EQUILIBRANDO

 

Pela corda bamba da fantasia

O poeta caminha passos firmes

Numa retidão espantosa.

 

Não existe bêbado equilibrista.

Nem rede de sustentação.

Ele vai em frente convicto.

 

Vai chegar no outro lado.

No lado do sonho.

 

 

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Otávio Coral
Enviado por Otávio Coral em 27/12/2024
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