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Atlântida,meu amor..

Aqueles cabarés pestilentos de Atlântida,aqueles bêbados,ébrios da falta de noção,aquelas túnicas pomposas,cheias de ouro,platina e irídio,às custas da exploração do povo,moribundo,acorrentado,para custear as soberbas dos pseudo nobres,quais nunca se esforçaram para obter,morreram todos..Que bom!

Dioclécio,o ermitão,vía aquele "aguaredo",afundando a antiga cidade,centro do mundo,e se preparou para morrer feliz,pois junto dele,iríam uma multidão de "filhos da mãe",mas eis que sobreviveu,em meio aos destroços de seu castelo,de flutuante material,que todos zombavam por,não ser de material nobre.E exclamou:
-Putz!
E o Dioclécio,fez nossa geração,juntame
nte da filha "ranhenta"do falecído Imperador Atlante,qual por ironia de princesa fez-se Rainha,mesmo sem existír mais,a antiga Atlântida
Mario Brasiguayo e o Livro de Platina
Enviado por Mario Brasiguayo e o Livro de Platina em 11/05/2019
Reeditado em 27/01/2020
Código do texto: T6644917
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Mario Brasiguayo e o Livro de Platina
São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil, 43 anos
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Mario Brasiguayo e o Livro de Platina