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Célula-tronco: pesquisa e limites éticos

“A vida humana é mais importante que interesses ou ideologias pessoais ou de grupos. Uma sociedade que valoriza e defende a vida cresce e se desenvolve na História. Uma sociedade que começa a prejudicar, maltratar e chega ao ponto de destruir a vida, tem seu futuro comprometido”.
http://fratresinunum.com/2012/04/09/bispos-brasileiros-se-pronunciam-a-favor-da-vida-e-contra-o-aborto-dos-anencefalos/
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http://www.pime.org.br/missaojovem/mjteologiacelulas.htm
Vemos alternativas para estudar a cura de doenças, já que vem crescendo o número de trabalhos nos quais se verifica, com sucesso, a recuperação de tecidos ou órgãos lesados, utilizando as célulastronco adultas.

Os cientistas brasileiros (desde 2001) foram pioneiros nas aplicações de células tronco adultas em seres humanos, no tratamento das cardiopatias, lesão de medula espinhal, lesão de nervos periféricos, entre outras.

Como se percebe, em vez de o governo aplicar recursos na manipulação e eliminação de seres humanos, transformados em cobaias, poderia investir maciçamente na investigação das células-tronco do próprio paciente ou nas dos cordões umbilicais.

A QUESTÃO JURÍDICA

O ex-Procurador-Geral da República, Cláudio Fonteles, ingressou com ação direta de inconstitucionalidade contra a lei que aprovou a manipulação de embriões humanos vivos para investigação científica. Qual a razão disso?

Do ponto de vista jurídico, não existe dúvida. Declara a Constituição (art. n.º 5.º), que o direito à vida é inviolável. O Tratado Internacional sobre direitos fundamentais de São José determina que a vida começa na concepção e que a pena de morte é condenável tanto para o nascituro como para o nascido (art. n.º 4.º).

O Código Civil Brasileiro declara que todos os direitos do nascituro são garantidos desde a concepção (art. n.º 2.º). Seria, pois, ridículo se todos os direitos lhe estivessem garantidos menos o direito à vida.

A vida, já que começa na concepção, não se justifica que seres humanos, como nos campos de concentração de Hitler, sejam objeto de manipulação embrionária. Portanto, a lei aprovada, do ponto de vista jurídico, é inconstitucional.

Prof.ª Dr.ª Lilian Piñero Eça
 Doutora em Biologia Molecular


Ives Gandra da Silva Martins
 Jurista
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Qual a posição da Igreja sobre as células-tronco? Publicado por: Catecismo Jovem

Pergunta enviada por Gabriel Fernandes

A Igreja não aceita que se manipule células-tronco embrionárias, fruto de um óvulo fecundado, é um embrião, um ser humano que já tem alma. A Igreja aceita que se use células-tronco ADULTAS, tiradas de muitas partes do corpo, como no cordão umbilical da criança que nasce. Essas células podem gerar os 274 tipos de tecidos humanos para terapia, sem necessidade de matar embriões. Os doutores Gordon e Yamanaka, acabaram de ganhar o Prêmio Nobel de medicina recentemente porque provaram isso. A Igreja tem razão, não é preciso matar um para salvar outro.

Um abraço, Gabriel Fernandes.

equipe-felipeaquinoProf. Felipe Aquino ( Diocese de Lorena – SP)
 Doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e Mestre na área pela UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá), professor de História da Igreja.

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15. outubro 2012 · 21 comments · Categories: Artigos Diversos · Tags: células tronco, Deus, Felipe Aquino, Prêmio Nobel de Medicina, Supremo Tribunal Federal


Porque a Igreja é contra o uso da célula-tronco embrionária?

Com a descoberta de como reprogramar qualquer célula-tronco adulta em uma célula pluripotente (equivalente, em plasticidade, a uma célula-tronco embrionária, sem o potencial teratogênico desta), feito que acaba de dar o Prêmio Nobel de Medicina aos pesquisadores britânico John Gurdon e ao japonês Shinya Yamanaka (“Ciência”, ontem), mostra que a Igreja católica tem razão quando pediu ao STF que não aprovasse o uso de células tronco embrionárias pela ciência, já que não é necessário fazer esse uso, uma vez que se mata um ser humano embrionário.
Agora ficou provado que cientificamente não é preciso usar células tronco embrionárias, pois as células tronco adultas fazem o mesmo papel, sem precisar se eliminar um ser humano, que já contém uma alma imortal, criada à imagem de Deus.
Esperamos, então,  que agora, com este dado científico,  o Supremo Tribunal Federal reverta sua decisão de liberar o uso de embriões humanos em experiências. Moralmente isso nunca se justificou, e agora não se justifica nem cientificamente.

Os que amam a Deus e obedecem suas leis precisam se opor a essa eliminação sistemática, silenciosa e cruel de seres humanos indefesos. A moral católica não aceita que se faça o bem por um meio mal; e não aceita que os fins justifiquem os meios; senão, toda a Civilização vira barbárie.

Prof. Felipe Aquino

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http://www.pime.org.br/missaojovem/mjteologiacelulas.htm
Enviado por J B Pereira em 13/09/2013
Reeditado em 13/09/2013
Código do texto: T4480463
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira