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HOMENAGEM AOS HISTORIADORES QUE DESCREVEM SÃO JOÃO DEL-REI COLONIAL e ATUAL



        Segundo  o ruandês E. R. Manirakiza ( p. 231) , toda narrativa tem um certo poder dizer, de narrar, de convencer, de mudar-nos e tentar apropriar o lado do outro em nós... São vozes do outro em nós e nós neles - este arquivo vivo e morto se mistura indelével e como um discurso indireto-livre, não se sabe quem e o que quem diz e onde e porque diz pois muito se diz de nós e para nós.

Então, partilho com vocês, um pouco de minha vida em São João del-Rei, que me marcou entre 1962-2011. Ou seja, de minha chegada e o meu crescer até o meu mestrado na UFSJ.

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Patrimônios de Influência Portuguesa - modos de olhar
Walter Rosa e outra (Org.)
set. 2015
COIMBRA

"Dentro das histórias encontramos um poder transformador
que move invisíveis nós
que mexe com nossas emoções
de modo a experimentar as experiências dos outros
e daí fixar um curso e uma perspectiva diferente
para a vida que procuramos viver."

Na África do Sul, afirmou-se em set. de 2010, E. R. Manirakiza ( p. 231)

E. R. Manirakiza ( c. 1993- 2012)

https://books.google.com.br/books?id=q5yICwAAQBAJ&pg=PA215&lpg=PA215&dq=Hillary+e+s%C3%A3o+joa%C3%B5+del-rei&source=bl&ots=btc08V7J0l&sig=h60X50m6YDRSWQc-R-y3yAxzWko&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWnLH6wO3eAhWKnJAKHazoA9gQ6AEwHnoECAcQAQ#v=onepage&q=Hillary%20e%20s%C3%A3o%20joa%C3%B5%20del-rei&f=false
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Insiro aqui, juntamente, com meus dados pessoais, o meu desejo de tecer a nossa homenagem aos antigos e os recentes historiadores ou pesquisadores da história de São João del-rei; veja suas obras, logo a seguir:

CINTRA, Sebastião de Oliveira. Galeria das personalidades notáveis de São João del-Rei. São João del-Rei: FAPEC, 1994.
CINTRA, Sebastião de Oliveira. Efemérides de São João del-Rei. Belo Horizonte, Imprensa Oficial, 1982.
COELHO, Ronaldo Simões. Primeira unidade psiquiátriva em hospital-geral no Brasil.In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei, n.1, 1973. p. 4-9.
DANGELO, André G.D. (Org.). Origens históricas de São João del-Rei. Belo Horizonte: BDMG Cultural, 2006.
GUIMARÃES, Fábio Nelson. Fundação Histórica de São João del-Rei. São João del-Rei: Progresso, 1961.
GUIMARÃES, Fábio Nelson. Antônio Garcia da Cunha, o fundador de São João del-Rei. São João del-Rei. 1966.
GUIMARÃES, Fábio Nelson. Ruas de São João del-Rei. São João del-Rei: FAPEC, 1994.
GAIO SOBRINHO, Antônio. História do Comércio de São João del-Rei. São João del-Rei: Sindicato do Comércio, 1997.
GAIO SOBRINHO, Antônio. História da Educação em São João del-Rei. São João del-Rei: FUNREI, 2000.
GAIO SOBRINHO, Antônio. Visita à Colonial Cidade de São João del-Rei. São João del-Rei: FUNREI, 2001.
TIRADO, Abgar A. Campos. Nomes que ilustram nossa terra. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei, n. 11, 2005. p. 155-171.


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São João del-Rei

https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_del-Rei

Nasceram, em São João del-Rei
o presidente eleito do Brasil Tancredo Neves,
o cardeal dom Lucas Moreira Neves,
 Otto Lara Resende,
padre José Maria Xavier (compositor sacro),
Francisca Paula de Jesus ( = Beata ou Venerável Nhá Chica),
que está em via de ser canonizada
e o violeiro cantador Chico Lobo.

Patrimônio histórico

Sino da Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo
A cidade de São João del-Rei possui vasta herança patrimonial, tanto de "pedra e cal" quanto bens intangíveis.

São importantes entre outros os seguintes monumentos:

Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar

Fortim dos Emboabas

Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Igreja de São Francisco de Assis
Paço Municipal de São João del-Rei
Teatro Municipal

Biblioteca Municipal "Baptista Caetano d'Almeida"
Museu de Arte Sacra
Solar da Baronesa

Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Monte (Senhor dos Montes)
Igreja de Nossa Senhora das Mercês

A Orquestra Lira Sanjoanense, a mais antiga orquestra da América ainda em atividade, preserva um importante arquivo musical e apresenta-se regularmente nas funções das irmandades do Rosário, Mercês e Nossa Senhora da Boa Morte da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar.

 "Lira Sanjoanense: 240 anos de tradição na música em SJDR". Vertentes Agência de Notícias, 05/06/2016[15]

Ver também
Arquitetura de São João del-Rei
História de São João del-Rei

https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_del-Rei
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Minha cidade!

J B Pereira

Sou mineiro, graças a Deus!
Meus melhores anos da infância e adolescência foram em São João del-Rei!
Estudei, fui coroinha, leitor de semana santa, casei no Pilar!
Lembro-me bem do Pe. José Teixeira e Pedro Teixeira, Padre Paiva, Dom Delfim e tantos outros. Meus amigos são D. Irene, Conceição, João Hallack, Chico do Senhor dos Montes, tantos outros coroinhas agora homens formados.
Desci e subi o córrego do Lenheiro, passei várias vezes as pontes de Pedra da nossa Cidade!
Fui ao Teatro, ao Cinema Artur Azevedo e ao Glória.
Visitei os Cemitérios todos; assistir a missas em todas as tradicionais Igrejas barrocas, ouvi as orquestras sacras, andei de Trem desde criança, nadei nas Águas Santas e percorri a Serra de São José (rumo a Tiradentes), Subi à Serra do Lenheiro (Rumo a Rio das Mortes), ao Morro da Forca (Rumo a Morro Grande e São Miguel do Cajuru), ao Cristo Redentor, Senhor dos Montes, Morro das Mercês.
Servi ao 11 º BI Montanha em 1980 como soldado e cabo!
Andei de Bicicleta pelas ruas tortuosas da cidade.
Comprei artesanato e toalhas de mesa, santos e lembrancinhas para mim, familiares e conhecidos.
Meus professores no Estadual Cônego Lustosa foi o Frei Seráfico e o Abgar A. Campos Tirado, além de outros tão bons e capazes. Lá fiz o Magistério.
Tirei carteira de motorista com Fusquinha nesta cidade - trajeto em torno da Igreja de São Francisco de Assis.
Namorei e me casei no Pilar, no tempo do Padre Paiva.

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Basta fechar os olhos - ainda me vejo a andar por suas ruas e becos, a olhar sua arquiteturas, templos, janelas, sinos...
Ainda oiço seus sinos e toques diferentes de acordo com o contexto da vida do defunto e do dia do santo e do bispo celebrante ou se é festa de qual irmandade...
Fui criado nesta belíssima cidade mineira!

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Muitos são os historiadores que descrevem São João del-Rei colonial.
Há os que observaram o vale de passagem para outras regiões.
Outros se detiveram mais na vila e na cidade.
Distante de Curral del-Rei (Belo Horizonte), de Vila Rica, hoje Ouro Preto, região das Vertentes, São João, Terra dos Sinos e Hinos, Semana Santa Lusitana em latim, festejos e festividades durante todo o ano, atraem ainda com seu casario conservado os turistas nacionais e do mundo.
Além de Hillary, podemos destacar "o Padre Antonil por seu livro 'Cultura e Opulência do Brasil', de 1711" ,"recenseamento de 1859, que o viajante Richard Francis Burton cita em seu livro 'Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho' "  (Apud MALDOS, s/d).


FONTE:

Formação urbana da cidade de São João del-Rei . Roberto Maldos . 13 Coordenação Regional IPHAN. Disponível em:
<https://saojoaodelreitransparente.com.br/works/view/605>
Acesso em 24 de nov. de 2018.

São visitantes - são admiradores... Turistas... São como Moisés Orande e Conde de Sant'Ana.

O primeiro destaca os pássaros e a arquitetura em cores - o anoitecer em São João del-Rei:

"No final de tarde, os passarinhos saem em  revoada. Ouvem-se os bandos de andorinhas que voam dos fios para se aconchegarem em seus ninhos e se recolherem nas árvores ou nos campanários das igrejas. Momento de algazarra logo silenciado pela serenidade do anoitecer.'

O Anoitecer em São João para o conde de Sant'Ana:

Este segundo escritor vislumbra a atratividade da religiosidade e os valores da fé e da música nos moradores e em sua contemplação do mistério em igrejas e janelas. Também aclimata o aroma de café nas tardes, o Barroco e o casario em magia cujo clima luzidio dos lampiões revelam a beleza do anoitecer em São João del-Rei:

1. "Quando cai a tarde em São João..., a cidade se transforma. É como se as cores imponentes do barroco tomassem uma nuance de romantismo e magia. Os lampiões vêm iluminar as fachadas dos casarios e Igrejas e se anuncia a beleza do anoitecer."

2. "Em São João... , um leve aroma de café toma conta das ruas quando o sol se põe. As casas se iluminam aquecidas pelo calor do forno, onde pães de queijo e quitandas são assados e levados à mesa. Nesse momento, as pessoas se reúnem para mais um final de tarde de abores e prazer."

3. "Às seis da tarde, em São João del-rei, os sinos dobram. Rumo às Igrejas, os devotos buscam a paz, a crença e momentos de serenidade. O altar é iluminado, a música sacra entoa. De suas janelas, pessoas contemplativas admiram o mistério que envolve o anoitecer na cidade."




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Patrimônios de Influência Portuguesa - modos de olhar

https://books.google.com.br/books?id=q5yICwAAQBAJ&pg=PA215&lpg=PA215&dq=Hillary+e+s%C3%A3o+joa%C3%B5+del-rei&source=bl&ots=btc08V7J0l&sig=h60X50m6YDRSWQc-R-y3yAxzWko&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWnLH6wO3eAhWKnJAKHazoA9gQ6AEwHnoECAcQAQ#v=onepage&q=Hillary%20e%20s%C3%A3o%20joa%C3%B5%20del-rei&f=false
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Origem

Até a chegada dos primeiros bandeirantes, no final do século XVI, o sul de Minas Gerais era habitado pelos índios puris.[1][2]


Ciclo do ouro

 Pouco tempo depois, o português Manoel José de Barcelos encontra mais ouro na encosta sul da Serra do Lenheiro, num local chamado Tijuco. Aí, se fixa o terceiro núcleo de povoamento da região (já existiam o Arraial Velho do Rio das Mortes e o Porto Real da Passagem), que daria origem ao "Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar" ou "Arraial Novo do Rio das Mortes".

Guerra dos Emboabas

Assim, entre 1707 e 1709, paulistas revoltam-se contra os "forasteiros", chamados por eles de "emboabas", em sua maioria portugueses e indivíduos oriundos de outras capitanias da América portuguesa, que, liderados pelo comerciante Manuel Nunes Viana, saem vitoriosos do movimento.

Criação do município

Já bastante próspera, em 1713 a localidade é elevada a vila e recebe o nome de São João del-Rei em homenagem a Dom João V, rei de Portugal.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_del-Rei
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A Inconfidência Mineira, também referida como Conjuração Mineira, foi uma conspiração de natureza separatista que ocorreu na então capitania de Minas Gerais, Estado do Brasil, entre outros motivos, contra a execução da derrama e o domínio português, sendo reprimida pela Coroa portuguesa em 1789.

Condenados à morte

Óleo sobre tela de Leopoldino de Faria (1836-1911) retratando a Resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes. A tela foi encomendada pela Câmara Municipal de Ouro Preto no final do século XIX, para homenagear Tiradentes, o Mártir da Inconfidência, como passou a ser retratado após a Proclamação da República.
As penas de morte foram comutadas em pena de degredo, exceto a de Joaquim José da Silva Xavier, executado em 21 de abril de 1792:

Alferes Joaquim José da Silva Xavier — o Tiradentes
Tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade
José Álvares Maciel
Coronel Inácio José de Alvarenga Peixoto
Tenente-coronel Domingos de Abreu Vieira
Coronel Francisco Antônio de Oliveira Lopes
Sargento-mor Luiz Vaz de Toledo Piza
Cirurgião Salvador Carvalho do Amaral Gurgel
Capitão José de Resende Costa
José de Resende Costa (filho)
Domingos Vidal de Barbosa Laje


Condenados a degredo perpétuo
Desembargador Tomás Antônio Gonzaga
Capitão Vicente Vieira da Mota
Coronel José Aires Gomes
Antônio de Oliveira Lopes
João da Costa Rodrigues
Vitoriano Gonçalves Veloso (foi açoitado antes de ser degredado)
Condenados a exílio de dez anos
Capitão João Dias da Mota
Tenente Fernando José Ribeiro
Condenado às galés
José Martins Borges
"Mandados em paz"
Faustinho Soares de Araújo

Sentença proferida contra os réus do levante e conjuração de Minas Gerais, 1792. Arquivo Nacional.
Manuel da Costa Capanema (ou Manuel da Silva Capanema)
Absolvidos
Domingos Fernandes da Cruz
Alexandre Silva (ou Alexandre Pardo)
Manoel José de Miranda
João Francisco das Chagas
Falecidos no cárcere
Cláudio Manuel da Costa
Capitão Manuel Joaquim de Sá Pinto do Rego Fortes
Francisco José de Mello
Sentença sigilosa (réus clérigos)
Cônego Luís Vieira da Silva
Padre José da Silva e Oliveira Rolim
Padre Carlos Correia de Toledo e Melo
Padre Manuel Rodrigues da Costa
Padre José Lopes de Oliveira

Execução de Tiradentes
m 21 de abril de 1792, no Campo da Lampadosa.

Bibliografia

CINTRA, Sebastião de Oliveira. Galeria das personalidades notáveis de São João del-Rei. São João del-Rei: FAPEC, 1994.

CINTRA, Sebastião de Oliveira. Efemérides de São João del-Rei. Belo Horizonte, Imprensa Oficial, 1982.

COELHO, Ronaldo Simões. Primeira unidade psiquiátricva em hospital-geral no Brasil.In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei, n.1, 1973. p. 4-9.

DANGELO, André G.D. (Org.). Origens históricas de São João del-Rei. Belo Horizonte: BDMG Cultural, 2006.

GUIMARÃES, Fábio Nelson. Fundação Histórica de São João del-Rei. São João del-Rei: Progresso, 1961.

GUIMARÃES, Fábio Nelson. Antônio Garcia da Cunha, o fundador de São João del-Rei. São João del-Rei. 1966.

GUIMARÃES, Fábio Nelson. Ruas de São João del-Rei. São João del-Rei: FAPEC, 1994.

GAIO SOBRINHO, Antônio. História do Comércio de São João del-Rei. São João del-Rei: Sindicato do Comércio, 1997.
GAIO SOBRINHO, Antônio. História da Educação em São João del-Rei. São João del-Rei: FUNREI, 2000.
GAIO SOBRINHO, Antônio. Visita à Colonial Cidade de São João del-Rei. São João del-Rei: FUNREI, 2001.

TIRADO, Abgar A. Campos. Nomes que ilustram nossa terra. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei, n. 11, 2005. p. 155-171.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Inconfid%C3%AAncia_Mineira
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Arquitetura de São João del-Rei

"A cidade evoluiu de arraial minerador para importante pólo comercial da região do Campo das Vertentes, é responsável por sua característica mais interessante: uma mescla de estilos arquitetônicos que tem origem na arte barroca, passa pelo ecletismo e alcança o moderno.

Em São João del-Rei, é possível apreciar a evolução urbana de uma vila colonial mineira, cujo núcleo histórico permanece bastante preservado em harmonia com as construções ecléticas do século XIX e as mudanças ocorridas no século XX.

Casario colonial

Há de se observar com muita atenção o Solar dos Neves e dos Lustosa, o Solar da Baronesa (atual Centro Cultural da UFSJ), o antigo asilo de São Francisco e casa onde nasceu Otto Lara Resende, o Solar dos Viegas, a casa considerada a mais antiga da cidade (atual sede do IHG), a casa de Bárbara Heliodora, o Solar do Barão de Itambé, dentre outros."

Referências
CINTRA, Sebastião de Oliveira. Efemérides de São João del-Rei. Belo Horizonte, Imprensa Oficial, 1982.
DANGELO, André G.D. (Org.). Origens históricas de São João del-Rei. Belo Horizonte: BDMG Cultural, 2006.
GUIMARÃES, Fábio Nelson. Fundação Histórica de São João del-Rei. São João del-Rei: Progresso, 1961.
GUIMARÃES, Fábio Nelson. Ruas de São João del-Rei. São João del-Rei: FAPEC, 1994.
GAIO SOBRINHO, Antônio. História do Comércio de São João del-Rei. São João del-Rei: Sindicato do Comércio, 1997.
GAIO SOBRINHO, Antônio. Visita à Colonial Cidade de São João del-Rei. São João del-Rei: FUNREI, 2001.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_del-Rei

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"Lugares para conhecer em São João del Rei

"Igrejas, sobrados centenários, museus e até mesmo uma charmosa Maria Fumaça mantidas desde o século XVIII, preservam a história de uma das cidades coloniais mais importantes do estado de Minas Gerais.
São João Del Rei é uma das maiores, mais importantes e antigas cidades setecentistas mineiras, a cidade nasceu em 1702 às margens do rio das Mortes pelas mãos de bandeirantes paulistas. "

https://www.guiaviajarmelhor.com.br/dicas-de-lugares-para-conhecer-em-sao-joao-del-rei/

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JANELAS DE SÃO JOÃO DEL-REI
Uma história aplicada na cerâmica

LÍLIAN GÓIS

https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/artes/Lilian_2017_TCC.pdf

São João Del-Rei
2017


Departamento de Arquitetura e Artes Aplicadas da
Universidade Federal de São João Del-Rei como
requisito para a obtenção do título de Bacharel em
Artes Aplicadas com Ênfase em Cerâmica.
Orientadora: Prof. Dra. ZANDRA COELHO DE
MIRANDA

https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/artes/Lilian_2017_TCC.pdf

2.1 Transformação da paisagem arquitetônica de São João Del-Rei ao longo dos anos
São João del-Rei é um município brasileiro da região do Campo das Vertentes, sudeste
do estado de Minas Gerais. É uma das maiores cidades setecentistas mineiras, conhecida pelo
seu patrimônio artístico e cultural.1
No início do século XVIII, com o nome de Arraial Novo, a cidade esparramou-se pelo
vale cortado pelo córrego do Lenheiro. Os primeiros mineradores, entregues à ambição, mais
do que a qualquer preocupação com a edificação do arraial, preferiram o assentamento no
lado noroeste do córrego, mais perto dos veios auríferos onde implantaram vivendas rústicas
na trilha de chegada e partida do Arraial (DANGELO et al., 2014).
A formação urbana da cidade iniciou-se a partir de moradias aglomeradas próximas
aos locais de mineração e as construções iniciais eram provisórias. Com a mão de obra
escrava e a falta de aperfeiçoamento das técnicas de construção, praticamente todas as...

https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/artes/Lilian_2017_TCC.pdf
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1 Disponível em: <http://saojoaodelrei.webnode.com.br/a-cidade/geografia>. Acesso em 31 de outubro de
2017.

https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/artes/Lilian_2017_TCC.pdf
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... moradias tinham a mesma aparência. Posteriormente, essas construções sofreram adaptações e
passaram a adquirir um maior número de elementos, como a quantidade de janelas nas casas
(LIMA, s.d.).
O colonial deve ser entendido como a produção arquitetônica que se refere ao Ciclo
do Ouro até a Independência, em 1822 (DANGELO et al., 2014, p. 41). Atualmente, a
arquitetura colonial têm grande relevância no universo cultural sanjoanense, funcionando
como elemento identificador de uma época (Figura 1).

“A forma de uma cidade muda mais depressa,
lamentavelmente, que o coração de um
mortal.”
Baudelaire

"Durante os anos vividos em São João, observei a variedade de janelas na paisagem
arquitetônica local que, contribuiu no despertar do interesse em modelar essas janelas na
cerâmica, como forma de expressão cultural de uma das mais belas cidades históricas e
acolhedora de Minas Gerais. "

LIMA, S. J. F. A Arquitetura Sanjoanense do séc XVIII ao XX. [s.d.], [s.n.], [S.l.].
Disponível nos arquivos da biblioteca municipal de São João Del-Rei.
MAIA, T., CAMARGO MAIA, T. R., IGLÉSIAS, F. São João Del-Rei na História
de Minas e do Brasil. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1986.

SOBRINHO, A.G. Visita à colonial cidade de São João Del-Rei. São João Del-Rei:
FUNREI – Fundação de Ensino Superior de São João Del-Rei, 2001.

CRÉDITO E MÉRITO

LÍLIAN GÓIS

FONTE DA CITAÇÃO DOS FRAGMENTOS EM:

https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/artes/Lilian_2017_TCC.pdf

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https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_del-Rei E OUTRO SITE NO CORPO DA PESQUISA
Enviado por J B Pereira em 24/11/2018
Código do texto: T6510848
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Sobre o autor
J B Pereira
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J B Pereira