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Ressurreição de Jesus e seu reflexo na Assunção da Virgem Maria, Mãe do Senhor Jesus.

"Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, Ele apascenta entre as açucenas." Cânticos 6,3

Deus sabe o que faz! Fez por tudo por amor!
Deus planejou, quis e fez: Maria foi concebida sem pecado original, segundo Duns Scoto, defensor da Imaculada Conceição.

Deus quis que o corpo da mãe de Jesus conhecesse a corrupção do sepulcro, por isso permitiu o "dormítio Mariae" ou a dormição de Maria, em que passou rápido da morte para a Vida Eterna. Ela morreu de amor, porque não suportou ficar longe do Amor, do Amor de Deus, longe de Jesus, seu Amor Maior, porque Maria, Virgem Mãe, é Mãe do Amor Divino.



J B Pereira

"Javé viu que tudo era bom...": a narrativa do Gênesis 3,15
evidencia a atuação da geração ou semente da Mulher contra a da serpente.
Esta tentará ferir o calcanhar do descendente da Mulher, que nos dará no Povo de Deus o Nosso Salvador, que é o Cristo Jesus, Novo Adão.

"Para Deus, nada é impossível" (Lucas 1,37), como dissera o Arcanjo Gabriel
a Virgem de Nazaré na anunciação segundo o Evangelho de São Lucas.

Cantares coloca a exuberância apaixonada da Mulher que busca
o amado. "Sou do meu amado e ele é meu..." (Cânticos 6,3)

E é identificada como a Mãe do Senhor e o Povo de Deus a caminho
do Paraíso, para as Núpcias do Cordeiro, a Esposa feliz junto ao Esposo Amado, Deus e Jesus, na Nova Jerusalém...
Cântico dos cânticos ou Cantares de Salomão identifica essa mulher formosa e radiante à mulher amada, sim, e a comunidade cristã viu
nela a mãe de Jesus e todas as mulheres e as virgens fieis a seguir Jesus, o bom esposo.

A igreja  confirma esse parecer no dogma da Assunção da Virgem Maria em corpo e alma ao céu por vontade de Deus.

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"Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu,
Ele apascenta entre as açucenas."
Cânticos 6,3

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Associação Regina Fidei, São Paulo, São Paulo, São Paulo, 02248000, Brazil, reginafidei.com.br

Enviada: 2019/08/14 11:28:49
Para: joseboscolpp@bol.com.br

Assunto: Você tem uma Mãe disposta a lhe dar tudo o que precisa


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"Uma só é a minha pomba, a minha imaculada;
Ela é a única de sua mãe, a escolhida da que lhe deu à luz.
As mulheres viram-na, e chamaram-lhe bem-aventurada;
Viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na.
Quem é esta que aparece como a aurora,
Formosa como a lua,
Pura como o sol,
Terrível como um exército com bandeiras?"
Cânticos 6,9-10

https://www.bibliaonline.com.br/tb/ct/6
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Apocalipse 12
1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo
a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.

2 E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar
à luz.

3 E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.

4 E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher
que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.

5 E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com
vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.

6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

7 E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra
o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;

8 Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.

9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada
o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado
na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.

10 E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante
do nosso Deus os acusava de dia e de noite.

11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.

12 Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo.

13 E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu
a mulher que dera à luz o filho homem.

14 E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.

16 E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca,
e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.

17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos
de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.
https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/12
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Pio XII Constituições Apostólicas
[ EN  - IT  - LA  - PT ]

CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA PIO XII

MUNIFICENTISSIMUS DEUS

SOBRE A DEFINIÇÃO DO DOGMA DA ASSUNÇÃO
DE NOSSA SENHORA
 EM CORPO E ALMA AO CÉU

17. Nos livros litúrgicos em que aparece a festa da Dormição ou da Assunção de santa Maria, encontram-se expressões que de uma ou outra maneira concordam em referir que, quando a virgem Mãe de Deus passou deste exílio para o céu, por uma especial providência divina, sucedeu ao seu corpo algo de consentâneo com a dignidade de Mãe do Verbo encarnado e com os outros privilégios que lhe foram concedidos. É o que se afirma, para apresentarmos um exemplo elucidativo, no Sacramentário enviado pelo nosso predecessor de imortal memória Adriano I, ao imperador Carlos Magno. Nele se diz: "É digna de veneração, Senhor, a festividade deste dia, em que a santa Mãe de Deus sofreu a morte temporal; mas não pode ficar presa com as algemas da morte aquela que gerou no seu seio o Verbo de Deus encarnado, vosso Filho, nosso Senhor..."

"A festa da Assunção

19. A Sé Apostólica, herdeira do múnus confiado ao Príncipe dos apóstolos de confirmar na fé os irmãos (cf. Lc 22,32), com sua autoridade foi tornando cada vez mais solene esta celebração. Esse fato estimulou eficazmente os fiéis a irem-se apercebendo mais e mais da importância deste mistério. E assim, a festa da assunção, que ao princípio tinha o mesmo grau de solenidade que as restantes festas marianas, foi elevada ao rito das festas mais solenes do ciclo litúrgico. O nosso predecessor S. Sérgio I, ao prescrever as ladainhas, ou a chamada procissão estacional, nas festas de nossa Senhora, enumera simultaneamente a Natividade, a Anunciação, a Purificação e a Dormição.[9] A festa já se celebrava com o nome de assunção da bem-aventurada Mãe de Deus, no tempo de S. Leão IV Esse papa procurou que se revestisse de maior esplendor, mandando ajuntar-lhe a vigília e a oitava. E o próprio pontífice quis participar nessas solenidades, acompanhado de imensa multidão. [10] Na vigília já de há muito se guardava o jejum, como se prova com evidência do que afirma o nosso predecessor S. Nicolau I, ao tratar dos principais jejuns "que... desde os tempos antigos observava e ainda observa a santa Igreja romana".[11]

20. A Liturgia da Igreja não cria a fé católica, mas supõe-na; e é dessa fé que brotam os ritos sagrados, como da árvore os frutos. Por isso os santos Padres e doutores nas homilias e sermões que nesse dia fizeram ao povo, não foram buscar essa doutrina à liturgia, como a fonte primária; mas falaram dela aos fiéis como de coisa sabida e admitida por todos. Declararam-na melhor, explicaram o seu significado e o fato com razões mais profundas, destacando e amplificando aquilo a que muitas vezes os livros litúrgicos apenas aludiam em poucas palavras, a saber, que com esta festa não se comemora somente a incorrupção do corpo morto da santíssima Virgem, mas principalmente o triunfo por ela alcançado sobre a morte e a sua celeste glorificação à semelhança do seu Filho unigênito, Jesus Cristo."

Dado em Roma, junto de São Pedro, no ano do jubileu maior, de 1950, no dia 1 ° de novembro, festa de todos os santos, no ano XII do nosso pontificado.

 Eu PIO, Bispo da Igreja Católica assim definindo, subscrevi.

Notas

[1] Petitiones de Assumptione corporea B. Virginis Mariae in caelum definienda ad S. Sedem delatae, 2 vol. Typis Polyglottis Vaticanis, 1942.

[2] Bula Ineffabilis Deus, Acta Pii IX, parte I, vol. 1, p. 615.

[3] Cf. Conc. Vat. I, Const. dogm. Dei Filius de fide catholica, cap. 4.

[4] Conc. Vat. I, Const. dogm. Pastor aeternus de Ecclesia Christi, cap. 4.

[5] Conv Vat. I, Const. dogm. Dei Filius de feide catholica. cap. 3.

[6] Carta Encíclica Mediator Dei, AAS 39( 1947), p. 541.

[7] Sacramentário gregoriano.

[8] Menaei totius anni..

[9] Liber Pontificalis.

[10] Ibid.

[11] Responsa Nicolai Papae 1 ad Consulta Bulgarorum, 13 nov. 866.

[12] S. João Damasc., Encomium in Dormitionem Dei Genetricis semperque Virginis Mariae, hom. II, 14; cf. também ibid. n. 3).

[13] S. Germ. Const., In Sanctae Dei Genitricis Dormitionem, sermo 1.

[14] Encomium in Dormitionem Sanctissimae Dominae nostrae Deiparae semperque Virginis Mariae [atribuído a S. Modesto de Jerusalém] n. 14.

[15] Cf. S. João Damasc., Encomium in Dormitionem Dei Genetricis semperque Virginis Mariae, hom. II, 2, 11; Encomium in Dormitionem... [atribuído a S. Modesto de Jerusalém].

[16] Amadeu de Lausana, De Beatae Virginis obitu, Assumptione in Caelum, exaltatione ad Filii dexteram.

[17] S. Antônio de Pádua, Sermones dominicales et in solemnitatibus. In Assumptione S. Mariae Virginis Sermo.

[18] S. Alberto Magno, Mariale sive quaestiones super Evang. "Missus est", q. 132.

[19] Idem, Sermones de Sanctis, sermo XV: In Annuntiatione B. Mariae; cf. também Mariale, q.132.

[20] Cf. Summa Theol. III, q. 27, a. 1. c.; ibid. q. 83, a. 5 ad 8; Expositio salutationis angelicae; In symb. Apostolorum expositio, art. 5; in IV Sent. D. 12, q. l, art. 3, sol. 3; D. 43, q. l, art. 3, sol. I e 2.

[21] Cf. S. Boaventura, De Nativitate B. Mariae Virginis, sermo 5.

[22] S. Boaventura, De Assumptione B. Mariae Virginis, sermo 1.

[23] S. Bernardino de Sena, In Assumptione B. M. Virginis, sermo 2.

[24] Idem, l.c.

[25] S. Roberto Belarmino, Conciones habitae Lovanii, concio 40: De Assumptione B. Mariae Virginis.

[26] Oeuvres de S. François de Sales, Sermon autographe pour la fête de l'Assomption.

[27] S. Afonso Maria de Ligório, As glórias de Maria, parte II, disc. 1.

[28] S. Pedro Canísio, De Maria Virgine.

[29] E Suárez, In tertiam partem D. Thomae, q. 27, art. 2, disp. 3, sect. 5, n. 31.

[30] Bula Ineffabilis Deus, l.c, p. 599.
J B Pereira e http://w2.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html
Enviado por J B Pereira em 15/08/2019
Reeditado em 15/08/2019
Código do texto: T6720906
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J B Pereira
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