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Deus nos ama como somos para que o amemos como Jesus é! Santo Antônio Claret, rogai por nós!

REFLEXÃO DIÁRIA: 25 DE MARÇO DE 2016

O segundo ponto de minha síntese espiritual é o seguinte: Seus nos ama tal como somos. O tipo de amor que nos leva para a plenitude da vida não é o amor que considera o que fomos ou o que podemos ser, mas o amor que nos vê tal como somos. É exatamente dessa forma que Deus nos ama. É claro que somos imperfeitos, mas Deus nos vê como seres em processo. Considera-nos, em qualquer ponto em que estivermos em nosso desenvolvimento, como somos. A pior de todas as ilusões a respeito de Deus é a noção de que ele pode ficar colérico. Trata-se apenas de uma figura de linguagem das Escrituras quando se fala da “ira de Deus”. Que haja realmente ira ou cólera em Deus é um engano e um mal-entendido que precisamos enterrar para sempre, para além de qualquer possibilidade de ressurreição. Devemos orar e meditar sobre a natureza estável de Deus. Os teólogos chamam-na de “imutabilidade”. Deus é sempre  o mesmo. Não pode ferir, nem ser ferido. Não está sujeito ao c alor, nem ao frio, aos altos e baixos, às emoções volúveis que nos afetam. Não devemos considerar Deus segundo nossa imagem e semelhança. Seria a morte de toda fé autêntica. Devemos  pensar numa analogia com o sol. O sol só brilha, assim como Deus só ama. É da natureza do sol brilhar, dar seu calor e sua luz. É da natureza de Deus amar, dar o calor e a luz de seu amor para nós.
Todos nos escondemos, de todas as maneiras possíveis, dessa luz e desse calor. Refugiamo-nos numa série de distrações, cobrimo-nos com a capa do pretexto e da ilusão, mas o sol de Deus continua brilhando. Ele continua a nos amar, a oferecer as dádivas que nos darão condições de chegar à plenitude total. Não há momento algum na história da vida humana em que não haja possibilidade de a pessoa se voltar para a luz, e o calor do amor de Deus. Sejam quais forem os obstáculos que o pecado e o egoísmo criaram, Deus está sempre a nosso alcance, sempre se oferecendo em calor e luz. É importante entendermos isso durante a vida. A única alternativa seria descobrir na morte o que nunca soubemos em vida, e lamentar como santo Agostinho: “Tarde demais, tarde demais, ó Senhor, amei-O… A memória é realmente um privilégio triste”.
Texto de As estações do coração
Editora Loyola
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Publicado em Reflexão Diária em 25 mar 2016
Nenhum comentário.
26 mar 2016 às 7:04 pm, joão bosco Diz:
Seu comentário está aguardando moderação.
Essa realidade eu a vi e me encantei com ela quando orei para o Santo Bispo Antônio Claret. Lá está a tese teológica: O coração de Jesus se dirige à alma: “- Ama-me como tu és. E eu amo-te como tu és.” Essa realidade de fé é arrebatadora quando o Espírito de Deus nos motiva a desapegar e mudar de perspectiva para ver Deus e acreditar em seu Filho Jesus, nascido da Virgem Maria, Obra do Paráclito. O mistério Trinitário se engaja na pericorese linda e suave de que o amor é uno e trino: comunitário na diversidade de dons para o bem de todos; o mistério de um Deus que não se isola e nem é arrogante. Sua unicidade é amor, compaixão e misericórdia absolutas, capazes de nos acolher e perdoar, nunca desistiram de nos perdoar quando soou no Paraíso: “- Façamos o homem a nossa Imagem e Semelhança.” Ora, nunca Deus unitrino desistiu de nos criar do nada! Isso significa um ato criador poderoso e magnífico, bondoso e sobrenaturalmente único: Deus é único e nos fez únicos para Ele, no mistério de um Pai Amorosamente Eterno, de um Filho Redentor agapemente fiel e obediente, de um Espírito Santo consoladoramente revelador e consolidador da Igreja e do novo homem como nova criação na História dos seres todos. Ninguém nos ama como Deus em Jesus. “Por graça somos salvos!” Com Agostinho podemos então, declarar: – Meu coração está inquieto enquanto não repousar em Ti, ó Senhor. Sou o peregrino do absoluto, que és tu, Deus.”

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Santo António Maria Claret (1807 – 1870), fundador dos Claretianos, inspiradamente desenvolveu textos que nos levam a uma profunda intimidade com Deus na oração, usando a técnica do diálogo com Jesus, para que assim possamos ouvir sua voz em nossos corações. O roteiro que abaixo publicamos foi selecionado pela Equipe Pastoral da Arquidiocese de Viena, no ano de 1988. Siga este roteiro em sua oração diante do Santíssimo Sacramento, sem pressa, por um período mínimo de quinze minutos, se possível, diariamente. Inicie sempre a sua Adoração procurando ouvir a Voz de Jesus dizendo-lhe:
Não é preciso, meu filho(a), saber muito para  me agradar; basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos.
Menciona-me o seu nome e diz-me o que desejas que eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir.
Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver no caminho certo. Diz-me a favor deles ao menos uma palavra.
Diz-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente… E pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares dessas faltas.
 Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu, que tinham exatamente os mesmos defeitos.
Mas pediram com humildade, e… pouco a pouco se viram livres deles.
 Tão pouco deixes de me pedir saúde, bem como bons resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos.
Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas antes a favoreça. Mas quero que o peças.
Que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!
Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, pêlos teus amigos, pela tua família, pelos teus superiores? Que gostaria tu de lhes fazer?
E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? E não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim?
Dize-me, em que se detém hoje, de maneira especial, a tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançar? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?
Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor próprio? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa hás de receber a minha bênção consoladora.
Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa Providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum te desamparo.
 Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso?
Roga por elas, pois se não forem obstáculo à sua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.
Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que desde ontem, desde a tua última visita, consolou e agradou teu coração.
Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez se tenham dissipado teus negros receios; talvez tenhas recebido boas noticias, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro.
Tudo é obra minha. Dize-me simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”
Bem sabes que eu leio que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar.
Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma?
Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra, a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?
Ora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos; mas não esqueça os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário.
Pratica tanto quanto possível o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo.
Ama e honra minha Mãe que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem que Eu aqui te espero”.
 
https://coracaosacerdotal.wordpress.com/tag/santo-antonio-maria-claret/
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Oração a Santo Antônio Maria Claret contra qualquer tipo de violência

Ó glorioso santo, vós que em vida sofrestes tantos tipos de violência e perseguições, como atentados, assaltos e ameaças de morte, mas que, pela vossa fé e confiança em Deus e no Imaculado Coração de Maria, todas as vezes nos livrastes desses males, intercedei por mim; e livrai-me to perigo de ser assaltado, roubado ou seqüestrado. Afastai de mim e de minha família toda espécie de violência física e moral.
Amém
(Rezar um Pai-Nosso por todas as pessoas que se encontram em perigo ou nas mãos de malfeitores)

http://www.acheoracao.com.br/oracoes/56.html
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J B Pereira e http://paroquiaimaculadaconceicao.com.br/reflexao-diaria-25-de-marco-de-2016/comment-page-1/#comment-5648
Enviado por J B Pereira em 26/03/2016
Código do texto: T5585818
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Sobre o autor
J B Pereira
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