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Dia Nacional da Língua Portuguesa: filha dileta da Língua Latina. Neolatina desde sua origem... 05/11/2020.

               
                      Eu rezo de joelhos o terço todos os dias pelas famílias...
___________  Rezo por todos os doentes, pelo Papa, pelo governo e que o povo vote melhor e com sabedoria na educação, saúde, segurança, culturas, esporte, ecologia etc.
_________  Oro a Virgem Aparecida pelo Brasil e a cura contra a pandemia, as crianças.

________  Rezo aos anjos do céu bons e justos a favor das crianças todas, pois elas sofrem tanto e estão debaixo de fogo cruzado nas comunidades ou guerras urbanas e continentais (pagam caro pelos erros dos adultos), violências, terremoto, fome, seca, pedofilia, tanta maldades contra a infância e a adolescência e a juventude, meu Deus, tende piedade...

_______ Haja mais amor e mais Deus e respeito pela vida e pela natureza e pela mulher e pelas crianças de todas as culturas.

J B Pereira

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José João Bosco Pereira
         Parabéns por tais iniciativas e minha lira laudatória ao site dentro do qual consigo fazer bons e nobres e poetas amigos. Que esta história dê frutos longevos e o futuro de nós se orgulhe pela ousadia de sonhar e ponderar o presente com amor e esperança. Dedico-lhes meus escritos e poemas, meu amor a Deus e orem pelo Brasil. Estamos nos ombros de Gigantes - que são os que nos antecederam na vida no mundo e nos umbrais da além-hístória pela fé e atitudes construtivas de amor ao ser humano, à natureza e à pesquisa ou à literatura.
J B Pereira - educador e catequista - 19/07/16 00:22:59

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Origem da língua portuguesa: um resumo da sua história

Fases do português

Português arcaico: do século XIII ao final do século XIV. Neste período está incluída a realidade galego-portuguesa.

Português arcaico médio: da 1.ª metade do século XV à 1.ª metade do século XVI.

Português moderno: da 2.ª metade do século XVI ao final do século XVII.

Português contemporâneo: do início do século XVIII aos dias atuais.

https://www.normaculta.com.br/origem-da-lingua-portuguesa-um-resumo-da-sua-historia/

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 Pesquisa no internet.
Não é mérito de J B Pereira

          A língua portuguesa é uma língua neolatina, formada da mistura de muito latim vulgar e mais a influência árabe e das tribos que viviam na região. Sua origem está altamente conectada a outra língua (o galego), mas, o português é uma língua própria e independente.

               As Origens da Língua Portuguesa | Letras

          A língua portuguesa é uma língua neolatina, formada da mistura de muito latim vulgar(...)

          A língua portuguesa é uma língua neolatina, formada da mistura de muito latim vulgar e mais a influência árabe e das tribos que viviam na região.

             Sua origem está altamente conectada a outra língua (o galego), mas, o português é uma língua própria e independente.


(...)

              O galego-português existiu apenas durante os séculos XII, XIII e XIV, na Camões, o português uniformiza-se e adquiri as características
atuais da língua.

               Em 1536 Fernão de Oliveira publicou a primeira Gramática da Linguagem Portuguesa, consolidando-a definitivamente.

                 https://www.letras.ufg.br/n/1844-as-origens-da-lingua-portuguesa#:~:text=(...)-,A%20l%C3%ADngua%20portuguesa%20%C3%A9%20uma%20l%C3%ADngua%20neolatina%2C%20formada%20da%20mistura,uma%20l%C3%ADngua%20pr%C3%B3pria%20e%20independente.

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Espiritualidade

J B Pereira

                 Santa Clara, os santos e as santas do Paradiso: clariai, em nome de Jesus, com o auxilio da Virgem Maria, a presença dos santos anjos do Paraíso, orai e continuai com vossos belos exemplos de trabalhadora, mãe, dedicada à educação e à secretaria escolar. _  Sim, de fato, com vossa oração, clariai nossos caminhos para Jesus e, na Soledade de seu sofrer, ajudai-nos em nossa sofreguidão e sofrência, rumo ao Céu. Amém!


)))))))))))))))

                 O dia após cada noite sorri com o surgir do sol. O mundo pode ficar pálido ao ver a beleza em seu pessoa, por ser toda amada pelo Ser amada pelo criador e Pai de todos nós e a luz a brilhar nos olhos lindos de todas as mulheres. Hoje é seu dia de brilhar como o Sol, a estrela do Universo e, em seu ser, o Sol é a vida e o Senhor da Vida. Parabéns! Feliz Deus a faça hoje e eternamente. Seu prof. João Bosco. Leia meus artigos em Recanto das Letras. Clique autores com o meu nome J B Pereira ---  Oremos e agradecemos a JESUS pela sua vida, idade, seu amor, lar, estudo, suas conquistas. Deus muito dará se souber perdoar como feto sincero do amor e da linda fé em Jesus na Cruz.

 ----------- Ore o Pai Nosso e a Ave-Maria. Ambas orações são bíblicas. A primeira louca o Pai Nosso e a segunda reconhece a Mãe do Senhor Jesus como se diz em Lucas cap. 1°.


-------- Leia mais e medite com atenção em: João 19, 25-27: aí, JESUS nos concebeu o presente que Deus o deu, antes de morrer na Cruz. Ele amou e obedeceu a sua Mãe Maria por 33 anos em Nazaré: sua Mãe Maria Santíssima foi e é hoje e eternamente seu Tesouro Celestial. ---- Isso não podemos ignorar, senão  ( = do contrário)  iríamos desfazer ou ofender a Deus, que fez Digna Morada no corpo de Maria a Virgem para JESUS nascer como mistério de Amor de Deus mesmo e ser, de fato, a Mãe do Nosso Único Salvador. Amém. Aleluia!

 
 
https://www.facebook.com/100000729568402/posts/3679008238800125/?substory_index=0
18:40

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             Língua Portuguesa
                                         Olavo Bilac

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Última flor do lácio, inculta e bela
És, a um tempo, esplendor e sepultura
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela

Amo-te assim, desconhecida e obscura
Tuba de alto clangor, lira singela
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo
Amo-te, ó rude e doloroso idioma

Em que da voz materna ouvi: "meu filho
E em que camões chorou, no exílio amargo
O gênio sem ventura e o amor sem brilho

___________

Vocabulários do soneto acima:

1. Primeiro Quarteto

"Última flor do lácio, inculta e bela
És, a um tempo, esplendor e sepultura
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela"

             Olavo Bilac na voz de seu eu poético evoca uma origem e a evolução da Língua lusitana, sendo um dos desdobramentos históricos e linguísticos a língua portuguesa legado ao Brasil como a "Última flor do lácio, inculta e bela"

           O latim surgira no Lácio italiano na gênese da Cultura militar romana no coração da Itália, cujo parentesco e genética, o latim e o Lusitano e o Português Brasileiro são unânimes em serem incultos e belos cada qual com sua especificidade linguística e cultural.

          O discurso laudatório se firma nos versos registrados como sendo a Língua Portuguesa no Brasil: "És, a um tempo, esplendor e sepultura/
Ouro nativo, que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela".

          Nesses três versos do primeiro quarteto do soneto parnasiano na pena de seu autor Olavo Bilac as características pictorescas e tropicais e metafóricas ou metonímicas a evocar os ciclos do Brasil colonial e as riquezas em rudezas e as virtudes agrestes e de mineração do Povo Brasileiro centrado no nordeste e descendo à região sudeste e o prolongamento de buscas auríferas, projeção do Brasil como nação e motivos de conflito e cobiças das nações estrangeiras, riqueza e povo que ampliaram o Brasil no seu geofísico com as Entradas e Bandeiras.

         O hibridismo nativista ao do tipo cultural se primam pela metáfora da mineração e o encontro do Ouro nativo do Brasil que brilham ainda nas Igrejas Barrocas católicas do litoral e do interior brasileiro, em especial Minas Gerais, São Paulo e o Goiás.

          Esse faroeste de disputas de ouro, riquezas, terras, índios a laço, surgem os arraiais, as aldeias e as cidades do litoral e do sertão, aí se instalam a cobiça, as famílias em doses de morte e vidas, a contradição em latifúndios e diferenças e brigas sem fim, a corrida do outro ao El Dourado... Florestas ao chão, fim da exploração do Pau-Brasil, a corrida vai para o sudeste brasileiro, deixando atrás a morte de gentes, agressões, desmatamento, caatinga, seca, sinais de morte no Nordeste e na região Norte.

          Os poetas barrocos, Padre Antônio Veira, o defensor dos índios e dos negros, e Gregório de Matos ou Boca de Brasa ou do Inferno, advogado, poeta cuja titulação fez críticos poemas e criticava na Bahia toda a corrupção baiana e nordestina daquela época em que havia compra de títulos de cidadania dos colonos-mamelucos ávidos de poder e riqueza às custas da exploração dos afrodescendentes.

           "És, a um tempo, esplendor e sepultura" - essa antítese temática ou conceitual evoca neste verso, as ideias e sínteses sobre as conquistas do povo brasileiro cuja linguagem ou linguajar são essa ambivalência cultural, hibrida, social, política.

              Dualismo histórico de avanços ou "esplendor", mas a "sepultura" evoca o destino ou a liberdade de escolas e duras consequências do processo de povoamento, mineração, conflitos, combates, em que negros e colonos caíram ao chão nas guerras de Paraguai, terrível promessa de negros seriam alforriados e  os colonos morreram e os paraguaios como crianças, mulheres e idosos foram barbaramente eliminados. Isso foi covardia e barbárie cuja ferida está cheia de pus na nossa historiografia para sempre, infelizmente.

            Sim, infelizmente, era para nós sermos poliglotas nativos de línguas do português, do crioulo ou africano, das línguas tupi-guaranis e línguas estrangeirantes como o francês e o inglês, talvez em regiões bem localizadas.

             Porque desde os séculos passados da colonização e culminou nas medidas férreas ou negacionistas de repudiar e proibir as línguas indígenas na vida pública e social.

Esse processo de exploração de Portugal e das elites brasileiras espoliaram o Brasil por décadas, humilharam os afrodescendentes e extinguiram povos indígenas, cruel e barbariamente.


2. Segundo Quarteto

"Amo-te assim, desconhecida e obscura
Tuba de alto clangor, lira singela
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura"

3. Primeiro Terceiro

"Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo
Amo-te, ó rude e doloroso idioma"

           O eu lírico projeta as virtudes e vestimentas como mosaicos de histórias e culturas em processo de hibridismo ou um caldeirão vivo de vozes e pessoas em que se destacam o vigor do campesino ou caipira ou sertanejo e o seu perfume e aroma é o convergir e o divergir das culturas indígenas e neo coloniais e barrocas e posteriormente em largo efeito de histórias como um oceano amplo. O processo de construção foi longo e de corajosa inteligência e etnicamente plus de famílias e grupos rudes de um idioma. No princípio, eram uma busca e encontros rudes e conflituosos entre diferentes tendências de gentes indígenas, de colonos aqui vindos da Coroa portuguesa, de africanos que se importavam da Mãe África. Nesse contexto, há triste história de extinções de povos indígenas ou das florestas, a nossa hoje indignação contra a escravidão, a luta nacionalista inicial e ao longo do império por autonomia contra a coroa lusitana como os movimentos libertários, os inconfidentes mineiros, as rebeldias em todo o Brasil de norte a Sul.

4. Segundo Terceto

"Em que da voz materna ouvi: "meu filho
E em que camões chorou, no exílio amargo
O gênio sem ventura e o amor sem brilho"

            Metáfora de que a língua nossa Brasileira e portuguesa advinda de Portugal ecoa em nós em desvelos da mãe, daí a voz materna e do filho, que somos todos nós que ouvimos desde que nascemos esse idioma mavioso. Aliás, oivimos ( oivir é forma arcaica do verbo ouvir) a voz da mãe em Língua portuguesa na gestação no útero maternal.

           Luís Vaz de Camões, compilou obras no período classicista como Os Lusíadas, sendo esta publicada em 1572, poema épico, chorou na Índia, antiga possessão lusitana asiática, seu exílio duro e amargo, após ser condenado em Portugal pelo seu desvario e loucura de uma paixão proibida.

         Camões se torna o inaugurador com seu lirismo e épica dos primeiros passos da nova língua que se emancipa do galego-português.

          Sim, Camões é celebrado na sua pobreza final e velhice como "O gênio sem ventura e o amor sem brilho": sim, sonetos, poemas, Lusíadas são compilados por este gênio único e inesquecível, sem ventura, sem poder, sem dinheiro, sem reconhecimento naquele tempo... E seu amor concebido, utopica e platonicamente, elevados à perfeição da essências do ser humano rumo ao divinal, já que terrenalmente é misturado pelo pathos ou instinto, libido e paixão humana como limitações inexoráveis.
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           Origem da língua portuguesa: um resumo da sua história
                                                                         Flávia Neves
                                            Professora de Português

            https://www.normaculta.com.br/origem-da-lingua-portuguesa-um-resumo-da-sua-historia/

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                Análise do poema "Língua Portuguesa"
                                                        por Paula Perin dos Santos

                  "No poema Língua Portuguesa, o autor parnasiano Olavo Bilac faz uma abordagem sobre o histórico da língua portuguesa, tema já tratado por Camões. Este poema inspirou outras abordagens, como o poema “Língua”, de Gilberto Mendonça e “Língua Portuguesa”, de Caetano Veloso."

            https://www.infoescola.com/literatura/analise-do-poema-lingua-portuguesa/
J B Pereira e https://brainly.com.br/tarefa/28107335 E https://www.normaculta.com.br/origem-da-lingua-portuguesa-um-resumo-da-sua-historia/
Enviado por J B Pereira em 04/11/2020
Reeditado em 05/11/2020
Código do texto: T7104146
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira