Tributo a um amigo

Talvez não tivéssemos tanto em comum,

Mas, convivência de 45 anos e respeito mutuo, sobravam!

Lá se foi mais um amigo para os braços da eternidade

Nossas arrogâncias, nossas vaidades, nossos egoísmos

Vão-se por terra quando o sopro de Deus se estanca por instantes.

São as leis da vida, são as leis do universo.

Vai amigo!

É chegada tua vez.

Lá do alto, onde quer que se encontre, interceda por nós

Se assim formos merecedores.

Pois, aqui estaremos orando para que os deuses relevem

Seu caminhar errante enquanto carne,

E ponham em moldura dourada

Tua alma que nos alegrou em vida.

Vai amigo

E cumpra com galhardia este ciclo!

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dilton
Enviado por dilton em 21/08/2013
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