Formas Contraídas em Inglês e Seus Usos na Linguagem Informal: O Inglês do Dia a Dia

O inglês falado no dia a dia pelos falantes nativos e o inglês ensinado no ensino formal (como nas escolas ou universidades) têm algumas diferenças importantes, especialmente em relação ao estilo de fala, ao vocabulário, à gramática e às expressões usadas. A principal razão para aprender as formas contraídas do inglês, que são muito comuns no inglês conversacional, é garantir que você possa se comunicar de forma natural e entender os falantes nativos de inglês em situações cotidianas. A seguir são as formas contraídas mais usadas no inglês informal ou coloquial, o inglês usado pelos norte-americanos e britânicos e falantes nativos de inglês de países de língua inglesa.

 

Forma Afirmativa

 

I'm /aɪm/ ➔ I am /aɪ æm/

I'm learning English.

Eu estou aprendendo inglês.

 

I've /aɪv/ ➔ I have /aɪ hæv/

I've finished my homework.

Eu terminei minha lição de casa.

 

I'll /aɪl/ ➔ I will /aɪ wɪl/

I'll call you later.

Eu vou te ligar mais tarde.

 

I'll /aɪl/ ➔ I shall /aɪ ʃæl/

I'll be there at 6 P.M.

Eu estarei lá às 18 horas da noite.

 

I'd /aɪd/ ➔ I had /aɪ hæd/

I'd never seen anything like that before.

Eu nunca tinha visto nada parecido antes.

 

I'd /aɪd/ ➔ I would /aɪ wʊd/

I'd like a cup of coffee.

Eu gostaria de uma xícara de café.

 

I'd /aɪd/ ➔ I should /aɪ ʃʊd/

I'd be alone tonight.

Eu deveria ficar sozinho hoje à noite.

 

you're /jʊr/ ➔ you are /ju ɑr/

You're good at playing the piano.

Você é bom em tocar piano.

 

you've /juv/ ➔ you have /ju hæv/

You've got to see this movie!

Você tem que ver este filme!

 

you'll /jul/ ➔ you will /ju wɪl/

You'll be fine, don't worry.

Você ficará bem, não se preocupe.

 

you'd /jud/ ➔ you had /ju hæd/

You'd better hurry up, or you'll be late.

É melhor você se apressar, ou você vai se atrasar.

 

you'd /jud/ ➔ you would /ju wʊd/

You'd never believe what happened yesterday!

Você nunca acreditaria no que aconteceu ontem!

 

he's /hiz/ ➔ he is /hi ɪz/

He's always so kind to everyone.

Ele é sempre tão gentil com todo mundo.

 

he's /hiz/ ➔ he has /hi hæz/ 

He's never been to Paris.

Ele nunca esteve em Paris.

 

he'll /hil/ ➔ he will /hi wɪl/

He'll be here in a few minutes.

Ele estará aqui em alguns minutos.

 

he'd /hid/ ➔ he had /hi hæd/

He'd been waiting for two hours.

Há duas horas que ele estava esperando.

 

he'd /hid/ ➔ he would /hi wʊd/

He'd like to join us for dinner.

Ele gostaria de se juntar a nós para o jantar.

 

she's /ʃiz/ ➔ she is /ʃi ɪz/

She's my sister.

Ela é minha irmã.

 

she's /ʃiz/ ➔ she has /ʃi hæz/

She's got a lot of friends.

Ela tem muitos amigos.

 

she'll /ʃil/ ➔ she will /ʃi wɪl/

She'll be happy to hear the news.

Ela ficará feliz em ouvir as notícias.

 

she'd /ʃid/ ➔ she had /ʃi hæd/

She'd already left when I arrived.

Ela já tinha saído quando eu cheguei.

 

she'd /ʃid/ ➔ she would /ʃi wʊd/

She'd rather stay home tonight.

Ela preferiria ficar em casa hoje à noite.

 

it's /ɪts/ ➔ it is /ɪt ɪz/

It's raining outside.

Está chovendo lá fora.

 

it's /ɪts/ ➔ it has /ɪt hæz/

It's taken me hours to finish this.

Levou horas para eu terminar isso.

 

it'll /ˈɪtəl/ ➔ it will /ɪt wɪl/

It'll be a great opportunity for you.

Será uma ótima oportunidade para você.

 

it'd //ˈɪtəd/ ➔ it had /ɪt hæd/

It'd been a long time since we last met.

Já fazia muito tempo desde a última vez que nos encontramos.

 

it'd /ˈɪtəd/ ➔ it would /ɪt wʊd/

It'd be better to wait for the next train.

Seria melhor esperar pelo próximo trem.

 

we're /wir/ ➔ we are /wi ɑr/

We're having dinner at a restaurant tomorrow.

Nós vamos jantar em um restaurante amanhã.

 

we've /wiv/ ➔ we have /wi hæv/

We've got a lot of things to do this weekend.

Nós temos muitas coisas para fazer neste fim de semana.

 

we'll /wil/ ➔ we will /wi wɪl/

We'll be there in 10 minutes.

Nós estaremos lá em 10 minutos.

 

we'd /wid/ ➔ we had /wi hæd/

We'd planned to go hiking, but it started raining.

Nós tínhamos planejado fazer uma caminhada, mas começou a chover.

 

we'd /wid/ ➔ we would /wi wʊd/

We'd visit you more often if we lived closer.

Nós te visitaríamos mais frequentemente se morássemos mais perto.

 

they're /ðɛr/ ➔ they are /ðeɪ ɑr/

They're working on a new project.

Eles estão trabalhando em um novo projeto.

 

they've /ðeɪv/ ➔ they have /ðeɪ hæv/

They've never visited this city.

Eles nunca visitaram esta cidade.

 

they'll /ðeɪl/ ➔ they will /ðeɪ wɪl/

They'll call you when they get home.

Eles te ligarão quando chegarem em casa.

 

they'd /ðeɪd/ ➔ they had /ðeɪ hæd/

They'd just finished having lunch when the phone rang.

Eles tinham acabado de almoçar quando o telefone tocou.

 

they'd /ðeɪd/ ➔ they would /ðeɪ wʊd/

They'd prefer to stay in a hotel rather than camp.

Eles prefeririam ficar em um hotel ao invés de acampar.

 

here's /hɪrz/ ➔ here is /hir ɪz/

Here's the book you asked for.

Aqui está o livro que você pediu.

 

there's /ðɛrz/ ➔ there is /ðɛr ɪz/

There's a meeting at 10 A.M. tomorrow.

Há uma reunião às 10h amanhã.

 

Forma Interrogativa com Pronomes (How, What, When, Where, Who)

 

how's? // - how is? //

 

what'll? // - what will? //

 

what's? // - what is? //

 

when's? // - when is? //

 

where's? // - where is? //

 

who'd? // - who would? //

 

who'll? // - who will? //

 

who's? // - who is? //

 

Forma Negativa

 

ain't // - am not //, is not //, are not //

 

ain't // - has not //, have not //

 

aren't // - are not //

 

can't // - cannot //

 

couldn't // - could not //

 

daren't // - dare not //

 

didn't // - did not //

 

doesn't // - does not //

 

don't // - do not //

 

hasn't // - has not //

 

haven't // - have not //

 

hadn't // - had not //

 

isn't // - is not //

 

mayn't // - may not //

 

mightn't // - might not //

 

mustn't // - must not //

 

needn't // - need not //

 

oughtn't // - ought not

 

shan't // - shall not //

 

shouldn't // - should not //

 

wasn't // - was not //

 

weren't // - were not //

 

won't // - will not //

 

wouldn't // - would not //

 

Outras formas contraídas usadas coloquialmente

 

should've // - should have //

 

wanna // - want to //

 

gonna // - am going to //, is going to //, are going to //

 

gotta // - has got to //, have got to //

 

outta // - out of //

 

coz // - because //

 

'cause // - because //

 

's gonna // - is going to //

 

're gonna // - are going to //

 

's gotta // - has got to //

 

've gotta // - have got to //

 

O inglês falado no dia a dia pelos falantes nativos de inglês e o inglês ensinado no ensino formal (como nas escolas ou universidades) têm algumas diferenças importantes, especialmente em relação ao estilo de fala, ao vocabulário, à gramática e às expressões usadas. A principal razão para aprender as formas contraídas do inglês, que são muito comuns no inglês conversacional, é garantir que você possa se comunicar de forma natural e entender os falantes nativos em situações cotidianas. Vamos explorar essas diferenças e a importância das formas contraídas com exemplos práticos.

 

Diferenças entre o Inglês do Dia a Dia e o Inglês Formal

 

Inglês Formal (Ensino Acadêmico):

 

O inglês formal ensinado nas escolas ou universidades geralmente segue regras gramaticais rígidas e não utiliza tantas contrações ou gírias. O vocabulário é mais técnico, e a linguagem é mais precisa, sem muitas variações ou abreviações.

 

Exemplo:

 

"I do not understand the importance of this topic."

"Eu não entendo a importância deste tópico."

 

No inglês formal, as sentenças tendem a ser mais completas e a estrutura gramatical segue um padrão mais rígido, sem o uso de contrações.

 

Inglês do Dia a Dia (Conversacional):

 

O inglês falado pelos falantes nativos de inglês, especialmente em conversas informais, usa muitas contrações, expressões idiomáticas e até gírias. Os falantes nativos de inglês falam de forma mais rápida, e as palavras são frequentemente encurtadas, o que torna a comunicação mais fluida e rápida.

 

Exemplo:

 

"I don't understand why this matters."

"Eu não entendo por que isso importa."

 

Aqui, a frase é mais curta, com a contração "don't" no lugar de "do not", que é mais natural em uma conversa cotidiana. Esse tipo de estrutura torna a conversa mais fluida e natural.

 

Importância das Formas Contraídas no Inglês

 

As formas contraídas são essenciais para a comunicação cotidiana com falantes nativos de inglês, porque elas:

 

Tornam a fala mais natural: Os falantes nativos de inglês usam contrações o tempo todo, seja no trabalho, com amigos ou em qualquer outro contexto. Se você não usar essas formas, sua fala pode soar forçada, robótica ou artificial.

 

Facilitam a compreensão auditiva: Quando você ouve falantes nativos de inglês, a fala muitas vezes é rápida e cheia de contrações. Se você não estiver familiarizado com elas, pode perder o sentido da frase.

 

Ajudam a acompanhar o ritmo da conversa: Como os falantes nativos de inglês falam rapidamente, as contrações ajudam a tornar a comunicação mais eficiente. Sem elas, você pode ter dificuldades para seguir uma conversa sem se perder.

 

Ajustam-se ao contexto social: Usar contrações é uma forma de se adaptar ao estilo de fala dos falantes nativos de inglês, mostrando que você está confortável e integrado na cultura da língua.

 

Exemplos de Frases com Contrações e suas Traduções

 

Aqui estão alguns exemplos de frases no inglês falado no dia a dia com suas versões formais e as respectivas traduções para o português:

 

Outras formas contraídas comuns:

 

Esses exemplos mostram como o inglês falado no dia a dia tende a ser mais rápido e direto, utilizando contrações para simplificar a comunicação. Enquanto isso, o inglês formal tende a ser mais claro e detalhado, seguindo uma estrutura gramatical mais rigorosa.

 

Por Que é Importante Aprender as Contrações para se Comunicar com Falantes Nativos?

 

Compreensão auditiva: Como o inglês falado por falantes nativos de inglês usa contrações, é fundamental para um aprendiz do idioma familiarizar-se com elas para entender as conversas de maneira mais eficaz. Sem isso, você pode ter dificuldade em acompanhar uma conversa natural.

 

Fluência e naturalidade: Ao aprender e usar as contrações, você se aproxima mais da fala natural dos nativos, tornando sua comunicação mais fluida e menos artificial. Isso ajuda a evitar que você pareça estar falando um inglês excessivamente acadêmico, forçado, robótico ou automático.

 

Adaptação cultural: Usar contrações e gírias quando apropriado é uma maneira de se ajustar à cultura do idioma. Isso não significa que você deve abandonar o inglês formal, mas saber quando usar contrações é uma habilidade importante para interagir de maneira eficaz e natural com falantes nativos de inglês.

 

Para concluir, o inglês do dia a dia, falado pelos falantes nativos de inglês, é muito diferente do inglês formal ensinado nas escolas ou universidades do Brasil. O inglês conversacional usa contrações, gírias e expressões idiomáticas que tornam a comunicação mais rápida e fluida. Para se comunicar de maneira eficaz com falantes nativos de inglês, é essencial aprender essas formas contraídas, pois elas são amplamente usadas no cotidiano e são uma parte crucial da fluência no idioma.

 

Com o tempo, ao incorporar as contrações em sua fala, você será capaz de entender melhor os nativos e também se expressar de forma mais natural, tanto em situações informais quanto em contextos sociais.

 

Referências Bibliográficas

 

Swan, Michael. Practical English Usage. Oxford University Press, 2016.

 

Este livro é uma referência clássica para gramática inglesa e inclui explicações detalhadas sobre o uso de contrações em contextos formais e informais.

 

Murphy, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge University Press, 2019.

 

Um guia amplamente utilizado que explora as formas contraídas no inglês cotidiano, com exemplos práticos aplicáveis à linguagem informal.

 

Quirk, Randolph, et al. A Comprehensive Grammar of the English Language. Longman, 1985.

 

Embora mais técnico, este livro oferece uma análise aprofundada das contrações e seu papel na linguagem falada e escrita informal.

 

Biber, Douglas, et al. Longman Grammar of Spoken and Written English. Longman, 1999.

 

Esta obra examina o inglês falado, destacando o uso de contrações como um recurso típico da linguagem informal do dia a dia.

 

Crystal, David. The Cambridge Encyclopedia of the English Language. Cambridge University Press, 2003.

 

Um recurso acessível que discute variações do inglês, incluindo o uso de formas contraídas em contextos informais e culturais.

 

Leech, Geoffrey, e Svartvik, Jan. A Communicative Grammar of English. Routledge, 2002.

 

Explora a gramática do inglês em situações comunicativas, com ênfase no uso de contrações na fala cotidiana.

giljonnys
Enviado por giljonnys em 16/03/2025
Reeditado em 17/03/2025
Código do texto: T8286790
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