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A língua falada e a língua escrita – Modalidades complementares. o café - artigo.



Koch -
texto oral:os bilhetes domésticos, os bilhetes de casais, e-mails e o humor;
texto escrito:: os discursos de posse de cargo, as conferências, as entrevistas especializadas e propostas de produtos de alta tecnologia por vendedor.

Escrita: planejada, não fragmentada, bem elaborada e com frases mais complexas. O seu funcionamento requer não repetições,  revisão da concordância, regência, colocação pronominal, pontuação, ortografia, a exatidão e a clareza do pensamento,  o vocabulário seletivo, contexto ou situação comunicativa, com ou sem expressões idiomáticas ou coloquiais.

variação linguística

Vários são os motivos que levam uma língua a ser transformada:
RELATIVA AO MEIO OU CANAL DE COMUNICAÇÃO: FORMAL, INFORMAL (CULTA E POPULAR, LITERÁRIA.

RELATIVO SOCIAL E FAMILIAR: TAUBA...
EM RELAÇÃO AO LUGAR OU REGIONALISMO: AS PESSOAS DESCEM DO ÔNIBUS OU DESCEM DO ÔNIBUS.

EM RELAÇÃO AO GRUPO: JARGÃO E GÍRIAS.

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Tipos de variação

Vamos relembrar os tipos de variação: FONÉTICA, LEXICAL, SINTÁTICA.

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A escola e as modalidades de uso da língua

Como a escola se comporta diante das modalidades de uso da língua?

Há um conjunto de fatores que interfere e privilegia, ou não, a variedade linguística utilizada pelo aluno. Entretanto, na escola ainda são preservadas e valorizadas as formas de prestígio ou padrão: regras e normas são impostas para que o aluno mude completamente a sua forma de falar e escrever, sem que a escola leve em consideração que a forma de falar do aluno também preserva sua identidade.


Há os motivos dessa variação: históricos, geográficos, sociais, econômicos, de gênero, de preconceito, de norma linguística, etc.

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“A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente.”

Esse mito é o mais sério de todos, pois faz o povo acreditar que existe unidade linguística. Embora a língua falada e adotada como idioma oficial pela nação brasileira seja a Língua Portuguesa, ela apresenta um alto grau de diversidade e de variabilidade devido à grande dimensão territorial e à grande injustiça social. A língua é viva e o seu povo é que a faz e a transforma. Uma homogeneidade, diante dessas circunstâncias, não pode ser garantida.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001

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“Brasileiro não sabe português. Só em Portugal se fala bem português.”

Assim como uma raça não é pura, não podemos falar em uma língua pura. O brasileiro fala bem o português, o que ocorre é que ele fala um português diferente do falado em Portugal. Existe o mito de que somente sabe falar a Língua Portuguesa quem segue a gramática normativa; todavia, é bom lembrar que existe uma gramática internalizada. Mesmo sem seguir as regras da gramática, as pessoas seguem uma “lógica linguística”. Por exemplo, as pessoas falam “Os pássaros voam alto” e não “Pássaros alto os voam”. Até os bebês constroem estruturas sintáticas quando começam a falar, por exemplo, “Quéio aua” é o que eles dizem quando querem água.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001
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“Português é muito difícil.”

Se essa afirmação fosse verdadeira, seríamos o povo mais inteligente do mundo, pois aprendemos a falar a Língua Portuguesa com menos de dois anos e, até os quatro anos, falamos tudo.

Claro que a Língua Portuguesa não é difícil! É a nossa língua materna. O que ocorre é que a ênfase dada à gramática normativa é tão grande que achamos que só sabe falar e escrever quem conhece a norma culta.

Temos de lembrar sempre que o papel da língua é o de comunicar e que existem várias formas de se fazer isso.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.
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“As pessoas sem instrução falam tudo errado.”

Na verdade, as pessoas sem instrução não falam errado. Elas só não usam a gramática da norma culta.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001
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“O lugar onde se fala português melhor é em Xiririca.”

Os paulistanos acham que São Paulo é o lugar em que o português falado é o mais correto; os cariocas entendem que este português correto só é falado no Rio de Janeiro. A verdade é que, se formos estabelecer como referência a língua como um fenômeno cultuado por um povo, portanto, com vida, não há um lugar específico que use a Língua Portuguesa de forma mais correta ou menos correta. Mesmo se fôssemos pensar em relação à gramática da norma culta, não encontraríamos uma cidade que utilizasse a língua totalmente de acordo com a gramática normativa.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001

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“O certo é falar assim, porque se escreve assim.”

Esse mito cai por terra quando lembramos o fato de que a língua é dividida em falada e escrita. Como a fala é diferente da escrita, nem sempre o que se escreve é pronunciado da mesma forma que está escrito.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.
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“É preciso saber gramática para falar e escrever bem.”

Quem nasceu primeiro, a língua ou a gramática? Com certeza, a língua, pois a gramática veio para fixar padrões e regras das manifestações de uso da língua, portanto, para falar e escrever bem é necessário conhecer os mecanismos linguísticos que embasam nosso idioma, não necessariamente sabendo regras gramaticais de cor. Pelo exercício de leitura e escrita constante, podemos aprender a utilizá-lo de forma coerente nas diversas situações nas quais seja necessário seu uso.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001

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“O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social.”

Claro que conhecer mais variantes linguísticas pode dar ao usuário da língua a possibilidade de se comunicar com mais habilidade e em contextos variados; todavia, este não pode ser um pressuposto, visto que há diversas pessoas sem instrução alguma que tiveram ascensão social.
BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.

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Você pode estar se perguntando: mas então tudo está certo? Está correto dizer “a gente vamos” ao cinema?

Se tivermos como parâmetro a gramática da norma culta, a expressão está incorreta, pois sabe-se que temos de concordar o verbo com o sujeito. No entanto, a variação linguística depende do contexto em que está sendo empregada para ser considerada adequada ou inadequada.
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A origem

O café é originário da Etiópia, centro da África, mas foi apresentado ao mundo pelos árabes.

O nome original “qahwa” - que significa vinho em árabe - remete-nos à verdadeira importância e origem desta bebida secular.

Há poucos especialistas em medicina natural recomendando a ingestão de café.

Os médicos, por sua vez, treinados para lutar contra todos os tipos de "vício" à cafeína, geralmente colocam esta bebida no banco dos réus, ao lado de álcool, tabaco, e até mesmo das drogas mais pesadas.

Mas apesar de alguma desconfiança, nenhum estudo ainda conseguiu provar que o consumo moderado aumenta o risco de hipertensão, problemas cardíacos ou qualquer outra doença grave.

O que ocorre é exatamente o oposto: começamos a acreditar que o café pode ter vários efeitos benéficos à saúde.

Alguns “naturopatas”, que até agora eram muito contra o café, estão revendo suas próprias recomendações.( f. 1)

O grande estudo EPIC sobre câncer e nutrição na Europa determinou que, ao contrário do que se acreditava até agora, não há nenhuma ligação entre o consumo de café e o risco aumentado de doenças crônicas como câncer, diabetes ou doenças cardíacas.( f. 2)

Em contraponto, verificou-se através de vários estudos que o café pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.

Também pode reduzir muito o risco de Parkinson. Um estudo publicado no prestigioso Journal of American Medical Association remete à uma redução do risco de até 80% para os grandes consumidores de café.
(f. 3)

Também pode reduzir o risco de câncer da próstata, do fígado, do rim e do cólon, o risco de problemas de arritmia cardíaca, e problemas pulmonares.( f. 4;5;6;7;8;9;10)

No entanto, para aproveitar os benefícios do café é preciso respeitar algumas regras (anota aí Ana).



O verdadeiro café

Um estudo publicado em um veículo de medicina especializada em Alzheimer, o Journal of Alzheimer Disease, comparou o efeito da cafeína pura com a cafeína misturada a outros ingredientes presentes no café.

Isso porque, somente o café preto, com todos os ingredientes naturais que ele contém, tem efeitos positivos para a memória.

O café contém uma mistura natural de antioxidantes polifenóis e bioflavonóides. Em alguns países desenvolvidos por exemplo, o café pode ser a mais importante fonte de antioxidantes. Há diferentes compostos químicos presentes no café, e a ciência sugere que seus efeitos se combinam para proporcionar todos estes benefícios. ( f. 11)

Portanto, evite qualquer outra forma de ingestão do café. Nem os extratos e nem ao menos a cafeína pura, produzem tais efeitos benéficos, mas sim somente o produto completo em sua forma natural.

Ao contrário da falsa crença generalizada, o café preto torrado (assado) é bom para a saúde, e não o café “in natura”. E eu diria ainda mais: quanto mais torrado, melhor.

E afirmo isto porque quanto mais torrado o grão, maior é a redução do teor de cafeína. A cocção dos grãos de café decompõe a cafeína, que se degrada com o efeito do calor. Mas isto não é tudo, já que o café mais torrado também é aquele mais rico em antioxidantes, por causa do efeito de descafeinização que se obtém no processo.

Um estudo que li comprova que o café torrado é mais neuroprotetor do que o café “in natura”.

Outro mostra que é mais eficiente em restaurar os níveis celulares de vitamina E e de glutationa - dois antioxidantes muito importantes - sendo também benéfico na perda de peso. (f. 12;13)

Ah, não sabe o que é antioxidante? Preparamos este texto aqui para tentar te ajudar.

Da mesma forma, o café preparado por meio do coador é mais rico em cafeína do que o café expresso, uma vez que o tempo de infusão é muito maior (até mesmo na cafeteira comum).

Resumidamente e para tornar as coisas mais práticas lembre-se que: café com maior teor de cafeína é aquele com grãos mais finos e que passam mais tempo no processo de coagem. E o expresso, por incrível que pareça, possui menor índice de cafeína.

E qual é o problema da cafeína?

A cafeína não é de todo um veneno.

Um indivíduo tolera facilmente 400 mg por dia - o equivalente a quatro xícaras - exceto nos casos de hipersensibilidade.

Ela possui um efeito estimulante bem conhecido, mas não é uma droga, e muito menos algo longe da nossa realidade (tá mais tranquila Ana? Rs).

É legal em todos os países, e o FDA - que é a autoridade de saúde dos EUA, equivalente à ANVISA no Brasil - a está classificando como "substância alimentar polivalente que não é geralmente considerada como perigosa".

Pode causar distúrbios do sono em alguns indivíduos, mas nesse caso é só não beber café a partir da hora do almoço – e também ver este menu do ansioso que preparamos aqui.

A cafeína é um diurético. Vários estudos têm mostrado que o seu impacto sobre os nossos fluídos corporais não é diferente do que o obtido pela simples ingestão de água potável.

Em contrapartida, em outros indivíduos pode provocar calafrios, cólicas e palpitações, se ingerida em grandes quantidades.( f. 14;15)

Mas se você se sentir mal, o café e a cafeína nem sempre são os culpados. Você pode ter intolerância à queima de açúcares e óleos produzidos na torrefação, ou ainda alergia a fungos ou toxinas provenientes do processo. Portanto, é importante garantir que o café provém de sistema de produção adequado.

De qualquer forma, os efeitos positivos do café parecem compensar os efeitos negativos, em grande parte, na maioria dos casos. Embora nota-se que, ainda assim, a recomendação é que as mulheres grávidas evitem a cafeína a todo custo.
E o que dizer da proteína?

A cafeína extraída do grão de café é quimicamente idêntica:
ao guaranine, extraído dos grãos de guaraná;
à mateína, encontrada em infusões de folhas de erva-mate;
à proteína, encontrada nas folhas e brotos nas infusões de chá.
Assim, a proteína e a cafeína não são muito diferentes – aqui a Ana falou sobre a importância de incluir proteína no café da manhã, lembra?

A proteína pode ser encontrada em grãos, folhas e frutos de plantas diferentes, uma vez que atua como um inseticida natural, paralisando ou matando os insetos que se alimentam dela.

Porém, chá e café não se comportam da mesma maneira no seu corpo.

No chá a cafeína associada com taninos atrasa sua absorção no corpo. Portanto, tem mais efeitos escalonados quando comparada com o café.

Para isto, é preciso acrescentar que uma xícara de chá contém 4 vezes menos cafeína que uma xícara de café, o que explica porque falamos de um efeito estimulador de 3 a 6 horas no caso do chá, e de um efeito muito mais rápido e intenso no caso do café.

Beber chá pode aumentar o nível de concentração e foco por um longo período de tempo, o que explica seu sucesso entre os monges - especialmente nas religiões orientais - que valorizam seus efeitos estimulantes para meditar por mais tempo.

O chá também tem um efeito relaxante fornecido por sua proteína, a qual relaxa o cérebro.

Mas voltemos novamente ao protagonista.

7 coisas para se lembrar sobre o café

1 - O único café que lhe permitirá ter os melhores efeitos terapêuticos é o café de boa qualidade, com baixo teor de cafeína.

2 - Prefira o café orgânico. O café é uma das culturas pulverizadas com pesticidas. Portanto, selecionando apenas os grãos certificados como orgânicos, você garantirá os benefícios de saúde mencionados acima, que serão claramente reduzidos se o café contiver traços de pesticidas.

3 - Quando possível, compre café cultivado em áreas de floresta, a fim de ajudar a reduzir a destruição das florestas tropicais e aves que vivem lá. Muitos amantes do café também acham que o gosto é o melhor.

4 - Com relação aos grãos, certifique-se que tanto o aroma quanto o sabor sejam fortes e agradáveis. Os grãos de café torrados são ricos em óleo e podem se tornar rançosos com o tempo. Se tiver um gosto muito amargo, descarte.

5 - Café é a sua bebida. Evite cremes, açúcar e leite com café. Use água pura e de fonte confiável.

6 - Café feito com filtro. Se você usar um filtro de café ou coador, certifique-se que não foi clareado com cloro. Filtros brancos brilhantes foram quimicamente tratados e esses produtos também vão para o seu copo.

7 - Copo. Use uma boa xícara de café ou porcelana. Evite copos de papel, isopor ou plástico. Não só é muito mais agradável saborear um café em uma xícara adequada, mas também você evitará a contaminação por bisfenol-A ou outros componentes indesejados.

E agora, sente e aprecie um bom café, sabendo que ele também é um amigo benéfico.

Sem exageros porque sei que 4 xícaras está por dia estão comprovadas como protetoras mas – mais do que isso – é por sua conta e risco.

Ah! Convido você a compartilhar essas informações sobre a ingestão de café com sua família e amigos. E também fique à vontade para falar de seus pecados com a vida saudável com a #meupecado.

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Eu, agora, de um bom café.

Um grande abraço e até sábado no Homem de Ferro.

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Fontes consultadas:

1.  Dr. Joseph Mercola, editor do maior boletim sobre saúde natural dos Estados Unidos. Veja que este não é o caso do Dr. Hertoghe, que considera que o café aumenta a produção de cortisol e insulina, hormônios que podem fazer que engordemos, e que reduzem o nível da forma ativa dos hormônios da tireoide, a T3, e o hormônio do crescimento.
2 . Am J Clin Nutr April 2012 vol. 95 no. 4 901-908
3 . JAMA. 2000;283(20):2674-2679. doi:10.1001/jama.283.20.2674.
4. JNCI J Natl Cancer Inst (2011) doi: 10.1093/jnci/djr151
5. JNCI J Natl Cancer Inst (2005) 97 (4): 293-300. doi: 10.1093/jnci/dji040
6. Gastroenterology. May 2007 ;132(5):1740-5. Epub 24 March 2007.
7. Int J Cancer. 15 November 2007;121(10):2246-53.
8. International Journal of Cancer, Volumen 121, number 6, pages 1312–1318, 15 September 2007
9. Division of Research in Oakland, California. Presentation of the American Heart Association's 50th Annual Conference on Cardiovascular Disease Epidemiology and Prevention in San Francisco (2010).
10. Int J Cancer. 15 October 2010;127(8):1758-68.
11. Diversas fontes: 1 E Lopez-Garcia et al, Ann. Intern. Med., 2008, 148, 904 2 D Del Rio et al, Nutrients, 2010, 2, 820 3 Y-F Chu et al, Food Chem., 2011, 124, 914 4 G W Arendash et al, Neuroscience, 2006, 142, 941 5 M H Eskelinen et al, J. Alzheimer's Dis., 2009, 16, 85 6 K Ritchie et al, Neurology, 2007, 69, 536 7 J-K Moon and T Shibamoto,J. Agric. Food Chem., 2011, 59, 615
12. J Agric Food Chem. 22 September 2009. Epub 22 September 2009.
13. Armstrong LE, Casa DJ, Maresh CM, Ganio MS. Caffeine, fluid-electrolyte balance, temperature regulation, and exercise-heat tolerance. Exerc Sport Sci Rev. Julio 2007;35(3):135-40.
14. Armstrong LE, Pumerantz AC, Roti MW, Judelson DA, Watson G, Dias JC, Sokmen B, Casa DJ, Maresh CM, Lieberman H, Kellogg M. Fluid, electrolyte, and renal indices of hydration during 11 days of controlled caffeine consumption. Int J Sport Nutr Exerc Metab. Junio 2005;15(3):252-65.
15.  Mol Nutr Food Res. 2 August 2011. Epub 2 August 2011.
 
http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/Frame/Component/CoursePlayer?enrollmentid=1174953
Enviado por J B Pereira em 06/04/2016
Reeditado em 26/04/2016
Código do texto: T5597246
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
2316 textos (1297108 leituras)
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J B Pereira