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Artigo de opinião: Referente à crônica “EU SEI MAS NÃO DEVIA” de Marina Colasanti. O Mal deste tempo.

Seu texto está lindo mesmo!

veja outros textos e entrevistas de outros autores em http://www.youtube.com/watch?v=2RwCgla_7Rs

Parabéns pela sua sensibilidade e crítica ponderada e sua reflexão ética do instante momento efêmero...

Fico feliz por ser seu educador e me alegro por ser educado também por sua escrita tão pura e profunda.

Fiz algumas pequenas observações em vermelho para melhorar linguistica e gramaticalmente seu texto ou artigo de opinião.

Minha alegria de ler está com seu texto nesse momento da vida.

Prof. João Bosco
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Artigo de opinião:
Referente à crônica “EU SEI MAS NÃO DEVIA” de Marina Colasanti.

http://www.youtube.com/watch?v=2RwCgla_7Rs

O Mal deste tempo. Izabella Baesteiro

  A meu ver, com o passar do tempo, as pessoas têm se acostumado com uma série de coisas. Já não há mais espontaneidade, aproveitamento e prazer naquilo que faz, não há mais alegria no simples e os detalhes desta vida passageira, estão sendo cada vez menos percebidos.
  Há um descaso humano, os relacionamentos se tornam cada vez mais frios e superficiais, é como viver na solidão mesmo cercados de muita gente.
  Conseguimos ignorar as pessoas ao nosso redor cuidando do nosso próprio eu, constantemente acariciando nosso ego, como se assim, os problemas da humanidade fossem resolvidos.
  Todos certamente temos problemas, e na ânsia de resolvê-los, esquecemos de que não somos obrigados a passar por isso sozinho e, assim não “notamos” que aquele ao nosso lado também tem suas dificuldades, e que se compartilhássemos os fardos uns com os outros, os nossos seriam aliviados.
  É claro que existem exceções, e graças a essas pessoas que se preocupam é que ainda alimento minhas esperanças com o porvir , as demais, veem, mas é como se não enxergassem nada além de si mesmas e o pouco relacionamento que mantêm, é por cobiça e visando o que o outro poderá lhes oferecer.
  O tempo tem passado depressa, e o que é que temos aproveitado?
  Cada um pode brilhar se for dada a ele esta oportunidade, o problema é que muita gente não tem a mínima ideia de seu potencial.
  E é deste acomodamento que a sociedade se mantém refém de uns tempos para cá, vivendo dia após dia mecanicamente, em meio a correria da vida, buscando status, fama, dinheiro ou simplesmente atenção.
  Não há nada que se compare como simplesmente cultivar relacionamentos saudáveis com amigos, colegas ou nossos pais e professores, ou com a alegria de saber aproveitar a cada suspiro, cada insigne momento de estadia nesta terra, vivendo para que no momento da partida, nada tenha sido em vão.
 

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1. ESTADA: [De estar + -ada] (Substantivo feminino) Ato de estar; demora, permanência, estância: "Depois de sua estada na prisão, Oscar Wilde dizia -- oh! -- que a sua rota era a de São Francisco de Assis..." (Álvaro Lins, Literatura e Vida Literária, p. 39.);
2. ESTADIA: [De estada + -ia 1] (Substantivo feminino) (1) [Mais empregado em marinha mercante] Prazo concedido para carga e descarga do navio surto em um porto; estalia. (2) [Sinônimo de] Estada, permanência. [Muitos condenam o uso, freqüentíssimo, da palavra nesta última acepção. Reforce-se: deve-se evitar o uso de estadia para significar estada!]

Assim, ESTADA refere-se ao ato de estar, enquanto ESTADIA refere-se ao tempo de permanência de [algo, alguém..., por extensão: não necessariamente no âmbito da marinha mercante] Ver: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. Também Dicionário Universal, em Portugal mostra o mesmo entendimento.
 fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081002062903AAwMpcY

Estadia ou estada?
Tradicionalmente, estadia significava apenas “tempo de permanência de um navio no porto sem acréscimo da taxa paga para tal” ou simplesmente “tempo de permanência de um navio no porto”: “Durante sua estadia no porto de Santos, o ‘Paratii’ foi inspecionado por Amyr Klink”.Estada significa “permanência”, “ato de estar em um lugar”: “Minha estada em Águas de Lindóia foi muito agradável” e “A estada do elefante em Brasília foi curta”. Entretanto, o uso acabou ampliando o significado de estadia, que atualmente também quer dizer “permanência de pessoas ou mesmo de animais” em algum lugar: “A estadia do Carlinhos em Porto Alegre foi paga pela empresa”. Os autores mais tradicionalistas resistem em aceitar a evolução do idioma e condenam este último emprego de “estadia”. Entretanto, os usuários é que são os senhores da língua, tanto é que dois ótimos dicionários aqui disponíveis (Aurélio e Brasileiro) já registram, além da acepção tradicional,o simples fato de estar-se em algum lugar igualmente como significado de “estadia”. Por isso, não se pode corrigir tal uso em nenhuma redação na qual apareça. Fiquem atentos, colegas!

http://www.paulohernandes.pro.br/dicas/001/dica064.html
J B Pereira e Artigo de opinião: Referente à crônica “EU SEI MAS NÃO DEVIA” de Marina Colasanti. O Mal deste tempo. Izabella Baesteiro
Enviado por J B Pereira em 23/05/2013
Reeditado em 31/05/2013
Código do texto: T4305643
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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35 e-livros (529 leituras)
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J B Pereira