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Redação em http://www.infoescola.com/redacao/ ou artigos em http://www.infoescola.com/redacao/

Artigos em nhttp://www.infoescola.com/redacao/
◾Argumentação
◾Campos lexicais e semânticos
◾Carta
◾Coerência Textual
◾Comparação ou Símile
◾Contexto
◾Conto
◾Crônica Literária
◾Descrição
◾Dicas para redação no Vestibular
◾Discurso na Publicidade
◾Dissertação
◾Enredo
◾Estruturalismo (linguística)
◾Fábula, Parábola e Apólogo
◾Funções da Linguagem
◾Gênero Narrativo
◾Informatividade e o Senso-comum no Texto Argumentativo-Dissertativo
◾Intertexto
◾Intertextualidade: Paráfrase e Paródia
◾Introdução, Desenvolvimento e Conclusão
◾Licença Poética
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◾Linguagem Verbal e Não-Verbal
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◾Nota zero em redação no Enem
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◾Rascunho
◾Redação no ENEM
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◾Redação Técnica
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◾Resenha Crítica
◾Resumo
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◾Texto Dissertativo
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◾Textos Motivadores no Enem
◾Tipos de Discursos
◾Tipos de Intertextualidade
◾Tipos de Narradores
◾Tipos de textos narrativos
◾Tópico Frasal
◾Variantes Linguísticas
◾Versos, Rimas e Estrofes
◾Vícios de Linguagem


O QUE É TEXTO?
 
É uma forma de interação social, podem ter características faladas ou escritas, tamanhos diversificados. Por meio de um objetivo gira em torno de idéias e sentidos, se expressa de forma verbal e não-verbal.
Os Textos estruturam-se de acordo com algumas regras, fatores e características:
Contexto – como, com quem ocorrem as formas comunicativas; dados comuns ao emissor e ao receptor. Busca representar o ouvinte e o leitor, estabelecer o lugar que acorre a interação e quais finalidades.
Intertextualidade  – é ser capaz de observar ou fazer ligações de um texto sobre outro, seja ou não do mesmo autor, porém de mesmo assunto. Quando lemos ou ouvimos um texto é necessária uma série de informações externas para um melhor entendimento do texto.
Parágrafo – um texto pode ser formado por diversos parágrafos, apresentado de acordo com o grupo de idéias. O parágrafo é composto de frases, é uma mudança de linha. Frase é expressa sentido. As frases podem ser: interrogativas, afirmativas, negativas, exclamativas e imperativas.
Fatores na construção do texto  – o texto enseja coerência, trabalhar com coesão.
A coerência  é um fator importante para a estruturação do texto, no ponto em que não se podem contradizer as outras partes do texto. Na verdade o texto deve ser coerente em um todo.
A coesão é uma conexão interna entre as várias partes de um texto. A melhor forma de usar esta ferramenta e dispor de forma correta o uso da gramática.
Organização dos textos  – primeiro buscar uma finalidade, depois decidir sobre uma sequência. As sequências dividem-se em: narrativas, descritivas, dissertativas, instrutivas e com diálogos.
Gêneros de textos – são grupos de textos com características e formatos parecidos. Dividem-se em: textos científicos, textos de correspondência, textos instrucionais, textos jornalísticos, textos literários, textos literários com o uso de linguagem visual e verbal e textos publicitários.
Textos científicos – são divulgações científicas. Podem ser lidos em periódicos científicos, em revistas, em livros didáticos, em dicionários e enciclopédias.
Textos de correspondência – com o objetivo de outra pessoa ler ou visualizar. Podem ser divididos em: bilhete, carta, cartão-postal, e-mail e telegrama.
Textos instrucionais – sugere a função apelativa da linguagem. Podem ser: bulas, folhetos explicativos, guias de cidades, instruções de provas, manuais de instruções, receitas de cozinha, regras de jogos etc.
Textos jornalísticos – podem ser: anúncios, cartas, editorial, entrevista, notícia e reportagens.
Textos literários – nos textos literários é usada a criatividade, o jogo de imagens e figuras. Dividem-se em: conto, crônica, fábula, novela, peça teatral, poema e romance.
Textos literários com o uso de linguagem visual e verbal – podem ser: charge, cartum, história em quadrinhos e tira.
Textos publicitários – o objetivo do texto é seduzir o leitor ou convencer o consumidor de algo. Características: o uso de vários adjetivos, verbos no imperativo (apelativos), argumentativo e o uso de metáforas.
_______________________________________
• - Nota zero em redação no Enem
• Na prova do Enem cada examinador conferirá uma nota entre 0 (zero) e 200 (duzentos) pontos para cada uma das cinco competências. O valor integral concedido por cada avaliador estará em conformidade com o somatório das notas dadas às competências, e poderá atingir até mil pontos.
• No âmbito do exame de redação a nota irá de 0 (zero) a 1000 (mil) pontos e será concedida segundo os princípios definidos no Anexo IV do EDITAL Nº 01, de 08 de Maio de 2013, referente ao Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM 2013. Cada preceito corresponde a uma das cinco competências.
• Na primeira competência, que envolve a comprovação do domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa, a nota zero ou Nível 0 implica na total ignorância de como se constrói um texto seguindo parâmetros da escrita formal do idioma português.
• Na segunda competência, segundo a qual o estudante deve entender a proposta de redação e aplicar conceitos das varias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa, tirar zero significa fuga à temática, ou seja, ao não cumprimento do gênero dissertativo-argumentativo.
• Apresentar Nível 0 na terceira competência, que se refere ao ato de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista, é consequência de se demonstrar dados, eventos e argumentos não ligados ao tema e desprovidos da sustentação de uma visão de mundo.
• Na quarta competência, que está ligada à comprovação do conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação, apresentar nota zero comprova que o aluno não soube organizar os conhecimentos. E, enfim, receber Nível 0 na quinta competência, que envolve a elaboração de proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos, implica na ausência de uma sugestão de interferência ou na presença de uma proposição não referente à temática.
• Quando o estudante entregar a Folha de Redação vazia, sem qualquer presença de texto, ela será rotulada como ‘em branco’. No caso da prova exibir apenas sete linhas escritas, independente de seu teor, os examinadores considerarão que o texto é ‘insuficiente’. Qualquer reprodução dos conteúdos motivadores inseridos junto à proposta de redação será simplesmente ignorada na hora da correção e do cálculo do limite mínimo de linhas.
• O uso de ofensas, ilustrações e outras intervenções visando uma invalidação intencional, assim como a profanação dos direitos humanos, bem como a elaboração de uma parcela da redação propositalmente desvinculada da temática sugerida, implicarão na anulação da prova.
• Deve ficar claro que não seguir o parâmetro dissertativo-argumentativo resultará na nota zero, mesmo que o aluno obedeça às outras orientações. É proibido, assim, criar uma poesia ou restringir a redação ao ato de contar uma história, pois essas modalidades literárias não trazem em sua constituição formal a estruturação exigida.
• Fontes:
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/downloads/2012/guia_participante_redacao_enem2012.pdf

- Textos Motivadores no Enem
• Nos vestibulares toda sugestão de redação é integrada pela temática, pelas orientações e também por um grupo de textos, que podem inclusive vir na forma de quadrinhos, caricaturas, gráficos, tabelas, mapas, ilustrações, entre outros. Este conteúdo é geralmente denominado de coletânea textual. Cada exame, porém, tem sua própria definição desse recurso.
• No Enem, por exemplo, essa compilação adota outra denominação, textos motivadores.  Este nome já indica seu papel na proposição da redação. Nele este conteúdo produz, em conjunto com a temática proposta, o escopo do assunto principal elaborado pelos examinadores. Ele também incentiva o aluno a meditar, a considerar e a ser influenciado pelo tema, mas não a ficar cativo do que afirma.
• As normas do Enem não permitem que o estudante reproduza fragmentos do teor motivador, o que implicaria em redução da nota e da soma das linhas produtivas. Claro que, conforme o assunto proposto, é inevitável se valer dos conteúdos motivadores. No Enem de 2012 tem-se um exemplo claro. Os examinadores escolheram o tópico “Os Movimentos Imigratórios no Brasil no Século XIX“.
• O problema é que foi um tema inesperado para os candidatos e, por essa razão, eles ficaram perdidos, sem saber nem por onde começar, e assim se fundamentaram totalmente no conteúdo motivador. Esse ato teve como resultado uma diminuição da nota derradeira. A perplexidade, em conjunto com essa redução, levou as médias a desabarem da prova de 2011 para a do ano posterior.
• Na verdade, estes textos requerem uma leitura atenta, durante a qual os alunos devem sublinhar as palavras principais; estas sim podem ser utilizadas na redação. Não se pode esquecer, também, de que é necessário constituir vínculos entre esses conteúdos motivadores, uma atividade essencial para o bom desenvolvimento do enredo. Todos eles se referem a um mesmo tópico, considerado o macro, e a um idêntico campo temático, o micro.
• É importante, igualmente, recorrer às leituras realizadas no momento anterior ao da realização do exame e ao material de suporte, sempre alimentando uma reflexão crítica e o poder de avaliar o contexto, posto que os elaboradores do ENEM crêem que o estudante deve oferecer uma resposta eficiente às questões da sociedade, particularmente as que englobam as prerrogativas do cidadão e os direitos humanos.
• A paráfrase, ou seja, a arte de escrever novamente sobre algo, porém da sua própria maneira, sem reproduzir o texto, também se transforma em um instrumento fundamental. Se o aluno não souber nada sobre a temática apresentada, os textos motivadores podem ser um ótimo sustentáculo.
• Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/06/17/1030777/enem-2013-entenda-importancia-estar-atualizado-e-dos-textos-motivadores-na-prova-redaco.html
http://www.infoenem.com.br/os-textos-motivadores-na-redacao-do-enem/
• - Tipos de Intertextualidade
A intertextualidade pode ser compreendida como a produção de um discurso com base em outro texto previamente estruturado. Em cada caso este conceito assumirá papeis distintos, em decorrência dos enunciados e das circunstâncias nos quais ele será embutido.
• Este elemento está vinculado certamente ao domínio de um saber geral sobre o mundo, o qual deve ser dividido, melhor dizendo, precisa estar presente tanto na experiência de vida do criador da mensagem quanto de seu decodificador. É possível haver ou não uma interação entre várias esferas do conhecimento, não necessariamente se limitando à obra literária.
• Há pelo menos sete tipos de intertextualidade:
• Epígrafe: consiste em um texto inicial, que tem como objetivo abrir uma narrativa. É, portanto, um registro escrito introdutório utilizado como diretriz do discurso central por ser capaz de sintetizar de maneira modelar a filosofia do escritor.
• A palavra ‘epígrafe’ tem origem no idioma grego e pode ser traduzida aproximadamente como ‘escrita na posição superior’. Essa modalidade de intertextualidade é utilizada quando um escritor se vale da passagem de uma obra prévia para dar início ao seu próprio enredo.
• Citação: é a referência a uma passagem do discurso de outra pessoa no meio de um texto, entre aspas e normalmente acompanhada da identidade de seu criador.
• Paráfrase: ocorre quando o escritor reinventa, com instrumentos apropriados, um texto pré-existente, resgatando para o leitor sua filosofia originária. O termo provém do grego “para-phrasis”, que tem o sentido de reproduzir uma frase. Essa espécie de interação intertextual equivale a repetir um conteúdo ou um fragmento dele claramente, porém em outros termos, preservando sempre a concepção inicial.
• Paródia: quando o autor se apodera de um discurso e, ao invés de avalizar o exemplar resgatado, opõe-se a ele de forma discreta ou explicitamente. Várias vezes ele desvirtua o discurso prévio, seja por desejar criticá-lo ou por querer tecer uma ironia.
• Pastiche: há uma união de diversos conteúdos e o resultado é uma colcha de retalhos. Não é difícil de compreender: este recurso ocorre quando se realiza a combinação de um determinado texto com um ou mais discursos.
• Tradução: esta intertextualidade é o ajustamento de um texto composto em outro idioma à língua falada no país onde a obra é traduzida. Por exemplo, quando um livro em francês é traduzido para o vernáculo espanhol.
• Referência e Alusão: aqui o escritor não indica abertamente o evento em foco; ele simplesmente o insinua por meio de qualidades menos importantes ou alegóricas.
• Fontes:
http://soumaisenem.com.br/portugues/generos-textuais/os-tipos-de-intertextualidade-parte-1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Intertextualidade
OUTROS CONCEITOS RELEVANTES PARA QUEM ESCREVE E REFLETE A LINGUA PORTUGUESA OU COMENTA OBRAS LITERÁRIAS EM CONCURSOS E VESTIBULARES:
• - Texto Dissertativo
• - Resenha Crítica
• - Intertexto
• - Discurso na Publicidade
• - Manifesto
• - Revisor de Textos
• - Narrativa
• - Metonímia
• - Comparação ou Símile
• - Metáfora
• - Texto
• - Redação Técnica

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Redação em http://www.infoescola.com/redacao/
Enviado por J B Pereira em 23/07/2013
Reeditado em 23/07/2013
Código do texto: T4401134
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira