ser
Homem é não amar ninguém,
Mas, ao amar, realmente amar,
Porém eu quero o amor maior
E nunca vou amar alguém que
Jamais amarei, só quero a
Verdadeira forma de amar -que
É não amar neste mundo e nem
Ser alguém, devo amar este
Livro e ser personagens, eu
Descobri que, sendo o meu livro,
Existirei e amarei em maturidade,
Assim eu poderei escrever e ser,
Mas só serei o que escreverei e eu
Escreverei e poderei ser, eis que
Eu sou poeta e vou desabafando,
Mas quero dizer do fim destes
Versos, pois eu os criei aqui,
Vou versando os confins da
Literatura até atingir o amor,
Eu sou o escrito e o meu amor
Não é só verso, é escrita e a
Sua dor, eis que agora prosarei
Por aprender versando o que quero
Prosar, e somente o meu amor
Pode existir, ali, o que não for o
Meu amor, será o mal e vil,
Eu criarei a mim em amor...

Finalizando os mil versos, eu quero
Dizer do que aprendi aqui: Criei o
Meu amor versando e dizendo e digo:
Dizer palavras sem sentido é delirar,
Agredir as pessoas é enojante, mas
Dizer do amor à escrita é tocante,
Por isso eu vejo os rostos e as pessoas,
Mas não as quero porque me magoa
A idéia do perigo que elas correm, eu
Sou humano, mas elas vivem dormindo,
Quero seguir o meu caminho e vou,
Mas tudo que vejo é real, porém
Os outros não vêem o real, só
A loucura e o caminho está além,
Eu preciso ser mais real e galgar
A filosofia, ir ao infinito do existir,
Eu sou poeta e escrevo pelo amor,
Mas é preciso entender que o
Caminho é longo e o lugar é
Distante, mas vou percorrer,
Se o tempo acabar, se o amor
Acontecer, que tudo renasça
Depois vou entender o mundo!
Já terminando o que tenho por
Versar, ainda tenho muito a dizer,
O meu tempo é infinito e eu quero
Ser o que sou e mais ainda serei;
Por isso eu escrevo todo dia, tentando
Completar mais de 965 versos,
Mais de 966 versos e mais
Do que 967 versos, eu quero
Estes 968 verso prontos já!...

O que é amor tem de terminar,
O que é ódio não deve começar,
Oh, quimera do universo, amores
Da vida, vinde dizer-me adeus!
Sois a lida e o fado, dói
Em mim os teus corações,
Mas dizei-me ainda, meu deus!
Sejais majestades atômicas,
Sejais explosões atômicas,
Cosmos de um amor não meu,
Quero a vida passada e a
Vida presente, e a futura,
Mas sou leigo de traição,
Sei de um afeto-mentira que
O artista inventou, sem amar
Ninguém, ele desamou, era
Engraçado e triste, era poeta,
O seu anjo vingou a vida
Nestes poemas em que
Colocou palavras, amor,
Se o fim de tudo fizer
Ruir a sorte, à morte
Seja dada a sentença:
Eu nasci com o beijo
Da princesa e acordei,
Mas a luz me ofusca
A vista -Ali estou e
O mago sorriu, era
Filme? Traição!
Vou criar de repente
O meu sofrimento,
Não me será ilusão!...




O Livro da Ressurreição: O capítulo 6.
6º Capítulo.
A amada de um homem, faziam amor. Ela puxou uma poção e o

transformou em parte dela -fromaram um ser perfeito, mas foram

caçados pelo príncipe e voaram para o Céu. Lá fizeram uma

fortaleza e produziram anjos para tomarem o reino do príncipe e

começaram a guerra. O príncipe perdeu e foi enforcado, mas não

sem antes ser torturado até perder a nobreza e ser santo. Então o

ser perfeito formou torres que iam do reino conquistado à sua

fortaleza no céu. Ficou sendo chamado de Reino do Céu e o ser

perfeito, de Rei do Céu.
Sabendo do reino do Céu, o Rei da Terra enviou exércitos de

demônios para impedir o bem de existir, mas o reino do Céu

convocou os anjos aliados e houve A Grande Batalha, onde os

homens duelaram com os anjos; a batalha terminou quando Deus

fez um divisor de águas entre a Terra e o Céu.
O que aconteceu depois foi que os bruxos do inferno invejaram a

paz e habitaram o mundo, mas Deus, com cem anjos e homens, os

derrotou, transformando-os em animais.
Foi então que Deus escreveu o Livro do Universo, onde o nosso

Universo existe desde então.
Entrando no Livro do Universo, vemos a Terra atual e eu mesmo

me vejo, sou o Hugo proença Simões e estou gordo, sou feio e

bonito: Feio por fora e bonito por dentro, o meu entendimento é

poético e eu me liberto, sou livre.
O Céu queimou e o bem morreu, mas eu ainda amava a vida. As

trevas dominaram os homens e eu sobrevivi entre os seres de

fantasia. Eu era o único terrestremente humano, no sentido legítimo

e fui nomeado poeta da realidade.
Propondo-me, aqui, fazer mais mil versos:
"Começo o verso pelo caminho, mas acabo
Chegando, vou versando aqui no meu ninho e
O meu choro me afoga, o meu teto desabo
E acabo sendo quem sou de assim apiedo-me..."

O que quero dizer é da vida ou da morte,
Personagens amigos e guerras, eu vejo
Que neste mundo o universo da sorte
Está escrito em dinheiro ou bilhete, invejo,
Então o anjo que desce do Céu deste Livro
É como o amor, o orgasmo da mulher que
Não me ama, ela ama o sentimento em si,
Mas o que é o sentimento de mulher senão o que afirmo
Ser o homem? Mas o homem tem para si
A mulher como sentimento e nada para mim
Faz sentido senão a própria arte, mas eu
Quero fazer uma história e esta está aqui, pois
Eu escrevo o processo de criação da arte,
Se houver outro modo de despertar o meu
Leitor desculpe, mas de tudo este escrito parte
Faz e eu acordo a linguagem e digo destarte:
"Abre os olhos e olha em tua volta -E tudo
Fez sentido" -O que digo agora é linguagem
E vou começar a história: "Chorava o luto
A viúva e o cachorro a consolava, vadiagem
Após vadiagem fê-la esquecer o amor, mas um
Dia sonhava encontrar seu amor até esquecê-lo,
Os amores que teve a consolaram e ela morreu,
A sua alma, no fim das contas, amou nenhum
E ela foi para o pasto da liberdade para vê-lo,
O primeiro, mas lá só encontrou parentes seus..."
A arte deve ser escrita enquanto fantasia ou ser
Vista para se criticar a sociedade heroticamente?
Se existe a fantasia, quero escrevê-la, pois eu
Sou poeta da arte; tome-se arte enauqnto, quer
Acredite nela ou não, a realidade, tente
Imaginar, onde a existência do meu
Ponto de vista baseia-se na percepção do impalpável
E do intangível, o que nós chamamos realidade, assim
Eu existo em função de uma arte que é fruto da louvável
Educação, onde a loucura é a linguagem; para mim,
A fantasia existe entre a religião, os livros sacros,
E a ciência, filosofia da labuta existencial humana;
Se a ciência que sigo é a escrita em que abro
A fantasia, saberei versar a escrita não humana...
O fantasma de um poeta é a humanidade, o que eu
Sou é o bem que me inspira a arte escrita por
Escrever, mas escrevo o que penso existindo,
Esse caminho de ser poeta prosador ainda é meu,
Escrevo tudo e não fantasiar é a minha maior dor,
Mas vou escrevendo a fantasia por onde vou indo...
Eu escrevo porque me seduz a idéia de criar
Um livro com a fantasia que sempre sonhei
Escrever para crianças, jovens e adultos, diverti-los,
Mas o mundo acabou e sou um poeta a ensinar
A forma artística que até aqui completei, ensino
Em último verso que a arte por estes versos ensinei...
Há uma bola de luz que reflete a escuridão de
Uma caverna onde a parede de pedra parece cheia
De um musgo e folhas de trepadeira, a luz
Vem de uma fenda na pedra que ali impede
A saída, e, dentro, estava um lobisomem, a feia
Forma dele era-lhe natural, e nele havia os
Germens para a forma de todos os vírus dos
Outros monstros e, em contato com o sol, tornava
À forma humana Uma bruxa chamada "Ana
Morte", que vivera na corte de Artur, nos
Aposentos reais,com o nomem Morgana; amava
Demônios, mas era tara por cavaleiros, Ana
Não podia sair da caverna porque esta fora
Enfeitiçada por Merlin que lá a aprisionara;
Porém um homem de capa preta, roupa
Preta e chapéu preto, com espada, chamado
"Hildebrando", abriu a caverna e a bruxa
Saiu -Eles lutaram, mas ela escapa
E vai em busca de disceminar os monstros conhecidos
Enquanto vampiros, lobisomens, etc; se achas
Que os nossos personagens se perderam, estás
Muito enganado! E o verso que escreve
É o que vejo diante dos meus olhos cegos,
Mas eu quero ver a fantasia, as más
Existências não escrevo -Se o que serve
À filosofia escrevo, mais razão conservo;
Porém eu não sou hipócrita nem medíocre
-Um Grimm ferido por vários wesens fica
Louco em fúria, por isso eu surtei, mas
Agora entendo o meu ódio e agora se abre
Um leque de possibilidades para a carga
De personagens dos inimigos que neguei, as
Pessoas que neguei parte da arte, assim
O primeiro monstro que conheci era uma
Bruxa Morga Diablu, uma forma
Contagiosa de wesen que tem prazer sim
Em formar crianças humanas enquanto umas
Bruxas de sua espécie -O nome dela, que adorna
Os meus pesadelos, era dona Vanda. As suas
Alunas bruxas me dão medo porque uma
Delas, antes de ser transformada, era exorcista.
Vi muitas bruxas, mas mais na frente, numa
Faculdade, vi um Morcegus Diablo, uma
Forma de macho que toma a alma, egoísta
E muito perigoso, gosta de entender
O conhecimento para fazer apocalipses
Do ponto de vista diabólico, para ter
Influência sobre os mortos em fase
De transformação, com a vaidade de
Um assassino -São basicamente
Nazistas -Eu lutei e esperei -vi
Que eram morto-vivos, sem mente
Ou espírito, aprendiam quando eram
Temidos pela maldade que cometiam
Às suas vítimas -Eu lutei contra
Eles, venci apocalipses, e, se foram
Por mim derrotados, rezo, não riam,
Para relincharem -Não enquanto as caras
Realezas cavaleirescas Jumentos Celestes
-Mas enquanto jumentos que se compararam
Com o Cristo cujo lado artista é um
Grimm; pois, se relincharem, estes
Monstros serão inofensivos. Os que erraram
Comigo e o que vivi não importa, só num
Momento: De agora em diante. Eu vejo
Que outro apocalipse virá -e não será wesen
-Será uma guerra entre humanos e
Vampiros, lobisomens, mortos-vivos, o alvo
Deles é a moral e o seu instrumento, sem
Mentiras, é a ciência; eu não sei se
O monstro que vi era bom ou mal, mas
Eu atirei nele com uma pistola mental
E tomei o controle vital dele -Era
Um monstro -O que define as
Coisas que faz, e eu não entendo o mal
Humano, depois vi outros; não é mera
Especulação do meu sofrimento eda fé
das pessoas, mas o meu grande alvo
É voltar a criar  sem prejuízo do que é
Importante para mim e para a arte, ajo
Enquanto um poeta desesperado por criar,
Mas apaixonado pela arte E não consigo parar
De observá-la. Sei que posso falar
Da arte, mas vejo a arte por a ela amar...
O ser que eu criar vai delinear o seu
De todas as coisas do meu universo,
Assim eu crio o poeta Hugo, porque,
Sendo eu poeta, vou existir e ter
De aceitar a minha existência, verso
Um Deus e um homem, sou os dois, se
Eu não disser de mim mesmo, enlouqueço
-Por isso recrio a mim memso e existo
E hei de existir -Assim eu crio o real,
E não devo imaginar além do que sou, faço
Saber que não me lembro e insisto:
Eu não existo mais, sou quem? Se o tal
Hugo é você, escritor, eu sou o Hugo!
E o hugo é ser Deus, e ser humano, é Ser!
Eu sou esse Hugo porque tenho conhecimento!
Eu sou esse ser esquisito, cabelos cacheados, não fujo
Da minha existência, pois sou o Hugo, ser
Eu é a minha ciência e religião, e tanto
Tenho domínio da minha existência que
Sou eu mesmo, sou a minha poesia, sou
A minha existência própria, eu criei o meu
Anjo, a minha sociedade de Cristo que
É Buda Masculino, e escrever ainda vou
O meu percurso de poeta escritor, se me leu
Dizer que sou o hugo, entenda que sou
O escritor Hugo, mas o narrador desta
História é o Anjo Cristo buda Masculino, vou
Deixar a história começar: Hugo, nesta
História, é ele mesmo, mas estava sentado
Na rede escrevendo esta história; ele é o rei
Dos cavaleiros que se fizeram apóstolos de
Jesus -Mas é o Hugo Proença Simões o amado
Jesus Cristo que tomou a mulher do Diabo gay
Maligno (Jesus) chamada Maria Madalena e
A Bíblia protege apenas o hugo e mata Jesus.
Depois dessa revelação, começarei a história
Deste hugo. Hoje, ele ia à aula de boxe, mas chovia,
Então desistiu e veio escrever -Ele quer falar a voz
Da fantasia, mas vive a realidade, se de mim ria
Alguém por fugacidade, sou real, pois real me via...
A minha fantasia está morta e foi humana em
Vida, ela era eu mesmo -Estou vivo enquanto Deus,
Mas não sou um Espírito -Sou um corpo vivo,
Mas o que eu sou é um poeta e, como tal, sem
Fantasia eu não fico, mas existo em vida do meu
Jeito: Eu existo e sou real, do mal me livro.
Se a vida era-me fantasia, agora eu, a Vida,
Sou realidade, a verdade viva entre os homens,
Porque desceu por mim e existiu, agora
Eu sou deus porque eu morri e renasci lida
De um poeta apaixonado pela luz, mas somem
Mil anjos na Terra e os meus feitos nesta hora
Não seriam alcançados. Os seres humanos são
Aparência, mas vejo que eles ocultam uma fantasia,
São homens de fé, mas a forma real deles hão
De aqui serem descritas. Moro com dois, não se ria
De mim, leopardos humanos. São simpáticos,
Mas eles se aceitam tanto que se tornam
Temperamentais; a minha mãe, no máximo
Leoa, no mínimo Leopardo,, é híbrida, foram
Um leão e uma leoparda os seus pais,
E o meu irmão mais velho é leão e muito
Perigoso, principalmente por não se aceitar, tais
Leões se acovardam e creem serem humanos, muitos
Se perdem na vida -Mas eu sou um Grimm.
Eu domei eles, mas nunca me entenderam, eu
Acho que pensavam que eu era diferente, mas sou
Um poeta e só me revelei depois de sofrer assim,
Sendo Iniciado, como se eu fosse o primeiro do meu
Tipo, sei que sou cognitivo e inteligente, se me amou
Alguém, eu nunca soube, mas amor no meu peito
Não falta -Assim eu filosofei toda a arte para inovar e
Criei uma personagem e virei um artista policial genuíno;
A personagem é uma mulher capaz de fazer tudo que feito
Quiser; ela voa por dominar segredos da gravidade, e, se
Ela quiser fazer algo, faz pelo seu domínio cognitivo; um feminino
Super-herói: Nasceu com a habilidade de aprender
Todos os segredos do universo e usa-a para salvar pessoas,
Uma super-heroína, e vive de tirar dos vilões o seu
Sustento, como um Robin Wood; ela vai tender
À política e será considerada do que será um nome que soa
Entre os dela necessitados: "A Libertadora", e quem leu
Saiba que ela combate por aí afora bandidos, máfias
E que tem uma vida normal, namorado de carro,
E amantes, mas é uma super-heroína e luta
Pelas pessoas e salva-as; por isso ela é de muita lábia,
Mas tem uma confidente amiga sua, num escarro,
Uma parceira, mas nunca lutaram juntas, não se usa
Amiga. Ela é uma criação artística genuína minha,
Porisso dou consciência ao leitor que este é um livro de
Contos; assim vou avisando que a arte já vinha
Intuída por mim, mas estou vendo, se
O leitor caça a fantasia como eu, entenda
Que o meu grande sonho é escrever uma hitória,
Assim os orcs corriam atrás de fadas humanas,
Mas elas não eram guerreiras e foram salvas pelas lendas
Que criaram: "Bruxas, anões e outros", o leitor se ria,
Mas são mitologias conflitantes; assim é bacana
Entender esse caminho que sigo enquanto escritor
Não sei a dificuldade, mas quero escrever a minha
Obra e isto implica numa longa e bela história,
Mas os meus contos introduziram uma mitologia,
E eu a usarei daqui em diante. O tempo dos
Tempos foi chamado a era dos Corações
Gelados: Foi quando os anjos formaram seus
Exércitos de duendes e dominaram a Terra
Gelada, escravizando os homens livres, como
Eram chamados os humanos de todas as
Linhagens que imperavam sobre a Terra
Gelada. Mas antes do Domínio Angelical,
Houve confrontos, mas os anjos venceram.
A Era dos Corações Gelados foi na história
Dos homens a época em que a simbologia
Humana foi santificada, formando a cultura dos
Seres humanos, como seriam as denominações
Que seriam homens, anões, gnomos, e os seus
Descendentes. Depois da Era dos Corações Gelados,
Houve uma guerra em que anjos e homens uniram-se
Contra as forças da escuridão, Demônios, as más
Existências do Universo e a má fantasia. A guerra
Ocorreu na transição da Era dos Corações Gelados
Para a Era dos Dentes Afiados. Os anjos e os homens
Foram expulsos para o Continente da Resistência, onde
Fizeram uma muralha ao redor de todo o Continente
E puseram arqueiros ao redor, formando uma sociedade
De gurreiros onde os anjos governavam e os homnes
Lutavam livres. Muitos exércitos das trevas tentaram
Invadir o Continente da Resistência, mas falharam. Mas
Todas as lendas que foram relatadas consumaram-se no
País das Origens, um lugar onde confluíam todos
Os tempos, e mudavam o tempo de todos os lugares
O tempo todos até esta história começar. A partir
De então, as constantes guerras e invasões ao grande
Continente da Resistência produziram um confrontante
Clima que produziu a arte em si e esta começou de verdade
A ser escrita. Eu, Hugo, estou aqui nesta rede, mas, tomei
Como real, lá fora, um homem, trabalhando para os que pagam
Os espiões por espionagem, corria pelas ruas com uma
Arma, um revólver, pra matar um guepardo-homem, o
Monstro que comera a sua filha, mas, no caminho, no lodo
Escorregou e desmaiou. Ele acordou rodeado de guepardos, pares
E pares, que o devoraram. E o fim dos meus contos chega, rir
Ou chorar, não importa, o tempo muda cada dia. Como e onde
Começa a minha história, não sei -sei apenas que começa, antes
Fosse uma história curta, mas é tão longa que inicio onde
Os homens começara. Naquela época, os homens, se entendem
Que vieram do ancestral comum com os macacos, ainda tinham

ares
De animal, então eram bruxos os mais evoluídos dentre eles, a se
Promoverem protetores daqueles que teemiama fantasia, sonde
A relação entre animal e fantasia -E esses bruxos, eram estes
Os futuros reis e seus conselheiros que a história esconde
Com a ironia dos tempos e a crítica histórica comum, tentem
Entender que foi nessa época que a fantasia existiu, e,
Conforme o homem evoluiu, deixou de existir, pois o ser
Humano existiu e encerrou a fantasia na imaginação, mas
Existe a filosofia e, através desta, chega-se à arte. Vou
Acordar o leitor: "O leitor está no Céu dele e forma-se
Uma corrente de artistas que o amam, ele desce dos seus, por ter
Um poder interior, raios cósmicos e desce à nave que desperta
Cada leitor; ele desce e galga o seu caminho da arte, dou
Apenas a liberdade de criar, até acordar enquanto poeta", e eu
Acordei enquanto poeta cristo. Agora escreverei a minha história.
Eu escrevo porque sou louco e, sendo louco, sou poeta,
Eu amo as letras e domino-as, mas sou homem de estética;
Se me querem entender, leiam que a minh'alma está aberta;
O horizonte é ser poeta. Quando os cavaleiros com
Lanças e espadas tentaram invadir o forte que é este livro,
As lanças das crianças e dos jovens aprumaram-se e a fantasia
Dos bebês lançaram flechas; houve uma guerra e venceu
A criatividade, resultando numa fantasia escrita com amor.
Começa em 1987, quando o primeiro personagem surge.
Era um bebê falante que aprendia tudo desde o ventre materno.
Depois de ser ensinado pelos médicos a fingir-se de bebê, foi
Obrigado pelas crianças a nascer aos 23 anos de idade,
Quando despertaria do sono e salvaria a Terra do Apocalipse.
A vida dele se baseia nisso e ele está tentando escrever por dom
Esta história. O universo conspira para a existência que piro
Por querer produzir, um livro, mas o que é a própria fantasia?
Talvez a minha fantasia seja ser o Hugo e vou ser sincero: Sei
Que sou eu mesmo em arte e esse eu sou eu o autor. Não me faça

dor.
Começo agora enquanto o filósofo deste livro e vou criando
Os personagens: Os seres da fantasia não mesão conhecidos, nada
Consigo criar, mas existe fntasia em quem está amando?
Se eu visse a luz que mia, a lanterna -A luz dos sentinelas
A querer me enfrentar e eles e suas armas,
Mas eu vejo que os policiais estão ivadindo, e
Os seres das trevas, mas quem eles atacam?
Eu surjo enquanto Hugo e os venço e liberto
A humanidade, abrindo espaço para as cartas
Dos contos de um homem livre, e chamem-me
Poeta; sou o artista que escreve contra quem façam
Tiranias filosóficas; assim vou pelas matas
Das artes escritas lutar contra a má fantasia
E venço, torno-me o rei da arte Hugo e vou
Ser o Deus de tudo, a linguagem é minha, tudo
É meu e, então, eu sou Deus consciente, mas
O universo está escrito e escrevo. Nasce a
Luz e dela vem o cosmo. O  mundo é a
Fantasia ou a realidade? Vou para fora,
Expandir os meus horizontes e vejo que lá
A fantasia me espera para ser escrita. Vejo
Um personagem que me ama e quer-me, mas eu
Sei que ele quer ser escrito e, como se via
Um anjo, eu descrevo: Olhos e cabelos, dou
Meu testemunho, Escuros e belos e o rosto, tudo
Com ar cavaleiresco, de um homem das
Estirpes élficas, era chamado o Élfico das
Espadas, pois usava duas espadas para as amatar, aquelas
Bruxas que dominavam os anões assassinos; em horas
De folga, o Élfico das Espadas bebe na taberna
Com amigos, e, à noite, busca ninfas para o festejo
Do seu coração. Certo dia, ele encontrou o seu
Amigo de taberna chamado Gordo do Machado
Lutando contra anões assassinos e foi ajudar, eram muitos
E tiveram qu fugir até o rio da Corredeira do lado,
E de lá foram para a ponte e atravessaram, com o intuito
De salvar suas vidas, mas estavam entrando
Na Floresta Negra. Lá entraram e, quando
Pensavam estar a salvo, um lobisomem uivou
E desceu de uma árvore e eles o golpearam; guinchou
E o ferimento sarou, e mais lobisomens vieram
E os dois fugiram; enquanto fugiam, mais
E mais lobisomens somavam-se à perseguição, até
Que chegaram a uma clareira onde uma sereia
Disse uma voz cantada: "Aqui os dois recebo."
Os lobisomens começaram a uivar, ma snão
Ousaram chegar mais perto. "Que sejam
Bem-vindos, aventureiros, pois a Sereia os
Recebeu." -Disse um duende adulto.
Eles recebram os dois, que passaram a
Fazer parte da tribo. E assim os anos
Passram e as eras se sucederam, tais
Seres deixaram descendentes: O Duende e a fé
Do Anjo Solidão e Hildebrando, Hércules ou gabriel,
O Homem e o Quinto Elemento até esta
Tribo há pouco deixaram descendência.
Os anos se passaram e tudo virou mito.
Surgiu o tempo da fantasia e o coração
Do poeta se modernizou e é preciso que entendam
Que é preciso ver essa fantasia para criar os
Versos genuínos. Começo pelos elfo e insulto
Os bruxos enquanto exorcistas, eis que a má
Existência dos bruxos permitia a má vida
Dos orcs e maus magos, e os seres das trevas.
Os elfos eram seres eternos e belos, a linda
Fantasia ruiu e explodiu e livros, em levas
E levas, foram escritos, surgindo o primeiro
Personagem: Eu, o escritor. Eu sou o hugo.
Primeiro caí na depressão do Anjo, o Cristo
Buda masculino, e lá vi os seus poderes
Eternos e imortais. Ele tinha um corpo
De luz branca e perpétua, tinha asas e era
Nu e o seu sexo de dois centímetros ereto
Com o poder de satisfazer todas as fêmeas
Do universo. O seu amante era a forma
Masculina da Deusa feminina da Terra,
À qual eram subordinadas todas as mulheres
Da Terra. E vi eles se amando. Desci pela
Escada do Céu que dava à empresa do Céu
E lá vi os ciborgues e os funcionários do
Céu brigando, mas o Anjo desceu e matou todos,
Dominando e exercendo todas as funções do Céu.
O Anjo desceu e matou o programador primeiro
Da Matrix. Mas algo aconteceu, e o Hugo
Acordou e tudo virou matéria, e eu insisto
Em afirmar que sou o Hugo e, assim, esses seres
Foram criados por mim. Por isso eu sopro
O vento da criação de uma nova história; a Era
Deste Livro começou e todos os seres direitos
Dele uniram-se contra os errados e uma etérea
Forma surgiu: A memória da fantasia, que adorna
Filmes e livros -Houve uma explosão, a massa
Formou um cosmo de fantasia e as mulheres
Nasceram com os homens, e o tempo passou, nas selas
De jumentos montaram homens até os dias de Hoje. O véu
Da fantasia e da realidade foram tirados! Eu formei-me
Em arte. Agora posso usar as minhas faculdades
E escrever, pois é a minha profissão. Sou poeta.

O que escrevo pelo verso é a fantasia de dizer,
Que nada me impeça, um personagem vou criar,
Quero dizer dessa revolta da juventude que quer
Uma história de ação, guerra e amor, o romance
Que vem vindo vem acompanhado da arte,
Sou poeta já proando o meu livro em que
Eu encaixe em versos uma prosa; aqui nasce
Um poema chamado "O monstro inimigo".
"Foi a guerra entre o poeta e a realidade,
Ele lutou com poesia, mas também criou
Prosa, ele escreveu na vida a sua paixão,
Criou personagens e os enviou sem maldade
Na missão de vencer os seres que derrotou,
Mas esses personagens disseram sem coração
Os homens daquele mundo, por isso eu vim
Enquanto poeta libertar os homens da mentira,
E o poder do poeta tornou fantasia, assim,
A realidade, por isso tudo lhe foi ira,
Ele fez cair exércitos e criou tropas de
Luz do Céu do Cristo -O assassino,
Mas somente o poeta enquanto Cristo rea-se
Luz, pois era Deus -Então o Hugo, cujo hino
Fez ele mesmo empoemas, nasceu prosador.
Prosar agora é o meu dever e fiz muitos amigos
Poeticamente criando mitos de outras eras, não malde
Estes versos, eles querem prosa, mas eu sou
Poeta e prosador. Vou dizer a história, coração
Inicial, que quero dizer. O sexo de cada saudade
É a escrita dos personagens; se nunca fiz sexo, dou
Liberdade à imaginação e escrevo o verso; se a ação
De versar me liberta, vou prosar em verso sim
E escreverei a história da minha eterna ira...

O sorriso e o rosto branco de menino
Começam a história da lagarta que não
Queria amar, mas era porque não tinha
Coração para amar, tinha asas para voar
Quando se tornava borboleta e ia-se
Pelo vento colher o néctar das flores, mas
Nunca por amor, mas porque era amor.
Eu vejo um amor cujo coração já não há,
Por isso virou uma fada e veio para a minha
Caneta. Eu a escrevi e ela foi iluminar o
Meu caminho pela imaginação: A prosa
Deste verso é a criação de uma depressão
Por detrás destas linhas. Existe um lugar
Que eu quero ver -E está aqui atrás, mas
Só se revela pela palavra. O mundo era
Gelado e um mamute estava sendo caçado
Por homens primitivos, então uma nave
Espacial do futuro desceu e homens do
Futuro deixaram uma espécie de vírus
Entre os homens primitivos, o que fez
Uma sociedade de zumbis que queriam
Submeter os outros homens, por isso
Houveram guerras até hoje. A evolução do
Homem implicou a minha existência e a
Razão da filosofia. Tudo se resume
Na capacidade de sobreviver; os animais
Homo sapiens sapiens fazem a sobrevivência
Do ser humano organicamente; já eu sou
Um anjo -Destruí o mundo e o submeti
Ao que me ensinaram ser certo desde
Criança; o que me faz ser filósofo
Desde cedo. Agora eu estou escrevendo.

O mundo é escuro daqui, então vou criar.
Há tudo e há nada, eu quero escrever.
Se existe um mundo, que seja de arte.
Por que o mundo existe senão por fantasia?
E a noite torna-se mais real, mas a
Espada corta o ar, a flecha zunindo,
Será o tempo me impedindo? Água,
Água! Eu criei a minha poética
Da água e começo a escrevê-la
Na forma líquida. O Brasil fez
Chorar este poeta em letras imortais
Que puseram no ventre das musas
A piroca angelicaal, mas os homens
Ganharam espadas e a fantasia teve
De ser escrita para a água brilhar
Em luz. Nascem cultura e palavras,
Rompem-se barreiras do espaço, o tempo
Transformou-se e, hoje, eu sou o poeta
Aquático Hugo, o prosador de versos.
Eram tempos difíceis, mas eu queria
Escrever; não me impedia nada, mas eu
Sentia a força de Deus. Escolhi
Seguir a filosofia segundo a qual todo
O universo é fluido como água,
E transparente, por isso tudo está submerso
Nesse líquido que veícula a matéria
E a energia, o espaço, a fantasia, espírito
E tudo, mas a sua ciência é a arte
Intelectualizada e é esta que fundamenta
A veiculação do pensamento fluido. De já
Se veicula o pensamento, a água deve
Constituir o que se chama organismo.

O que quero criar é a forma de ver:
A serpente chama uma mulher e diz
Que é feia e ela transa com ela para
Guardar um veneno e matar o touro
Por quem queria ter afeição, mas o touro
Era o signo de um ser humano e este
Recusou ser infectado pelo veneno da
Serpente. Houve uma guerra e
O Apocalipse atual evitei, mas
Ainda está em vigência. Eu sou
O Hugo. Existo e penso. Eu sou
O Hugo. Existo e penso! Então a
Água vira energia pela constituição,
Mas a energia vira água pela natureza
Das coisas, porém a energica e a água
São agora irmãs e a inteligência
Volta a vigorar. Pela água, tudo é real,
Por isso é tão difícil enender o universo
Tendo a água enquanto princípio existencial
Do que se pesna no Universo. A água é
O princípio da existência de tudo que se
Pensa no Universo no real. A realidade
Não é determinada no universo energético,
Mas á canalizada pela água para
O universo aquático. O que existe pela
Fusão desses elementos é a fantasia em sua
Natureza escrita. Agora eu posso criar
O meu livro. Num céu distante, havia
Aves e anjos voando juntos, os homens
Vivivamem reinos, feudos e cidades,
Os elfos viviam nas florestas, os
Anões viviam nas montanhas, os poetas
Viviam no Oceano Elétrico, os magos
Viviam nas Torres da Sabedoria, os
Orcs e os trolls viviam nas fierias
Dos exércitos do mal, os espíritos
Bons viviam nos cemitérios e os maus
Eram materializados pelo mal para
Constituírem exércitos dos mortos,
Os gnomos, as fadas, os trolls bons
E os duendes eram habitantes das
Ilhas próximas ao País Livre, onde
Ficava a ilha em que os poetas habitavam,
No Oceano Elétrico. Eu entrei nesse
Lugar enquanto poeta e vi muitos outros
Poetas tentando escrever o que viam. Eu
Vi ilhas ao longe e entrei no barco
De viagem e fui à Ilha das Fadas,
A Ilha Encantada, lá vi sereias e
Ninfas e fadas, eram encantadoras
E lutavam contra os animais
Que falavam e agiam como homens,
Mas na forma animal convencional;
Depois fomos à Ilha dos Gnomos,
A Ilha das Pedrinhas, e lá vi os
Pequeninos levando pedrinhas preciosas
De pequenas minas para um monte
Desses tesouros que eram oferecidos
Ao gnomo rei, o menor dentre eles.
Depois fui a cada uma das outras
Ilhas e vi torlls bons e duendes.
O barco nos levou ao continente e
Lá conheci cada boa nação, mas
Só vi o Céu debaixo dele. Então
Voltei ou não voltei, mas agora tenho imaginação.
Os homens defendiam os flancos dos reinos,
Dos feudos e das cidades que se constituiam
Da seguinte forma: Os feudos ficavam
Em torno das posses onde eram edificadas
As cidades que se submetiam ao reino,
No centro; nos feudos habitavam as
Pessoas livres: Feios e feias, aleijados,
Loucos, gordtos e pessoas normais; as
Florestas eram normalmente habitadas
Por elfos e ficavam ao redor do terreno
Em torno do qual os feudos circulavam,
As florestas separavam os feudos das
Cidades -ligados por estradas urbanas;
As cidades eram cercadas pelas florestas
Élficas e cercavam o reino, e lá moravam
Cientistas e sábios estudiosos, guerreiros,
Nobres, ricos e as pessoas bonitas, artistas,
Homens e mulheres de muitas qualidades; e,
No reino, moravam o rei, o homem
Mais valente, sábio, bom e nobre, a
Rainha, que era a mais linda e santa, os
Mosqueteiros e cavaleiros, os magos e
Conselheiros e os amigos do rei. Já
Os anões viviam nas montanhas que cercavam
Os feudos, pois a civilização humana sempre
Edificava-se sob a proteção de montanhas.
Os magos viviam em ilhas próximas ao
Continente. As forças das trevas se
Localizavam em desertos ou lugares
Amaldiçoados. Havia um equilíbrio,
Mas as forças já não se respeitavam.

Os exércitos das trevas debruçavam-se sobre o inimigo:
Os seres de luz, e uma guerra começou, durando
Três meses, ao fim dos quais os seres das trevas
Foram derrotados. Passaram-se mil anos e pouca
Coisa mudou, mas havia rumores de que uma nova
Sombra se formava. Os poetas então entenderam que
As minhas palavras não tem detalhes e tenho de fazer
Palavras prosadas.
O rei dos seres das trevas era o Ogro Rei, um ciclopes
de um olho com o poder de consumir as almas das pessoas
através de seus orcs que torturavam as pessoas até tomar-lhes
as almas, e, feito, o Monstro Real tornava a alma num
elixir que lhe dava vida eterna. Porém os trolls comiam os corpos
sem alma e tornavam-se bruxos guerreiros que serviam ao Ogro

Rei.
E os espíritos do mal eram usados para matar em massa.
O Ogro Rei enviou os seus exércitos contra os homens: Vinte
mil orcs, dez mil trolls e cem espíritos do mal.
Os homens souberam da queda dos anões, e os elfos, da
queda dos feudos; quando as cidades caíram, o reino dos homens
convocou os homens e resistiram.
Os magos chegaram montados em pégasus e os poetas voavam
qual passarinhos, e eles reconstruíram as cidades, as florestas, os
feudos, as montanhas e venceram as trevas. E o Ogro Rei foi
aprisionado no Inferno.
Depois disso, o leitor sabe que eu sou poeta. Assim começa o
meu caminho pela prosa. Se o leitor quer saber o por que de
eu não escrever detalhes, respondo: Estou em busca deles.
O que crio é para o leitor saber de onde tirei a minha
mitologia. Quero escrever, mas me impede algo, não sei o quê.
Existe um livro no futuro que quero criar, por isso vou tentando no
presente. Talvez essa luz de criatividade que passa pelos espaços
de palha no telhado de habitações da não criação seja plena em

algum
momento e eu comecei a criar.
Na realidade, o que vejo é a fantasia, por isso eu digo do mundo
como uma esperança para a arte. Se eu crio a minha fantasia, eu
vejo-a na realidade, então que seja!
O ogro mais nojento da Terra tentou-me matar, mas me
defendi e destruí a sua natureza, tornando-o um mero humano.

Depois
venci um vampiro, que virou humano igualmente. Depois venci um
demônio, que virou humano. Depois venci o Diabo, que virou

humano.
O resto da minha vida deve ser esquecida, pois só há mulheres
altamente doces e apaixonadas, mas são ciumentas e ainda me

amam,
cada uma de um modo diferente.
O que crio agora é realidade.
Existe um adolescente mutante capaz de se transformar nos
animais, ele veio da fantasia e engravidou uma santa; nasceu há
dezesseis anos e agora sai por aí, engravidando mocinhas. "Porém
Eu quero" -disse ele para mim por telepatia -"saber se você
é artista ou se é poeta." -Os dois. -eu disse. -"Então você
existe em função da arte ou da poesia?" -Os dois. Sou o Cristo
 Deus formado e agora me formarei enqaunto Cristo Buda Mascu-
lino.
Existem certos anões que nascem com a habilidade de crescerem
e fingirem-se de homens belos para amar mulheres na cama e
engravidá-las. Elas dão à luz pequenos filhos que se transformam
em duendes ou em fadas ou em gnomos. Os duendes tem a
capacidade de transformar pedra em ouro e têm o tamanho
dos anões, as fadas tem o tamanho de adultos e, sem asas, elas
realizam o desejo das crianças, e os gnomos tem o tamanho
de um feto e transformam cristais em pedrinhas preciosas.
Os seres das matas e do mundo artístico Vêm para a realidade -
Eu recomeço a versar.
As pedras acordam e sua fantasia canta:
"As pedras acordam! Pedra! Pedra! Pedra!" Encanta
Cada pedaço de areia as pedras, pois
Dela nasce a planta de uma semente,
A água molha e dá vida e encanto, a voz
Da natureza faz o frescor de antes,
De agora e de depois, porém o vento fala
As palavras que se calaram na distância,
Fazendo cada um conhecer as mentiras
E as verdades dos seus amores e o amor fala
A uma labuta por escrever, desde a infância
O amor faz escrever, escrevo a eterna ira,
Pois há um duende nesta planta e ele é a
Planta, o seu nascimento, a sua vida e a
Sua morte são controlados por esse duende,
E, quando ela morre, o duende vira a
Natureza morta um duende furioso -e a
Sua sina é morrer até ser mineral, e o duende
Vira mineral -Até encantar uma semente
E fazer-se uma nova planta. Depois disso,
Não se pode dizer que a planta é inanimada,
Pois existe fantasia nela; assim existia antes
A fantasia, mas a vida dos animais, e a
Existência dos minerais e plantas têm na amada
Fantasia o encanto, mas os homens que
Vivem de realidade são falsos ou verdadeiros,
Pois todos os mortais humanos regem-se
Pela fantasia, a não ser os poetas inteiros
E imortais, esses são realidade de poesia que
Se tornam arte e vão sendo imortais, o cheiro
Das flores são cantados pelo encanto que nos
Causam, e a arte existe porque a fantasia
Libertou-se de tudo e existiu humana, pois os
Homens caíram e os anjos viveram, se veria
Um apocalipse se eu poeta não impedisse.
Assim eu preencho a minha existência
De arte de poesia. Os trolls existem; se visse
Um troll, eu diria: "Preenche cada rocha, em ciência,
Com ouro puro e, se quiser, transforma todas
Elas em ouro." Os trolls são dotados de dentes
Caninos afiados, com bucho, penas tortas e pênis,
Tanto macho quanto fêmea e ambos têm a dada
Capacidade de engravidar, mas os trolls, estes
Machos são fanatsia -As fêmeas são humanas, o hímen
Faz delas humanas, depois da penetração,
Elas passam a obedecer os trolls naturalmente.
Os duendes sempre pedem algo muito prazeroso
E eu ofereceria o encantado poder de magia, vão
Usar infinitamente e sentirão prazer eterno, a mente
De quem a usa sente prazer, mas os poderosos
Machos são imunes e não sente nada, por isso
O Hugo não sente nada -Ele é um duende élfico,
A classe angelical dos duendes que se tornam Deus.
Quero que saiba o leitor que eu escrevo o meu lista
Coração, um amor racional tentando dizer que fico
Expressando a poesia que experienciei, mas este meu
Sonho de dominar a linguagem é muito pretensioso,
por isso vou escrevendo sem saber se o leitor vê
Que eu só quero produzir um entendimento do poeta que
Sou para que o leitor, pelo entendimento, permita
Que eu crie uma fantasia, mas seráa então
Que eu não posso criar uma nova? E, ansioso,
Vou pensar na existência e aqui eu justifico
Tudo isso: Vou imaginar outro caminho a me
Tornar poeta, um caminho de uma perfeita
Forma de existir, um caminho do meu coração...

A primeira forma criada é o beijador de mulheres,
Mas sem o sexo para consumar o ato, um belo
Ser: Tem o tamanho de um gorila e é-lhe
Semelhante, mas sob o molde humano,
É assexuado e adora beijar as mulheres, mas
É só para tirar-lhes o néctar, depois ele
Põe o beijo numa flor que é fertilizada
E dá um fruto do qual nasce um semelhante.
Eles são chamados humacos, são perigosos
Pela força e são violentos, mas sereenam
Diante de mulheres bonitas, se tu queres
Vê-los, leitor, olha para além do gelo
Ou da água e lá estará ele, mas eu me
Pergunto se o leitor não vê no mundano
Mundo seres -a água tem os dela, pois as
Foramas da energia são conhecidas; neste
Texto eu revelo as da água, piis a amada
Água foi masculinizada por mim, Hugo, antes,
Quando o Hugo Posseidom venci Chronus, e,ansioso,
Digo em poemas o meu caminho, e aqui sanam
As lágrimas de um artista. Outro ser da
Água é o pequeno velho de um metro de
Tamanho que nasce de plantas que brotam
Como mato: Eles são chamados velatos,
E podem ser vistos pela água. Esses dois
Seres lutam: Os humacos produzem
Plantas que tem vida e falam, andam, mas
Não se revelam aos homens, pois, ao se
Moverem, as plantas são vencidas e ficam
Parecendo serem movidas pelo vento, no ato
Da pessoa de ferir a planta os velatos a voz
Usam para as plantas parecerem vegetais; se veem
Esses seres na realidade em que os vegetais
E minerais tem vida ou animação e é a luta
Entre os humacos e os velatos que faz
As pessoas pensarem na planta enquanto um
Mero vegetal em que elas sentem e falam.
Existe um ser chamado vento que sopra
Nas pessoas, mas pensamos ser o ar
Se movendo e isso é a ambígua existência
Do vento causado pela luta entre dois seres.
Um deles é um feto humano com asas que diz
O que pensam as crianças, animando o vento,
Mas vem a cadela flutuante impedir
O vento de falar -O rpimeiro é o fenjo,
O segundo é a cadela encantada, assim
Esses seres constituem as formas universais
De uma nova fantasia. Um mulher
Falava com as plantas sem elas nunca responderem.
Um dia uma cadela encantada apareceu e disse-lhe a
Verdade e a mulher passou a falar de verdade
Com as plantas e a ouvir as palavras do vento,
Mas a consideraram louca e ela foi internada
Num asilo para loucos. Um mundo nasceu
E lá os humacos eram abundantes e eles
Formavam um reino de mil humacos,
Contando com filhotes e adultos, eles iam
Beijar as mulheres do reino dos homens,
Que tinham dez mil habitantes (crianças, velhos
E mulheres), que eram aliados pacíficos.
Os velatos eram servos dos seres das trevas,
Os magos e feiticeiros que entendiam o nada,
Que constituiam a sabedoria deles, por
Isso o rei das trevas tinha vazio no coração.

Os fenjos viviam em vilas no alto ds montanhas
E comiam pássaros e seus ovos e até minhocas e
Insetos. Já as cadelas encantadas viviam em
Matilhas de cem mil cães que eram eternos,
Não morriam e nasceram quando a cadela
Encantada mãe ainda era viva, mas esta só nasce
De mil em mil anos e dá à luz cem mil filhotes
Fêmeas -e a cadela encantada mãe engravida
Do cão feroz que há dentro dela. Ela pode
Virar cão feroz, mas isso impediria as suas crias
De o fazer, assim a mãe delas evitou e essa
Matilha era composta de cem mil cadelas
Encantadas capazes de se tornarem cão feroz.
Houve uma grande guerra: Humacos e homens
Juntaram-se contra o Coração Vazio e os Magos
Do Nada acompanhados de quinhentos mil velatos.
Houve uma batalha terrível, mas, quando o
Coração Vazio segurou o rei humaco pelo
Pescoço para matá-lo, o rei humano usou
Uma técnica macial e arrancou o coração
Vazio -Os Magos do nada e o corpo do
Coração Vazio morreram e os velatos fugiram.
Mas o coração do rei humano se corrompera
E ele absorveu o vazio daquele coração e virou
O Coração Vazio humano, um ser mais mau
Que o anterior e mais poderoso: Os seus
Guerreiros humanosforam transformados em
Magos e feiticeiros, mas os humacos fugiram,
Salvando as mulheres e crianças e os velhos humanos -
Foram todos protegerem-se na matilha das cadelas
Encantadas e lá permaneceram por duzentos nos.
Os humacos resolveram que iam misturar o sangue
Deles com o das cadelas encantadas e seres humanos, por isso

nasceram
Humanos humacos, humacos humanos, humacos lobos, lobos

humacos,
Humanos lobos, lobos humanos, humanos humacos lobos, humanos
Lobos humacos, huamcos humanos lobos, humacos lobos

humanos,
Lobos humanos humacos, e lobos humacos humanos. Cada um

desses
Seres formou uma raça distinta e foram chamados segundo a aprên
Cia de: Elfos, magos, anões, duendes, gnomos, fadas, guerreiros,
Feiticeiros, bruxos, ninjas, monges, e mestres, espectivamente. Os
Elfos foram para as florestas, os magos fizeram monastérios,
Os anões foram para as minas nas montanhas, os duendes foram
Buscar ouro nas minas das florestas, os gnomos fizeram cidades
Debaixo da terra onde acumulavam pedras preciosas, as fadas
Foram para os roseirais, os guerreiros fizeram cidades reais,
Os feiticeiros fizeram cidades mágicas, os bruxos fizeram castelos,
Os ninjas fizeram centros marciais, os monges foram proteger os
Magos, já os mestres saíram por aí ensinando a palavra daquele

que
Viria para destruir o Vazio. Todos esses seres foram reinados pelos
Homens, humacos e cadelas encantadas originais, mas o rei

universal
Foi escolhido: O humaco mais forte e velho a quem foi dado o
Cetro mágico para subordinar e comandar a todos. Porém outro
Cetro foi feito e o Coração Vazio humano reinou sobre todos
Os seres e uma outra guerra aconteceu, mas o rei humaco morreu,
E o seu discípulo humano tomou o Cetro Vazio e o partiu,
Fazendo uma grande explosão: Uns caíram nas trevas e oss outros
Ganharam a luz. Aqueles que caíram nas trevas viraram orcs e
Trolls, mas os que ganharam a luz recuaram e sobreviveram com
A fraqueza que o cetro lhes dera, mas estes guardaram as brasas
Usadas para dar o Poder ao Cetro Vazio e fizeram de tudo para
Destruir, mas era impossível. Eles jogaram as cinzas num vulcão
E viveram suas vidas em paz por cem anos. Foi então que os seres
Da água nasceram na realidade e tudo mudou: A matéria é feita
Da água da seguinte forma, o que contém a matéria aquática é a

água
Temporal e tudo é feito da água real, por isso a água constitui a

realidade
Pela Teoria da Grande vazão. Os seres da água nascem do fogo
Do vulcão, nadando de um lado para o outro na lava e sentindo

frio,
Eles subiram com capas de calor infijnito e fizeram um Calor Vazio
Com aquelas cinzas e foram reinar os seres das trevas com o

objetivo
De construir o reino dos senhores do fogo e o seu rei era o Mestre

Lava.
Este possuía e usava o Calor Vazio. Era um demônio dos confins
Da terra e tornava o Calor Vazio tão maligno que as cinzas

queimaram
E viraram um ser: A Profissão do Poeta. O Poeta assumiu que era
O Jesus Cristo Buda Masculino e liderou Os Jesus Cristos Budas

Femininos contra
Os anjos caídos deuses da natureza luciférica, que morreram.

Depois o
Poeta assumiu que fazia parte dos tripulantes da Nave de Deus e

destruiu
Todos, inclusive os ciborgues, os vampiros e os robõs. Depois

matou o
Programador e os Cavaleiros, os Deusese Arcanjos até se

identificar
Com o Hugo Proença Simões. O Hugo proença Simões sou eu, o

escritor,
E o mal surge do que não quero ter. Primeiro o Homem Vermelhe
Surgiu e a sua raça de homens vermelhos, eles tinham a capacidade
De causar queimaduras horríveis peelo simples toque; depois os

demônios do
Sono eterno que confundiam e adormeciam os seus inimigos para

os impedir
De agir e lutar; depois os demônios da burrice que impediam os

seus ini-
Migos de trabalhar e mostrar o seu conhecimento; depois os

demônios da
Inimizade contra poetas que impediamos seres artísticos de usarem

os seus
Talentos desde poetas iniciantes até Deuses Universais -Eram os

últimos
Demônios inimigos dos poetas. Assim surge o exército do Poeta

contra
A fantasia: os homens vermelhos e suas armas, os demônios do
Sono eterno e suas armas, os demônios da burrice e suas armas e

os demô
Nios da Inimizade aos Poetas. É um exército do Poeta e inimigo

dele,
Pois aqui o mal do Poeta chama-se: O Doido falso. A profissão do
Poeta é o Doido Falso e o seu exército veio ajudar os demônios de

Mestre
Lava a subjugar o mundo. Assim houve a guerra e os velatos foram
Lutar ao lado do Doido Falso, e os orcs e trolls igualmente; mas os
Seres livres lutaram e foram destruídos e o Doido Falso submeteu
O mundo. Cada ser do mundo tinha de fazer a vontade doDoido
Falso, pois ele escrevia o nome de tudo: O mundo foi chamado
Loucura, e seus habitantes complexos; e tudo era problema
Mental do Poeta, que se identificava com o Doido Falso. Houve
A criação de outra realidade: O poeta nasceu entre os seres
De luz e lutou e liderou-os contra o Doido Falso e o poeta venceu
e a profissão do poeta tornou-se Arte de Poeta Filósofo da Rea-
lidade, ou seja, tudo virou realidade e o poeta virou artista. Eu sou
O Hugo e escrevo a realidade. Há seres como esse por toda parte

e
São eles que ocultam o caminho da arte escrita e, sem revelá-los,
Não há como um poeta ser homem. Então eu sou um poeta homem

e
Começo a contar a história de um outro caminho. Havia um
Anjo chamado Medo e este vivia resmungando as atrocidades

come-
Tidas contra os anjos. Ele morava num palácio onde era o rei da
Covardia, no Reino Covarde, pois lá o medo imperava. Perto de
Lá andava o Duende da Liberdade, pois este matava demônios e

nazistas
Do mundo dos homens para ser temido enquanto Cristo buda

Feminino,
Um anjo de Deus que olhava pelos homens, mas se refugiava

enquanto
O Duende da Liberdade no Mundo de Deus. Por ali ninguém

passou, mas
Houve uma guerra contra o mal do mundo e a realidade do Mundo
De Deus engoliu o mundo humano, que foi substituído por um

mundo
Livre, e assim o Apocalipse começou no Mundo de Deus. Deus

desceu
E matou os inimigos, os caçou e o Apocalipse encerrou, o mundo
Virou um Paraíso e o bem tomou o poder e o mal foi escravizado.
Ocorreu o mesmo nos demais futuros apocalipses e Deus tornou-se
Absoluto no mundo humano. Agora eu posso escrever enquanto

poeta.
Além deste mundo há a realidade que o mundo desconhece, e que
Construirá a nova natureza de Deus: É o mundo Espiritual. Nesse
Mundo o espírito é a alma de Deus e o seu Universo é construído
Pela matéria do Espaço-Espírito: Um mundo onde o espírito
Impera e move as coisas, nele o amor constitui-se em sentimento
E é a natureza dos seres espirituais; é como se nos chamássemos
De seres temporais da realidade do espaço-tempo onde os seres

tem
Natureza material. E esse erro não está no Espírito, mas no
Homem. O Deus do amor existia enquanto pessoa e enlouqueceu
E acordou aos trinta anos. Ele acha ser matéria humana e existiu
Enquanto ser humano, a sua maior loucura. Ele acha que o
Mundo onde vive é matéria, mas não é, é amor, e tudo é do

Espaço-
Espírito. Sendo assim, eu sou o Espírito Deus, o Homem
Cristo, aquele que foi matéria e virou amor. Assim eu galgo o
Caminho de descer do Céu e ser matéria novamente. Eu sou o
Amor Hugo e descerei ao meu corpo Hugo Proença Simões. Assim
Eu desço, viro matéria e sou o Hugo Proença Simões na totalidade
Da existência do Espírito. Agora eu galguei o Caminho Acadêmico
De Deus até ser Deus propriamente e estudo a arte enquanto

artista;
Mas a arte está aqui na minha pena, na minha caneta por onde sai

tinta;
O mundo que quero escrever começa agora. O que quero dizer do
Dragão que solta fogo e duela com os cavaleiros seus caçadores?

E
Quanto à guerra entre o bem e o mal? Criar personagens e seus

detalhes?
Mas existe uma maldade tão sórdida em mim que me volto para o

real.
Eu não sei o mootivo de a realidade não comportar fantasia, nem

de
A fantasia não comportar realidade, por isso o mundo é tão vazio,
Pois onde falta fantasia tem realidade e onde falta realidade tem
Fantasia, o que é estúpido e sórdido, é para haver um mundo onde
Fantasia e realidade são indistintas e esse mundo eu criei

escrevendo
Um Novo Universo: O Meu Livro. Este livro eu declaro ser mais
Universl que a Bíblia, pois é além da ciência e da moral e do
Agelicalismo, é um livro da arte -Eu o chamo de Manual do
Escritor de Arte. A partir de agora eu começarei os meus estudos
Sobre este manual: A realidade é tão precisa e universal que os
Homens são pegos com a boca na butija das suas alucinações e

dos
Seus devaneios; aqui eu escrevo o lamento do escrito ao criar o

belo
E a sua tristeza por não existir o bem e a sua incapacidade de

destruir
O mal e construir a fantasia em si por respeito à literatura alheia.

Agora eu vou escrever algo além, um estudo da Arte do Cristo.
Existe um bem inalienável chamado Criação do Universo e este
Bem foi escrito anteriormente; agora escrevo mais um texto mis-
Terioso: O mundo que vejo é triste, um lugar de onde luto
Contra o pecado e o universo obscuro. Vou criar uma arte que
Crie uma nova linguagem pra espionagem: É a prosa de
Amor. Um conto de amor começa na infância, quando vi
A minha primeira ninfa, depois a segunda, amei uma mulher,
Depois galguei o Santo Caminho da Loucura de Poeta, e agora
Escrevo prosa de amor. Criarei a prosa de amor pelo mundo,
Pois eu o amo: "Criei um mundo melhor, onde o paraíso é
Aceito e tods fazem a vontade de Deus." Pequenas passagens
Onde se diz muito, mas é assim que se começa a prosa de
Época: "A ciência fez o homo sapien sapien." "O ouro faz
A beleza das estátuas." "Os pastores protegem as suas ovelhas."
"Os pássaros estão cantando que a primavera nos uniu." "O belo
Corpo da musa pesa 100 kg." "O sexo entre crianças é certo." "O
Sonho que é real tem sentido abstrato." "A sociedade caiu."
"Os carros voam." "O mundo é globalizado." Agora eu começo
Nessa arte: "Vou embora chorar o pranto de ninguém amar,
Eu que nestes versos já tentei criar, disse da matilha e queimei
Carvão, o que eu não quero é enrolação; se eu sou poeta, faço
Poesia; se eu sou peão, eu trabalho como operário; se sou

Espião, escravizam-me, matam-me, abandonam-me e morrem..."
"Depois de deixar a espionagem falir, eu criei a prosa, pois foi
O que fizeram: Ficaram de prosa comigo e nada me deram; hoje
A espionagem faliu e virei prosador." "Quero fazer uma prosa contí
Nua, um texto sobre o amor, um livro, um romance, mas me deram
A missão de salvador, agora eu uno uma rima à emoção, se só
Me resta a dor, farei uma ação, na forma de escrever, pois
Sou prosador, quero ser escritor, e já sou, mas farei a prosa,
Eu posso, vou à caça e voo alço." Essa curta prosa poética
Mostrou a minha habilidade em prosar. Agora eu escrevo
O que eu sou: "Sou prosador e escrevo por ser espião, sei
{Mais trinta versos: Completa 1030 versos.}
Lutar, salvar jovens dos sentinelas, impeço apocalipses e faço o
Paraíso na Terra, inquisidindo deseertores, liderando santos e
Fazendo espionagem profissional. Agora vou relatar o que aconte
Ceu: "Entrei na E. Q. e lutei psicologicamente contra P. G., o

Diabo,
E venci. Fui filosofar para a UFC e para o Brasil. Eu o fiz
Sob muita guerra e tortura e espionagem, mas venci e virei
O máximo trabalhador espião do mundo. Exerço cargos artísticos
Como 007, Blade, e assim até o Cristo, o Anjo e toda
a realidade até a arte eu vir enquanto Artista Deus. É bem
Resumido, mas me torna o maior espião de todos. Agora eu
Só quero fazer o meu texto em prosa para ser feliz e eu
Sou poeta e escritor de letras de música, mas eu escolhi
Seguir um caminho solitário, pois sou neo e isso faz de
Mim um santo entre os acadêmicos, mas sou livre em total
Liberdade e isso me faz repudiar nazismo. Então começo a

escrever
O que sinto pela vida dos meus inimigos: "Eu só os quero qaul
Espíritos se forem da humanidade, pois assim sendo ambihuamente
Pecadores, eu enfrento a luta em pessoa se me aceita Cristo, mas
Eu nunca fui a ceito por tais suicidas e amorte lhes vem logo,
Pois são meus inimigos. Quando venço guerras ou mato
Nazistas, eu sou espião; quando impeço o Fim do Mundo, eu
Sou poeta. Quero dizer desse ódio pelos meus inimigos, dessa
Tristeza da vida deles, eu os mato porque são nazistas, porque
São demônios; e, tendo vencido uma guerra, torno em bem
Esse mal, salvo o povo para passar a sua fome, mudo o
Mundo que não me aceita a nação, sou o artista que luta
E vence, protejo a humanidade, tornando-a angelicalidade.
Tudo isso fez com que eu fosse a arte, o raio cósmico da arte
E o jumento santo Cristo. Eu sou poeta e agora prosador, eis
Que aminha coragem me salvou e sou visto qual guerreiro da

palavra.





O Livro da Ressurreição: O capítulo 7.
Capítulo 7.
Neste capítulo, começo a dizer cada palavra como se fosse
Uma forma de dizer o meu coração, pois sou poeta da
Emoção, se crio a porsa não é enganação, eis mil versos
De pura prosação:
Há um lugar onde a virgem loira empresta ao espelho a
Sua imagem e a pureza dos seus sentimentos enegrece o pensa-
Mento dos falsos e mentirosos, como o rapaz que corta
As plantas e cuida dos bens do pai dela, o rapaz a ama e aquer,
Mas sabe que ela jamais lhe corresponderia; mas ela ama
Um fidalgo rico e próspero que visitava aquele paraíso para
Fingir amizade com o pai dela, mas declarava o seu amor pela
Beldade, que banahva-se no açude cheio de flores e rosas,
Mas havia um amigo que descia do Céu para vê-la: O Anjo,
Que ela amava secretamente. Assim que o seu noivo lhe pede
A mão ao pai e ela sabe, corre ao lago e fala ao seu amor
Celestial, que lhe diz para fugir com ele, então ela vai em
Seus braços para a sua nuvem e lá ela ensina ao Anjo o amor,
E eeles caem. Ele aprende a viver na mata, e todos os dias
Ele a visitava para ela pentear as suas asas. Foi então que o
Pai marcou o casamento, mas, no dia do casório, ela fugiu com
O Anjo e foi fazer anginhos. Se houve outros acontecimentos,
Eu não prestei atenção, pois a situação não me permitiu, pois
Eu vi enqaunto narrador e descrevi o que vi, e a minha opinião
Sobre o fato de cada um ter uma vida e julgar de algum
Modo, não foram desenvolvidos os meus talentos para prosar
Longos textos, assim eu quero o universal e vou ter, mas é
Preciso seguir o método científico. Eu escrevo a história
Que constrói o tempo e o tempo é curto, mas, construindo,
Ele se alonga. O significdo do ato de cada cena da vida é
O universal, assim é universal ser artista e arte de agora,
Em diante. Eu criei, escrevo e termino histórias, mas não
Alongo o tempo ou o espaço, mas o poema já me é prosa.

O que quero dizer é o fim deste poema e o início de outro.
O que deixa este texto mais rico em prosa é nos versos
De um mesmo capítulo, e no início, eu terminar o sentido
Poético de outro e começar um novo sentido poético. Vou
Contar a histórria de um poeta que cria e escreve e ele sou
Eu, mas escreve a arte em si. Nasci e cresci, fui poeta e
Artista, mas o meu passado morreu e foi ressucitado em arte.
Após trezentos verso ressucitei. Eu vou dizer o conhecimento
A partir de mim: "Eu nasci humano, fui humano e morri humano."
O ser humano é um ponto de vista: "Agora sou novamente

humano."
Se o texto que escrevi ressucita, deve entender que é o caminho da
Vida e escrevê-lo como parte do Livro da Ressurreição.
{Os outros 956 versos vão fazer parte de outra parte e terão
Outro nome.}
Ulisses de Maio
Enviado por Ulisses de Maio em 24/07/2017
Código do texto: T6063032
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Ulisses de Maio
Fortaleza - Ceará - Brasil, 30 anos
1247 textos (16543 leituras)
21 áudios (172 audições)
16 e-livros (109 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/12/17 23:45)
Ulisses de Maio