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SEGUNDA -FEIRA
 
Ah! Segunda –feira
Mesmo que eu não queira
Sinto-me sem eira nem beira
Tento-me pendurar a chuteira
Já não sou tão faceira
Pois o tempo “peneira”
E não adianta a esteira
Para o fim estou na fileira
Estou aproximando da fronteira
Mas já fui lavadeira
Quase morri de ciumeira
Tentei ser rezadeira
E também cantadeira
Só não fui parideira.
Eh! A vida é chumbeira
Às vezes bate a cegueira
Vez ou outra alguma coceira
Perturba-me a barulheira
Afronta-me a roubalheira
Tudo isso justifica a canseira
Mas espano a poeira
E levanto a bandeira
Desculpem-me a brincadeira.


Kkkkkkkkkkkkkkkkkk- zoeira
 
 
Por: Sônia de Fátima Machado Silva

 


Interação do poeta POETA OLAVO
 
"MUITO EMBORA VOCÊ NÃO QUEIRA
 VOU ACEITAR A BRINCADEIRA
 A SUA POESIA ESTÁ INTEIRA
 PODE ATÉ PARECER DOIDEIRA
 MAS SUAS RIMAS SÃO VERDADEIRAS
 SEM CHORO DE CARPIDEIRAS
 OU CARINHO DE BEIJOQUEIRAS
 NÃO VOU CAIR NA BEBEDEIRA
 E ADMIRAR SEU TEXTO DE CADEIRA."
 
 
Obrigada por sua interação e visita. Adorei.

 

Interação do amigo e mestre Jacó Filho
 
Gostei muito da zoeira,
Sobre o que incomoda...
Já que rouba virou moda,
Envolvendo empreiteiras...
 
Valeu amigo e mestre. Obrigada.
 



IMAGEM:  eu ontem 


 
Sonia de Fátima Machado Silva e Poeta Olavo; Jacó Filho
Enviado por Sonia de Fátima Machado Silva em 16/07/2018
Reeditado em 23/09/2018
Código do texto: T6391288
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Sonia de Fátima Machado Silva
Coromandel - Minas Gerais - Brasil, 56 anos
1301 textos (56082 leituras)
13 áudios (654 audições)
2 e-livros (139 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/08/20 14:46)
Sonia de Fátima Machado Silva

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