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Ortogramática e curiosidades: Novo Acordo Ortográfico, fonética, acentuação, HÍFEN,, Exercícios - Concursos e GABARITO


VAMOS ESTUDAR E VER AS DIFERENÇAS! MEMORIZE AOS POUCOS PARA SUA PROVA.

Emprego dos Porquês

POR QUE

A forma por que é a sequência de uma preposição (por) e um pronome interrogativo (que). Equivale a "por qual razão", "por qual motivo":
Exemplos:
Desejo saber por que você voltou tão tarde para casa.
Por que você comprou este casaco?
Há casos em que por que representa a sequência preposição + pronome relativo, equivalendo a "pelo qual" (ou alguma de suas flexões (pela qual, pelos quais, pelas quais).
Exemplos:
Estes são os direitos por que estamos lutando.
O túnel por que passamos existe há muitos anos.
POR QUÊ
Caso surja no final de uma frase, imediatamente antes de um ponto (final, de interrogação, de exclamação) ou de reticências, a sequência deve ser grafada por quê, pois, devido à posição na frase, o monossílabo "que" passa a ser tônico.
Exemplos:
Estudei bastante ontem à noite. Sabe por quê?
Será deselegante se você perguntar novamente por quê!

PORQUE

A forma porque é uma conjunção, equivalendo a pois, já que, uma vez que, como. Costuma ser utilizado em respostas, para explicação ou causa.
Exemplos:
Vou ao supermercado porque não temos mais frutas.
Você veio até aqui porque não conseguiu telefonar?

PORQUÊ

A forma porquê representa um substantivo. Significa "causa", "razão", "motivo" e normalmente surge acompanhada de palavra determinante (artigo, por exemplo).
Exemplos:
Não consigo entender o porquê de sua ausência.
Existem muitos porquês para justificar esta atitude.
Você não vai à festa? Diga-me ao menos um porquê.
http://www.soportugues.com.br/secoes/fono/fono26.php

12. (TRT) .......... você brinca? .......... ? Ora, .......... me agrada. A experiência .......... passei, foi desagradável. Depois você saberá o .......... .
a) porque - porquê - porque - porque - por que b) por que - porquê - porque - porque - porque c) por que - porquê - porque - porque - por quê d) porque - porque - por quê - porque - por que e) por que - por quê - porque - por que – porquê
GABARITO; 12 E

DIFERENÇA ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA

Dermeval da HORA

UFPB/CNPq – orientador

Adilson Luiz Pereira de Oliveira

Pós-graduando em Linguística aplicada ao português
RESUMO

http://eadfiloloficoclassicoalpo.blogspot.com.br/2012/01/diferenca-entre-fonetica-e-fonologia.html

O estudo sobre a fonética e a fonologia, teve inicio desde o século XX no qual Ferdinand Saussure foi o responsável em discutir sobre a fonética pelo qual foi de suma importância para o estudo da linguagem, especialmente nos dias de hoje. Dessa forma, há também diversos tipos de variantes na pronunciação, no entanto, isso depende de cada lugar. Porém a estrutura da escrita, fonologia, permanece, por outro lado, há uma modificação na pronunciação, apesar do preconceito linguístico em todo lugar. A fonética estuda sobre o som da linguagem humana já a fonologia esse tipo de ciência estuda o significado e a estrutura da linguagem.


REGRAS DE ACENTUAÇÃO

p. 34 no guia ortográfico abaixo:
http://www.bparah.azores.gov.pt/PDFs/acordo+orto/guia+ortografico-museu+da+lingua+ptg.pdf
Guia Instrucional Sobre As Novas Regras Ortográficas .................................................16 1.
http://www.bparah.azores.gov.pt/PDFs/acordo+orto/guia+ortografico-museu+da+lingua+ptg.pdf
Alteração no Alfabeto ...........................................................................18 2.
Alteração nas Regras de Acentuação Gráfica ....................................... 19 2.1.
Tonicidade ....................................................................................19 2.2.
Monossílabos Tônicos ...................................................................20 2.3. Oxítonas .......................................................................................21 2.4. Paroxítonas ...................................................................................22 2.5. Proparoxítonas ..............................................................................24 2.6. Encontros Vocálicos ......................................................................24 3. Alteração no Uso do Trema ..................................................................26 4. Normas para o Uso do Hífen ................................................................27 4.1. Compostos, Locuções e Encadeamentos Vocabulares .................. 27 4.2. Prefixação, Recomposição e Sufixação ......................................... 29 4.3. Formas Pronominais ......................................................................32 Quadro Sinótico Das Alterações ............................................. 33 1. Alfabeto ...............................................................................................33 2. Regras de Acentuação .........................................................................34 3. Trema ...................................................................................................37 4. Hífen ....................................................................................................38

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 6.583, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008.
  Promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm
Novo acordo ortográfico será obrigatório em 2016; confira as mudanças...
http://educacao.uol.com.br/album/2015/12/30/novo-acordo-ortografico-sera-obrigatorio-em-2016-confira-as-mudancas.htm
A vigência obrigatória do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa passa a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2016. A implementação estava prevista para 2013, mas o governo brasileiro adiou a medida para alinhar o cronograma com o de outros países lusófonos e dar prazo maior para a adaptação da população. O Acordo tem como objetivo unificar as regras do português escrito em todos os países que têm a língua portuguesa como idioma oficial. Confira a seguir quais serão as mudanças para os brasileiros VEJA MAIS >Imagem: Arte/UOL
http://educacao.uol.com.br/album/2015/12/30/novo-acordo-ortografico-sera-obrigatorio-em-2016-confira-as-mudancas.htm
_________________
Fonética E Fonologia Da Língua Portuguesa

Editora: Intersaberes

Autor: Ana Paula Petriu Ferreira Engelbert
Sinopse:
       Você já parou para analisar a forma com que diferentes tipos de pessoas utilizam a linguagem? Geralmente a fala de cada grupo é caracterizada por elementos distintos, como o fato de morarem em determinada região, terem certa idade ou pertencerem a um determinado nível socioeconômico etc. É dentro deste contexto que este livro convida o leitor a conhecer os campos da fonética e da fonologia, retratando a importância do desenvolvimento da consciência fonológica para um melhor aprendizado da leitura e da escrita e apresentando um estudo diferenciado sobre: - A importância da comunicação para a vida em sociedade; o processo de articulação dos sons na fala humana; os símbolos e os sons que representam; o Sistema que compõe a fonologia; a organização das línguas em sílabas; a musicalidade da língua; a forma como as crianças aprendem a produzir os sons da fala.
___________
Principais mudanças do Novo Acordo Ortográfico

http://www.comoescreve.com/2013/02/o-novo-acordo-ortografico-e-suas.html

TREMA
O trema deixou de existir em todas as palavras da língua portuguesa, se antes você escreviaconseqüência,cinqüenta, freqüência, agora passe a escrever sem o trema - aquele dois pontos em cima do u-

ACENTUAÇÃO
1.Ditongos de palavras paroxítonas - ei e -oi
Deixaram de existir os acentos nos ditongos - o encontro de duas vogais pronunciadas em uma só sílaba, como por exemplo ideia (EI é um ditongo) - abertos de palavras paroxítonas (que possuem acentuação na penúltima sílaba) como: moreia, europeia, paranoia, centopeia e onomatopeia, joia, estreia.
2. Hiato
Deixaram de existir os acentos circunflexos nos hiatos - uma repetição de vogais que pertencem a sílabas diferentes, como por exemplo enjoo (as sílabas da palavra são en/jo/o) - nos seguinte casos:
Exemplos:
oo - entoo, perdoo e abençoo
ee - creem, releem e preveem
Antes: Vôo -  Enjôo - Vêem - Lêem
Agora: Voo - Enjoo - Veem  - Leem

3. A letra U e I tônico

A letra U e I tonca deixa de ser acentuada nas sílabas que, qui, gue e gui de verbos como apaziguar, averiguar e obliquar. Também perdem os acentos as palavras paroxítonas que têm a letra I ou U tônicos precedidos por ditongos, como a palavra feiura, baiuca, cheiinho.
Antes: Feiúra - Baiúca - Cheiínha
Agora: Feirura - Baiuca - Cheiinha

4. Acento diferencial

Os acentos diferenciais, que são usados para distinguir duas palavras iguais com significados diferentes, como por exemplo pára (do verbo parar) e para (preposição) deixa de existir nos seguintes casos:
Para (verbo)
Pelo (substantivo) - que se diferencia da preposição pelo

Antes: Pára - Pêlo - Pólo - Pêra
Depois Para - Pelo - Polo - Pera

*Exceção

Como toda regra há exceção, o acento diferencia permanece:
* Pôde (do verbo poder no passado), que mantém o acento para se distinguir de pode, o uso do verbo no presente;
* Pôr (verbo), que mantém o acento para se diferenciar da preposição por.

5. ALFABETO

O alfabeto brasileiro ganha mais três letras, passando de 23 para 26 letras no total. Foram incluídos o K, o W e o Y.
A inclusão das novas letras não é totalmente uma novidade para o brasileiro. Elas já eram usadas em algumas situações, como siglas ou palavras originárias de outras línguas:
Exemplos: km (abreviação de quilômetro), w (abreviação de watts), kg (abreviação de quilograma), kung fu, Washington, Kaiser e Franklyn.

6. HÍFEN

De todas as mudanças na nova ortografia, as mais complexas e onde todos estão tendo mais dificuldades é onde o hífen deixou ou não de ser usado.

Veja nos links abaixo as novas regras do uso do hífen na nova ortografia:

Uso do hífen na nova ortografia
• Hifen: Quando usar e não usar, parte II
• Hifen: Quando usar e não usar, parte III: Uso do hífen com compostos
Quando achamos que já aprendemos um pouco, ai vem um novo acordo ortográfico e muda muitas regras, a dificuldade maior do aprendizado da língua portuguesa é a maneira que é ensinada, pois aprendemos de forma errada, modo arcaico, assim tornado o aprendizado bem lento e complicado, mas conheço uma forma de aprender português de forma prática e eficiente.

Veja o uso do hífen em:

De acordo com a nova ortografia, o hífen deve ser usado basicamente em três situações: em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares (4.1.), em formações por prefixação, recomposição e sufixação (4.2.) e nas formas pronominais (4.3.).
O uso do hífen tem sido mal sistematizado em nossas ortografias. Por isso, consulte o Vocabulário Ortográfico nos casos não previstos nas normas abaixo.

Uso do hífen em “compostos, locuções e encadeamentos vocabulares”.
a) Usa-se o hífen em palavras compostas por justaposição cujos elementos (substantivos, adjetivos, numerais ou verbos) constituam uma unidade sintagmática e semântica e com acento próprio, ainda que o primeiro elemento esteja reduzido.
ano-luz tenente-coronel sul-africano finca-pé arco-íris tio-avô azul-claro guarda-chuva médico-cirurgião turma-piloto primeiro-ministro conta-gotas cirurgião-dentista norte-americano segundo-sargento fura-bolo decreto-lei guarda-noturno primo-infecção rainha-cláudia mato-grossense segunda-feira

 ATENÇÃO: palavras compostas por justaposição que tenham perdido a noção de composição devem ser grafadas sem hífen. Ex.: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, passatempo. 4.

b) O hífen também é usado em topônimos compostos iniciados pelo adjetivo grão/grã, ou por verbo, ou ainda se houver artigo entre seus elementos constituintes.

ATENÇÃO: os demais topônimos compostos devem ser grafados sem hífen. Ex.: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco, Santa Rita do Oeste.


Exceção: Guiné-Bissau.
c) O hífen também deve ser usado em palavras compostas que designam espécies botânica e zoológica. d) Emprega-se hífen nos compostos formados pelos advérbios bem ou mal (1º elemento) e por qualquer palavra iniciada por vogal ou h (2º elemento).

ATENÇÃO: o advérbio bem, ao contrário do advérbio mal, pode não se aglutinar com o segundo elemento, ainda que esse seja iniciado por consoante, quando se mantém a noção da composição. Grão-Pará Quebra-Costas Entre-os-Rios Grã-Bretanha Traga-Mouros Trás-os-Montes Passa-Quatro Baía de Todos-os-Santos
abóbora-menina louva-a-deus cobra-d’água couve-flor erva-do-chá bem-te-vi feijão-verde ervilha-de-cheiro cobra-capelo erva-doce bem-me-quer

d) Emprega-se hífen nos compostos formados pelos advérbios bem ou mal (1º elemento) e por qualquer palavra iniciada por vogal ou h (2º elemento).
bem-aventurado bem-estar mal-estar bem-humorado mal-afortunado mal-humorado

ATENÇÃO: o advérbio bem, ao contrário do advérbio mal, pode não se aglutinar com o segundo elemento, ainda que esse seja iniciado por consoante, quando se mantém a noção da composição.
bem-criado (cf. malcriado) benfeitor bem-ditoso (cf. malditoso) benfeito bem-nascido (cf. malnascido) benquerença bem-visto (cf. malvisto) benfazejo

e) O hífen deve ser empregado nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem. f) Nas locuções de qualquer tipo, não se usa o hífen.
f) Nas locuções de qualquer tipo, não se usa o hífen.
cão de guarda em cima fim de semana (loc. substantiva) por isso (loc. adverbial) cor de açafrão abaixo de cor de vinho (loc. adjetiva) acerca de cada um a fim de (loc. prepositiva) ele próprio a fim de que nós mesmos (loc. pronominal) ao passo que à parte logo que (loc. conjuntiva)
g) Deve-se usar o hífen em encadeamentos vocabulares ocasionais ou nas combinações históricas. além-Atlântico aquém-fiar recém-nascido sem-vergonha além-mar aquém-Pirineus sem-terra além-fronteiras recém-casado sem-teto
a divisa Liberdade- -Igualdade-Fraternidade o percurso Lisboa- -Coimbra-Porto Áustria-Hungria a ponte Rio-Niterói Angola-Brasil Tóquio-Rio de Janeiro

f) Nas locuções de qualquer tipo, não se usa o hífen.

http://www.bparah.azores.gov.pt/PDFs/acordo+orto/guia+ortografico-museu+da+lingua+ptg.pdf

https://ericasitta.wordpress.com/2012/07/07/qual-e-a-diferenca-entre-fonetica-e-fonologia/

Fonética - Estuda a natureza física da produção e da percepção dos sons da fala humana. Preocupa-se com a parte significante do signo linguístico e não com o seu conteúdo; como os sons são produzidos pela posição e função de cada um dos órgãos do aparelho fonador (língua, lábios…)
Exemplo: Distorção do /s/; diferença entre /d/ e /d^z/


Fonologia - Estuda o sistema sonoro de um idioma, do ponto de vista de sua função no sistema de comunicação linguística. A fonologia se preocupa com a maneira como eles se organizam dentro de uma língua. Estuda também a estrutura silábica, o acento e a entonação.
Exemplo:
 Troca de /v/ pelo /f/ = vaca – faca

 Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
http://www.utfpr.edu.br/curitiba/cursos/licenciaturas/Ofertados-neste-Campus/letras-portugues-ingles/planos-de-ensino/1o-periodo/ce61c-morfofonologia

EMENTA CONTEÚDO
1 Pressupostos teóricos
• Estruturalismo
• Fonologia e a Teoria Gerativa Padrão
• Modelos não lineares
• Fonologia probabilística e fonologia de uso
2 Fonética
• Aparelho fonador
• Segmentos consonantais e vocálicos
• Articulações secundárias, consoantes complexas
• Alfabeto fonético/transcrições
3 Fonêmica / Fonologia
• Análise fonêmica
• O sistema sonoro do português brasileiro
• A estrutura silábica
• Tonicidade

Referências Básicas:

A – ESSENCIAL – SALA DE AULA

PETTER, Margarida M. Taddoni. Morfologia. In: FIORIN, José Luiz ( org.) Introdução à Linguística II. Princípios de análise. São Paulo, Contexto, 2004, p.59 –79.
SANDALO, Maria Filomena Spatti. Morfologia. In: MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina. (Orgs). Introducão à Linguística 1. São Paulo: Cortez Editora, 2000.
CRISTÓFARO-SILVA, Thaïs. Fonética e Fonologia do Português. São Paulo: Contexto, 2007.

B – BÁSICO: GRAMÁTICAS & DICIONÁRIOS
CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lexicon Editorial.
MATEUS. M. H. M. et al. Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: ed. Caminho
DICIONÁRIOS DE LINGÜÍSTICA. Recomendado: Jean Dubois e outros, ed. Cultrix
Referências Complementares:
CRISTÓFARO-SILVA, Thaïs. Dicionário de Fonética e Fonologia. São Paulo: Contexto, 2011. ENGELBERT, Ana Paula Petriu Ferreira. Fonética e Fonologia da Língua Portuguesa. Curitiba: Editora IBPEX, 2011. GOMES, Maria Lúcia de Castro.
Metodologia de Ensino da Língua Portuguesa. Curitiba: Editora IBPEX, 2007.
GOMES, Maria Lúcia de Castro. Estudos Linguísticos: dos Problemas Estruturais aos Novos Campos de Pesquisa. Curitiba: Editora IBPEX, 2008.
MATTOSO CAMARA JR, Joaquim. Para o Estudo da Fonêmica Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 2008.
___________________________________________________
• Fonema – É a menor unidade sonora das palavras.
Disponível em: <https://flaverlei.files.wordpress.com/2011/04/fonema-letra-sc3adlaba.pdf>. Acesso em: 21/09/2016.
/komesu/ - começo
/esitãti/ - excitante

O fonema exerce duas funções:

1. Sozinho ou ao lado de outros fonemas, constitui palavras;
2. Distingue uma palavra da outra.

• Letra – É a representação gráfica dos fonemas da fala.
Sílaba • É um fonema ou grupo de fonemas pronunciados numa só emissão de voz.
A base da sílaba é a vogal. Sem vogal não há sílaba.
 
   Mais um exemplo
 
• Sílaba tônica é a pronunciada com mais intensidade.
• Sílaba átona é a pronunciada com baixa intensidade.
Divisão silábica

 
EXERCÍCIOS ONLINE:
 
http://www.fonologia.org/exercicios_concursos1.php

Exercícios - Concursos

1)Qual destas palavras apresenta um dígrafo?
  adjetivo
  festa
  carro
  caro
  prato
2)Assinale a única palavra em que NÃO ocorrem ao mesmo tempo ditongo e encontro consonantal:
  fortuito
  psicopatia
  destruição
  aversão
  tricote
Exercícios de Verdadeiro ou Falso

As afirmativas marcadas em verde são as que você acertou. As marcadas em vermelho são as que você errou. Em negrito estão as respostas corretas.
EXERCÍCIOS DE FONÉTICA
PARA CONCURSOS - Professora Maria Helena Pasquallotto
http://www.12concursos.com.br/arquivos/l-lkwlogojro_exercicios_de_portugues_03-09.pdf

O1- CEPERJ - 2012 - SEAP-RJ - Inspetor de Segurança - e Administração Penitenciária

Na palavra “fazer”, notam-se 5 fonemas. O mesmo número de fonemas ocorre na palavra da seguinte alternativa: a) tatuar b) quando c) doutor d) ainda e) além 02- TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Técnico Judiciário - Auxiliar - Secretaria O vocábulo cujo número de letras é igual ao número de fonemas está na alternativa: a) sucesso; b) hombridade; c) gritos; d) assexuado; e) ressabiado.

03- PONTUA - 2011 - TRE-SC - Técnico Judiciário - Área Administrativa - Na pronúncia das palavras, às vezes acrescentamos ou suprimimos fonemas. Assinale a alternativa em que nenhum desses processos aconteça: a) Submissão. b) Absurdo. c) Delito. d) Dignidade.

04-CONSULPLAN - 2010 - Prefeitura de Campo Verde - MT - Técnico de Informática
“Por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.” As palavras destacadas apresentam, respectivamente: a) encontro vocálico / dígrafo / encontros vocálicos b) hiato / dígrafo / encontros consonantais c) encontro consonantal / ditongo / dígrafos d) tritongo / ditongo / dígrafos e) encontro consonantal / dígrafo / dígrafos

05- CONSULPLAN - 2010 - Prefeitura de Congonhas - MG - Técnico de Laboratório - Informática “É uma meta tão valiosa quanto qualquer outra.” As palavras destacadas apresentam, respectivamente: a) dígrafo / encontro vocálico e tritongo b) encontro vocálico / dígrafo e encontro vocálico c) hiato / ditongo e encontro consonantal d) ditongo / hiato e encontro vocálico e) hiato / encontro consonantal e hiato

GABARITO

01 B 11 E 02 E 12 C 03 E 13 D 04 D 14 C 05 C 15 C 06 A 16 B 07 B 17 D 08 E 18 A 09 C 19 C
http://www.soportugues.com.br/secoes/fono/fono26.php
Enviado por J B Pereira em 11/10/2016
Código do texto: T5788814
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira