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DO VALOR SALVÍFICO DA EUCARISTIA E DA IMITAÇÃO DE CRISTO SOBRE A PREPARAÇÃO PARA RECEBER ESSE SUBLIME SACRAMENTO DE AMOR

Reflexão diária: 05 de março de 2016

O dia em que Jesus perdeu todos os seus seguidores é descrito no Evangelho de São João. O dia começa com Jesus pretendendo ter uma conversa particular com seus apóstolos. Mas logo uma multidão enorme se reúne à sua volta. E, assim, Jesus passa o dia todo falando com a multidão. No final do dia, pergunta aos apóstolos se essas pessoas tinham o que comer (“Como poderiam ter? Você ficou falando com elas o dia todo!”). Um dos apóstolos encontra então um menininho que oferece cinco pães e dois peixes (“Mas o que é isso, André? Você está pensando que vai alimentar essa multidão com cinco pães e dois peixes?”). E acontece o milagre. A multiplicação dos pães e dos peixes: por todo o lugar. Quando percebem, as pessoas pedem a Jesus para ser seu rei. Seguem-no pelo lago com um pedido em coro: “Seja nosso rei!” E os apóstolos apresentam-se como líderes entusiastas.
 Mas ele expõe as raízes do pedido: “Foram os peixes e os pães, não foram? Vocês querem um messias dos milagres, um líder militar, que possa multiplicar espadas e escudos e quebrar os grilhões de Roma. Bem, este não é o meu reino. Meu reino é o reino da fé. Vocês entram em meu reino acreditando em mim”. E o povo afirma ter uma grande fé. Acreditam até que Deus alimentou seus antepassados com maná, no deserto. E, então, Jesus apresenta-lhes o grande desafio da fé: “Seus antepassados comeram o maná e morreram. Mas eu sou o Pão da Vida que veio do Céu. Se comerem este Pão, terrão a vida eterna”.
O povo não está à altura do desafio e reage colericamente: “Quem ele pensa que é? E quem ele pensa que somos? Não conhecemos sua mãe?” E deixam-no. Jesus então volta-se com tristeza para seus apóstolos decepcionados. “Não quereis partir com eles? Não querem me deixar também?”, pergunta. Em um de seus melhores momentos, Pedro responde: “Se o deixarmos, para onde iremos? Você tem as palavras da vida”.
Nossa fé em Jesus é nosso conforto. Também é nosso desafio. Acredito realmente?

Texto de As estações do coração
 Editora Loyola
 
 
     
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 Publicado em Reflexão Diária em 5 mar 2016

 
Nenhum comentário.
6 mar 2016 às 10:25 pm, J B Pereira Diz:
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Reconhecer o milagre da vida lá no fundo de nossa alma e a verdadeira conversão ainda nos demora tanto. Por quê? Nossa fé talvez ainda não percebeu esse milagre em que Jesus é o Pão da VIDA.
 Por isso, a Escritura nos afirma: Voz de Cristo:

Vinde a mim todos que penais e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei, diz o Senhor (Mt 11,78).

O pão que eu darei é a minha carne, pela vida do mundo (Jo 6,52).

Tomai e comei, este é o meu corpo, que será entregue por vós; fazei isto em memória de mim (Lc 22,19).

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele (Jo 6,57).

As palavras que eu vos disse são espírito e vida (Jo 6,64).

E na IMITAÇÃO DE CRISTO, podemos encontrar a preparação para receber piedosa e humildemente a Jesus EUCARÍSTICO. Agradeçamos ao Senhor essa fome de sua vida em nós e Ele que é a fonte de nossa alegria e o Paraíso já na Terra.

“Como neste Sacramento se mostra ao homem a grande bondade e caridade de Deus: Eis a fonte do amor, donde resplandece a vossa misericórdia! Que ações de graças vos são devidas por este benefício! Oh! quão salutar e proveitoso foi o vosso desígnio, em instituir este Sacramento! Quão suave e delicioso banquete, em que a vós mesmos vos destes em alimento! Quão admiráveis, Senhor, são vossas obras, quão inefável vossa verdade! Porque dissestes – e tudo se fez, e fez-se aquilo que ordenastes.”

“Regozija-te, minha alma, e agradece a Deus tão excelente dádiva e singular consolação, que ele te deixou neste vale de lágrimas. Porque todas as vezes que celebrares este mistério e receberes o corpo de Cristo, renovas a obra de tua redenção e te tornas participante de todos os merecimentos de Cristo. Pois a caridade de Cristo nunca se diminui, nem se esgota jamais a grandeza de sua propiciação. Por isso te deves preparar sempre para este ato pela renovação do espírito, e considerar com atenção este grande mistério de salvação. Tão grande, novo e delicioso se te deve afigurar, quando celebras ou ouves a Missa, como se Cristo no mesmo dia descesse pela primeira vez ao seio da Virgem e se fizesse homem, ou como se, pendente da cruz, padecesse e morresse pela salvação dos homens.”

“Da utilidade da comunhão frequente: Ó maravilhosa condescendência de vossa bondade para convosco, que vós, Senhor Deus, Criador e vivificador de todos os espíritos, vos dignais de vir à minha pobre alma e saciar-lhe a fome com toda a vossa divindade e humanidade! Ó ditoso coração, ó alma bem-aventurada, que merece receber-vos com devoção a vós, seu Deus e Senhor, e nesta união encher-se de gozo espiritual! Oh! que grande Senhor recebe, que amável hóspede agasalha, que agradável companheiro acolhe, que fiel amigo aceita, que formoso e nobre esposo abraça, mais digno de ser amado que tudo o que se ama e deseja! Dulcíssimo Amado meu, emudeçam diante de vós o céu e a terra com todos os seus ornatos; porque tudo o que têm de brilho e beleza é dom de vossa liberalidade e não chega a igualar a glória de vosso nome, “cuja sabedoria não tem medida” (Sl 146,5).”



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Dos admiráveis frutos colhidos
 pelos que comungam devotamente

1. Senhor, meu Deus! Preveni vosso servo com as bênçãos de vossa doçura, para que mereça digna e devotamente chegar-me a vosso augusto Sacramento. Despertai meu coração para vós e tirai-me deste profundo entorpecimento. “Visitai-me com vossa graça salutar” (Sl 105,4), para que goze em espírito vossa doçura, que com abundância está oculta neste Sacramento, como em sua fonte. Iluminai também meus olhos para contemplar tão alto mistério, e fortalecei-me para crer nele com fé inabalável. Porque é obra vossa e não de poder humano, sagrada instituição vossa, não invenção dos homens. Ninguém, com efeito, se si mesmo é capaz de conceber e compreender este mistério, que transcende à própria inteligência dos anjos. Que, pois, poderei eu, pecador indigno, pó e cinza, investigar e compreender de tão alto e sagrado mistério?”

“Porque este altíssimo e diviníssimo Sacramento é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual; cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, corrobora a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade.”

BUSQUEMOS A SAÚDE E O SEGURO ESPIRITUAL EM JESUS E SEU CORAÇÃO EUCARÍSTICO NESSE ANO DA MISERICORDIA, como nos pede o Papa Francisco.

“Que devemos com tudo quanto é
 nosso oferecer-nos a Deus, e orar por todos”

“Que não se deve deixar por leve
 motivo a sagrada comunhão.

Voz do Amado

1. A miúdo deves recorrer à fonte da graça e divina misericórdia, à fonte de bondade e de toda pureza, para que possas ser curado de tuas paixões e vícios, e merecer ficar mais forte e vigilante contra todas as tentações e enganos do demônio. Sabendo o inimigo qual é o fruto e o eficacíssimo remédio que se encerra na santa comunhão, procura por todos os modos e em qualquer ocasião impedir e afastar dela, quanto pode, as almas fiéis e piedosas.”

“Que o corpo de Cristo e a Sagrada Escritura são sumamente necessários à alma fiel

Voz do discípulo

1. Ó dulcíssimo Senhor Jesus, quão grande é a doçura de uma alma devota que toma parte no vosso banquete, no qual outro manjar não há que se lhe ofereça, senão vós mesmo, seu único amado, suprema aspiração de todos os desejos de seu coração! Também a mim seria doce derramar em vossa presença lágrimas do mais terno amor e com a piedosa Madalena banhar os vossos pés com meu pranto; mas onde está essa devoção, onde essa copiosa efusão de santas lágrimas? Por certo, na vossa presença e na dos santos anjos, meu coração devia inteiramente ficar abrasado e chorar de alegria, pois vos tenho verdadeiramente presente no Sacramento, embora oculto sob estranhas espécies.”

“Que a alma devota deve aspirar, de todo o coração, à união com Cristo no Sacramento”

“Que a graça da devoção se alcança pela humildade e abnegação de si mesmo.”

“Como devemos descobrir nossas necessidades a Cristo e pedir sua graça.”

“Que o homem não seja curioso escrutador do Sacramento, mas humilde imitador de Cristo, sujeitando sua razão à santa fé.”

” Persevera, pois, na fé, firme e simples, e chega-te ao Sacramento com profunda reverência. E quanto ao que não podes compreender, encomenda-o tranqüilamente a Deus onipotente. Deus não te engana; mas se engana quem demasiadamente confia em si mesmo. Deus anda com os simples, revela-se aos humildes, dá inteligência aos pequenos, abre o sentido às almas puras e esconde sua graça aos curiosos e soberbos. A razão humana é fraca e pode enganar-se, mas a fé verdadeira não se pode enganar.

5. Toda razão e pesquisa natural deve seguir a fé, não precedê-la, nem enfraquecê-la, porque a fé e o amor aqui dominam e operam ocultamente nesse santíssimo e diviníssimo Sacramento. “Deus eterno, imenso e infinitamente poderoso faz coisas grandes e incompreensíveis no céu e na terra” (Jó 5,9), e ninguém pode penetrar as maravilhas de suas obras. Se fossem tais as obras de Deus, que facilmente as compreendesse a razão humana, não deveriam ser chamadas maravilhosas, nem inefáveis.”

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http://www.derradeirasgracas.com/3.%20V%C3%A1rios%20Assuntos/A%20IMITA%C3%87%C3%83O%20DE%20CRISTO/14.%20Devota%20exorta%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20sagrada%20comunh%C3%A3o.htm E mensagem da IMACULADA CONCEIÇÃO REFLEXÃO DIÁRIA
Enviado por J B Pereira em 06/03/2016
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J B Pereira
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