A ALEGRIA DUROU POUCO
Retornando a Natal, após morar alguns meses em Mossoró, recebi um forte abraço da avó da minha mulher. Depois, ela olhou para mim e disse:
– Como é que vai, meu filho? Você está mais gordo, cada vez mais bonito...
Meio sem jeito com o elogio, perguntei-lhe:
– E a senhora, Dona Beatriz, como é que está?
Ela fez uma careta, passou a mão na cabeça e respondeu:
– Ah, meu filho, eu ando tão doente... Não estou enxergando nada!
Retornando a Natal, após morar alguns meses em Mossoró, recebi um forte abraço da avó da minha mulher. Depois, ela olhou para mim e disse:
– Como é que vai, meu filho? Você está mais gordo, cada vez mais bonito...
Meio sem jeito com o elogio, perguntei-lhe:
– E a senhora, Dona Beatriz, como é que está?
Ela fez uma careta, passou a mão na cabeça e respondeu:
– Ah, meu filho, eu ando tão doente... Não estou enxergando nada!