O CAVALO SANSÃO
Olá, Sansão!
Onde vai tão ligeiro
Com cascos a trovejar?
Eu não quero te maltratar
Não fique a relinchar
Com medo do meu olhar
Eu só gostaria
De te ver galopar
Com sua crina a bailar
Ou bem, de mansinho
Te acariciar o focinho
E te ver feliz a pastar