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HOMENAGEM AOS MEUS ONOMÁSTICOS - NOMES DOS SANTOS DE MEU BATISMO.

Hoje, homenageio os meus santos de nome. Meus onomásticos.
Sou mineiro, fui batizado como Católico Romano, graças a Deus, em Alfenas, sul de MINAS GERAIS, no dia 27 de março de 1961, na paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Meu pai trabalhava durante o dia e minha mãe orava e trabalha muito em casa. Com mais dois irmãos a criar.
Meus padrinhos foram Edmundo Pereira e Hercílio Branquinho.
Padre foi Gilberto de Roy.

Meu pai era muito devoto São José e Dom Bosco.
João veio na lista de São João Bosco ou Giovani Bosco.
Por ser mês de São José - no dia 19 de março - colocou na frente dos nomes José - porque não nascia e temia pela minha morte.
A devoção a São José é forte em Alfenas, MG.

No dia 25, vim ao mundo - graças a Deus - tive lar, pai, mãe e irmãos.
Tenho um nome honrado, um nome a zelar até morrer.
Quero ir para o céu, depois de cumprir minha missão neste mundo, ajudar a muitos, meu lar e meu filho. Conto com meus santos Onomásticos e outros não onomásticos.
Graças a Deus, sou católico e amo a Igreja e o Papa, a Virgem e seus gloriosos títulos mil, acredito em Deus e em Jesus.
Nesta fé quero morrer.
Quero doar minha vida aos outros e a todos.
Quero oferecer os meus órgãos a quem precisar e aos estudos de medicina.

Louvo a Deus e Virgem e São José, São João Bosco, os santos de nome João. Amém.

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 História de Alfenas

http://docplayer.com.br/4385899-Historia-de-alfenas-introducao.html

"Das tradições locaes consta que, a 22 de junho de 1805, Francisco de Siqueira Ramos e sua  mulher  Dª.  Mariana  Ferreira  de  Araujo  doaram  para  a  capella  de  S.  José  e  Nossa Senhora  das  Dores  o  terreno  preciso  para  seu patrimônio,  e  essa  capella,  edificada  a esforços  de  João  Martins  Alfenas  e  José  Martins  Alfenas,  determinou  o  nome  da povoação, que focou conhecida por S. José e Dores de Alfenas" (SENNA, 1909: 181).

E, por ato da Regência, de 14 de julho de 1832, foi criada  a  freguesia,  com  o  título  de  São  José  de  Alfenas.  Realmente,  o  ato  da  Regência refere-se  à  freguesia  de  S.  José  de  Alfenas,  mas  o  nome  da  Freguesia  que  se  vê comumente,  em  documentos  da  época,  é  freguesia  de  S.  José  e  Dores  dos  Alfenas" (BARBOSA, 1971: 30).


Para  justificar  o  nome  Alfenas,  relacionado  ao  arraial  fundado  por  Domingos  Vieira  e Silva,  apresenta  fragmentos  de  documentos  (cuja  localização  é  duvidosa)  e,  a  partir deles conclui que a troca do nome do arraial, de Nossa Senhora das Dores e São José da Pedra Branca para São José dos Alfenas é obra do Padre Venâncio José da Siqueira, que teria  sido  atendido  no  pedido  que  enviou  ao  Imperador,  para  a  mudança  do  nome.  O Padre  Venâncio  teria  feito  o  pedido  no  intuito  de  homenagear  o  casal  João  Martins Alfena  Menel  e  sua  esposa  Tereza  Joaquina  Menel.  A  homenagem  seria  uma  forma  de agradecimento pelo fato do casal ter criado o menino José, exposto em sua casa no dia 3 de  fevereiro  de  1815.  O  menino  José  seria  filho  do  Padre  Venâncio  e  de  D.  Delfina,  e, anos depois foi preparado para seguir a carreira clerical, tendo sido ordenado em 1838. Em 1857 foi provisionado como pároco de São José dos Alfenas, aí atuando até 1904, ano de seu falecimento (AYER, 1983-1985).

Durante  o  século  XIX,  os  colonizadores,  acompanhados  de  escravos  de  diversas  nações africanas,  cuidaram  de  desenvolver  na  região  as  lavouras  de  cereais,  colocadas  às questões relativas à fundação do arraial. Nos livros de Assentos de Batismos da paróquia de São José e Dores encontramos o registro de batizados de escravos de diversas nações, entre  elas  Benguella,  Congo,  Moçambique,  Angolla  e  Criolla.  Encontramos  também registros  de  pardos,  filhos  de  escravas  e  pais  desconhecidos,  como  a  nos  revelar  que  a miscigenação  racial,  pelo  menos  entre  brancos  e  negros,  jáestavam  a  galope  naquela época. A  presença  dos  negros  devia  ser  bastante  expressiva,  pois,  em  1819  foi  construída  uma segunda  capela  no  arraial,  inaugurada  em  1820,  tinha  como  devoção  Nossa  Senhora  do Rosário, tradicional protetora dos "homens pretos".Em 1832 o arraial foi elevado à categoria de Paróquia, por lei da Assembléia Geral de 14 de   julho   daquele   ano   (AYER,   1983-1985:   14),   inserindo-se   assim,   na   estrutura organizacional do Império. Ainda nesse século, o arraial tornou-se freguesia em 1839 (lei n. 134), vila em 1860 (lei n. 1.090) e cidade em 1869 (lei n. 1.611)."Em  1869,  pela  lei  n.  1.614,  de  15  de  outubro,  foi  elevada  á  cidade  a  então  Villa Formosa, que em 1871, pela lei n. 1.791, passou simplesmente a denominar-se Alfenas, por haver em Goyaz outra cidade com o nome deFormosa, causa de frequentes enganos postaes, que convinha evitar". (SENNA, 1909: 179).

O café, introduzido nas lavouras do sul de Minas em 1833,faziam de Alfenas, em 1887, Alfenas  um  local  de  destaque  quantidade  e  qualidade  que  produzia:  "(...)  assente  num platô de terra roxa que produz extraordinariamente café (...)". Além do café cultivavam outros  cereais  e  também  a  cana.  Criava-se  gado e  porcos,  em  grande  partepara exportação (PINTO, 1887).

Ligam-se  estas  duas  belíssimaspraças  por  duas  ruas -a  do  Cônego  José  Carlos,  um benemérito de Alfenas, e a do Comércio.As  principais  ruas  da  cidade  têm  passeios  de  cimento  de  um  metro  e  vinte  de  largura, mais ou menos.

Nos  dias  de  hoje  estas  e  outras  tradições  ainda  resistem,  e  se  recriam  sob  os  novos tempos. Ainda existem no município de Alfenas ternos de Congos, grupos de Pastorinhas, Dança de São Gonçalo, Bumba-meu-boi e Folias de Reis e o Carnaval. Manifestações que convivem  com  as  festas  dos  estudantes  de  Alfenas,  que  não  raro  merecem  maior destaque na mídia do que as primeiras.Os  negros  foram  (e  ainda  o  são)  importantes  figuras  na  manutenção  deste  patrimônio cultural representado pelas festas e folguedos populares. Hoje compõem grupos que, já misturados  aos  brancos, quer seja pela miscigenação racial, quer  seja pela convivência social,   são   expressivos   mantenedores   da   cultura   popular   na   região,   conservando costumes  de  origem  africana  como  as  congadas  e,  além  deles,  o  folclore  de  origem lusitana,  como  as  pastorinhas  e  as  folias  de  reis.  Para  o  estudo  da  cultura  popular  em Alfenas,  o  contato  com  a  população  negra  certamente  oferece  um  rico  filão  para  a compreensão da formação, ou a (re) criação da identidade local.À  guisa  de  conclusão,  vale  dizer  que  para  melhor  compreendermos  o  processo  de ocupação  do  município  e  sua  inserção  em  esferas  maiores

s "Eugênio Pacelli", Pouso Alegre, MG. CARVALHO, João Rodrigues. História de Machado (1816-1974).Belo Horizonte: Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais, 1985. CARVALHO,  José  Murilo  de.  A  composição  social  dos  partidos  políticos  imperiais.  In: Cadernos do Departamento de Ciência Política, Belo Horizonte: UFMG, s/d. p. 1/34.FRADE, P. Diccionário Chorographico e Estatística Chorographica de Distancias do Estado de  Minas  Gerais.  2  ed.  Bello  Horizonte:  Imprensa  Official  do  Estado  de  Minas  Gerais, 1917. IBGE. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. XXIV volume. Rio de Janeiro, 1958.
MATZNER, José. Guia do Sul de Minas -A Suíça Mineira. Belo Horizonte: Oficinas Gráficas Folha de Minas, 1950. PINTO, Alfredo Moreira. Apontamentos para o Diccionnario Geographico do Brazil. Rio de janeiro: Typographia de G. Leuzinger & Filhos, 1887. PRADO,  Oscar Ferreira.  O  Sertão  dos  Mandibóias.  Fundação  de  Paraguaçu-MG.  Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1981. REVISTA  do  Instituto  Histórico  e  Geográfico  de  Minas  Gerais.  Volume  VII,  1960.  Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1961. REVISTA  do  Instituto  Histórico  e Geográfico  de  Minas  Gerais.  Volume  XX  1983-1985. Separata, por Aspásia Vieira Ayer, sócia efetiva. SECRETARIA de Estado da Cultura/Governo  de Minas Gerais. 1º Censo Cultural de  Minas Gerais. Guia da Região Sul. 1994. SENNA,  Nelson  C.  de,  Annuario  Histórico  Chorographico  de  Minas  Gerais -1909,  Belo Horizonte: Imprensa Official do Estado, 1909.

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http://cruzterrasanta.com.br/lista-completa-de-santos-e-icones-catolicos/

A poderosa oração de São José.

São José Operário

'Ò glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possíveis as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos. Tomai sobre vossa proteção a causa importante que vos confiamos, (fazer o pedido), para que tenha uma solução favorável. Ó Pai amantíssimo, em vós depositamos toda a nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão, já que tudo podeis junta a Jesus Cristo e Maria Santíssima, mostrai que vossa bondade é igual ao vosso poder. São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que houve sobre a terra, sede, nós vo-lo pedimos, o Pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de viver e morrer no amor de Jesus e Maria. São José do Perpétuo socorro, rogai por nós que recorremos a Vós.'

 
SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE SÃO JOSÉ
São José
VEJA TAMBÉM EM SÃO JOSÉ
 HISTÓRIA DE SÃO JOSÉ
 SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE SÃO JOSÉ
 MEDALHAS DE SÃO JOSÉ
 TERÇOS DE SÃO JOSÉ
 ANEIS DE SÃO JOSÉ
 VER LISTA COMPLETA DE SANTOS E ÍCONES CATÓLICOS

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Oração a Dom Bosco
"Oh! Pai e mestre da juventude, São João Bosco, que tanto trabalhastes pela salvação das almas, sede nosso guia em buscar o bem da nossa e a salvação do próximo. Ajudai-nos a vencer as paixões e o respeito humano, ensinai-nos a amar a Jesus Sacramentado, a Maria Santíssima Auxiliadora e ao Papa, e obtende-nos de Deus uma santa morte, para que possamos um dia achar-nos juntos no Céu. Assim seja."

 DOM BOSCO
 HISTÓRIA DE DOM BOSCO
 SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE DOM BOSCO
 MEDALHAS DE DOM BOSCO
 TERÇOS DE DOM BOSCO
 ANEIS DE DOM BOSCO
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Oração a São João Evangelista
'Pai Eterno, pela poderosa intercessão de São João, Apóstolo amado de Jesus, eu rogo pelas graças de que tanto necessito. Abro meu coração, agora e sempre, para ouvir a Vossa Voz e experimentar Vosso Poder em minha vida. Assim como São João, quero acolher a Palavra de Jesus e com amor levar as sementes do Vosso Reino por onde eu passar. Amém.'

SÃO JOÃO EVANGELISTA
 HISTÓRIA DE SÃO JOÃO EVANGELISTA
 SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE SÃO JOÃO EVANGELISTA
 MEDALHAS DE SÃO JOÃO EVANGELISTA
 ANEIS DE SÃO JOÃO EVANGELISTA
 VER LISTA COMPLETA DE SANTOS E ÍCONES CATÓLICOS

http://cruzterrasanta.com.br/sao-joao-evangelista/146/101/

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INVOCO COM FÉ TODOS OS OUTROS:

São Josafa Kuncewicz
São José
São José Benedito Cotolengo
São José Cafasso
São José de Anchieta
São José de Cupertino
São José Moscati
Santa Josefina
São Josemaria Escrivá de Balaguer

São João Batista
São João Batista de La Salle
São João Batista de Rossi
São João Câncio
Santo João Clímaco
São João da Cruz
São João de Brito
São João de Capistrano
São João de Deus
São João Eudes
São João Evangelista
São João José da Cruz
São João Maria Vianney
São João Nepomuceno
João Paulo II
São João Roberts

Santa Bárbara
São Barnabé
São Bartolomeu
Basílica Nossa Senhora Aparecida
São Basílio Magno
Nossa Senhora da Batalha
Santa Beatriz
Nossa Senhora de Belém
Bem aventurado Pedro Donders
Bem-aventurado Pedro Vigne
São Benedito
São Bento
Santa Bernadette
São Bernardino de Sena
São Bernardino Realino
São Bernardo Claraval
Santa Bertilla
Santa Bianca
Santa Bibiana
Nossa Senhora da Boa Morte
Nossa Senhora da Boa Viagem
São Boaventura
Nossa Senhora do Bom Conselho
Nossa Senhora do Bom Conselho
Nossa Senhora do Bom Despacho
Nossa Senhora do Bom Encontro
Nossa Senhora do Bom Parto
Nossa Senhora do Bom Sucesso
São Bonifácio
Dom Bosco
São Brás
Santa Brígida
São Bruno

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Letra P

Pereira é toponímica

letra P de Pereira - árvore forte que resiste na água por muito tempo.

Pereira: Significa "árvore que produz peras".

No caso, Pereira era o nome de uma Quinta ou propriedade na zona de Esmeriz, em Vila Nova de Famalicão, no norte de Portugal.

D. Rui Gonçalves Pereira viveu no século XII foi a primeira pessoa a usar esse sobrenome.

O sobrenome Pereira chegou ao Brasil com a colonização do Brasil.

https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/pereira/

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OUTROS SANTOS NÃO ONOMÁSTICOS com a letra P :

São Pacômio
Nossa Senhora da Paixão
São Pancrácio
Papa Francisco
Santa Patrícia
São Patrício
Santa Paula de Roma
Santa Paula Frassinetti
São Paulo
São Paulo da Cruz
Santo Paulo Miki e Companheiros Mártires
Nossa Senhora da Paz
São Pedro
São Pedro Canísio
São Pedro Damião
Nossa Senhora da Pena
Nossa Senhora da Penha
São Peregrino
Santas Perpétua e Felicidade
Nossa Senhora Perpétuo Socorro
Nossa Senhora da Piedade
Nossa Senhora do Pilar
Padre Pio Pietrelcina
Santo Pio X
São Plácido
São Policarpo
São Porfírio de Gaza
Nossa Senhora Porta do Céu
Nossa Senhora dos Prazeres
Santa Prisca
São Prosdócimo
Nossa Senhora da Purificação
J B Pereira e http://cruzterrasanta.com.br/lista-completa-de-santos-e-icones-catolicos/ E http://cruzterrasanta.com.br/sao-joao-evangelista/146/101/
Enviado por J B Pereira em 23/04/2018
Reeditado em 29/04/2018
Código do texto: T6317267
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira